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Agentes de Saúde protestam em frente a prefeitura da Capital

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Centenas de servidores municipais de saúde manifestam, na manhã desta segunda-feira, 11, em frente à prefeitura de Rio Branco. São agentes comunitários de saúde do município que exigem o pagamento integral do piso salarial, estabelecido pelo Ministério da Saúde a partir de janeiro de 2019, no valor de R$ 1.250 reais, que Socorro Neri diz não ter condições de pagar.

Os manifestantes reclamam que o dinheiro já estaria, inclusive, depositado em suas contas bancárias, aguardando somente a liberação por parte da prefeitura. Nonata é uma das agentes comunitárias que participa do protesto. Segundo ela, a prefeitura fez uma proposta à categoria de não pagar o piso integral e suprir esse desfalque com uma gratificação, que seria de R$ 1079,69 reais. “Mas, como gratificação não entra na aposentadoria, resolvemos não aceitar essa proposta e fazer movimento pela aprovação do nosso piso salaria”, afirma.

Hoje, a prefeitura de Rio Branco paga o valor de R$ 1014 reais de salário e mais acréscimo de gratificações adquiridas pela categoria. A prefeita Socorro Neri alegou aos manifestantes que não possui verbas para pagar o piso estabelecido pelo Ministério da Saúde, que é de R$ 1.250 reais.

De acordo com informações repassadas para os profissionais pelo secretário municipal de Saúde, Otoniel Almeida, o valor integral do piso já estaria na conta bancária dos trabalhadores, mas não está liberado. “Parece que o dinheiro já está na conta, mas a prefeitura não quer pagar esse valor”, diz Nonata.

Agentes de zoonose e agentes de endemias aceitaram a proposta ofertada pela prefeita da Capital, no entanto, os agentes comunitários de saúde foram contrários à proposta em Assembleia geral realizada no último dia 7 de março.

Oito representantes da categoria conversam com uma equipe da prefeitura em reunião para chegarem a um acordo. O valor atual do piso foi aprovado no Congresso Nacional. A categoria trabalha 8 horas por dia.

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Acre

Geladeira da Leitura na Rodoviária de Rio Branco é inaugurada

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Quem passa pela Rodoviária da capital acreana desde a tarde desta sexta-feira, 23, é surpreendido com uma geladeira bem na entrada do local.

Mas não adianta procurar água, nem comida nela. A geladeira está abastecida de outra coisa extremamente importante para a vida de todos nós: conhecimento.

É a Geladeira da Leitura, uma iniciativa da Casa da Amizade, que chega ao Acre em parceria com a prefeitura de Rio Branco.

A ideia é simples. A geladeira está abastecida com livros de diversos assuntos. Quem viaja, pode escolher e pegar um livro gratuitamente e mergulhar no fantástico mundo da literatura. Na volta, é só devolver o livro para que outras pessoas tenham a oportunidade de leitura também.

A população, além de se beneficiar com a leitura, pode também ajudar e estimular o projeto com a doação de livros. Basta levar os livros que estejam completos e em bom estado e deixá-los na Galadeira da Leitura.

Quem costuma passar pela Rodoviária de Rio Branco aprovou a iniciativa. “Acho muito bacana porque é uma forma de fazer com que a viagem seja menos cansativa. Você se distrai e quando menos espera já chegou em seu destino”, diz a funcionária pública Ana. Valéria Albuquerque, que havia acabado de desembarcar vinda do município de Xapuri.

A inauguração contou com representantes da Casa da Amizade e da Prefeitura de Rio Branco, inclusive do secretário municipal de educação Moisés Diniz.

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Acre

Novo Centro Administrativo do Estado: “obra de R$ 370 milhões”

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O governador Gladson Cameli apresentou no começou da noite desta sexta-feira (23) a maquete do Centro Administrativo do Estado que ele reconhece ter sido elaborada “em gestões passadas”, mas que irá construir e entregar “ainda nesta gestão”.

Segundo ele, o Centro Administrativo do Governo do Estado reunirá todas as secretarias e autarquias em um só lugar, economizando em diversas áreas como transporte e aluguéis. É uma obra orçada em mais de R$300 milhões.

“Após algumas mudanças no projeto de um prédio sustentável, adequando para que seja adequado para a estrutura pública por pelo menos mais 20 anos, queremos iniciar as obras em 2020”, diz. Alguns se manifestaram contra: “Pra quê? Pra prejudicar o movimento de centenas de comércios que dependem do movimento das secretarias espalhadas pela cidade em detrimento de um projeto de valorização imobiliária (beneficiando aqueles que possuem propriedade próximo a Via Verde)? Observem o tiro no pé que foi levar a Cidade da Justiça e não cometa o mesmo erro da gestão passada”, criticou João Victor Liberato. Outros gostaram da ideia: “Vai ficar lindo”, disse Sebastião Conceição. É possível que o edifício seja construído no Portal da Amazônia.

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