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Alguns dos 12 chefões do PCC presos no presídio de Porto Velho

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Dos 22 integrantes da cúpula do PCC sentenciados, 12 estão no presídio federal de Porto Velho e são vigiados por uma complexa rede de segurança que conta com homens do Exército Brasileiro. Barricadas estão montadas na BR 364, dez quilômetros antes e depois do presídio de segurança máxima, nos dois sentidos entre Porto Velho e Rio Branco, com soldados usando aparato de guerra.

Segundo informes estão em Rondônia: Marco Willians Herbas Camacho (Marcola); Lourivaldo Gomes Flor (Louro); Pedro Luís da Silva Moraes (Chacal); Alessandro Garcia de Jesus Rosa (Pulft); Fernando Gonçalves dos Santos (Colorido); Patric Velinton Salomão (Forjado); Lucival de Jesus Feitosa (Val do Bristol); Cláudio Barbará da Silva (Barbará); Almir Rodrigues Ferreira (Nenê de Siminone); Reginaldo do Nascimento (Jatobá); Rogério Araújo Taschini (Rogerinho); e Célio Marcelo da Silva (Bin Laden).

Os chefões foram transferidos no mês passado para três presídios federais. Além de Porto Velho alguns foram transferidos para Mossoró e Brasília também.

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Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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