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Rombo na Previdência do Acre pode chegar à casa de R$ 1 bilhão

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“O rombo no sistema de previdência do Acre, o Acreprev, pode estourar e subir de R$ 500 milhões para cerca de R$ 1 bilhão este ano. O alerta foi feito pelo deputado Luís Tchê (PDT). Segundo ele, centenas de servidores preocupados com as reformas que haverá nos planos nacional, estadual e municipal estão correndo para se aposentar. “Mais de 40% dos funcionários estão em condições de se aposentarem proporcionalmente”, advertiu, salientando que a Assembleia Legislativa não pode se eximir da responsabilidade de ajudar a resolver essa situação.

Luís Tchê lembrou que esta semana recebeu a notícia de que o rombo no casco do Orçamento do Estado, por conta do déficit da previdência, subiu de cerca de R$ 40 milhões para mais de R$ 60 milhões. “Se o déficit chegar aos R$ 80 milhões mês vamos ultrapassar a fronteira de R$ 1 bilhão rapidamente ocasionando a insolvência do Estado”. Por isso, de acordo com ele, está convocando os deputados a tratarem do assunto antes que seja muito tarde. Para Tchê, chegou o momento do Poder Legislativo se debruçar sobre os graves problemas do Acre e sair do debate político miúdo.

Para calafetar o rombo no navio da previdência, inicialmente Tchê vai propor uma ampla audiência pública envolvendo todos os seguimentos. Adiantou que uma de suas principais preocupações é com a falência do sistema que vai prejudicar seriamente os funcionários inativos e também os ativos como aconteceu com a crise financeira da Grécia em 2009, que chegou a abalar a economia global.

“Se o governo federal, os Estados e os municípios não fizerem reformas em seus sistemas previdenciários a situação vai se agravar ainda mais”, disse, lembrando que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) recorreu a proposta do candidato do PDT a presidência Ciro Gomes. O requerimento para a realização dessa audiência pública será apresentado no início da próxima semana depois da definição das comissões permanentes do Legislativo.

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Acre

Homem forte de Sebastião que era diretor da Seplan é exonerado

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Com a exoneração de Raphael Bastos do cargo de secretário estadual de planejamento, a equipe montada pelo o agora ex-secretário começa a ser desfeita.

O Diário Oficial desta quinta-feira, 25, traz a exoneração de Rennan Biths de Lima que era diretor da Seplan.

A nomeação de Rennan sempre foi muito criticado pelos aliados que defenderam e defendem a “despetização” no governo Gladson Cameli.

Biths foi diretor executivo da secretaria de segurança pública durante o governo de Sebastião Viana, era homem de confiança de Emylson Farias, que foi gestor da segurança pública no Acre e candidato a vice-governador do petista Marcus Viana.

A exoneração, a pedido do próprio Rennan, segundo a publicação, foi assinada pelo governador em exercício, Nicolau Júnior, presidente da Assembleia Legislativa, que assumiu o governo com as ausências de Gladson e seu vice Major Rocha.

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Acre

Mais professores denunciam que ainda não receberam salários

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Imagina você passar em um concurso público, ser convocado, começar a trabalhar e quando chegar no final do mês não receber o tão esperado salário.

Pois é, parece brincadeira, mas se trata da triste realidade de centenas de professores que passaram no concurso simplificado do governo do estado e assinaram contratos de trabalho, em sua maioria, no dia primeiro de março. É só fazer as contas. Já são praticamente dois meses de salário atrasados.

Contrariando a máxima de que pior não pode ficar, os professores receberam a informação que não estão na folha de pagamento deste mês e recebimento de salário só no final de maio. Serão 90 dias de trabalho, sem receber seus vencimentos.

O ac24horas já tinha denunciado esse fato com os professores de Porto Acre. Só que o problema atinge também os concursados nos municípios de Acrelândia, Plácido de Castro e Senador Guiomard.

“A maioria desses professores estão com todas as suas contas em atrasos e muitos desses, têm apenas um contrato para trabalhar. O processo seletivo foi realizado no começo de 2019 e foi bastante concorrido e, devido atrasos nas contratações por parte da SEE, todos esses professores estão na mesma situação, sem receberem salários há mais de 60 dias e no final de maio, já serão 90 dias. É um desrespeito”, afirma um professor que pediu para não ter o nome revelado.

O mais curioso é a explicação que foi dada aos professores como causa para o não pagamento só sair depois de 90 dias. “O que a gente sabe e é informado nos núcleos é que foi uma ordem da secretaria de educação para que todos os contratos fossem enviados em uma única remessa, mesmo aqueles contratados que assinaram o termo de lotação na data de 01 de março e ficaram prejudicados e sem dinheiro para honrarem seus compromissos financeiros”, diz o professor.

A Secretaria Estadual de Educação não confirmou ter determinado o envio em remessa única, mas em nota afirma que o fluxo até o lançamento na folha não é rápido, pois é necessária uma conferência cuidadosa de toda a documentação e em seguida inicia-se o trâmite interno entre os setores, garantindo o pagamento retroativo desde o dia em que o contrato foi assinado.

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