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Nova pedra no tabuleiro da sucessão municipal

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A eleição para prefeito de Rio Branco só vai acontecer em outubro do próximo ano. Mas, as primeiras pedras começam a aparecer no tabuleiro da sucessão municipal. O ex-deputado Jamil Asfury (PSC) confirmou ontem à coluna de que vai ser candidato a prefeito da capital, em 2020. Argumenta sobre a sua candidatura de que o PSC, seu partido, precisa se tornar mais conhecido e representativo e que, por ser engenheiro, saberá como lidar com os principais problemas da cidade, que permanecem insolúveis a cada administração que passa. Policial Federal, com passagem pela Assembléia Legislativa, Jamil situa a sua candidatura no patamar do “novo na política”, numa linha de contrapor as velhas oligarquias da política acreana. O PSC, segundo ele, deverá também apresentar uma chapa própria para a Câmara Municipal de Rio Branco, onde a sigla já é representada pela vereadora Sandra Asfury (PSC).

BOM PARA O DEBATE

É bom para o debate ter um nome da qualidade do Jamil Asfury (PSC) na disputa pela PMRB.

CONQUISTA A SER COMEMORADA

Nestes poucos mais de dois meses do governo Gladson Cameli, a primeira grande conquista na área econômica foi conseguir em negociação com a Caixa Econômica Federal baixar os juros dos empréstimos de 155 milhões de reais do Estado, naquela instituição bancária, que cairão de 170% para 120%. Num Estado pobre como o Acre, uma redução neste teto, dará uma folga para o governo investir.

JUROS DE AGIOTA

Os juros que o Estado vinha pagando à CEF na gestão passada eram juros de agiotas.

UMA SAÍDA Á FRANCESA

O motivo para o público externo foi de que já tinha cumprido o seu ciclo como líder da prefeita Socorro Neri na Câmara Municipal de Rio Branco. Mas, para o público interno do PCdoB, a saída do vereador Eduardo Farias (PCdoB) da função tem um motivo único: estava “desconfortável” desde que não foi chamado pela prefeita, como seu líder, para discutir a Reforma Administrativa.

AFINAÇÃO ARRANHADA

Mas a afinação entre o PCdoB e a prefeita Socorro Neri já estava arranhada desde que, esta tirou o professor Márcio Batista (PCdoB) do cargo de secretário municipal de Educação. A decisão motivou um protesto público da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB).

O QUE NÃO DÁ PARA ENTENDER

O que não ficou claro nesta história é que para o lugar do Márcio Batista no comando da secretaria municipal de Educação, foi um comunista histórico, da linha de frente do PCdoB, Moisés Diniz. Não deu para entender o protesto. Diniz não foi candidato a Federal para não atrapalhar a candidatura da Perpétua Almeida (PCdoB) à Câmara Federal e nem a deputado estadual para não conturbar as candidaturas do Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Jenilson Lopes
(PCdoB) à ALEAC. O desfecho, no mínimo, foi uma descortesia para com o Moisés. O que vejo.

ORA, ORA, DONA AURORA!

Não sabia se achava graça de forma comedida ou escancarada ao saber da grande decisão do Congresso Regional do PCdoB: “seremos oposição ao presidente Jair Bolsonaro e ao governador Gladson Cameli”. Novidade seria uma declaração de apoio a ambos. Isso já tinha sido decido pelas urnas. Ora, Ora, dona Aurora!

PERDEU A AULA

O vice-governador Major Rocha não foi à aula do Jardim da Infância da política, na qual foi ensinado que, quem tem mandato não discute com quem não tem mandato. Indo para o popular: o andar de cima não debate com o andar debaixo. No momento em que vai para uma discussão na mídia dá holofote ao Coronel Ulisses Araújo (PSL), que é um candidato derrotado.

TEMPO PARA JULGAMENTO

Este início do governo Gladson teve conturbações na área política, notadamente, com nomeações de petistas para cargos de confiança, o que contraria o seu discurso. Mas no macro não dá para fazer uma avaliação crítica de como será sua gestão em pouco mais de 60 dias.

