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Jenilson pede suspensão de impostos de comerciantes prejudicados em incêndio

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O deputado Jenilson Leite (PCdoB) esteve neste final de semana visitando as lojas que foram destruídas pelo incêndio de grandes proporções ocorrido na noite da última quinta-feira, 7. Na ocasião, o parlamentar conversou com os proprietários das lojas e ressaltou que a Prefeitura de Rio Branco e o Estado precisa ajudar os empresários neste momento de recuperação.

“Peço que o Governo do Estado do Acre e a Prefeitura de Rio Branco, de forma solidária, possam suspender a arrecadação do ICMS e ISS, por um determinado tempo, para os comerciantes se reestruturarem”, frisou o deputado.

De acordo com o deputado, a preocupação maior é o risco de desabamento e ressalta que o prejuízo já chega a 500 mil somente em uma das lojas. “A maior preocupação é em relação a estrutura do calçadão, que impediu a entrada das viaturas até os estabelecimentos atingidos pelo fogo. Pedimos à todos os órgãos competentes que busquem todas as alternativas e soluções possíveis para amenizar esse momento de extrema dificuldade e trazer algum conforto aos envolvidos”, disse.

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Destaque 7

Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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