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Minoru confirma convites, mas não decidiu a filiação

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Até antes da última eleição o professor Minoru Kinpara era apenas citado como um ex-Reitor da UFAC. Depois da votação estupenda que teve para senador por uma sigla sem estrutura, como o Rede Sustentabilidade, batendo até a maioria dos caciques que com ele disputaram as duas vagas, no maior colégio eleitoral, a capital, ele passou a ser o noivo cobiçado por vários partidos para disputar a PMRB, na eleição do próximo ano. Mas não disse ainda o “sim” para subir o altar. Negou ontem á noite ao BLOG DO CRICA que esteja com data de filiação marcada no MDB. “Crica, eu recebi um convite oficial do MDB para me filiar. Fiquei honrado. Mas não dei nenhuma resposta, porque a decisão que vier a ser tomada será do grupo que integro, e não um ato isolado do Minoru,” garantiu. Falou que, assim como recebeu convite do MDB, recebeu também sondagem do PSL e também e do PSDB. Mas que os convites estão em processo de análise para uma posterior resposta. Mas fez uma ressalva: “de forma oficial, o único convite que recebi foi do MDB, os demais foram conversas”. Por mais que insistisse, Minoru não quis adiantar para que lado pende a sua simpatia política. Uma coisa é certa: não ficará filiado ao REDE.

FLAVIANO MELO: “AS PORTAS ESTÃO ABERTAS AO MINORU”

Ontem, à noite, conversei com o presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo, que me confirmou o convite feito ao professor Minoru Kinpara para filiação na sigla. “O MDB terá candidato próprio para a prefeitura de Rio Branco, o Minoru foi convidado e as portas estão abertas à sua filiação. Estamos esperando a sua resposta positiva. Melo lembrou ainda que, no próximo ano não haverá coligação proporcional e os partidos terão chapas próprias para vereador.

MAJOR ROCHA: “MARA PODERÁ SER O PLANO B PARA PMRB”

O vice-governador Major Rocha aventou ontem a possibilidade da deputada federal Mara Rocha (PSDB) vir a disputar a prefeitura de Rio Branco. “Ela não quer, mas se for uma questão partidária terá que seguir”, enfatizou. Rocha confirmou que o PSDB manteve conversa para a filiação do professor Minoru Kinpara, e que somente com a desistência deste de ser o candidato tucano á PMRB, e que a opção do nome da deputada Mara Rocha será analisado

PORTAL DE TRANSPARÊNCIA

Uma das metas da nova mesa diretora da Assembléia Legislativa é trabalhar para montar um Portal de Transparência modelo, que contenha todas as informações sobre a aplicação dos recursos pelo o Legislativo. Servirá como uma espécie de prestação de contas do poder.

NÃO ESPERE VIDA MANSA

Deputados como Jenilson Lopes (PCdoB), Edvaldo Magalhães (PCdoB), Daniel Zen (PT) estão dando o natural tempo de quarentena política ao governador Gladson Cameli dos tradicionais 100 dias, para de fato fazer oposição. O governo não espere por parte deste trio a vida mansa.

VANTAGEM DA EXPERIÊNCIA

Zen (PT), Edvaldo (PCdoB), Jenilson (PCdoB) levam a vantagem da sagacidade e serem experientes no debate político. Sempre vão à tribuna com argumentos. Enfim, teremos um Legislativo movimentado, e com uma oposição vibrante e preparada. Isso é muito bom.

OS MAIS PRAGMÁTICOS SE RECOLHEM

Você vai ás redes sociais, seja no facebook, site e outras postagens e não vê a presença com notas e comentários das figuras mais experientes do PT se pronunciando sobre a derrota e o novo governo. Só quem está no murmúrio e a ala mais emocional. Jorge Viana, Marcus Alexandre, Raimundo Angelim, Sibá Machado, Léo de Brito sabem da hora certa de entrar no debate. E que ficaria antipático ficar dando pitacos num governo que não tem 60 dias.

SAINDO DA PRÉ-HISTÓRIA

O governador Gladson Cameli vem marcando a sua posição na área econômica como o iniciador de um novo vetor de desenvolvimento para o Acre; o agronegócio, a antítese do modelo da florestania, adotado nos governos Jorge Viana e Binho Marques. Cameli aposta tudo nas culturas da soja, café, milho e na produção para tirar o Acre da pré-história agrícola.