PRIMO POBRE

Pelo que se deduz das notícias sobre liberações de recursos em altos montantes do Ministério da Infraestrutura para o governo de Rondônia e nenhuma notícia para o Acre é que, entra ano e sai ano e o nosso Estado continua de pires nas mãos e primo pobre do governo federal.

LADO TRISTE DO DESEMPREGO

Além do prejuízo dos empresários com o incêndio de suas lojas no Calçadão, num tempo de crise econômica braba, há também outro lado triste nesta história. É que cerca de 150 funcionários deverão perder emprego em um Estado onde o nível de desemprego é alto.

NANICOS É UMA FRIA

Os reiterados convites ao Minoru Kinpara para que seja candidato a prefeito em 2020, mostram ser um dos nomes mais cortejados para disputar a PMRB. Se for candidato, ou ele disputa por um partido forte e com estrutura, ou pode ser bem votado e perder de novo, caso se aventure por siglas cartoriais, sem nenhuma expressão política e sem tempo de televisão.

PMRB NAS RUAS

O sol abriu e as equipes da prefeitura de Rio Branco já são vistas trabalhando em operações tapa-buracos nas vias que são os chamados corredores de ônibus. Se no verão que se aproxima a prefeita Socorro Neri fizer uma ação forte para recuperar as ruas, sobe na popularidade. É hoje o seu ponto fraco perante a população, na seriedade é irretocável.

COSME E DAMIÃO

Caso o empresário Rico venha a ser candidato a prefeito da capital na eleição do próximo ano, como se divulgou, teremos um clone político do ex-governador Tião Viana na disputa. Rico e Tião viveram em simbiose, nos últimos oito anos da gestão do petista. Foram uma espécie de Cosme e Damião da política.

HOMEM DOS BASTIDORES

Rico foi inclusive o grande coordenador quando Tião Viana foi para o segundo turno, nos contatos para trazer candidatos derrotados a deputado estadual da então oposição, para apoiar o petista. Rico candidato à PMRB, seria a volta do Tião Viana à política.

EQUILÍBRIO NO PODER

Lendo a sua entrevista nas páginas amarelas da última edição da revista VEJA, a conclusão a que cheguei é que o vice-presidente Mourão, além de qualificado, político, é o ponto de equilíbrio no governo do presidente Jair Bolsonaro. Com declarações sempre ponderadas.

SOMENTE NUM CONSENSO

A ex-deputada Leila Galvão (PT) confirmou ontem que de fato recebeu convites de lideranças petistas de Epitaciolândia para ser candidata à prefeita do município, em 2020. Me disse que é uma decisão delicada, que não pode ser de cima para baixo, e que somente dentro de um amplo entendimento de todos os líderes do partido na região e que poderia analisar se aceita.

OUTROS NOMES

Prefeito Tião Flores, que atravessa um forte desgaste na sua administração, Luizinho Hassem e Chiquinho Chaves, são nomes falados até aqui para disputar também a prefeitura de Epitaciolândia, em 2020.

A MALHADEIRA DO PROS

A direção do PROS, segundo informações, trabalha para fortalecer o partido em Brasiléia, inclusive, trazendo lideranças com mandato do PSB, para se filiar ao PROS. E neste contexto, a deputada Maria Antonia (PROS) indicaria o vice da prefeita Fernanda Hassem, na disputa da reeleição. É o que se comenta nos bastidores.

OPOSIÇÃO BUSCA A UNIDADE

Pela parte da oposição, o ex-prefeito Aldemir Lopes tem dito de que, a principal meta da oposição é juntar todas as lideranças partidárias do município, e firmar um grande acordo para que lancem um único candidato a prefeito de Brasiléia. O nome viria numa segunda etapa.

NÃO SERÁ PRESA FÁCIL

Um prefeito não pode ser avaliado se terá ou não chance de disputar com sucesso a sua reeleição nos primeiros anos de mandato. Porque pode ter um início de administração impopular e se recuperar nos últimos dois. Para o eleitor, a última imagem do gestor é a que fica. Com o prefeito Ilderlei Cordeiro em franca recuperação, ele não será presa fácil em 2020.

