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O risco que corre o pau, também, corre o machado

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O governo Gladson Cameli resolveu sair das cordas na Assembléia Legislativa. De apenas ficar se defendendo. Foi decidido em reunião da cúpula governista que seja feito um levantamento minucioso em gestões de ex-secretários do governo Tião Viana e que hoje estão no parlamento, uma varredura no Tribunal de Contas do Estado sobre condenações, em contratos da gestão passada, que possam envolver aliados de deputados que estão na oposição, uma espécie de pente fino jurídico. A fonte do alto clero que me passou ontem a informação disse que, não se trata de nenhuma caça às bruxas por conta dos ataques que o governo Cameli vem sofrendo neste pouco mais de um mês de gestão, mas uma forma de dar subsídios à base do governo no Legislativo para mostrar que os que acusam esta administração, não são as vestais que se intitulam. Será uma varredura nos moldes feitos no DETRAN, que teve a sua última gestão desnudada para a opinião pública, com gastos considerados suntuosos e inexplicáveis. O governo resolveu aplicar no debate político a velha máxima: “o risco que corre o pau, também, corre o machado. Sinais de futuros debates acirrados na tribuna da ALEAC. A política sempre foi e será sempre uma via de mão dupla.

TUDO PARA BONS DEBATES

Esta legislatura está no caminho de muitos debates duros. Um deputado da oposição me disse ontem que, no momento oportuno vai revelar os nomes de secretários do governo Cameli com pendências na justiça e pedir ao MP, que entre com ação pedindo as suas demissões. Vixe!

MUITO ATIVA

Logo após a eleição e em que foram definidos os novos deputados destaquei neste espaço, que, pelos nomes eleitos para fazer oposição, o novo governo sofreria uma carga pesada de cobranças nos debates da ALEAC. É o que vem se registrando nestes primeiros dias de sessões.

PRIMEIRO CONFRONTO

A oposição e a base do governo vão travar a primeira medição de forças na ALEAC. Será em torno do projeto de Decreto Legislativo do deputado Daniel Zen (PT), que acaba o decreto do governo que regula as compras estatais. A decisão governista é derrotar o projeto do Zen.

MINIMO DE 16 VOTOS

A base governista trabalha no sentido de já nesta votação chegar aos 16 deputados.

BLOCO PARLAMENTAR

PR-PHS-SD formaram um bloco parlamentar para atuar na Assembléia Legislativa. Será integrado pelos deputados Chico Viga (PHS), Neném Almeida (SD) e Wagner Felipe (PR).

QUE MUDANÇA!

Olhe que, se não estive presente, foi em no máximo em cinco sessões na legislatura passada. Pois bem, durante o governo Tião Viana não vi uma vez a deputada Maria Antonia (PROS) cobrar ações do governo na abandonada área da saúde. Mudou da água para o vinho, ontem, insurgiu-se contra a falta de médicos no município de Brasiléia. Falante, da noite para o dia!

NÃO ENTENDO MAIS NADA

A política endoidou de vez! O deputado Chico Viga (PROS), que na sua última passagem pela ALEAC não fez um discurso, ontem foi à tribuna defender um projeto que dá nome ao Mercado dos Colonos do falecido amigo Olavo da Farmácia. Curaram a mudez do Chico.

NENHUM COMPROMISSO

Aqui, não se briga com a notícia. O governador Gladson Cameli nunca apanhou tanto como está apanhando nas redes sociais por conta da nomeação do seu motorista ganhando 18 mil reais. O governador tem o direito de nomear quem quiser, e o povo protestar quanto quiser.

UMA CONSTATAÇÃO

Uma constatação pode ser feita neste início da administração Gladson Cameli: não é mais o protagonista que era nas redes sociais, por conta de nomeações de desprovidos de saber e de petistas radicais, para os mais diversos cargos no Estado, quebrando promessa de campanha.

ESTRANHO NO NINHO

O comentário ontem foi por conta da presença do presidente da FIEAC, José Adriano, numa reunião na Casa Civil para a assinatura de um contrato com o BASA. “Foi um estranho no ninho, ninguém lhe deu conversa”, revelou um observador. Na gestão passada era paparicado.

MOVIMENTO CONTIDO

Ontem, a mesa diretora da ALEAC chegou a estudar devolver a indicação do Alércio Dias para a presidência do ACREPREVIDÊNCIA ao governo, mas avaliou que pelo regimento não poderia mais fazê-lo, por a matéria já ter sido lida. Até o fechamento da coluna o governo não tinha feito movimento para a retirada. Assim sendo, a indicação será apreciada pelos deputados.

EM NOME DA HONRA

O ex-deputado federal Alércio Dias descarta qualquer possibilidade de retirar seu nome, indicado pelo governo para o ACREPREVIDÊNCIA. Quer ir para a sabatina na ALEAC, em nome da honra. E se mostra o mais interessado que a reunião aconteça o mais rápido possível.

CIDADE DOS BURACOS

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) está alarmado com a situação como se encontra a cidade de Tarauacá, com as ruas tomadas pelos buracos, seja no centro ou na periferia. Considera que a prefeita Marilete Vitorino fracassou e, ele busca um nome novo para a eleição de 2020.

QUEM É O PADRINHO?

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, diz não estar indicando ninguém. O deputado Gérlen Diniz (PROGRASSISTAS), também fala não ser o pai da criança. Afinal, quem indicou o balançador de bandeira do PT, Augusto Areal, irmão do Nilson Areal, para o IMAC, em Sena?