REBATE NA HORA

Quer ver o ex-senador Jorge Viana (PT) dar um pulo de protesto é citar o governo do irmão Tião Viana como um governo da florestania. “De florestania o governo do Tião não teve nada, a florestania acabou no meu governo e do Binho”, comenta sempre JV em tom de mágoa.

FICA DIFÍCIL DEFINIR

Na verdade fica até difícil definir qual foi o modelo econômico do governo Tião Viana, a sua administração foi pontuada de ações esparsas sem um planejamento, por isso, muitas delas ruíram.

#VOLTA CESÁRIO, LEONILDO, CARIOCA, JÁ!

Aliados do Gladson Cameli que estiveram nas ruas balançando bandeiras, depois de mais uma nomeação de petista no governo, desta feita via decreto assinado pelo governador em exercício Rocha, propuseram em mensagem à coluna a campanha: # Volta Cesário, Leonildo, Carioca, Já!” Não sei se eles vão aceitar, mas que é arriscado serem convidados, não duvido.

CUECA NO BATOM

Não adianta o vice-governador Major Rocha atribuir a um “deputado guloso da base” a indicação de mais um petista para cargo de confiança no governo. Quem assinou o decreto foi ele. É a mesma coisa que o marido tentar explicar para a mulher a mancha de batom na cueca.

UMA TREMENDA BAGACEIRA

A nossa tagarela secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, deveria ver como se encontra a Pousada do Governo em Porto Acre, deixada em escombros pela antecessora na pasta.

RETRATO PERFEITO

O abandono da Pousada de Porto Acre é o retrato da bagaceira como entregaram o governo.

CASAMENTO DE SUCURI COM JACARÉ-AÇU

Retrato fiel do governo Gladson, o artigo do ex-deputado João Correia, no ac24horas: um ser híbrido, nascido da junção em cargos de confiança de aliados, petistas e membros da FPA. Vamos ao popular: o típico casamento de sucuri e jacaré-açu. Um dos dois será devorado.

VENHAMOS E CONVENHAMOS

Aqui ao pé de ouvido: venhamos e convenhamos, a montagem do governo Cameli, é divertida!

MEU QUERIDO E AMADO GOVERNADOR

Uma lição que aprendi em quatro décadas de jornalismo foi não comprar briga de político. Porque acabam se acertando e você fica mal. O mesmo deputado Roberto Duarte (MDB) que detona o Gladson Cameli na ALEAC é o mesmo que, dizem estava ontem no ato da colheita de uma plantação de soja, ao seu lado, o tratando de meu querido e amado governador.

ARROUBO DA JUVENTUDE

Esta valentia toda do deputado Roberto Duarte (MDB) contra o governo é arroubo da juventude. O deputado Daniel Zen (PT) foi pragmático quando disse que um político ou é situação ou oposição. Não se alça vôos mais altos na política sem um grupo como aliado.

QUERO VER PARA CRER

Depois de tantas promessas, datas marcadas para a inauguração, briga pela paternidade, tenho razão de ficar cabreiro com mais uma promessa de construção do Anel Viário de Brasiléia e da ponte sobre o Rio Acre ligando à Epitaciolândia. Prefiro ver para crer.

NÃO FOI CRÍTICA DE OPOSITOR

A entrevista do pecuarista Assuero Veronês dando a “Peixes da Amazônia” como um projeto inviável deve ser levado á sério, por ter sido feita por um dos sócios do empreendimento.

FALTA DE PLANEJAMENTO

Foi mais uma megalomania do governo passado, que mostrou falta de planejamento. Como é que se cria uma indústria de beneficiar pescado, se não tem matéria prima abundante e perene no mercado regional, o peixe? Fabricarem um transatlântico sem mar para navegar.