AFINADOS NA POLÍTICA

As lideranças da associação dos servidores penitenciários partiram na busca do entendimento para afinar os objetivos políticos para 2020. Renê Fontes, Arlenilson Cunha, Betho Calixto e Eden Azevedo, foram candidatos e cada um teve mais de 2 mil votos, totalizando 6.500 votos. A próxima etapa será definir qual deles deve ser o candidato único a vereador pela categoria

DECISÃO ACERTADA

Na política, quem não tem mandato a voz é fraca; é como boi sem chocalho, não puxa manada. A decisão da categoria dos agentes penitenciários de ter alguém com mandato, é acertada. Unidos podem conseguir, separados, é bem mais difícil ter sucesso.

UM NOME DE COMBATE

As redes sociais são hoje uma ferramenta política importante. O governador Gladson trouxe para o seu lado uma peça certa nesta área, onde é um dos mais ativos, e com o diferencial de ser bem informado e não fugir do debate. É o Hedislande Gadelha. Já colocou os petistas nas cordas.

DILEMA QUE MARCA

Marca como ferro em brasa no gado. O dilema dos ex-integrantes do governo passado e que hoje são críticos do governo Gladson, é que eles criticam tudo o que os governos que serviram não fizeram durante 20 anos no poder. Isso tira toda a legitimidade da crítica. E, irônico!

MAIOR ELEITOR

Caso o Gladson Cameli chegue na eleição do próximo ano com a ponte sobre o Rio Acre, que ligará Brasiléia-Epitaciolândia, concluída junto com o Anel Viário, ele se tornará o maior eleitor do Alto Acre. E no candidato que colocar a mão no ombro se tornará muito forte para prefeito.

O OUTRO LADO DO PRÓ-SAÚDE

Existe ou não existe remédio jurídico para salvar as demissões programadas dos funcionários do Pró-Saúde? Há quem diga que não, por já ter decisão transitada em julgado. Vamos ver o lado dos que acham haver uma saída favorável: “Em resumo, o governador Binho Marques não possuía autorização constitucional para criar uma Paraestatal. O motivo é simples; Paraestatal é uma das nomenclaturas dadas para as entidades que compõem o Terceiro Setor, que, por sua vez, são aquelas entidades criadas a partir da organização de pessoas da sociedade civil em torno de um ou vários objetivos em comum, a exemplo da Associação Nossa Senhora da Saúde – ANSSAU, uma OSCIP criada por freiras católicas. Outros exemplos de paraestatais são as Organizações Sociais, o SESC, o SENAC, dentre outros. O que essas entidades têm em comum? Todas foram criadas pela sociedade civil e não pelo Governo, até porque não teria a menor lógica o Governo criar uma entidade governamental. Se o Pró-Saúde não é uma Paraestatal o que deveria ser? Para não alongar a resposta, basta dizer que o PLENO do TJAC, seguindo o voto-condutor da saudosa desembargadora Cezarinete, já se manifestou sobre esse assunto e confirmou, por unanimidade, que, apesar da Lei chamar o Pró-Saúde de Paraestatal, esta entidade é verdadeiramente uma Fundação Pública. E mais: neste julgamento, o próprio PLENO do TJAC afirmou que a Lei do Pró-Saúde é uma Quimera (monstro mitológico composto de várias partes de animais diferentes). Sendo assim, em breves palavras, o Governador havia se comprometido a regularizar essa situação que já havia sido reconhecida pelo PLENO do TJAC. E quanto à mudança de regime jurídico? As Constituições Federal e Estadual determinam que, Fundações Públicas e Autarquias criadas e mantidas pelo Estado do Acre (caso do Pró-Saúde) devem ter o mesmo regime jurídico do Estado, ou seja, estatutário…. Para finalizar a história: os servidores do Pró-Saúde fizeram concurso público; a entidade foi criada e é 100% mantida pelo Estado do Acre; os gastos são fiscalizados pela CGE e pelo TCE, suas despesas são contabilizadas no limite prudencial do Estado; o Superintendente do Pró-Saúde, por força de Lei, é o próprio secretário de Estado de Saúde do Acre e os seus servidores prestam serviços exclusivamente para o Estado do Acre. Não há nada que impeça o Governador a regularizar o Pró-Saúde…na verdade ele tem o dever de corrigir as inconstitucionalidades presentes na Lei instituidora”. Marcelo Neri – Assessor Jurídico do Sintesac.

