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Acisa empossa diretoria para novo triênio 2019 a 2021

Na ocasião, foram apresentados os membros dos conselhos, vice-presidentes e diretores que irão ocupar seus cargos na entidade. Nova gestão é composta por 45 diretores.

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No último dia 16 de fevereiro, foi realizada no Afa Jardim, a solenidade de posse da nova Diretoria da Acisa para o triênio 2019/2021. Na ocasião, foram apresentados os membros dos conselhos, vice-presidentes e diretores que irão ocupar seus cargos na entidade.

O presidente empossado, Celestino Bento de Oliveira, assume pela segunda vez o cargo e fala da alegria de empossar a diretoria para o novo triênio, enaltecendo aqueles que estiveram ao seu lado, atuando na defesa da classe empresarial e no fomento ao comércio local.

“Estamos em um novo momento, e este desafio chega para continuarmos valorizando o coletivo, papel fundamental da Acisa. Trabalhei três anos ao lado de empresários empenhados em fazer com que a entidade cumprisse seu papel de representar seu associado, lutando pelos seus interesses e contribuindo pelo desenvolvimento econômico e social da região. Vamos prosseguir melhorando tudo aquilo que vem sendo realizado, e claro, inovando sempre”, disse.

O presidente também agradeceu a família, os diretores e conselheiros que trabalharam ao seu lado. “Os conselhos, sugestões e cobranças, foram essenciais na promoção de todas as ações por nós promovidas, dando um grande exemplo de integração, capaz de mudar uma sociedade”

A nova diretoria é composta por 45 membros, tendo Celestino Bento de Oliveira como presidente; Geraldo Raimar, primeiro vice-presidente; Adem Araújo, segundo vice-presidente; Ernandes Negreiros, terceiro vice-presidente; Síglia Abrahão, quarta vice-presidente; Rodrigo Pires, diretor Secretário; Matheus Brusasco, vice diretor Secretário; João Fecury, diretor Financeiro; Nazaré Cunha, vice-diretora Financeira; Cil Farney Rodrigues, diretor Jurídico; Marcelo Zamora, vice-diretor Jurídico; Lucas Profeta, diretor de Produtos e Serviços; Instanrley Rocha, vice-diretor de Produtos e Serviços; Silvio Oliveira, diretor de Comunicação; Bruno Vaz, vice-diretor de Comunicação; Adalberto Moreto, diretor de Indústria; Paulo Felício, vice-diretor de Indústria; Oswaldo Dias, diretor de Comércio e Serviço; Ozimar Barbosa, vice diretor de Comércio e Serviço; Aristides Formighuieri, diretor de Agropecuária; Gerônimo Borges, vice-diretor de Agropecuária; Janete Franke, diretora de turismo; Marcello Moura, diretor de Tecnologia e Inovação; Valdir Sperotto Júnior, vice-diretor de Tecnologia e inovação; Domingos Amaral, diretor de Responsabilidade Social; Wladimir Rigo, vice diretor de Responsabilidade Social; Raiolando Oliveira, diretor de Relações Internacionais; Felipe Guillen, vice-diretor de Relações Internacionais; Maurício Prado, diretor da Câmara de Mediação e Arbitragem – CBMAE; Sangelo Rossano, vice-diretor da Câmara de Mediação e Arbitragem – CBMAE; Aldenor Araújo, diretor do Comércio Popular; Gerson Araújo, vice-diretor do Comércio Popular.

Para compor o Conselho Consultivo de Ex-presidentes, assumiu Jurilande Aragão como presidente e Luiz Figueiredo, vice-presidente. No Conselho da Mulher Empresária Fabíola Matos assumiu a presidência e Patrícia Dossa ficou como vice-presidente. No Conselho de Jovens Empresários Daniel Ribeiro, presidente e Thiago Cabral, vice-presidente. O Conselho Fiscal é composto por George Pinheiro, 1º membro efetivo; Rubenir Guerra, 2º membro efetivo; João Eduardo Albuquerque, 3º membro efetivo.

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Destaque 6

Fosso social entre acreanos ricos e pobres só aumenta: 10% concentram 70% da renda no Acre

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Em 2009, a Fundação Getúlio Vargas publicou um estudo mostrando que o Acre apresentava 7,16% de classe social A, o maior índice entre os Estados da região norte do Brasil.

Já o estudo produzido em 2012 pela Fundação Getúlio Vargas indicava que ao menos a capital do Acre, Rio Branco, ocupava a posição de número 450 em percentual de pessoas nas classes AB e Marechal Thaumaturgo estava na de número 5.116, praticamente entre os últimos municípios brasileiros com esse estrato social.