DISCUSSÃO JURÍDICA

Caso o governador Glason Cameli resolva suspender o pagamento dos ex-governadores terá uma batalha jurídica a enfrentar, com os que passaram a receber o benefício antes de 1988. No governo Orleir Cameli a pensão foi suspensa e na época o pagamento foi restabelecido pelo Tribunal de Justiça do Acre, por meio de um “Mandado de Segurança”, impetrado pelo advogado Luiz Saraiva. Gladson espera apenas o parecer da PGE para decidir o que fazer.

CONTORCENDO

Quem deve estar se contorcendo com esta largada da corrida da soja no Acre é o ex-governador Binho Marques, Jorge Viana, e os mais ligados à área ambiental do PT. O agronegócio aportaria no Acre mais cedo ou mais tarde, registrei várias vezes na coluna.

ENXURRADA DE NOMES

Nada oficial. Comentários que circulam sobre a eleição para a PMRB. A prefeita Socorro Neri aliada ao PT e PCdoB. Minoru ou a Mara Rocha (PSDB), Minoru Kinpara pelo MDB, Roberto Duarte (MDB), Coronel Ulisses Araújo (PSL), Alan Rick (DEM), Thiago Caetano (PROGRESSISITAS), são nomes ventilados para disputar a eleição. A eleição de 2020 para prefeito deverá plural em Rio Branco.

META FIXADA

Os aliados do andar de cima do mandato do deputado Roberto Duarte (MDB) sustentam que, ele será candidato a prefeito de Rio Branco em qualquer situação política. Um gosto vale mais do que dez vinténs, diz o ditado. Só que em eleição majoritária ninguém é candidato de si mesmo. Vai ter que estar ao lado de um grupo político que lhe dê sustentação numa chapa.

PMDB TEM OUTRO NOME

E pelo que ouvi de lideranças do MDB, inclusive, do deputado federal Flaviano Melo, o nome preferido para disputar pelo partido a PMRB no próximo ano é o do professor Minoru Kinpara. Se é o Kinpara, logicamente, dá para se deduzir que Roberto Duarte está fora do jogo no MDB.

CADA QUAL COM SEU CADA QUAL

A eleição do próximo ano terá uma novidade: fim da coligação proporcional. Significa dizer que, cada partido terá de ter chapa própria para a disputa de vereador. Não havia nada mais imoral na política de que coligações proporcionais, um balcão de negócios e vendas de apoios.

JOGANDO CONTRA O PRÓPRIO TIME

O presidente da Fundação Cultural, Coreinha, comentou ontem comigo de que, a impressão que tem é de que o Tião Viana assumiu para destruir todas as conquistas na área da cultura do irmão Jorge Viana e do Binho Marques. “Os espaços culturais estão literalmente abandonados. E ao invés de recuperá-los, ele entrou na aventura de construir um museu, triste”, desabafou.

INSISTIR ERA BURRICE

Na administração pública errar é natural e faz parte do contexto. O grave é permanecer no erro. Por exemplo, o modelo ambiental da florestania, um conceito de desenvolvimento lançado pelo ex-governador Jorge Viana (PT) e depois secundado pelo governo Binho Marques, foi sustentado por uma ampla propaganda de mídia, mas não rendeu o emprego e renda que propagavam. Não se criou uma economia florestal que mantivesse o homem na floresta com condições dignas de viver. Os que ainda estão nos seringais desativados, na floresta, vivem do mesmo modo que viviam os seringueiros quando havia a colheita do látex para produzir borracha, abandonados pelo poder público. O fato do governo Gladson Cameli partir para um novo caminho, o do agronegócio e das culturas perenes como soja, café, milho e etc pode ser a aposta que faltava para tirar o Estado do atraso. Rondônia, nosso vizinho, é um exemplo que deu certo. Busquemos, então, o novo, o Acre não pode mais andar pelos varadouros do atraso.