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Blog do Crica

A nova versão da historinha do lobo mau e do chapeuzinho vermelho

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Um ensinamento que aprendi nos meus mais de 40 anos de jornalismo na área política foi o de nunca acreditar cegamente em brigas de políticos; porque se tomar partido, acabam se entendendo e você termina ficando com a cara de trouxa, mais sem jeito do que cão que caiu do caminhão de mudança no meio da estrada. Na semana que finda, rodou nas televisões um vídeo produzido e bancado pela FIEAC, por orientação do seu presidente José Adriano, hoje, o braço sindical do MDB, responsabilizando o atual governo pela derrocada do setor industrial e empresarial do Acre. Isso com cinco meses de governo! Portanto, uma inverdade a atribuição. Aliados (sic) do Gladson Cameli que possuem cargos de relevância no governo calaram-se. Apenas alguns do escalão inferior do governo saíram em sua defesa nas redes sociais. A turma do andar de cima que se calou, parece que estava adivinhando o final da nada edificante historinha, e por isso não piaram. Eu assisti tudo de camarote, e conhecendo os caciques da nova aldeia azul, fiquei como espectador. Até porque não me cabe sair na defesa do governador, pois, não sou seu empregado. Pois bem, tudo acabou numa grande Ópera-Bufa. O presidente da FIEAC, José Adriano, foi recebido ontem com pompas e tapete vermelho pelo governador Gladson Cameli, e ainda posaram sorridentes numa fotografia na saída do encontro no gabinete governamental. Qual a impressão que passou? Foi a de que o governador reconheceu ser o responsável pelo fato da maioria quase esmagadora do empresariado da construção civil estar quebrada. Foi como se houvesse uma mudança no roteiro de uma conhecida história infantil do Lobo Mau e do Chapeuzinho Vermelho. No novo roteiro cameliano, o Lobo Mau não morre fuzilado pelo caçador, mas termina feliz da vida abraçado com a personagem Chapeuzinho Vermelho; cantando ciranda/cirandinha/vamos todos/cirandar/vamos/dar a meia volta/volta/e/meia/vamos dar. E todos viveram felizes para sempre no reino azul. Eu tento, me esforço, mas não consigo entender o Gladson Cameli (foto). Confesso. E desisti de entender. Se alguém tem a fórmula do enigma, que me passe.

FIQUE NA SUA PARA NÃO CAIR DO CAMINHÃO
Você que anda bravo com o deputado Roberto Duarte (MDB), porque se tornou a principal figura da oposição ao Gladson na ALEAC, tome o caso do presidente da FIEAC, José Adriano; de exemplo, e não ataque o parlamentar. Pode virar o cão que caiu do caminhão de mudança.

O NOSSO PONCIO PILATO
Neste confronto que dividiu o MDB (como se o MDB algum dia se uniu), entre os que defendem o atual governo, como os secretários do partido; e, os deputados que são contra, não esperem uma posição firme do deputado federal Flaviano Melo (MDB) na busca do apaziguamento. O Velho Lobo é o nosso Poncio Pilatos, sempre opta pelo gesto de lavar as mãos.

É O QUE SALVA O BARCO
Votei sim, mas não sou apaixonado. O que sustenta o governo do presidente Jair Bolsonaro é a credibilidade do ministro da Fazenda, Paulo Guedes, dos ministros militares e o do Sérgio Moro. Se dependesse das outras alas porraloucas, o barco presidencial já estava no fundo.

TESTE DE FOGO
Aliás, falando no presidente Bolsonaro, o seu governo passará neste domingo pela sua primeira prova de prestígio, ao patrocinar uma mobilização popular na defesa do seu projeto. Os atos, tanto podem ser benéficos ou maléficos à sua imagem. A presença popular dirá.

VALENTIA ENTORPECIDA
Em que planeta do sistema solar, eles estavam escondidos? Como alguns colegas do jornalismo, eu também fico atarantado e surpreso com o surgimento de tantos críticos ao atual governo. Durante os últimos 20 anos, o Acre desabou, e a valentia ficou hibernada?

