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Na política não se briga com os fatos

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O que há contra a nomeação do ex-deputado Ney Amorim para secretário especial é mais lamento de petistas varridos nas urnas na última eleição e de aliados do governo que brigam por mais espaços. A história política do Acre não é centrada no ideário ideológico, mas em parcerias, alianças e novas composições. O Gladson Cameli, hoje governador, veio de onde? O senador Sérgio Petecão (PSD), veio de onde? Ambos vieram da Frente Popular do Acre. O ex-prefeito Raimundo Angelim era do PDS e foi nomeado secretário do Jorge Viana (PT). E poderia citar muitos mais exemplos. Na campanha, um pouco antes de entrar na reta final, o Ney veio apoiar o Gladson Cameli pelas mãos do vice-governador Major Rocha. Publiquei fotos na coluna do Ney com adesivo do Gladson. Quem articulou a formação da chapa para nova composição da mesa diretora da ALEAC, com Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) na presidência e Luiz Gonzaga (PSDB) de primeiro secretário foi o Ney. Inclusive, montando uma composição que redundou na chapa única. Não é surpresa para quem acompanha a política de que o governo tateia na busca de um articulador político que seja hábil, que não seja representante de grupo, para não tumultuar o ambiente interno do governo, antecipando o debate das eleições municipais. Na política tem que se usar o pragmatismo. Outro ponto, para fechar o comentário: vejo na nomeação do Ney (foto) a libertação do governador Gladson Cameli da pressão política, mostrando que o governador é ele e que a última palavra é dele. Era para ter assumido esta postura desde os primeiros atos de seu governo. Um governo tem que ser forte.

TORCENDO PELO VERÃO
Ninguém mais do que a prefeita Socorro Neri deve estar torcendo, para a chegada do verão. As ruas da cidade, principalmente, dos bairros fora do miolo central, estão tomadas por buracos. Para se recuperar, ela terá de no verão montar uma grande frente de tapa-buraco.

NÃO É AO CURTO PRAZO
É de visão futurista o projeto da senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS) de instalar no Alto Acre um Parque tecnológico. Mas é um projeto que não deve ser pensado para sair do papel ao curto prazo. Mas seu mandato tem prazo. Pode chegar ao fim e não sair do mundo das idéias. Para se projetar no povão tem de pensar algo que a coloque mais perto do mundo prático.

TRANSPARÊNICIA, ANTES DE TUDO
O presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e o primeiro secretário, deputado Luiz Gonzaga (PSDB) estão afinados, num ponto na gestão da ALEAC: transparência. Uma das primeiras medidas é ter um Portal de Transparência com todos os atos praticados.

LEGISLATIVO ENXUTO
Quanto à sua estrutura administrativa o Legislativo acreano é enxuto e muitas das suas gorduras foram cortadas. No mais é mesmo tornar tudo transparente à população. Até porque se algo de errado na casa vier a acontecer, quem responde são os gestores da mesa diretora.

MANTER EM PONTOS ESTRATÉGICOS
Radares são importantes quando mantidos em locais estratégicos. O governador Gladson Cameli deveria manter em pontos considerados perigosos para acidentes, e acabar com os aparelhos em excesso espalhados pela cidade. Há que se ter um controle no trânsito.

PROJETO REDUNDANTE
O projeto do vereador João Marcos (MDB) de proibir inaugurações de prédios municipais antes do acabamento da obra é redundante. Não se pode inaugurar algo não concluído.

ERRO A SER CORRIGIDO
Na legislatura passada a bancada do governo era majoritária apenas no número, pois, na prática só quem se pronunciava eram os deputados do PCdoB e PT, na defesa do governo.  A nova base do governo, para fazer frente à oposição, terá que atuar em bloco na tribuna.

OU É BASE OU NÃO
Na ALEAC tem que ser no tom do se é base do governo ou não é. Ser base só no nome para pegar benefícios do governo, como aconteceu na legislatura passada, é muito cômodo. É bom lembrar que nesta legislatura a oposição veio com nomes qualificados para o confronto oral.

VELHO SABONETE
Quem apareceu na mídia defendendo uma unidade política em torno do governo Gladson Cameli, foi o Raimundo Sabonete, um dos mais prestigiados pelos presidentes do PT, na cúpula nacional do INCRA. Sabonete militou no MDB, depois foi de mala e cuia para o PT.

