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Suicídio de agente gera denúncia sobre pressão de nova diretoria

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O ex-presidente da Associação dos Agentes Penitenciários do Acre, José Janes Peteca, foi a última pessoa a conversar com o colega Marcelo Souza da Rocha Alves, que cometeu suicídio disparando uma espingarda calibre 12 contra a própria boca na tarde desta terça-feira, 12.

“Você está bem Marcelo?”, perguntou Janes. “Sim, estou”, respondeu Marcelo e seguiu rumo à guarita do presídio Francisco de Oliveira Conde (FOC) onde estava de plantão.

Janes estava com um grupo de colegas. Logo ouviram a explosão e deduziram: o Marcelo se matou.

“Marcelo me procurou há uns dois meses achando que eu poderia suspender sua transferência para a FOC. Ele me disse que não tinha condições psicológicas para atuar ali, pois estava se recuperando de problemas com álcool e drogas”, comenta Janes.

Marcelo era lotado na Unidade Penitenciária 4 (UP-4), também chamada de Papudinha onde são mantidos presos de nível superior e de regime semiaberto. A UP4 é considerada um posto de trabalho light em relação à FOC onde estão as facções e bandidos de alta periculosidade. Com sua transferência para a FOC, Janes ouviu repetidas queixas de Marcelo bem como de vários outros colegas nas mesmas condições.

“Sem a realização de concurso público e um deficit muito grande de agentes, o novo diretor-presidente do Iapen está sufocando os agentes, pegando todo mundo sem se preocupar com a capacidade emocional de cada um”, criticou Janes.

O diretor-presidente do Iapen, Lucas Gomes, que também é agente penitenciário e foi presidente do sindicato da categoria, emitiu nota classificando o caso como um suposto suicídio e que a Polícia Civil estava tomando providências. Questionado sobre se tinha conhecimento dos problemas do funcionário, não respondeu até o momento.

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Acre

De 5 entrevistados, apenas 2 conhecem as pautas do manifestação

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A maior parte dos apoiadores do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) se concentram na praça do Palácio Rio Branco, na tarde deste domingo, 26, vestidos de verde e amarelo e munidos de cartazes com palavras de ordem a favor das medidas do atual governo.

Entretanto, nem todos os presentes conhecem as pautas que são discutidas e defendidas pelos próprios manifestantes. De cinco pessoas que a reportagem do ac24Horas entrevistou, apenas duas souberam dizer do que se trata o movimento.

Elaine Lima, de 20 anos, não soube dizer quais as principais pautas apoiadas pelos manifestantes. Da mesma forma, Ana Paula Alves, também de 19 anos. Esta disse que foi apenas para verificar pessoalmente o movimento na capital, mas que mesmo assim apoia o ato.

Ricardo Pereira, de 29 anos, trabalha como vendedor e ficou em dúvida sobre as questões debatidas no protesto de apoio ao governo Bolsonaro.

Já Luiz Neto e Maria Helena Teixeira, tinham na ponta da língua todos os assuntos colocados em pauta pelo manifesto que ocorre em todo o país. Ambos destacaram o pacote anticrime, do Ministro Sérgio Moro, reforma da previdência e a votação da medida provisória 870.

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Acre

Ato pró-Bolsonaro em Cruzeiro contou com menos de 30 pessoas

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Populares do município de Cruzeiro do Sul se reuniram na manhã deste domingo, 26, para manifestar apoio à presidência de Jair Bolsonaro. Lá, cerca de 30 pessoas participaram do ato, que ocorreu na Praça Orleir Cameli, centro da cidade.

A concentração começou por volta das 8 da manhã. O grupo reafirma o apoio às medidas do governo federal com relação à reforma da Previdência e pacote anticrime.

Segurando bandeiras do Brasil e camisetas, e fotografia do presidente, eles também levaram carros que tocavam o Hino Nacional e frases de apoio a Bolsonaro.

Devido a pouca quantidade de pessoas, a Polícia Militar local não presenciou o ato, que aconteceu de maneira pacífica.

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