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Serviços ruins

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Roberto Feres

Programei férias na semana passada para juntar com o Carnaval e curtir a chegada das minhas primeiras netas. Mas uma dengue me pegou logo no primeiro dia da folga, seguida por um início de pneumologia que me puseram num descanso forçado.

O excesso de tempo livre e o mal estar da doença talvez tenham me alterado o humor para não deixar baratas as mazelas que me ocorreram no período. Voilá!

Eletroacre Energisa

Já na manhã de segunda eu descobri que minha conta de luz veio faturada pelo valor mínimo porque o leiturista não enxergou o medidor. Acontece que o relógio não fica dentro da casa, mas no poste em frente. Busquei pelas contas anteriores e descobri que nos últimos dois anos (24 meses) só foram feitas seis leituras efetivas. Nas restantes a conta foi cobrada pela média de consumos anteriores.

Mas você já tentou registrar uma reclamação na Eletroacre? Garanto que só deve ser mais fácil que registrar uma reclamação na ouvidoria da Eletroacre.

Instalador de ar condicionado

Na terça feira resolvi trocar o ar condicionado do quarto. Depois de alguns dias estudando os modelos mais modernos, criei coragem e encarei a compra de um split. Para a instalação a loja me indicou uma oficina representante da marca. Na quarta despejaram em casa um rapaz com uma furadeira e duas escadas.

Enquanto fui comprar o material elétrico que faltou (porque sempre falta alguma coisa), o rapaz se acidentou com a ferramenta velha e teve que correr para o pronto socorro onde recebeu alguns pontos no supercílio. A tarde, continuou o trabalho se queixando das dores, assistido por um velho de chinelos no sobe e desce do telhado. Acho que ambos nunca ouviram falar sobre equipamentos de proteção.

Quando deu seis da tarde e o serviço era quase pronto, apareceu o dono da firma querendo receber “em dinheiro”. Ao ver que não havia outra opção, aceitou, bastante contrariado, que eu fizesse uma transferência bancária.

O bando de porcos me deixou a sujeira toda por limpar, restos dos materiais usados, ferramentas e até as duas escadas, que outro funcionário veio buscar no início da manhã seguinte.

Sala de espera

Na quinta eu tinha um retorno médico marcado para às 18h, daqueles “por ordem de chegada”. Logo após o almoço a recepcionista da clínica me ligou para confirmação e solicitou que eu fosse por volta das 16:30 porque o doutor chegaria nesse horário.

Agradeci, relatando meu mal estar causado pela dengue e que no horário mais tarde a febre costuma aumentar um pouco. Cheguei no consultório às 16:30 em ponto.

Às 18:00, tossindo mais que uma porca velha, fui verificar quantos ainda havia na minha frente quando descobri que a imbecil da atendente já tinha vazado. Era 19:30 quando o atendimento chegou na minha vez, o que me rendeu uma piora significativa da pneumonia.

Os médicos deveriam saber que um dos motivos que lhes dá a fama de mercenários é o péssimo atendimento que recebemos em suas próprias salas de espera.

Roberto Feres escreve no ac24Horas às terças feiras

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Cidades

Moradores plantam bananeiras para protestar contra buracos no município do Bujari

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Moradores do município de Bujari decidiram plantar bananeiras em protesto às más condições das ruas na cidade. A reclamação maior da população é devido a falta de pavimentação nas vias dos municípios.

Em imagens divulgadas no blog Política Acre, é possível ver as péssimas condições de trafegabilidade. Segundo a denúncia, a falta de pavimentação nas ruas do município tem prejudicado a população, principalmente em dias chuvosos.

O protesto inusitado ocorreu na rua Nonata Clotilde, mas a reclamação se estende a outras vias, onde moradores afirmam que o problema ocorre há muito tempo, e, segundo eles, tanto na zona urbana quanto na zona rural.

A revolta da população se deu após rumores de que a prefeitura do município iria pavimentar apenas a rua principal de Bujari.

De acordo com um dos moradores da rua, “se a moda pegar, Bujari irá se tornar o maior produtor de banana do estado”.

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Destaque 6

Acre tem mais de 100 candidatos à adoção de crianças

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O Acre tem 101 pretendentes à adoção em todo o Estado, o que corresponde a apenas 0,22% do total de interessados no País. Está entre os menores índices entre os Estados. Apenas oito crianças estão cadastradas.

Os dados são do Cadastro Nacional de Adoção, coordenado pela Corregedoria do Conselho Naed

cional de Justiça (CNJ). Trata-se de uma ferramenta digital que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o país.

O CNA tem o objetivo de colocar sempre a criança como sujeito principal do processo, para que se permita a busca de uma família para ela, e não o contrário.

Além das crianças aptas à adoção, o sistema traz informações do antigo Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas, do CNJ, no qual 47 mil crianças que vivem em instituições de acolhimento em todos os estados estão cadastradas.

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