NÃO SERIA MAIS PRÁTICO?
Tudo bem que Brumadinho sofreu uma catástrofe. Mas vejo o deputado e médico Jenilson Lopes (PCdoB) como mais necessário no Juruá ajudando com atendimento médico as famílias dos desabrigados pela cheia, do que na cidade mineira.

QUEBRA QUALQUER PLANEJAMENTO
O inverno está rigoroso, chove todo dia. Uma cheia do Rio Acre seria um desastre para a prefeita Socorro Neri, que teria muito mais trabalho para recuperar a cidade no verão.

OS SABIDOS E O INCOMPETENTE
Vez por outra, vejo alguns “sabidos” criticando o senador Sérgio Petecão (PSD), alegando falta de competência para ser primeiro secretário da mesa diretora do Senado. Os “sabidos”, deixaram o Estado destruído. E o “incompetente” foi o senador mais votado e vai administrar um orçamento no Senado de 5 bilhões de reais. Quem é o sabido e quem é o incompetente?

NEM O PORTEIRO DO GABINETE?
Caso o governador Gladson Cameli não nomeasse por pressões internas o Ney Amorim como seu articulador político, não tardaria e iam querer que, pedisse licença para nomear o porteiro.

AINDA QUEREM CANTAR DE GALO?
O Hospital Santa Juliana suspendeu o convênio com o Estado para atendimento médico de pacientes. Um golpe para os mais pobres. O governo passado deixou uma dívida de 5 milhões de reais, que acabou caindo no colo do atual governador. E ainda querem cantar de galo?

RESULTADO DA DERROTA
A coluna sempre dá os dois lados da notícia. Em Nota, a presidente do SINTEAC, Rosana Nascimento, negou que pratique nepotismo na secretaria de Educação, como denunciou o deputado Daniel Zen (PT), e atribuiu os ataques ao desespero pela derrota do PT. E, segundo ela, não ter mais como ameaçar os trabalhadores da Educação, que viviam humilhados na SEC.

ACREDITO NOS JOVENS
Acredito nos jovens. Por isso, sou otimista que o Alysson Bestena botará a Saúde nos eixos.

A MANIA DO PATERNALISMO
Pode ser cheia de boas intenções, esta luta da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) quando defende o calote e facilidades no pagamento da dívida dos que se formaram com recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Os recursos utilizados foram públicos, e como tal terão que ser pagos. É a velha história de que o Estado tem de ser paternalista.

MAIS IMPORTANTE
O Chefe do Gabinete Civil, Ribamar Trindade, tem um comportamento que é lhe é favorável. Sempre atende as ligações, fornece as informações pedidas, sem virar um pavão no cargo. E retorna as ligações quando não pode atender no momento. O cargo é popular e não pessoal.

CHÁ DE SILENCIO
O vice-governador Major Rocha tomou um chá de silêncio. Tem que ser sempre lembrado de que, se o trabalho da nova equipe do sistema de segurança der certo, vai para o paraíso. Caso contrário, irá para o inferno. Sua imagem está muito ligada ao trazer a paz para a população.

CONTRAPONTO NEGATIVO
O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) é habilidoso e ferino num debate político, domina a tribuna quando fala, mas tem um contraponto que lhe é desfavorável: representa como ex-secretário do governo Tião Viana, aquele que é considerado o pior governador da FPA.

SIMBIOSE QUE LHE ACOMPANHA
E a sua simbiose com o governo passado é algo negativo, que está colado na sua imagem política. O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) era um dos secretários mais prestigiados da administração do governador Tião Viana. E isso a oposição vai sempre lembrar nos debates.

AS PEDRAS DE 2020 NÃO ESTÃO NA MESA
É natural que ocorram especulações sobre nomes para disputar a prefeitura de Rio Branco, a acontecer em outubro do próximo ano, porque o acreano é assim mesmo, termina uma eleição e já emenda na outra. Os dois protagonistas do debate que será travado acerca de candidaturas serão a prefeita Socorro Neri e o governador Gladson Cameli. E por uma razão muito simples, ambos estão no comando das máquinas municipal e estadual. Mas não se pode colocar na mesa agora as pedras da disputa pelo comando da PMRB, sem saber antes como estarão na aceitação popular a prefeita e o governador, na época eleitoral. A Socorro deixou a prefeitura dentro da legalidade, enxuta. Mas, para disputar uma reeleição terá que ir muito mais além. Por exemplo, recuperar a cidade, tomada pelos buracos. Terá dois verões para mudar o panorama das ruas danificadas, que são hoje o seu calcanhar de Aquiles. E fazer política. Terá recursos para fazer frente às demandas da cidade? É esperar para saber. O Gladson Cameli, para ter um candidato competitivo à PMRB terá que unir a sua coligação em torno de um nome e estar bem nas pesquisas em 2020. Estará ainda em alta? Não se sabe. A sua administração mal começou. E por tudo isso é que as principais pedras da sucessão ainda estão fora da mesa. E qualquer discussão a respeito fica no campo da ilação.

