Conecte-se agora

Acreanos já pagaram mais de R$ 725 mi em impostos em 2 meses

Publicado

em

Enquanto o País e o Estado alegam uma crise sem precedentes em sua finanças, o mesmo não se pode dizer quanto a arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais, principalmente em relação aos valores que os acreanos individualmente ou detentores de empresas já desembolsaram desde o início do ano para pagá-los.

De acordo com o Impostômetro, que é uma ferramenta automatizada que recebe os dados de todo o Brasil e informa os valores em um painel instalado na fachada da Associação Comercial do Acre (Acisa), os acreanos já desembolsaram do dia 1º de janeiro de 2019 até esta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, mais de R$ 725 milhões em impostos. Desses valores, 65,95% vão para os cofres federais e compreendem IRPJ, ITR, Cide, Cofins, CSLL, FGTS, INSS e PIS/Pasep. Já a arrecadação estadual fica em torno de R$ 28,47% desse valor somando ICMS, IPVA, ITCMD. Os impostos cobrados pelos municípios equivalem a R$ 5,58% e são referentes ao IPTU, ISS, ITBI.

Os valores arrecadados até o momento em 2019, são superiores em R$ 53 milhões ao mesmo período do ano passado, quando os acreanos pagaram mais de R$ 672 milhões.

Ainda segundo impostômetro, apesar do valor elevador da arrecadação feita pela União, Estados e municípios, os impostos arrecadados do Acre equivalem a apenas 0,16% do total arrecadado do país até o momento, que é de R$ 494 bilhões.

O levantamento revela ainda que a capital Rio Branco arrecadou pouco mais de R$ 32 milhões em impostos nesses pouco mais de dois meses. Já a segunda maior cidade do Estado, Cruzeiro do Sul, arrecadou cerca de R$ 4,4 milhões.

Durante todo o período do ano passado, em 2018, os acreanos pagaram mais de R$ 3,4 bilhões em impostos, valor superior em relação a 2017, quando foi desembolsado mais de R$ 3,1 bilhões. Já em 2016, a arrecadação foi de R$ 2,7 bilhões.

Propaganda

Destaque 5

Comissão aprova área de livre comércio para todo o Acre

Publicado

em

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados aprovou nesta 3ª semana de agosto, o Projeto de Lei 2264/19, que estende para todos os 22 municípios do Acre a condição de área de livre comércio de exportação e importação (ALC), sob regime fiscal especial. O objetivo é promover o desenvolvimento das respectivas regiões.

O texto altera a Lei 8.857/94, que atualmente beneficia apenas os municípios de Brasileia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul.

A proposta, do deputado Jesus Sérgio, recebeu parecer pela aprovação da relatora, deputada Silvia Cristina, de Rondônia. “As ALC foram criadas para promover o desenvolvimento das cidades de fronteiras internacionais da Amazônia Ocidental. Com isso, esperam-se ganhos na fiscalização de entrada e saída de mercadorias e o fortalecimento do setor comercial, com a geração de empregos”, avaliou.

Ela argumentou ainda que os benefícios a serem concedidos reduzirão o custo de vida da população, principalmente nas cidades situadas próximo às fronteiras com o Peru e a Bolívia, onde acreanos deslocam-se para comprar produtos mais baratos nesses países.

Com informações da Agência Câmara de Notícias)

Continuar lendo

Destaque 5

Exército deverá auxiliar no combate as queimadas

Publicado

em

IMAGEM DA INTERNET

Com a confirmação da decretação de calamidade ambiental por causa das queimadas publicada na edição desta sexta-feira, 23, do Diário Oficial do Estado, o governador Gladson Cameli junto com os demais chefes de Estado da região norte encaminharam uma carta ao presidente Jair Bolsonaro pedindo auxílio do exército brasileiro no combate aos focos de incêndio para manter a lei e a ordem.

O documento justifica o pedido levando em conta a grande repercussão no noticiário nacional e internacional nos últimos dias devido a ocorrência de inúmeras queimadas, muitas delas de proporções significativamente altas, tanto na Amazônia brasileira como na Amazônia internacional.

“A situação se agrava a cada dia, comprometendo a biodiversidade da região em razão da destruição de quilômetros de flora e da morte de milhares de espécies da fauna amazônica. Já se cogita, inclusive, que em algumas regiões as queimadas passarão a ser um risco real e imediato à integridade física e à saúde das pessoas”, destaca trecho do documento.

Os governadores da Amazônia enfatiza que a proporção das queimadas, a velocidade de alastramento do fogo, a dificuldade de acesso às áreas atingidas, bem como a insuficiência de meios – financeiros, humanos e materiais – para combater o fogo, potencializam o tamanho da destruição e gravidade do problema.

“Nesse contexto, e ante à falta de meios próprios suficientes para cumprir a missão constitucional de conservação e preservação da Floresta Amazônica, solicito a V. Exª. que, com fundamento no disposto no artigo 142, caput e § 1º, da Constituição, e no artigo 15 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, autorize o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem na região da Amazônia Legal, especialmente no combate a focos de incêndio na floresta em território brasileiro”, finaliza a proposta.

Na próxima terça-feira, 27, o presidente Jair Bolsonaro deverá se reunir com os governadores da Amazônia para tratar de estratégias para passar por essa crise ambiental. O governo federal deve decretar também estado de emergência também já nos próximos dias.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.