O SECRETÁRIO DE SETE VIDAS
Até o momento o placar é o seguinte: secretário de Agricultura, Paulo Wadt, 3×0 sobre o grupo dos Rochas –vice-governador Major Rocha e deputada federal Mara Rocha (PSDB). Por três vezes a imprensa anunciou a sua queda e ao que parece, o moço é como gato, com sete vidas.

UMA PEDREIRA PARA OS OPOSITORES
Não sei quem serão os adversários do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, mas sejam quais forem não será fácil lhe derrotar, porque sabe os caminhos da política. É só pegar como exemplo ter feito da mulher Meire Serafim, a deputada estadual mais votada do Acre. Será uma pedreira para os opositores.

CAMINHO ALTERNATIVO
O que pode garantir a permanência do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, no PROGRESSISTAS, é assumir a presidência do partido. Não assumindo, ninguém duvide que acabe por se filiar ao DEM, pelas boas relações com o deputado federal Alan Rick (DEM) e por já ter sido do partido, onde até hoje mantém boas relações com a cúpula nacional.

A CRISE DO GLORIOSO
A frase foi grafada pela secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, numa crítica direta à ala do seu partido que optou por ser oposição ao governo Gladson Cameli na ALEAC. Na postagem na internet se mostra incomodada e marcou a sua posição, na base do tenho lado e sou Governo. É o primeiro desdobramento público dessa crise intestina no Glorioso do Dr.Ulisses Guimarães.

TODO VERÃO PELA FRENTE
Tenho me deparado com várias frentes de serviço da prefeitura de Rio Branco. É natural que o trabalho não chegou a ruas em que a situação é crítica com os buracos. Mas, a prefeita Socorro Neri ainda tem todo um verão que mal começou, para executar seu planejamento.

AGORA É FORA DO PODER
Os vereadores do PT, PCdoB e aliados da FPA que se elegeram debaixo do guarda-chuva das benesses do poder vão disputar a reeleição num contexto novo: sem a máquina estatal ao seu favor. Sem os esquemas poderosos que o PT montava para auxiliar os seus. O jogo será outro.

NÃO ESTÁ PARADA
As páginas policiais mostram todos os dias prisões de bandidos e apreensão de armas e drogas. Os registros destes fatos provam que, a polícia está agindo no combate ao crime organizado. Os crimes são elucidados com uma maior rapidez, e isso é um ponto positivo.

DEIXE OS VELHINHOS EM PAZ, MARILETE!
Primeiro tem que se ver a legalidade do ato, mas em princípio se verdade for que a prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino, pretende demitir servidores aposentados, para resolver o problema de caixa da prefeitura, ela entrou em parafuso. Não resolverá. Já está mal na fita popular e ficará pior. Deixe os velhinhos em paz, Marilete! O seu problema é de gestão.

REAÇÃO NATURAL
Sem falar que tomar uma medida de demitir aposentados e reduzir os salários dos servidores vai causar uma revolta em cadeia contra a sua administração, que não conseguiu decolar.

NADA DE ANORMAL
Não foi nenhuma crítica ácida, apenas externou o seu ponto de vista de como entende um governo. Assim deve ser visto o comentário da Marfisa Galvão, sobre o que pensa das ações do governador Gladson. O fato de ser mulher do senador Petecão (PSD) não a torna muda.

OU VAI VIRAR MODA
Ou os que comandam a Segurança Pública do Acre fazem um planejamento para evitar os assaltos e arrastões em ônibus na capital ou vai virar moda. Este é o segundo assalto a ônibus esta semana. Outros já aconteceram. Os passageiros, geralmente humildes, ficam sem nada.

EVITA APADRINHAMENTOS
A decisão do secretário de Saúde, Alysson Bestene, de mandar realizar um concurso para preenchimentos de vagas no órgão através de provas objetivas foi correta. Evita que surjam as críticas de apadrinhamento comuns em concursos simplificados. E é bem mais transparente.