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Blog do Crica

O João de Barro e o Minoru Kinpara

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O João de Barro é um pássaro que constrói o seu ninho moldado em argila, com a aparência de uma casinha, como se fosse um pedreiro. Pois, bem o porta-voz da REDE, Júlio César, usou da fina ironia para fazer um alerta ao professor Minoru Kinpara, que está deixando o partido para se abrigar no PSDB. “Passarinho que acompanha João de Barro pode virar servente de pedreiro”, alertou Júlio. Segundo ele, Minoru indo para um grande partido ele pode pavimentar uma bela estrada na sua caminhada política ou mesmo sepultá-la. “Alertamos- e ele sabe muito bem – sobre os riscos de ir para um grande partido e lá na frente ser rifado pelos donos do partido”, destacou o Porta-Voz. Mas ressaltou que tudo caminha para uma “separação amigável”, que o considera como uma grande pessoa e que, mesmo saindo da REDE não se transformará em inimigo ou persona nom grata para o partido.

PAGANDO A CONTA

O projeto aprovado ontem por unanimidade na Assembléia Legislativa, de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB), –foto – que obriga aos presidiários a bancarem os custos da manutenção e da aquisição das tornozeleiras eletrônicas, não tem nada de estapafúrdio, ao contrário, é uma iniciativa para que, quem cometa crimes sinta também no bolso a punição. Além de ser uma economia aos cofres estaduais, que gasta 4,5 milhões de reais só com a manutenção do aparato de monitoração eletrônica.

TEM COERÊNCIA

O projeto é coerente na aplicabilidade. Quando um preso está em progressão do regime penal tem que ter um emprego e dessa forma pode pagar, cita Duarte. O projeto teve também a defesa feita na tribuna pelo deputado Jenilson Lopes (PCdoB), para quem os que cometem crimes sofram uma punição pecuniária, não caindo tudo nas costas do Estado.

MUITO NATURAL

Vejo como muito natural a atuação de dona Linda Cameli, mãe do governador Gladson Cameli, sempre na defesa do filho de críticas nas redes sociais. Qual é a mãe que não defende o filho?

QUE É ISSO, NENÉM?

O deputado Neném Almeida ainda não assimilou o espírito de uma casa legislativa, onde não pode faltar o contraditório. Ficou furioso ontem pelo fato do deputado Jenilson Lopes (PCdoB) pedir aparte aos oradores. Neném, aparte não é só regimental, mas também é da democracia.

DISCUSSÃO MACABRA

Não entro na discussão macabra de que no governo passado morreram X e no atual governo morreram Y. Discuto a sensação de segurança. Em Sena Madureira e Cruzeiro do Sul a sensação já é sentida, mas não é na capital. E não me venham com corporativismo barato.

NÃO SE TORCE CONTRA

Quando se faz uma crítica ninguém torce contra, mas é buscando uma melhoria, como no caso da Segurança. Elogiável a ação e empenho das forças policiais no combate ao crime, mas no tocante a Rio Branco, esta continua uma cidade violenta. Quem quiser bajular, que bajule.

NÃO COMBINARAM COM A POPULAÇÃO

Os deputados que acham estar tudo às mil maravilhas faltam combinar com a população da capital. Na última pesquisa da RECORD, 50% responderam que a Segurança está no mesmo patamar do governo passado (um desastre no setor) e 27% consideram, que piorou. Alguma dúvida?

COBRANÇA JUSTA

O deputado Daniel Zen (PT), à frente da CPI da ENERGISA, diz que, a função não é baixar a tarifa da energia elétrica, mas que se encontrem parâmetros justos na leitura dos medidores de consumo. E também que se informatizem as leituras para o consumidor saber o que paga.