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Governo passa com rolo compressor na oposição

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FOTO: SÉRGIO VALE

No parlamento, quem decide o que deve ou não deve ser aprovado é a maioria. À minoria cabe protestar, criticar, mas lhe fica reservado o papel do derrotado. O que vinha acontecendo até a votação de ontem do projeto da reforma, era uma inversão de valores na ALEAC, aonde a oposição vinha derrotando um governo amplamente majoritário. Mas acabou a festa. O governo rearticulou a sua base, unificou, e impôs uma derrota fragorosa à oposição, aprovando o projeto da nova reforma com 15 votos a favor e 8 contrários. Só não teve 16 votos por o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), como presidente, não poder votar. O deputado Roberto Duarte (MDB) ainda tentou através de um artifício regimental, separar o projeto da reforma dos demais, e votar em destaque nas comissões legislativas. Foi derrotado. Nos demais projetos, estes foram aprovados por 23 votos. O que se pode destacar neste novo momento da base do governo: primeiro, é que o governador Gladson Cameli resolveu usar o poder e dar o comando de que, a votação serviria para definir quem daqui para frente seria ou não seu aliado. General forte, exército forte. Também teve outro componente decisivo na vitória: a articulação política do governo funcionou. A chegada do deputado Luiz Tchê (PDT) na liderança do governo foi outro fator preponderante. É que o Tchê é preparado, conhece o parlamento e os seus humores, e soube dialogar com os deputados dissidentes. O papel do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), neste processo, com seu perfil conciliador, também foi importante. E terem dado ao secretário Ney Amorim, pela primeira vez, a liberdade que lhe faltava para trabalhar na aglutinação da base governista, acertaram em cheio. Ponha ainda neste cadinho a participação positiva do chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade. Foi um cenário que a oposição não esperava. Apostava tudo em dissidências acontecidas em votações anteriores em que derrotou o governo, que não ocorreram. E foi o que se viu: a oposição foi esmagada pelo rolo compressor do governo na votação de todos os projetos levados ontem ao plenário. A derrota estava no semblante dos oito deputados da oposição. E o jogo foi jogado. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

DISCURSOS INCISIVOS

O que se notou ainda na votação da nova reforma administrativa foi a participação de deputados da base governista na defesa do projeto. O deputado Luiz Tchê (PDT) fez um discurso demolindo ponto por ponto os argumentos levantados pelos deputados da oposição contrários à matéria. O deputado José Bestene (PROGRESSISITAS) também teve uma fala incisiva dos tempos do velho Zeca de outras legislaturas. Também é de se destacar o pronunciamento fulminante contra os opositores pelo deputado Marcos Cavalcante (PTB).

EQUILÍBRIO É FUNDAMENTAL

Dos discursos da oposição pinço o feito pelo deputado Daniel Zen (PT), que votou contra o aumento de cargos de confiança, mas destacou que o projeto do governo tinha pontos bons, como a volta das estruturas do Instituto Dom Moacyr e do Instituto de Mudanças Climáticas.

NÃO PODE SER O NADA PRESTA

Oposição tem que ser feita a quem está no poder. Firme e incisiva. A oposição é um instrumento da democracia, sem ela vira ditadura. Só não pode ser a oposição de que o que vem de quem governa não presta. Por isso sempre destaco o deputado Daniel Zen (PT), como um político de que sabe ser um oposicionista num contexto de equilíbrio e de coerência.

FACETA INTERESSANTE

O governador Gladson Cameli mostrou ontem uma faceta interessante. De livre iniciativa saiu do seu gabinete no Palácio Rio Branco e foi sentar e dialogar com os policiais civis que estavam acampados na praça palaciana protestando por cumprimentos de pautas da categoria. Disse o que podia ser resolvido e o que não podia. E saiu aplaudido. Não se governa numa redoma.

DIA DE VITÓRIAS

Ontem, foi o dia de vitórias para o Gladson. Entregou na Caixa Econômica Federal os projetos para a recuperação de ramais no valor de 94 milhões de reais, parados desde o governo passado. Se os projetos não fossem entregue até o fim de junho o recurso seria perdido.

FORÇA-TAREFA

Para que os projetos fossem entregues na CEF em tempo recorde foi preciso o secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, montar uma força-tarefa com outros órgãos do governo para a conclusão. A prioridade é usar o recurso num menor número de ramais, mas com um serviço de qualidade com pavimentação. Serão priorizados os com maior população e produção.

CONVITE NA MESA

O advogado Edinei Muniz estuda filiar-se ao MDB. Foi convidado pelo deputado Roberto Duarte (MDB). Edinei é um quadro político dos mais preparados e somaria muito no MDB.