DESARMOU A CRÍTICA
Foi muito bom a Juíza da Vara de Execuções Penais da Comarca de Rio Branco, Luana Campos, ter vindo esclarecer que não estipulou a entrada de só três bribotes e um litro de refrigerante nos dias de visitas aos presos. Até porque vinha servindo de chacota, por ser algo até cômico.

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Blog do Crica

Ilderlei: Gladson precisa ter o pulso forte”

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A frase foi dita pelo prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, na abertura do programa de entrevistas do ac24horas, “Direto da Redação”, programa de estúdio que teve a sua estréia ontem, e que terá como entrevistadores o jornalista Astério Moreira e eu. O primeiro entrevistado, prefeito Ilderlei, foi questionado sobre a sua administração, se falou sobre política, como a conturbada relação com o ex-prefeito Vagner Sales e uma possível disputa da reeleição. Não se furtou de encarar perguntas polêmicas, como por exemplo, o que achava dos primeiros cinco meses do governo Gladson Cameli. Para o prefeito, falta ao governador sentar na cadeira de governador e dar as ordens, ter pulso forte, e não ficar governando focado no que dizem os seus assessores mais diretos. Nega que tenha traído o ex-prefeito Vagner Sales, e não o reconhece como único responsável pela sua eleição. Uma reunião que ficou de ter ontem com o governador Gladson definirá se continuará ou não no PROGRESSISTAS, partido no qual é filiado e está reivindicando ser o presidente da executiva regional. Veja a entrevista no ac24horas.

TEMA QUE UNIFICOU

A proposta apresentada ontem pela deputada Antonia Sales (MDB) do governo aumentar o percentual orçamentário da Defensoria Pública passando de 0,9% para 2%, encontrou aparente guarida nos demais parlamentares, principalmente, os do interior, onde não há uma efetiva ação dos Defensores. A discussão deve ser travada na chegada da LDO na ALEAC.

MEIO TERMO

Na sua experiência de vários governos, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) vislumbrou dificuldade da proposta de 2,0% ser aceita pela equipe econômica do governo; e sugeriu que, a peça orçamentária da Defensoria Pública seja de 1,5%, um meio termo para superar impasses.

PEDIDOS EM CASCATA

Conversando ontem como um integrante da equipe econômica do governo, este alertou que não haveria como justificar a fixação do orçamento da Defensoria Pública em 2,0%, aumento de mais de 100º% do teto atual que é de 0,9%. “Como explicar, por exemplo, para o Judiciário, MPE, que você está reajustando em mais de 100% o orçamento da Defensoria e não serem também aquinhoados”? Fez a pergunta. Para ele, haveria pedidos de aumento em cascata.

VERBA ESPECÍFICA

Caso se consiga da equipe econômica do governo este reajuste no orçamento da Defensoria, que acho improvável no teto reivindicado, deveria ser uma verba carimbada específica para a contratação de mais Defensores e vedado o uso em reajuste salarial aos Defensores Públicos.

ONDE PASSA UM BOI PASSA UMA BOADA

E por um princípio simples. As demais categorias iriam montar acampamento na porta do governador Gladson Cameli e, também, exigir reajuste salarial. O pedido da deputada Antonia Sales (MDB) não é algo tão simples de ser atendido, tem de ver o tamanho da implicação no orçamento estadual. Mas dará um bom debate, precisamos de uma Defensoria Pública presente em todos os municípios. Mas lembrar que no governo não existe só a Defensoria.

GLORIOSO ATACA NOVAMENTE

O braço sindical do MDB, comandado pelo presidente da FIEAC, José Adriano, bateu ontem no governo Gladson Cameli, em um vídeo divulgado lhe responsabilizando pela derrocada dos empresários no Acre. O MDB, ao que parece, escolheu o governador como seu alvo fixo e saco de pancadas. Deve ser constrangedor para as secretárias Maria Alice e Eliane Sinhasique.

NÃO VI UMA DEFESA

Não vi um posicionamento político do governador Gladson Cameli a este respeito, como nenhum parlamentar que lhe apóia rebateu e ele ficou calado, ficará valendo o que foi divulgado sobre o setor industrial, verdadeiro ou não. Não me cabe defender o governo.