DESMENTINDO O ÓBVIO

O deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) tentou negar o óbvio: o descontentamento na base do governo. Não se muda a realidade com ironias. O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT) é quem escancara a rebeldia da base, o que desmonta seu delírio de que está tudo bem.

QUEIMADO PELA LÍNGUA

Mas o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) foi traído pela própria língua. Na mesma sessão da ALEAC em que disse que a base do governo está unida, atacou o líder do governo, deputado Tchê (PDT), de reclamar por não receber os cargos que almejava no governo. Um ataque grave e gratuito a um companheiro da base. Isso é que é “unidade”, não é Gerlen?

OPOSIÇÃO SOLIDÁRIA

Num fato inédito na ALEAC, a oposição foi solidária na defesa da permanência do deputado Tchê (PDT) na liderança do governo, sob o argumento de ser um conciliador. A defesa aberta foi feita ontem pelos deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Jenilson Lopes (PCdoB).

MIRANDO A VICE

O ex-prefeito Deda, presidente do PROS, disse ontem que a meta do partido em Brasiléia é chegar na eleição municipal com uma bancada de três a quatro vereadores. E, conseguindo isso, não descarta abrir uma discussão para indicar o vice da prefeita Fernanda Hassem.

ALTAMENTE ARTICULADO

O presidente do PROS, Deda, é fera. Joga para convencer a ex-deputada Leila Galvão disputar a prefeitura de Epitaciolândia em 2020; a prefeita Fernanda Hassem ser candidata a deputada federal em 2022, o que limparia a área de Brasiléia para a candidatura à reeleição da deputada Maria Antonia (PROS) correr solta no município. Se conseguir executar o plano, sairá por cima.

RISCO ALTO

É um risco alto para a ex-deputada Leila Galvão disputar a prefeitura de Epitaciolândia. Com seu partido, o PT, fora do poder, não teria estrutura de campanha, e se perder queimaria o seu filme para uma eventual disputa de vaga na ALEAC. É uma decisão para ser bem pensada.

NÃO É MORREDOR

Num município pequeno como Epitaciolândia, dependente de quase tudo da prefeitura, com quatro candidatos a prefeito, não seria fácil derrotar o prefeito Tião Flores, que não é amador em política, principalmente, com o poder nas mãos. É engano se pensar ao contrário.

TRABALHO MERITÓRIO

A deputada Antonia Sales (MDB) está fazendo um Raio-X da Saúde em todo Estado, levantando as carências do setor, para entregar um dossiê à secretária de Saúde, Mônica Feres, que veio de Brasília e não conhece a realidade do sistema estadual de Saúde.

ERA O QUE FALTAVA

O Hospital Regional do Juruá voltou a ter um bom atendimento, um fato que deve ser registrado, porque no governo passado funcionava mal. Não por culpa da direção e nem do corpo médico, mas porque atrasava meses o pagamento ás religiosas que o administram.

CONVERSA FINAL

O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), terá uma conversa decisiva hoje com o governador Gladson Cameli. Vai dizer que não aceita ser bombeiro de crises e ser um líder desprestigiado. A executiva do PDT fez um apelo para que abandone a liderança.

RAINHA DA INGLATERRA

Tchê é hoje uma espécie de Rainha da Inglaterra, tem o título de líder do governo, mas sem poder nenhum.

UM CUIDADO

O deputado Luiz Tchê (PDT) tome cuidado para não virar o boi de piranha do governo.

PELA CULATRA

A convocação do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, para falar ao Senado foi um tiro que saiu pela culatra dos que esperavam lhe colocar na parede e lhe desmoralizar. Saiu muito bem.

ATUAÇÃO SOCIAL

A primeira dama Ana Paula Cameli está fugindo do trivial de limitar-se a ser apenas a mulher do governador, ao enveredar por um belo trabalho social. A homenagem que recebeu da vereadora Lene Petecão (PSD) na Câmara Municipal de Rio Branco pelo seu trabalho foi justa.

BEM COMPLICADO

Caso o deputado Luiz Tchê (PDT) resolva entregar a liderança do governo na conversa de hoje com o governador Gladson Cameli, não vejo nenhum outro nome na base do governo com a sua experiência e maleabilidade para a condução do cargo mais espinhoso do parlamento.

