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A preocupação dos ambientalistas com a floresta Amazônica

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A decisão de Jair Bolsonaro após a sua tomada de posse, como o fim do ministério do trabalho no Brasil, levaram a uma série de preocupações, mas as suas decisões afetam mais do que os próprios Brasileiros, e colocam em risco a própria floresta Amazônica, um dos pulmões do planeta. Uma das desflorestações mais recentes surgiu em consequência da guerra Comercial entre os EUA e a China.

Devido ao aumento da taxa de importação entre a China e os EUA, a China teve de aumentar as suas importações de soja Brasileira, o que levou ao desflorestamento da Amazônia para obter o produto.

Bolsonaro admitiu em entrevistas que o sector econômico vai ter prioridade, assim como a geração de empregos, mas quais são as consequências a nível ambiental destas decisões? Cerca de 20 por cento da floresta amazônica, uma área maior que a França, foi perdida para o desmatamento desde os anos 1970. Quando as arvores são cortadas, o dióxido de carbono que as mesmas consumiam continua a ser produzido, e a lançado para a atmosfera, isto ignifica que a saúde da amazônia tem um efeito direto sobre o aquecimento global.

Após a tomada de posse nesta semana, Bolsonaro assinou uma ordem executiva dando ao ministério a responsabilidade de certificar as terras indígenas como territórios protegidos.

Cerca de 13% do território brasileiro é legalmente designado como terra indígena, principalmente na Amazônia. Essa terra é reservada para os 900 mil indígenas do país (menos de 0,5% da população). Grupos indígenas disseram que a ordem do presidente levaria a um aumento da violência contra indígenas e desflorestação.

Bolsonaro, que já foi tomado pelo apelido de Trump dos Brasileiros, escreveu que menos de um milhão de pessoas vivem nesses lugares, manipuladas pelas ONG´s e que junto com os Brasileiros, as integraria com os cidadãos.

Tica Minamo, coordenadora de campanha do Greenpeace Brasil na Amazônia, afirmou que as áreas protegidas são uma maneira eficaz de deter a desflorestação e para a sobrevivência da cultura dos povos indígenas, remover qualquer terra indígena designada exigiria o apoio do congresso brasileiro, que já está considerando uma série de projetos de lei que visam a abertura de terras indígenas a atividades como a mineração.

No entanto Bolsonaro mudou de ideias e desistiu de combinar os ministérios do meio ambiente e da agricultura, uma promessa que tinha feito ainda durante a sua campanha. Apesar disto procedeu a nomear Tereza Cristina como nova ministra da agricultura, que liderou o lobby agrícola no Congresso e afirmou que o Brasil deve encerrar a sua industria de multas por infrações ambientais.

Em novembro, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil retirou a sua oferta para sediar a conferência climática da ONU citando como principal razão para o retirar desta oferta as restrições fiscais e orçamentais.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, convocou os esforços para combater as mudanças climáticas como uma conquista conspiratória de poder pela esquerda global . O mesmo afirmou q eu a mudança do local onde a reunião do clima vai ser sediada mostra que o governo quer evitar o escrutínio internacional sobre as mudanças climáticas.

 

Bombando

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