ALAN RICK

O deputado Alan Rick (DEM) tem se empenhado na defesa do direito dos portadores de doenças raras de recorrer à justiça para conseguir seus medicamentos. O assunto está em análise no STF. São 3 milhões de pacientes no país. Alan defende ainda que o governo federal negocie com os laboratórios preço menor para os medicamentos e garantir o tratamento.

O MÍNIMO QUE SE ESPERA

Depois da aprovação da criação de mais de 450 CECs, o mínimo que se espera do governador Gladson Cameli é de que estes cargos sejam ocupados por pessoas competentes e não usados como cabides de emprego. Estará todo mundo de olho no Diário Oficial.

SABE QUE NÃO HÁ COMO

É um problema complexo, que envolve decisão judicial tomada, por isso a cobrança por parte do deputado Jenilson Lopes (PCdoB) para que o governo mande um projeto regularizando o Pró-Saúde é jogo para a platéia. Sabe que não se resume a um ato simples de só mandar.

NÃO ENTENDI

Um policial militar tem entre as atribuições apreender armas ilegais encontradas durante uma ação. Não entendi o projeto do deputado Cadmiel Bomfim (PSDB) que torna lei a gratificação ao policial por arma recolhida. A alegação, menos ainda: de que sem o benefício o número de armas aprendidas diminuiu. Passou a impressão que a apreensão é vinculada ao pagamento.

NOME NOVO NA DISPUTA

O policial federal aposentado, Eden Barros, é um dos nomes que pode disputar a prefeitura de Xapuri no próximo ano. Atualmente, Eden é filiado ao PV, mas discute entrar no MDB.

PONTO PARA A POLÍCIA

Ponto para a polícia civil, numa investigação recorde prendeu os envolvidos no crime de decapitação, uma cena impactante e cruel que inundou as redes sociais. Não são humanos.

NÃO SE AFINA

Sempre que pode o deputado Fagner Calegário (PV) dá uma estocada no chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, lhe atribuindo os desacertos em atos do governador. Calegário dá ao Ribamar um poder que não tem, como de determinar o que pode ou não ser feito no governo.

NINGUÉM LHE TIRA

Não sei os motivos das críticas do deputado Fagner Calegário (PV) – um direito seu – mas não se pode deixar de em relação ao chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, reconhecer ser um auxiliar do governo competente nas atribuições que recebe. Mas não é quem tem a caneta.

MAS É VIRADA

Não sei se os seus projetos para o setor do empreendedorismo e turismo vão decolar. Mas a secretária Eliane Sinhasique não tem se limitado ao gabinete, ao lamento, mas corre atrás.

NÚMEROS DO GERLEN

Na contabilidade do deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), com a nova reforma aprovada ontem na ALEAC, além de garantir o funcionamento da máquina pública o atual governo economiza 7 milhões de reais se for feita uma comparação com o governo do PT. No governo do PT eram pagos com CECs 17 milhões de reais. No governo Gladson serão pagos 10 milhões de reais.

200 MILHÕES DE REAIS

É o valor, segundo o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), que o atual governo pagou só de dívidas deixadas pelo governo petista. E nisso está incluído o 13º salário atrasado herdado.

LONGE DO FANATISMO

O presidente Bolsonaro divulgou um vídeo de um Pastor evangélico que o cita como alguém “enviado por Deus” para comandar o Brasil. Não embarco na canoa do fanatismo religioso.