DEPOIS RECLAMAM

E depois querem reclamar quando ex-secretários do governo Tião Viana ficam tirando sarro, postando que, por falta de nomes competentes, a oposição tem ido buscá-los no governo passado. E não há nem com fazer contestação, porque o Diário Oficial é a prova dos atos.

CABE UMA PERGUNTA

Neste contexto, também, cabe outra pergunta: quando o Nilson Areal será nomeado?

MUDANÇA RADICAL

Liguei ontem para amigos de Sena Madureira para saber notícias políticas. No meio da conversa entrou o nome do prefeito Mazinho Serafim na roda. Perguntei se mudou em relação ao ex-prefeito Mano Rufino. Opinião unânime: uma mudança radical para melhor.

DINIZ DECEPCIONADO

O ex-deputado Gilberto Diniz se diz “decepcionado” com o governo do Gladson Cameli, na área política. “Na repartição do governo que você entrar, você topa petista chefiando”, falou.

SEMPRE FOI UMA LACUNA

No governo passado foi uma lacuna na ALEAC a falta de alguém que pudesse subsidiar em tempo real os deputados da base do governo, com dados das secretarias questionadas pela oposição. Acertou o atual governo em pôr o desenvolto jornalista Jairo Carioca nesta missão.

UMA PERGUNTA QUE FAÇO

Uma pergunta que sempre faço quando alguém vem dizer que pretende ser candidato a prefeito de município do interior, na eleição do próximo ano: você quer ser prefeito para quê, com um FPM que mal dá para pagar o servidor, com o MP na porta, e numa crise econômica?

DOBRAR O REVALIDA

O deputado federal Alan Rick (DEM) está em uma luta para que as provas de revalidação de diplomas de estudantes formados no exterior aconteçam ao menos duas vezes ao ano. Foi graças à sua ação que os estudantes formados na Bolívia puderam entrar no “Mais Médicos”.

SEMPRE PRESENTE

O deputado federal Alan Rick (DEM) sempre está presente nas principais pautas do Acre.

CAVEIRA DE BURRO

Parece que desta vez será desenterrada a caveira de burro do HUERB, obra que atravessou os governos do PT inacabada. O secretário de Obras, Thiago Caetano, trabalha no sentido da sua conclusão ser o mais rápido possível. Para quem esperou décadas, pode esperar mais um pouco.

MÃOS LIMPAS

No máximo pode fazer algum barulho, uma CPI para investigar a EMURB, como se aventa na Câmara Municipal de Rio Branco. Os vereadores engajados na ideia vão perder tempo. Se há um vetor pelo qual não conseguirão emparedar a prefeita Socorro Neri é o da ilegalidade.

PASTAS QUE NÃO PODEM PARAR

A equipe econômica do governo não pode deixar de priorizar duas secretarias: Saúde e Segurança. São órgãos que mexem com o humor da opinião pública. E que, se não apresentarem resultados, redundam na queda da popularidade de um governo.

JUSTAMENTE OS MAIS CRITICADOS

Saúde e Segurança devem ser prioridade da prioridade no atual governo, porque foram alvos principais das críticas da população no governo passado, e na campanha foi prometido que os seus problemas seriam solucionados. Se não melhorar, o governo Cameli entra em desgaste.

CADÊ O ROCHA?

É a pergunta que se fazia ontem entre os jornalistas na ALEAC. É porque o vice-governador Major Rocha sempre foi falante na oposição, quando se tratava de notícias políticas. Depois que chegou ao poder tomou um chá de fecha boca e não dá um pio sobre as críticas de aliados do governo.

UMA QUENTINHA

Falando no vice Major Rocha há uma situação que deixou sua relação com o secretário de Saúde, Alysson Bestene, tensa. Conversa ficou de acontecer hoje para aclarar a situação, que envolve nomeação para o HUERB.

O CARIMBÓ DO PT

A festa de carimbó do PT foi pequena e desanimada. Os cargos de confiança de 20 anos sumiram. A roda foi tão fraquinha que nem o Tião Viana deu as caras. Jorge Viana, muito menos. Angelim, nem pensar. Cabiam folgados em um ônibus. Tempos difíceis! Difíceis!

SEM PERSPECTIVAS

E para piorar, o partido não tem um nome de peso para disputar a PMRB em 2020.

CABELOS BRANCOS

O primeiro secretário da mesa diretora da ALEAC, deputado Luiz Gonzaga (PSDB), ganhou alguns cabelos brancos, com a enxurrada de pedidos de empregos que recebe. É que há uma ideia errada de que o fato de alguém ocupar cargo público tem empregos na gaveta para dar.

ESTÁ NA PAUTA

Tenho informação de que o nome do professor Minoru Kinpara continua na pauta do PSDB para a disputa da PMRB, no próximo ano. Deverá ser puxado ao tabuleiro no momento certo.

NOME NOVO

Um nome político, mas com posturas novas, limpo, é uma opção para a disputa da prefeitura de Tarauacá na eleição do próximo ano: vereadora Janaína Furtado (REDE). É uma vereadora que cobra muito as ações municipais, conhece os problemas do município, desenvolta, enfim, uma figura política sem rancor. Um nome confiável, na próxima eleição para prefeitura.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todos o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continuam acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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