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Revoltados, pacientes da Casa de Acolhida Souza Araújo prometem fechar a BR-364; veja vídeo

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Imagine uma vida marcada pela ausência familiar e pelo abandono. Essa é a realidade dos portadores de hanseníase que hoje são pacientes da Casa de Acolhida Souza Araújo. Portadores de uma doença que, por falta de conhecimento, sempre foi cercada de extremo preconceito, muitos foram deixados pelas próprias famílias no local ou retirados à força do convívio familiar e levadas para o local.

Inaugurado em 1930, milhares de hansenianos já passaram pela casa de acolhida que já foi chamada de colônia e leprosário Souza Araújo. Foi lá que muitos encontraram um lar, afeto de servidores e de outros pacientes que compartilhavam das mesmas dores físicas e emocionais.

Mas, ao longo dos últimos anos, além de todos os infortúnios provocados pela doença, os pacientes convivem com o descaso do poder público.

A casa é administrada pela Diocese de Rio Branco e mantida com repasses do Governo do Estado. Segundo o conteúdo de um vídeo de uma reunião realizada pelos pacientes, há 8 meses o poder público estadual não repassa os recursos para manutenção e aquisição de medicamentos. Com isso, segundo os próprios pacientes, a Souza Araújo estaria prestes à fechar as portas.

Os pacientes afirmam que não possuem materiais básicos, como gaze e curativo, além da falta de remédios.

Não suportando mais as condições precárias e o descaso por parte do governo, os pacientes resolveram tomar uma atitude e prometem na próxima segunda-feira, 18, fechar a BR-364 até que a situação seja resolvida.

Confira o vídeo:

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Cotidiano

Conselho Regional de Farmácia divulga locais de provas de concurso no Acre

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Desde esta última quarta-feira, 20, que o Conselho Regional de Farmácia do Acre (CRF-AC) já disponibilizou as consulta aos locais de provas do concurso público destinado ao preenchimento de três vagas imediatas mais formação de cadastro de reservas, para profissionais de nível médio e superior.

Os cargos ofertados no certame são: Auxiliar Administrativo, Advogado, Contador e Farmacêutico-Fiscal. Os salários variam de R$ 1.405,50 (nível médio) e R$ 2.342,50 (nível superior).

As provas escritas serão realizadas na cidade de Rio Branco, no próximo dia 14 de abril de 2019. A seleção será realizada mediante aplicação de prova objetiva, prova discursiva (redação), ambas de caráter eliminatório e classificatório.

Para mais informações, os candidatos devem consultar os locais de realização de prova no próprio site da banca organizadora do concurso, Inaz do Pará.

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Cotidiano

Dois integrantes de facção são presos e um menor apreendido pela Polícia Civil

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A Polícia Civil do Acre, através da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, deflagrou nesta quarta-feira, 20, uma operação para combater ações de facções criminosas na região do Juruá.

Ao todo, a polícia cumpriu oito mandados de prisão, sendo dois homens presos em flagrante e um menor apreendido. Também foram apreendidos dinheiro, droga, aparelho de celular, uma arma e munição.

“Fizemos um trabalho de inteligência para atingir bairros específicos de Cruzeiro do Sul, dominados por uma organização criminosa. São ações de repressão ao tráfico e também de repressão a essa organização criminosa”, explicou o delegado Pedro Resende.

O delegado destaca que ano passado a polícia apreendeu mais de uma tonelada de drogas em todo o estado. “Fechamos 2018 com a maior apreensão de drogas dos últimos cinco anos. É muita droga. E esse trabalho tende a se intensificar cada vez mais”.

Na oportunidade, Resende reafirma que as fronteiras com a Bolívia e o Peru não possuem fiscalização, o que facilita a entrada de drogas pelo país. Na região do Juruá, o Rio Juruá-Mirim é porta de entrada de criminosas e drogas vindos do Peru.

“O trabalho de fiscalização e proteção de fronteira não é trabalho da Polícia Civil, é um trabalho da União através da Polícia Federal, Exército e Forças Armadas. Isso é o grande problema da polícia estadual, nós temos uma fronteira aberta, isso não é segredo pra ninguém”.

Apesar das dificuldades e falta de efetivo, o delegado diz que a Polícia Civil permanece no combate à criminalidade. “Aqui em Cruzeiro do Sul temos poucos policiais e delegados para atender toda a demanda de furtos, roubos domésticos, tráfico, organização criminosa, mas fazemos o que a gente consegue. Temos várias dificuldades, mas não podemos deixar de fazer o mínimo para tentar diminuir essa violência que toma conta do estado”.

Com informações do site Juruá em Tempo.

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