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Evento promete neutralizar poluentes emitidos durante festa

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Já se imaginou numa festa calculando a emissão de carbono e pensando em alternativas que minimizem os impactos de produtos tóxicos no meio ambiente? A parceria entre um engenheiro florestal e uma produtora cultural acreana não só pensou, mas irá concretizar este projeto numa festa que irão promover no próximo sábado, dia 16, no Parque das Acácias.

A ideia requer logística simples, mas com finalidade rebuscada: neutralizar os poluentes que foram emitidos durante a festa de oito horas, tornando-a zero carbono. O resultado disso? Fazer, entre outras atividades, a plantação de um número de árvores correspondente à quantidade de gases poluentes emitidos no dia do evento. Total reparo de danos.

Um dos organizadores da festa destaca que a ideia surgiu quando perceberam que esse tipo de ação tem o poder de gerar impacto e motivar as pessoas. “Quando montamos essa produtora cultural, veio a ideia de criar um modelo de negócio sustentável e que tenha responsabilidade social”, afirma Gabriel Santos, que completa: “Nosso intuito é ampliar cada vez mais as ideias de responsabilidade social e ambiental nos negócios. Queremos inspirar pessoas, empresas e organizações”.

O engenheiro florestal Lucas Matos afirma que Rio Branco é uma das capitais brasileiras menos arborizadas do país, e foi pensando nisso que equipe planejou o fomento às práticas sustentáveis antes, durante e depois do evento. “Também faremos reciclagem de lixo, compostagem – transformando resíduos orgânicos em adubo-, vamos diminuir o consumo de energia ao máximo na produção do evento, utilizaremos papeis recicláveis e copos reutilizáveis”, diz Matos, especialista em Direito Ambiental.

O objetivo principal da ação é compensar as emissões de poluentes de maneira positiva à natureza. “Essa compensação vai acontecer em forma de reflorestamento e, também, na mudança de hábitos das pessoas que participarão da festa”, destaca o engenheiro florestal.

Conscientização socioambiental

A equipe também apoia diversos projetos sociais e parte do lucro obtido neste evento será destinado ao Projeto Coração Solidário – que atua na Periferia de Rio Branco, e também para as vítimas de Brumadinho.

Sabendo que o Acre é um dos estados mais vulneráveis às mudanças climáticas, os plantios serão feitos em áreas degradadas, lugares onde a mata ciliar já está comprometida.

“O evento tem ciência de que também é responsável pelas causas sociais, e de maneira direta ou indireta, nosso público também vai estar ciente de que vai contribuir para deixar a cidade mais verde, melhorar a qualidade do ar e preservar a biodiversidade do ambiente”, afirma a organização.

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Destaque 7

Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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