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Blog do Crica

A doce vida nas falidas estatais

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Quem imaginar que as falidas empresas estatais estão apenas arquejando, que estão sendo mantidas até as suas extinções só por diretores da massa falida e liquidantes estão enganados com a cor da chita. As estatais viraram um imenso varal de empregos e de benesses de afilhados políticos do governo. Durante a campanha política o mote do então candidato ao governo, Gladson Cameli, era de acabar com as estatais, que segundo o seu discurso não passavam de “cabides de emprego”. E completava sempre sobre o assunto: “não vou deixar uma, vou acabar com tudo.” Primeiro, foi mal orientado pelos seus assessores políticos, porque as estatais possuem débitos ficais e o Estado precisaria saná-los antes de meter a chave na porta. Como não pôde fechar as estatais, o que se esperava do governador era que deixasse somente os liquidante e um ou outro diretor. Mas, não sei orientado por quem, transformou as estatais numa doce vida com a criação de CECs e FGs, sem a menor necessidade. Na ACREDATA foram criadas ou mantidas 12 CECs e 72 FGs. Na SANACRE, a festa foi grande com 21 CECs e 150 FGs. Vão somando. Na COLONACRE são 21 CECs e 66 FGs. Sem falar nos diretores nomeados. E com algumas destas CECs sendo nos tetos 6 e 7, com salários superiores a 5 mil reais. Tudo bem que, quem delimita o tamanho do Estado é quem governa. Não é ilegal se criar CECs, mas que venham a produzir algo para o Estado. Não é o caso das estatais, que estão com as portas abertas apenas para não dizer que fecharam, mas não dão nenhuma contribuição ao governo no campo do desenvolvimento. Existem só nos nomes. O que se pode deduzir com este quadro é que o Gladson Cameli foi pessimamente assessorado quando montou a Reforma Administrativa aprovada na Assembléia Legislativa, caso contrário não inflado as estatais que tanto combateu na campanha por serem inertes.

CONVERSANDO É QUE SE ENTENDE, SERÁ?

O líder do governo na ALEAC, deputado Luiz Tchê (PDT), pretende procurar o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, para uma conversa inicial sobre o seu retorno à base do governo Gladson Cameli. “O Mazinho é meu amigo, uma pessoa de coração grande, um político de importância, vamos o procurar para lhe ouvir. Dialogar. Seria importante ele voltar a compor com o governo, não custa nada termos uma boa conversa política”, promete o deputado Tchê.

QUESTÃO É SIMPLES

A questão do prefeito Mazinho Serafim é simples. No popular foi sacaneado, foi olhado com desdém pelo governador Gladson Cameli, que prestigiou seus adversários, e se tivesse boa vontade de uma recomposição política, por certo já teria feito uma visita á prefeitura de Sena Madureira. Mazinho é tratado pelo governo como pária, querem que, ele retribua com palmas? Por isso não acredito muito que essa prometida investida do Tchê venha a dar certo. Mesmo porque, se o Gladson tivesse interesse em uma reaproximação já teria lhe procurado.

GARANTIAS REAIS

O deputado Neném Almeida (SD) me disse ontem que somente sairá do SOLIDARIEDADE com garantia real de que não vai perder o mandato. Se sair apenas com uma “Carta de Liberação”, como quer a direção do partido, nada impede que o primeiro suplente requeira seu mandato.

COM O JURÍDICO

Não pedi para sair do partido, eles que comunicaram que estavam me dando uma “Carta de Liberação”, entreguei o caso na mão do meu advogado para me cercar juridicamente e impedir eu venha a ser vítima de uma cilada política, explica Neném. “Quero sair sem brigas, mas seguro”, diz.

CARTA BATIDA

O certo é que não há mais lugar no SOLIDARIEDADE para os grupos da deputada federal Vanda Milani (SD) e do deputado Neném Almeida (SD). Pelo fato do SD o querer fora.

PETECÃO, O REI DAS QUADRAS

Da bancada federal acreana ninguém investiu mais em esporte destinando emendas parlamentares do que o senador Sérgio Petecão (PSD). São centenas de quadras sintéticas espalhadas pelo Estado, com maior número na capital. Uma nova quadra deverá ser entregue na 6 de Agosto. Certo o Petecão, investir no esporte ajuda a tirar os jovens das drogas.

ACABOU A RECLAMAÇÃO

A intervenção do secretario de Infraestrutura, Thiago Caetano, por determinação do Gladson Cameli, de asfaltar a AC-40, que vinha sofrendo uma campanha de críticas nas redes sociais por estar deteriorada e tomada por buracos foi uma pauta positiva. É isso que o Gladson tem que procurar executar, obras e ações que afinem o seu governo com os anseios do povão.

BEM MENOS

Se forem somados 900 cargos que ficaram na Reforma Administrativa, os 450 que devem ser aprovados pela Assembléia Legislativa, e os que foram criados nas empresas estatais, ainda assim, o governo Cameli terá bem menos cargos de confiança que no último governo do PT.

