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Oteniel Almeida não aplicou lei que viabiliza medicamento a pessoas de baixa renda em Rio Branco

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O programa “Farmácia Solidária”, sancionado em 2018 pela Prefeitura de Rio Branco, não foi colocado em prática pelo secretário municipal de Saúde, Oteniel Almeida. O gestor está há mais de um ano com a ideia engavetada, e isso tem impedido que pessoas de baixa renda tenham acesso a medicamentos que por vezes faltam nas unidades de saúde.

A lei, proposta pelo vereador Mamed Dankar (PT), foi sancionada em março de 2018, ou seja, há um ano, quando Marcus Viana, colega de partido de Dankar, ainda era prefeito. E foi Viana que sancionou o projeto, porém não pode dar continuidade ao projeto, tendo em vista que se afastou em abril para concorrer as eleições para o governo do Acre, ficando a responsabilidade para a vice Socorro Neri, que virou titular.

A ideia, como prevê a legislação, é que medicamentos não utilizados por cidadãos da possam ser entregues nas unidades básicas de saúde e, após uma triagem e verificação da data de validade, serem destinados aos populares mais carentes, que não têm como comprar os remédios. Essa semana, o vereador Dankar reclamou da demora em aplicar a lei.

“Quando passou a ser lei, em março de 2018, cabe ao Poder Público. Como não foi feito, a gente está, como faz as igrejas, as instituições, usando da solidariedade das pessoas. A gente vê que está faltando medicamentos, e a gente vendo se estragando remédios nas casas das pessoas, porque elas não sabem para quem destinar”, disse o vereador em entrevista à TV Gazeta.

Uma das alternativas frente à inércia do secretário Oteniel Almeida, foi fazer parcerias com instituições filantrópicas para arrecadar os medicamentos e encaminhar às pessoas que realmente precisam. Tudo com orientação e prescrição médica. A distribuição será feita no Rotary, igrejas ou ONGs.

Procurada nesta terça-feira, dia 12, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) disse que não tem prazo ainda para começar a aplicar a lei municipal, contudo, disse que está fazendo um planejamento para isso.

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Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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