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Em Plácido de Castro, Rio Rapirã transborda e compras na Vila Evo Morales só de barco

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Imagem Ilustrativa

Por: Kennedy Santos

O Rio Rapirã, que corta a cidade de Plácido de Castro, na fronteira do Brasil com a Bolívia, transbordou e inundou as vias da Vila Evo Morales. Portanto, neste período, quem precisa ir de um lado ao outro das duas cidades, seja para comprar produtos importados ou para trabalhar, precisa fazer a travessia de barco.

O rio registrou subida de aproximadamente um metro e meio. Embora o nível das águas tenha chegado próximo às lojas, os comerciantes ainda não sentem os efeitos nas vendas.

A comerciante Eleonora de Souza esteve na Vila Evo Morales nesta segunda-feira, 11, para fazer compras. Ela conta que com a enchente, a situação ficou difícil no local. “Tem que atravessar de barco, pagar um rapaz para pegar mercadoria. Fica tudo mais difícil. Mas não da para desistir porque temos que trabalhar todos os dias”, declarou Eleonoura Souza.

A comerciante informou que os produtos vendidos na Vila Evo Morales também registraram aumento.

Rose Dispe, comerciante boliviana, também falou que a enchente traz transtornos para quem precisa fazer a travessia do Rio Rapirã diariamente, como é o caso dela. “Como preciso atravessar pelo menos três vezes no dia, gasto três reais. Antes não pagava nada”, afirma a comerciante que usa uma bicicleta para se locomover naquela região.

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Cotidiano

Município de Brasileia é responsabilizado por tombamento de veículo em cratera

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A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais negou provimento à apelação do Município de Brasileia, acerca de responsabilidade sobre acidente, em razão de cratera localizada em via, na qual eram realizadas obras.

De acordo com os autos, comprovou-se a ausência de sinalização e o estreito espaço para passagem de veículo, que deixou clara e a omissão do Ente Público. Deste modo, a Administração descumpriu o seu dever legal de realizar os serviços necessários de reparo e manutenção de suas vias, ou, de ao menos realizar a sinalização, caso não pudesse concluir seu trabalho.

Em razão da falha municipal, ocorreu tombamento do veículo do autor e escoriação dos passageiros, por isso foi mantida a condenação de pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais. A prefeitura também foi responsabilizada pelos danos materiais, que foram comprovados nos autos, no montante de R$ 8.904,99.

Em votação unânime, a sentença do Processo n°0701126-41.2017.8.01.0003 foi mantida pelos juízes membros da 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Estado do Acre: Nonato Maia, que foi o relator, Maha Manasfi e José Wagner.

A decisão foi publicada na edição n° 6.294 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 13), da última quarta-feira (13).

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