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Santa Juliana não recebe repasses da Sesacre e segue sem atender pacientes SUS

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A população do Acre mais uma vez paga o preço da ineficiência da gestão pública na área de Saúde. Desta vez, as vítimas são pacientes da rede pública que eram atendidos no Hospital Santa Juliana e a própria equipe da unidade que não recebe pagamento de salários e nem repasses do convênio que tem firmado com o governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre)

“Não paramos de atender a comunidade, paramos de atende à Sesacre. Não há repasse e nem pagamento dos profissionais. O último pagamento realizado aos médicos deste hospital, refere-se ao mês de outubro de 2018. O hospital tem um contrato com o Estado para atender o SUS [Sistema Único de Saúde] e precisa receber esses repasses para assumir os compromissos que tem, com fornecedores, colaboradores e seus médicos. Não estamos parados, estamos aguardando o poder público nos autorize a voltar a trabalhar”, declarou o médico Jessé Câmara.

Embora o governo tenha informado que efetuaria os pagamentos nesta terça-feira, 12, até às 13 horas, nenhum centavo havia sido depositado na conta do hospital.

O médico Jessé Câmara, o bispo Dom Joaquin e a diretora técnica da unidade, Socorro Avelino, reuniram-se para apresentar esclarecimentos a sociedade acreana. “Todos nós médicos estamos a postos e dispostos, trabalhando normalmente. O Hospital Santa Juliana nos acolhe como profissionais e nos permite trabalhar aqui em relevância aos serviços que prestamos a comunidade. São obstetras, pediatras, cirurgiões de várias especialidades. Todos a postos para continuar seus trabalhos”, assegurou o médico.

Jessé Câmara pediu a compreensão da comunidade e reiterou que não trata-se de uma decisão do Hospital Santa Juliana, nem de sua equipe. “É uma necessidade premente, de que os profissionais que aqui trabalham recebam seus salários”, frisou Câmara.

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Cidades

Sábado é dia de esquenta da terceira idade no município de Sena Madureira

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A prefeitura de Sena Madureira, confirmou para esse sábado (27), o tradicional “Esquenta da Terceira Idade”. O evento acontece no Centro do Idoso Alaíde Pinheiro, no bairro da Pista, a partir das 14 horas.

A programação, que já é tradição no município, vai contar com a presença da deputada federal Jéssica Sales (MDB/AC), que estará no município e foi convidada pelo prefeito Mazinho Serafim para participar da festa junto com os idosos.

A emedebista é autora da emenda parlamentar que vai garantir um novo prédio para abrigar o Centro do idoso. Um micro-ônibus que foi adquirido com recursos de emenda da parlamentar para realizar os passeios, visitas e viagens que o grupo costuma fazer, também vai está disponível.

O prefeito Mazinho falou da alegria em poder receber a emedebista novamente em Sena Madureira, tendo em vista o reconhecimento do compromisso com a cidade.

“É sempre um prazer poder receber a nossa deputada Jéssica Sales. Ela tem ajudado muito Sena Madureira com suas emendas, em diversas áreas. Tenho um reconhecimento grande por essa amiga, que sempre nos recebe bem em Brasília e está disposta a contribuir com o nosso município”, disse Mazinho.

A expectativa é que aproximadamente oitenta idosos participem das comemorações que leva alegria e diversão ao grupo da terceira idade do município.

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Cidades

Depois de temporal de CPI’s, Aleac tem clima de calmaria

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Depois de uma semana agitada com a criação de CPI’s, troca de acusações e denúncias de pagamentos de propinas, os deputados fazem uma sessão mais fraca do que caldo de piaba. Com 16 dos 24 parlamentares em plenário, o debate que se esperava não aconteceu.

Os deputados de oposição começaram a jogar panos quentes na discussão para agilizar a instalação da CPI da Energisa. “O que nós tivemos semana passada foi uma batalha, agora é hora de virar a página e fazer a CPI funcionar”, ponderou o líder do PCdoB, Edvaldo Magalhães. Para ele, os dois blocos – o da presidência e o da relatoria -, precisam dialogar e avançar na questão.

“Uma CPI dá muito trabalho, não podemos fazer um cabo de guerra, porque muitos terão que cancelar suas agendas para se dedicar a essa investigação”, argumentou Magalhães. De acordo com ele, a CPI pertence ao Poder Legislativo e não mais aos proponentes. Diz que é necessário construir um pacto entre os blocos.

LÍDER DO GOVERNO PROPÕE ISENÇÃO PARA COMPRA DE ARMAS

O líder do governo, deputado Gerlen Diniz (Progressista), entende que a maioria tem que mandar em qualquer CPI na Assembleia. Porém, preferiu apresentar um ante projeto permitindo que policiais militares tenham isenção na aquisição de armas, munições e até coletes à prova de balas. “Esse projeto é inspirado em uma lei do Rio de Janeiro”, justificou.

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