SERIA ALGO SURREAL

Com todos os desencontros deste início de governo Gladson Cameli, ainda assim não consigo acreditar que fará uma administração pior do que a do seu antecessor. Pode ajustar a gestão, tempo para isso ainda tem de sobra. E se for um governo que dê certo, melhor para o Acre.

AÇÃO DO ALAN RICK

Foi fruto de ação parlamentar do deputado federal Alan Rick (DEM), que o Ministério Público Federal entrou na briga pelo retorno do vôo da GOL, no trecho Rio Branco-Porto Velho.

PRATICAMENTE ELUCIDADO

O crime da decapitação de um jovem e que tomou conta das redes sociais já foi elucidado pela polícia e os autores identificados. Os policiais os tratem com o maior carinho, porque se disserem que tiveram um fio de cabelo tocado, por certo os policiais passarão a ser os vilões.

VAMOS DAR O CRÉDITO

Nada contra que notas da coluna sejam pinçadas para republicação em outros espaços nas redes sociais, mas vamos dar o crédito ao autor da matéria. A prática não vem sendo adotada.

FORA DA EQUIPE

Não havia ao governador Gladson Cameli outra medida ao não ser afastar da sua equipe de segurança o militar do BOPE, Alan Martins, que se envolveu em um acidentes com morte. O resto fica com a justiça. O que o Gladson podia fazer legalmente era o tirar da sua segurança.

VAI COMPLICAR

Caso a prefeita Socorro Neri entre na justiça contra a sangria indevida efetuada pelo Estado nos últimos 20 anos, cortando pela metade o repasse da cota legal do ICMs da PMRB, para aumentar o valor de repasse aos demais municípios, os governadores dos últimos 20 anos do PT podem ser acionados por improbidade administrativa. Está nas mãos da Socorro Neri, abrir mão ou não do percentual de 50% a que a PMRB tem direito. A PMRB não nada em dinheiro. E se não abrir mãos a quebradeira nas prefeituras do interior será geral. É um caso delicado.

MDB NA OPOSIÇÃO

A tendência é que dois dos três votos do MDB na Assembléia Legislativa sejam contra o projeto da nova reforma administrativa do governo, prevista para ser votada na sessão de hoje. Votarão contra o deputado Roberto Duarte (MDB); o mais duro opositor ao Gladsom, e a deputada Meire Serafim (MDB). A deputada Antonia Sales (MDB) deve votar a favor.

CHAMEM O CHAPOLIM COLORADO

Acompanho o Rio Branco Futebol Clube desde a década de 70. Época que tinha uma sede social que era referência em eventos. Um time de futebol temido e de muitos títulos. Nos últimos anos parece que passou um furacão pelo clube. A sede desmoronou. Uma dívida de cerca de 2 milhões de reais. E para completar a atual diretoria submete o torcedor ao vexame de ir ao estádio para ver o pior time que o Rio Branco montou nos últimos tempos ser humilhado. Fora o goleiro e os dois zagueiros, o restante é vergonhoso, não seriam titulares no campeonato do Calafate. Não se pode deixar de reconhecer alguns abnegados. Mas o futebol mudou. Não cabe mais o amadorismo, a improvisação. Tem que se moderno, planejado, profissional. Quem é o empresário que vai colocar o nome da sua empresa num projeto falido, amador, sem planejamento? Se era para o torcedor ir para o estádio passar vergonha, melhor não ter colocado o time em campo. Como torcedor das antigas do Estrelão tinha que fazer este desabafo. Lamentável assistir o fim de um memorável clube. Só uma diretoria nova, com visão profissional, poderia salvar o Estrelão. Caso não queiram este caminho, chamem o Chapolim Colorado! Pobre Rio Branco Futebol Clube!

FALTA LEGITIMIDADE

Falta legitimidade a quem participou dos últimos vinte anos do desastre administrativo do PT para atacar o governo Gladson Cameli, mesmo com as suas trapalhadas iniciais, porque foram coniventes com o fracasso da gestão petista calados, que resultou na derrota mais fragorosa que o PT sofreu, junto com seus aliados da FPA.

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