CERIMONIAL CONTESTA

Em Nota enviada à coluna o Cerimonial do Governo contesta e estranha as reclamações dos deputados de que não foram avisados das solenidades alusivas às comemorações do Estado. Garante que enviou e-mails e fez a comunicação pelo Zap. Ou seja, não foi quem não quis.

VIROU UNANIMIDADE

O secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, virou unanimidade nos elogios dos deputados da base do governo, que o citam como um exemplo aos demais secretários. Vez por outra um deputado sobe à tribuna da ALEAC para lhe elogiar, por atender bem os que o procuram.

CENA PATÉTICA

Uma cena patética ontem no Senado: senadores respondendo por corrupção no STF, interrogando um Ministro da Justiça, no caso o Sérgio Moro. Como já disse o presidente da França, Charles De Gaulle: “o Brasil não é um país sério”.

LADO A LADO

O deputado federal Alan Rick (DEM) tem sido um aliado importante do prefeito Ilderley Cordeiro na construção da Orla de Cruzeiro do Sul. Foi sua a solicitação da reunião da bancada federal do Acre, com o Ministro do Desenvolvimento, Gustavo Canuto, para tratar do assunto.

FORA DA DISPUTA

O deputado Roberto Duarte (MDB) me revelou que não disputará a PMRB no próximo ano.

ESTAVAM AONDE?

Não se viu uma posição de condenação do Sindicato dos Pescadores de Cruzeiro do Sul contra o crime ambiental do descarte de peixes pescados na piracema no rio Juruá. Serve para quê?

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Blog do Crica

Tchê: “sem apoio, deixo a liderança do governo”

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O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), admitiu ontem ao BLOG DO CRICA de que dependendo da conversa que terá com o governador Gladson Cameli, quando este retornar, poderá deixar a sua liderança na Assembléia Legislativa. A série de trapalhadas da equipe governamental, com a demissão de indicados dos deputados da base governista, sem não dar nenhuma satisfação, quebrando a unidade duramente que ele construiu, são motivos que fazem Tchê repensar seriamente a permanência na função. “Líder fraco, governo fraco”, desabafou Tchê. Ele manifesta um desconforto com o fato de não estar sendo prestigiado. “Não sou convidado para debater nada das decisões políticas do governo. Vim saber da questão dos precatórios pela imprensa. Estou sendo pressionado por colegas que tiveram seus indicados em cargos do governo demitidos sem nenhuma explicação. Assim não dá para continuar”, advertiu. Acha que vai ganhar muito mais e crescer fora do governo, se dedicando às atividades da UNALE. Tchê se mostrou muito determinado ao falar ao BLOG: “sem apoio, do jeito que está, deixo a liderança do governo”. É que ela está vendo ruir todo o trabalha de unificar a base, que quando assumiu a função estava completamente destroçada.

POSIÇÃO COERENTE

A posição do líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), é coerente. Ficar no cargo desprestigiado, ouvindo reclamações dos deputados da base governista e sem ter como atender, o caminho certo é pegar o boné para não ficar sofrendo desgaste com colegas.

ALGUÉM EXPLICA?

A base do governo estava estraçalhada, a oposição ganhava todas as votações e mesmo sendo minoria, se consegue uma unidade e os projetos do governo passaram a ser aprovados, e o próprio governo colabora agora para quebrar essa unidade, alguém explica? Não entendo.

VEJA COMO É TUDO ATRAPALHADO

Um deputado passou ontem informação ao BLOG de que o presidente do IMC, Carlitinho Cavalcante, foi comunicado que o governo precisava do seu cargo. Quando estava com a trouxa arrumada eis que o governo voltou atrás e o manteve no cargo. Não é atrapalhado?

DEPOIS QUE VER

A candidatura do deputado Fagner Calegário (não será pelo PV) a prefeito de Rio Branco, anunciada ontem pelo próprio é o tipo da notícia na qual só creio depois que ver o registro no TRE-AC. Muito embora diga que esta é uma decisão amadurecida.

O TEMPO ESTÁ CORRENDO

O tempo está correndo contra a “CPI da ENERGISA”. Disse quando da sua criação que não tinha poderes para baixar um centavo na conta de luz e que era uma jogada populista. Levaram até torcida organizada. O tempo está correndo contra a CPI e está comprovando.

VIGA RECLAMA DO POUCO CASO

O deputado Chico Viga estava ontem na ALEAC mostrando o seu desconforto da forma como vem sendo tratado pelo governo. Reclama que, uma indicação de um pequeno CEC-1 que, ele tinha dentro da administração foi demitida. “Não posso aceitar este tratamento”, reclamou.

