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Canetada de Gladson não poupa nem Rui Birico, que perde salário de R$ 5 mil

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O Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 26, traz uma série de decretos em que o governador Gladson Cameli (Progressistas), torna publicações anteriores sem efeito. Além de tornar sem efeito as nomeações de Tayle Sena Dourado, esposa do ex-diretor da Emurb Jackson Marinheiro, para o cargo na Secretaria de Saúde, o governo também tornou também sem efeito a nomeação de Josinete Gomes dos Santos, que recentemente foi nomeada para ocupar cargo na Fundhacre com salário superior a R$ 6 mil. Essas publicações já eram esperadas diante de toda repercussão negativa que causaram por serem pessoas ligadas ou por exercerem cargos nos governos da Frente Popular.

Porém, uma canetada que chama atenção no diário, é o fato do governador Gladson Cameli tornar sem efeito a nomeação do açougueiro Rui Birico, nomeado em janeiro, com salário de R$ 5 mil, no Acreprevidência. Questionada sobre o motivo de Birico perder o cargo, a assessoria do governo disse que iria se informar sobre o caso e posteriormente repassaria a informação.

Outras duas pessoas que tiveram seus decretos de nomeações “revogados”, foram Maria Suelene da Silva Prado, que também exerceria tarefas no Acreprevidência, e Rommel Dayan Cunha de Queiroz, que havia sido nomeado para a Secretaria de Segurança.

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Acre

Segurança nega toque de recolher disseminado nas redes sociais

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A secretaria de Segurança Pública do Acre emitiu um informe na tarde desta segunda-feira, 20, para tranquilizar os moradores diante a disseminação de notícias nas redes sociais, levantando a possibilidade de um “toque de recolher” imposto por criminosos na capital acreana.

“Pedimos a colaboração de toda sociedade acreana para desconstruirmos informações que estão circulando nos grupos de whatsapp, sobre um suposto toque de recolher”, escreveu a secretaria por meio da assessoria de comunicação.

Segundo o órgão, as forças de segurança estão nas ruas para resguardar a segurança da população e prevenir ações criminosas e ressaltou a importância da colaboração da sociedade para com o trabalho das polícias.

O secretário adjunto de segurança, Coronel Ricardo Brandão, também ressaltou a mensagem para tranquilizar a população. “Toda a Polícia Militar e Civil está mobilizada para assegurar o direito de ir e vir de todos os cidadãos acreanos, livre de qualquer atentado a sua vida e liberdade de ir e vir”, explicou.

O coronel pediu confiança dos moradores na força de segurança do estado.

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Acre

Governo investiga participação de agentes na fuga de presos

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Foi o Coronel Ricardo Brandão, representante do comandante da Polícia Militar do Acre, Ulysses Araújo, quem comandou a coletiva de imprensa ocorrida na manhã desta segunda-feira, 20, na Casa Civil, para explicar o que a Segurança Pública do estado tem feito para contem a onda de criminalidade que tem assolado Rio Branco neste início de 2020. Segundo ele, o “ambiente de caos” disseminado – principalmente na web, deve ser evitado, tanto pela sociedade civil, quanto pelas autoridades públicas locais.

Para o Coronel, o momento não é de “polemizar”, mas de união. Foram abordados assuntos desde o acidente envolvendo o helicóptero do governo até a fuga de 26 detentos do presídio Francisco de Oliveira Conde, ocorrida na madrugada de hoje. De acordo com o governo, entre as medidas tomadas para resolução da fuga dos reeducandos, está a investigação para apurar uma possível participação de agentes públicos na facilitação da fuga. “Polícia Civil e as corregedorias da Polícia Militar e do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) estão empenhados nisso”, afirmou.

Com relação à chacina que culminou na morte de sete pessoas em um bar localizado na estrada da Transacreana, a segurança diz que um conjunto de operações segue sendo realizado a fim de encontrar os suspeitos de participarem do crime. A força-tarefa que vem sendo realizada, de acordo com as autoridades públicas, tenta, a todo custo, impedir a matança entre duas organizações criminosas distintas. O governo ainda ressaltou que conseguiu deter reações adversas após a execução das sete pessoas na Transacreana.

“Pedimos mais apoio da população e que nos ajude com denúncias. Que não perca tempo fazendo críticas desnecessárias, mas contribua fazendo denúncia”, pediu o Coronel. “Adequamos a rotina do nosso Ciosp para trabalhar de maneira mais coordenada, com um conjunto de ações integradas para garantir com que, de fato, a cada evento como esse possamos dar uma pronta resposta”, destacou.

Para recapturar os presos, a secretaria de segurança pública do Acre pediu reforço e auxílio das secretarias dos estados do Amazonas e Rondônia, a fim de evitar que os fugitivos possam buscar abrigos nos estados vizinhos. “Esses estados estão mobilizados para auxiliar o Acre nessa situação”, disse Brandão.

O Ministério Público do Estado também foi convidado a acompanhar o processo de investigação que vai apurar a participação ou não de agentes públicos na facilitação da fuga dos detentos. “Vamos ouvir todos que estavam se serviço ontem à noite”, garantiu o Coronel.

Um gabinete de gerenciamento operacional deve ser implantado a partir de agora para que as autoridades possam fazer acompanhamento preciso das operações em resposta a casos críticos na segurança pública. “[A violência] não é um problema do atual governo, estamos tentado ajudar. Estamos aqui para fazer o que for preciso e vamos fazer”, salientou Coronel Ricardo.

Sobre intervenção federal

Durante a coletiva, foi lembrada a comoção nas redes sociais por uma intervenção do governo federal para com a questão da violência no Acre. Para o Coronel, pode estar havendo uma “politização da segurança publica”.

“O Acre, por meio do governado Gladson Cameli, por duas oportunidades, se reuniu, inclusive com o presidente Jair Bolsonaro, para pedir mais efetivo da polícia federal, polícia rodoviária federal e até o Exército brasileiro para nos ajudar no controle de nossas fronteiras”. De acordo com os representantes, o Acre ainda aguarda ter o pedido atendido.

“Mais uma vez o governador vai oficializar junto à União nesse sentido. Não é através da intervenção federal, mas do apoio do governo através dessas instituições”. Esta, segundo o governo, será a terceira vez que Gladson pedirá apoio de órgãos federais para atuarem de maneira mais eficiente no estado.

“A segurança assume sua cota de responsabilidade naquilo que lhe compete, não vamos recuar diante de nenhuma intervenção [violência]”, finalizou o Coronel.

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