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Rio Acre amanhece em vazante na Capital e interior do Estado

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Depois de ficar um metro acima da cota de transbordamento durante o dia de ontem, 9, o Rio Acre amanheceu neste domingo, 10, medindo 22 centímetros a menos, baixando para 14,76 metros, de acordo com Agência Nacional de Águas (ANA).

O último boletim, divulgado pela equipe da Defesa Civil do estado às 6 horas de hoje, mostra que o volume de água no Rio Acre está em vazante. Informações do Corpo de Bombeiros apontam que o Rio, no alto Acre, também se encontra na mesma situação e está perdendo as forças.

Em Xapuri, o rio baixou mais de um metros em 12 horas, chegando aos 7, 88 metros. Nas cidades de Assis Brasil e Brasileia também foi percebida uma significativa vazante, já que as medições desta manhã indicaram níveis de 3,51 em Assis Brasil e 4,11 metros em Brasileia.

O Rio Espalha baixou 11 centímetros de ontem para hoje, registrando 9,49 metros. O Riozinho do Rola está com 15,31 metros.

A previsão, segundo a Defesa Civil, é que o rio continue na situação de vazante nas próximas horas, caso não sejam registradas chuvas nas áreas de cabeceira da bacia.

Os bairros Baixada da Habitasa, Seis de Agosto, Ayrton Senna e Triângulo, primeiros afetados pela enchente do Rio Acre seguem sob monitoramento da Defesa Civil. A principal rua do bairro Base começou a ser afetada pela água na manhã deste sábado.

No momento, o registro oficial indica que três famílias foram retiradas de seus imóveis na última quinta-feira, 7, e abrigadas em casas de parentes. Havia a solicitação para vistoria para avaliação de outros imóveis.

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Comissão aprova área de livre comércio para todo o Acre

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A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados aprovou nesta 3ª semana de agosto, o Projeto de Lei 2264/19, que estende para todos os 22 municípios do Acre a condição de área de livre comércio de exportação e importação (ALC), sob regime fiscal especial. O objetivo é promover o desenvolvimento das respectivas regiões.

O texto altera a Lei 8.857/94, que atualmente beneficia apenas os municípios de Brasileia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul.

A proposta, do deputado Jesus Sérgio, recebeu parecer pela aprovação da relatora, deputada Silvia Cristina, de Rondônia. “As ALC foram criadas para promover o desenvolvimento das cidades de fronteiras internacionais da Amazônia Ocidental. Com isso, esperam-se ganhos na fiscalização de entrada e saída de mercadorias e o fortalecimento do setor comercial, com a geração de empregos”, avaliou.

Ela argumentou ainda que os benefícios a serem concedidos reduzirão o custo de vida da população, principalmente nas cidades situadas próximo às fronteiras com o Peru e a Bolívia, onde acreanos deslocam-se para comprar produtos mais baratos nesses países.

Com informações da Agência Câmara de Notícias)

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Exército deverá auxiliar no combate as queimadas

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IMAGEM DA INTERNET

Com a confirmação da decretação de calamidade ambiental por causa das queimadas publicada na edição desta sexta-feira, 23, do Diário Oficial do Estado, o governador Gladson Cameli junto com os demais chefes de Estado da região norte encaminharam uma carta ao presidente Jair Bolsonaro pedindo auxílio do exército brasileiro no combate aos focos de incêndio para manter a lei e a ordem.

O documento justifica o pedido levando em conta a grande repercussão no noticiário nacional e internacional nos últimos dias devido a ocorrência de inúmeras queimadas, muitas delas de proporções significativamente altas, tanto na Amazônia brasileira como na Amazônia internacional.

“A situação se agrava a cada dia, comprometendo a biodiversidade da região em razão da destruição de quilômetros de flora e da morte de milhares de espécies da fauna amazônica. Já se cogita, inclusive, que em algumas regiões as queimadas passarão a ser um risco real e imediato à integridade física e à saúde das pessoas”, destaca trecho do documento.

Os governadores da Amazônia enfatiza que a proporção das queimadas, a velocidade de alastramento do fogo, a dificuldade de acesso às áreas atingidas, bem como a insuficiência de meios – financeiros, humanos e materiais – para combater o fogo, potencializam o tamanho da destruição e gravidade do problema.

“Nesse contexto, e ante à falta de meios próprios suficientes para cumprir a missão constitucional de conservação e preservação da Floresta Amazônica, solicito a V. Exª. que, com fundamento no disposto no artigo 142, caput e § 1º, da Constituição, e no artigo 15 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, autorize o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem na região da Amazônia Legal, especialmente no combate a focos de incêndio na floresta em território brasileiro”, finaliza a proposta.

Na próxima terça-feira, 27, o presidente Jair Bolsonaro deverá se reunir com os governadores da Amazônia para tratar de estratégias para passar por essa crise ambiental. O governo federal deve decretar também estado de emergência também já nos próximos dias.

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