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Secretário de Segurança vai a Brasília pedir apoio na vigilância das fronteiras do Acre

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O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), coronel Paulo Cézar Santos, acompanhado pelo diretor Técnico da Polícia Civil do Acre, Alex Cavalcante, se reuniu nessa segunda-feira, 18, em Brasília, com o secretário Nacional Adjunto de Segurança Pública (Senasp), Brigadeiro Fernando Almeida Riomar, e o diretor de Ensino e Estatística, Jorge Pontes.

O objetivo é apresentar a real situação do estado e buscar investimentos por meio dos projetos apresentados, principalmente no que diz respeito à segurança nas fronteiras do Estado.

Peru e Bolívia são dois dos principais exportadores de produtos entorpecentes na América do Sul. Para a cúpula da segurança, essa peculiaridade está trazendo impactos negativos ao Acre, pois o estado tem servido como rota alternativa para o tráfico. O secretário sugeriu ao governo federal uma atenção especial para região da tríplice fronteira.

Fernando Almeida Riomar, da Senasp, garantiu que haverá investimentos destinados a melhoria da vigilância na tríplice fronteira. “Este é um problema antigo e esperamos soluciona-lo o mais breve possível”, afirmou.

Paulo Cézar Santos sugeriu ainda que haja investimentos na modernização do sistema de radiocomunicação digital na capital. “A atual ferramenta utilizada para a comunicação entre batalhões e a central integrada são rádios analógicos, o que tem nos causado transtornos. Existe problemas de sinal e falta de segurança nos diálogos realizados pelos operadores da Segurança”, enfatizou.

Paulo Cézar Santos e Alex Cavalcante frisaram a necessidade de realizar, ainda este ano, a capacitação continuada dos profissionais da Segurança Pública, sobretudo, a realização de cursos de inteligência na fronteira.

Com informações da Sejusp

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Cotidiano

Conselho Regional de Farmácia divulga locais de provas de concurso no Acre

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Desde esta última quarta-feira, 20, que o Conselho Regional de Farmácia do Acre (CRF-AC) já disponibilizou as consulta aos locais de provas do concurso público destinado ao preenchimento de três vagas imediatas mais formação de cadastro de reservas, para profissionais de nível médio e superior.

Os cargos ofertados no certame são: Auxiliar Administrativo, Advogado, Contador e Farmacêutico-Fiscal. Os salários variam de R$ 1.405,50 (nível médio) e R$ 2.342,50 (nível superior).

As provas escritas serão realizadas na cidade de Rio Branco, no próximo dia 14 de abril de 2019. A seleção será realizada mediante aplicação de prova objetiva, prova discursiva (redação), ambas de caráter eliminatório e classificatório.

Para mais informações, os candidatos devem consultar os locais de realização de prova no próprio site da banca organizadora do concurso, Inaz do Pará.

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Cotidiano

Dois integrantes de facção são presos e um menor apreendido pela Polícia Civil

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A Polícia Civil do Acre, através da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, deflagrou nesta quarta-feira, 20, uma operação para combater ações de facções criminosas na região do Juruá.

Ao todo, a polícia cumpriu oito mandados de prisão, sendo dois homens presos em flagrante e um menor apreendido. Também foram apreendidos dinheiro, droga, aparelho de celular, uma arma e munição.

“Fizemos um trabalho de inteligência para atingir bairros específicos de Cruzeiro do Sul, dominados por uma organização criminosa. São ações de repressão ao tráfico e também de repressão a essa organização criminosa”, explicou o delegado Pedro Resende.

O delegado destaca que ano passado a polícia apreendeu mais de uma tonelada de drogas em todo o estado. “Fechamos 2018 com a maior apreensão de drogas dos últimos cinco anos. É muita droga. E esse trabalho tende a se intensificar cada vez mais”.

Na oportunidade, Resende reafirma que as fronteiras com a Bolívia e o Peru não possuem fiscalização, o que facilita a entrada de drogas pelo país. Na região do Juruá, o Rio Juruá-Mirim é porta de entrada de criminosas e drogas vindos do Peru.

“O trabalho de fiscalização e proteção de fronteira não é trabalho da Polícia Civil, é um trabalho da União através da Polícia Federal, Exército e Forças Armadas. Isso é o grande problema da polícia estadual, nós temos uma fronteira aberta, isso não é segredo pra ninguém”.

Apesar das dificuldades e falta de efetivo, o delegado diz que a Polícia Civil permanece no combate à criminalidade. “Aqui em Cruzeiro do Sul temos poucos policiais e delegados para atender toda a demanda de furtos, roubos domésticos, tráfico, organização criminosa, mas fazemos o que a gente consegue. Temos várias dificuldades, mas não podemos deixar de fazer o mínimo para tentar diminuir essa violência que toma conta do estado”.

Com informações do site Juruá em Tempo.

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