FOICE NA BASE

A foice está comendo na base do governo na ALEAC. Não atingiu só o deputado Chico Viga, mas também o deputado Vagner Felipe (PR), que perdeu espaço no governo. O deputado Neném Almeida diz não ter visto a cor de um cargo dos que foram aprovados na última reforma. O certo é que há um descontentamento claro em relação ao Gladson Cameli.

A VERDADE DA PESQUISA

No Jardim da Infância da política se aprende que numa pesquisa se soma o Ótimo ao Bom. E jamais se soma o Regular. Portanto, senhores do conselho, a aprovação real do governo Gladson Canmeli é de apenas 37%. Bem abaixo dos mais de 50% com os quais se elegeu. Na realidade houve uma queda de 16% em relação à votação que obteve. Portanto, nada a comemorar. Faço a observação para que o governador não embarque em contas erradas.

ANÁLISE PERFEITA

Recebi a seguinte postagem do leitor Albeci Coelho sobre o dado da pesquisa da RECORD, relativo à pergunta sobre o percentual de eleitores que votariam novamente no Gladson Cameli. Vamos à postagem: “84% não mudaria o voto no Gladson, ou seja, dos 55% (votos válidos) que votaram nele, hoje só 84% votaria de novo. Resumindo: Gladson perdeu 17% dos seus eleitores”. O Albeci acertou na mosca. Não é 84% sobre o 100% dos eleitores. Ponto.

ASSIM O BOI NÃO DANÇA

Chega reclamação de leitor que no domingo não tinha médico para atendimento na UPA da Sobral. Pergunta que não quer calar: o que fez até aqui a secretária de Saúde, Mônica Flores?

UMA PERGUNTA

Quando é que a Comissão de Saúde da ALEAC vai chamar a secretária Mônica Feres para vir dizer o que pensa sobre a Saúde, seus planos para tirar o sistema do buraco em que se encontra, porque desde a sua posse nada melhorou e esta senhora fica num mutismo.

A CULPA É DO MAZINHO

Ontem, enquanto o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) discursava na ALEAC houve uma queda de energia. Como seu adversário político, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, estava presente, alguém sapecou: “O Géhlen vai acusar o Mazinho de mandar apagar a luz”.

DURO COM OS QUE DISCORDAVAM

Levando para o lado ideológico o Arcebispo Dom Moacyr Grechi foi enquanto comandou a igreja do Alto Acre, uma espécie de ícone da esquerda acreana. Era duro contra os que discordavam dele ideologicamente. Proibiu os queridos Padres Peregrino e José, simpáticos aos governos militares, de rezar missas nas igrejas do Acre. E não voltou atrás na decisão.

NÃO INVALIDA

Mas este fato histórico na invalida o trabalho de Dom Moacyr pelos mais humildes.

MAIS VALE UM GOSTO

De um aliado do ex-deputado Ney Amorim ontem na ALEAC, sobre a saída deste do governo. “Não me arrependo de ter apoiado o Gladson e ajudado a derrotar o Jorge Viana”, disse.

ALÉM DA IDEOLOGIA

O deputado Jenilson (PCdoB) raciocina além da sua ideologia. Cumprimentou ontem na ALEAC, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, como um dos “melhores” prefeitos do Acre.

FALHA DO CERIMONIAL

Apenas a deputada Juliana Rodrigues (PRB) esteve presente na solenidade oficial em comemoração ao aniversário do Estado, na qual estava o governador Gladson Cameli. Os deputados da base do governo reclamaram ontem do Cerimonial do Governo, que não enviou nenhum convite aos deputados e nem comunicou. Depois reclamam dos deputados ausentes.

NÃO SE ADMIREM

Caso o deputado Roberto Duarte (MDB) venha a recuar de disputar a prefeitura da capital, ninguém se admire se o vereador Emerson Jarude se filiar ao MDB e ocupar este espaço.

A QUE PONTO SE CHEGA

Nada contra o Hino de Cruzeiro do Sul. Mas não teve nenhum sentido, ao não ser para agradar o governador Gladson Cameli, ser executado o referido hino, na solenidade de comemoração ao Estado. O que não fazem os nossos burocratas bajuladores para serem agradáveis.

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