É O DONO DOS VOTOS?

O deputado Neném Almeida (SD) ameaçou ontem da tribuna de que o candidato que não ajudar a recuperar as ruas da Cadeia Velha não terá votos dos moradores em 2020. Falou com tanta autoridade na ALEAC que, quem assistiu saiu pensando que ele é o dono dos votos.

CALDO ESTÁ ENGROSSANDO

Virou unanimidade na da base de apoio do Gladson Cameli o movimento para marcar uma reunião com o governador para discutir o papel do MDB no governo. Não aceitam o MDB ter duas secretárias, diretorias, CECs, e formar e votar na ALEAC sempre com o PT e o PCdoB.

PROPOSTA QUE ROLA

A proposta que será levada ao governador Gladson Cameli é a demissão das secretárias Maria Alice, Eliane Sinhasique, de ocupantes de diretorias, deixando no governo apenas os cargos ligados ao grupo do deputado Vagner Sales (MDB), que vem votando a favor do governo.

COMPLETAMENTE INCOMODADA

Um dos deputados da base passou à coluna que a secretária Maria Alice é uma das mais agastadas com a oposição que o MDB faz ao governo Gladson Cameli, por ser ocupante de uma das pastas mais importantes do governo, depois da fusão da SEPLAN/Administração.

NOME MAIS CRITICADO

O nome mais criticado é o do deputado Roberto Duarte (MDB), hoje o maior oposicionista ao governo Gladson Cameli, sendo mais ferino que os parlamentares do PT e PCdoB. Argumentam os deputados da base que há o agravante do Roberto ser presidente municipal do MDB.

POSIÇÃO PESSOAL

Perguntei ao presidente regional do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre o que pensava do fato do MDB ser aliado e oposição ao mesmo tempo ao atual governo. Saiu pela tangente e disse que a posição do deputado Roberto Duarte (MDB) é pessoal e não do partido. Ou seja, deu praticamente carta branca para que o parlamentar continue com a pancadaria.

HAVIA DISCIPLINA POLÍTICA

Pode se criticar os governadores do PT por qualquer ângulo que quiserem, mas nas alianças que os sustentavam; a FPA, jamais foi aceito um aliado ter secretarias no governo e votar contra o governo. Se há algo que os governadores do PT tinham era pulso forte na política.

NÃO FOI DE GRAÇA

Não foi de graça que o PT ficou 20 anos do poder. Foi porque os seus governadores sabiam usar o poder e tinham o pulso firme para tomar decisões políticas, o que falta ao Gladson Cameli é exatamente a falta de pulso e mostrar que tem a caneta que nomeia e demite.

TORNA INVIÁVEL O GOVERNO

Qualquer governador que ficar refém de um deputado ou de um partido, ficando no canto do ringue, a tendência natural é a de não ser respeitado pelos aliados, pela frouxidão dos atos.

FALANDO DE GULODICE

Um fato cômico aconteceu logo após a aprovação da reforma política do governo. Um dos integrantes da base chegou junto ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e falou: “vamos agora ao Gladson, quero saber quantos cargos terei”.

APOSTANDO NA UNIDADE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, é um otimista. Diz que se for candidato á reeleição não tem dúvida que terá o apoio do ex-prefeito Vagner Sales. Tudo é possível em política, mas no presente caso me recuso a acreditar neste apoio. Mais fácil ganhar na MEGA.

NOMES SURGINDO

Os nomes vão surgindo como candidatos da oposição à prefeitura de Mâncio Lima. Entre eles, Josimar (PSDB) e Wilssilene (PROGRESSISTAS). O prefeito Isac Lima (PT) sairá à reeleição.

DADO COMO CERTO

Dirigentes do SD dão como certa a filiação do deputado Fagner Calegário (PV) no partido.

FORA DE CENA

Quem saiu de cena foi o vice-governador Major Rocha, que tem evitado os temas polêmicos.

MOSTRADO EQUILÍBRIO

Mesmo nos momentos mais tensos na ALEAC o presidente Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) mostra ponderação e equilíbrio na condução dos debates na casa. É um pacificador nato.

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