Apesar dessas variações, o fosso entre ricos e pobres é enorme, conforme lembra um professor universitário: “Com base em dados do Instituto de Pesquisas Aplicadas Econômicas, o Ipea, cerca de 10% da população concentra cerca de 70% da renda. O que significa que 90% da população fica com o restante”, disse nesta segunda-feira (18) o pesquisador Carlos Estevão, da Universidade Federal do Acre.

Nas pesquisas que identificam as classes A+B+C o Acre era, em 2009, o segundo Estado com o índice de 57,90%. E detinha o segundo menor índice com classes D+E (classes mais baixas) da região, 42,1%.

Em 2018, os dados passaram a corroborar com o professor da Ufac. Segundo os cálculos do Bradesco, baseados em pesquisas domiciliares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 900 mil brasileiros deixaram de integrar as classes A e B no ano passado. Somente na classe A – composta por famílias com renda mensal de R$ 11.001 ou mais – foram 500 mil a menos. Não se sabe os dados do Acre, mas pelo tamanho do fosso que separa ricos e pobres o empobrecimento da população materializou-se em algumas situações, como o aumento de 100 para 180 no número de moradores de rua em Rio Branco nos últimos três anos.

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Cidades

União terá dificuldade em pagar salários a partir de 2020 sem reforma da Previdência

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A União terá dificuldades em pagar os salários do funcionalismo a partir de 2020, caso a reforma da Previdência não seja aprovada. Sem as mudanças nas regras para aposentadoria, os gastos com saúde, educação e segurança ficarão comprometidos antes de 2023. As conclusões constam de relatório divulgado ontem (15) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

Segundo a secretaria, a não aprovação da reforma põe em risco a solvência do Estado. Isso porque o crescimento da dívida pública, prevista para encerrar 2019 entre 78,3% e 80,4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos), vai disparar para 83,9% em 2020 e 102,3% em 2023, na falta de mudanças na Previdência.

De acordo com a nota técnica, o rombo da Previdência acumulado em 12 meses saltou de 1,3% do PIB em novembro de 2009 para 2,9% do PIB em novembro de 2018. As receitas da Previdência – contribuições que trabalhadores e patrões pagam para financiar os benefícios – ficaram relativamente estáveis, passando de 5,5% para 5,7% do PIB no mesmo período. As despesas, no entanto, saltaram de 6,8% para 8,5% do PIB. A comparação com o PIB minimiza os efeitos de crises econômicas sobre tanto sobre a arrecadação como as despesas.

O texto ressalta o descompasso entre a arrecadação e os gastos da Previdência Social. Embora a arrecadação tenha ficado estável pela falta de mudança de regras, as despesas têm aumentado ano a ano por causa do envelhecimento da população e do aumento da expectativa de vida, que demandam cada vez mais o pagamento de aposentadorias e de pensões.

Déficit primário

A Previdência, tanto dos servidores públicos como da iniciativa privada, foi, segundo o levantamento da SPE, a principal responsável pelo déficit primário do setor público – resultado negativo das contas de União, estados, municípios e estatais desconsiderando os juros da dívida pública. Em 2018, o setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 108,3 bilhões, equivalente a 1,6% do PIB. O rombo, no entanto, só não foi maior porque outros setores do governo – como o Tesouro Nacional e o Banco Central – registraram resultados positivos no ano passado.

A Previdência Social, que abrange os trabalhadores da iniciativa privada e das estatais que contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) teve déficit de R$ 195,2 bilhões (2,9% do PIB) em 2018. A previdência dos servidores federais registrou rombo de R$ 90,3 bilhões (1,3% do PIB). O resultado da previdência dos servidores estaduais e municipais ainda não foi consolidado, mas a SPE estima déficit de R$ 104,2 bilhões (1,5% do PIB)

Apesar da recessão em 2015 e 2016 e do crescimento da economia em torno de 1% em 2017 e 2018, a SPE argumenta que o descontrole dos gastos públicos, principalmente o dos benefícios com a Previdência Social, está na raiz da deterioração fiscal dos últimos anos.

Segundo o órgão, o problema é antigo e exige mudanças de regras e reformas estruturais. O levantamento ressaltou que as despesas não financeiras (que excluem juros da dívida, amortizações, encargos e despesas com concessão de empréstimos) saltaram 5,7 pontos percentuais do PIB entre 1997 e 2018, de 14% para 19,7% do PIB.

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