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Na política não se briga com os fatos

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O que há contra a nomeação do ex-deputado Ney Amorim para secretário especial é mais lamento de petistas varridos nas urnas na última eleição e de aliados do governo que brigam por mais espaços. A história política do Acre não é centrada no ideário ideológico, mas em parcerias, alianças e novas composições. O Gladson Cameli, hoje governador, veio de onde? O senador Sérgio Petecão (PSD), veio de onde? Ambos vieram da Frente Popular do Acre. O ex-prefeito Raimundo Angelim era do PDS e foi nomeado secretário do Jorge Viana (PT). E poderia citar muitos mais exemplos. Na campanha, um pouco antes de entrar na reta final, o Ney veio apoiar o Gladson Cameli pelas mãos do vice-governador Major Rocha. Publiquei fotos na coluna do Ney com adesivo do Gladson. Quem articulou a formação da chapa para nova composição da mesa diretora da ALEAC, com Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) na presidência e Luiz Gonzaga (PSDB) de primeiro secretário foi o Ney. Inclusive, montando uma composição que redundou na chapa única. Não é surpresa para quem acompanha a política de que o governo tateia na busca de um articulador político que seja hábil, que não seja representante de grupo, para não tumultuar o ambiente interno do governo, antecipando o debate das eleições municipais. Na política tem que se usar o pragmatismo. Outro ponto, para fechar o comentário: vejo na nomeação do Ney (foto) a libertação do governador Gladson Cameli da pressão política, mostrando que o governador é ele e que a última palavra é dele. Era para ter assumido esta postura desde os primeiros atos de seu governo. Um governo tem que ser forte.

TORCENDO PELO VERÃO
Ninguém mais do que a prefeita Socorro Neri deve estar torcendo, para a chegada do verão. As ruas da cidade, principalmente, dos bairros fora do miolo central, estão tomadas por buracos. Para se recuperar, ela terá de no verão montar uma grande frente de tapa-buraco.

NÃO É AO CURTO PRAZO
É de visão futurista o projeto da senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS) de instalar no Alto Acre um Parque tecnológico. Mas é um projeto que não deve ser pensado para sair do papel ao curto prazo. Mas seu mandato tem prazo. Pode chegar ao fim e não sair do mundo das idéias. Para se projetar no povão tem de pensar algo que a coloque mais perto do mundo prático.

TRANSPARÊNICIA, ANTES DE TUDO
O presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e o primeiro secretário, deputado Luiz Gonzaga (PSDB) estão afinados, num ponto na gestão da ALEAC: transparência. Uma das primeiras medidas é ter um Portal de Transparência com todos os atos praticados.

LEGISLATIVO ENXUTO
Quanto à sua estrutura administrativa o Legislativo acreano é enxuto e muitas das suas gorduras foram cortadas. No mais é mesmo tornar tudo transparente à população. Até porque se algo de errado na casa vier a acontecer, quem responde são os gestores da mesa diretora.

MANTER EM PONTOS ESTRATÉGICOS
Radares são importantes quando mantidos em locais estratégicos. O governador Gladson Cameli deveria manter em pontos considerados perigosos para acidentes, e acabar com os aparelhos em excesso espalhados pela cidade. Há que se ter um controle no trânsito.

PROJETO REDUNDANTE
O projeto do vereador João Marcos (MDB) de proibir inaugurações de prédios municipais antes do acabamento da obra é redundante. Não se pode inaugurar algo não concluído.

ERRO A SER CORRIGIDO
Na legislatura passada a bancada do governo era majoritária apenas no número, pois, na prática só quem se pronunciava eram os deputados do PCdoB e PT, na defesa do governo.  A nova base do governo, para fazer frente à oposição, terá que atuar em bloco na tribuna.

OU É BASE OU NÃO
Na ALEAC tem que ser no tom do se é base do governo ou não é. Ser base só no nome para pegar benefícios do governo, como aconteceu na legislatura passada, é muito cômodo. É bom lembrar que nesta legislatura a oposição veio com nomes qualificados para o confronto oral.

VELHO SABONETE
Quem apareceu na mídia defendendo uma unidade política em torno do governo Gladson Cameli, foi o Raimundo Sabonete, um dos mais prestigiados pelos presidentes do PT, na cúpula nacional do INCRA. Sabonete militou no MDB, depois foi de mala e cuia para o PT.

NÃO SERIA MAIS PRÁTICO?
Tudo bem que Brumadinho sofreu uma catástrofe. Mas vejo o deputado e médico Jenilson Lopes (PCdoB) como mais necessário no Juruá ajudando com atendimento médico as famílias dos desabrigados pela cheia, do que na cidade mineira.

QUEBRA QUALQUER PLANEJAMENTO
O inverno está rigoroso, chove todo dia. Uma cheia do Rio Acre seria um desastre para a prefeita Socorro Neri, que teria muito mais trabalho para recuperar a cidade no verão.

OS SABIDOS E O INCOMPETENTE
Vez por outra, vejo alguns “sabidos” criticando o senador Sérgio Petecão (PSD), alegando falta de competência para ser primeiro secretário da mesa diretora do Senado. Os “sabidos”, deixaram o Estado destruído. E o “incompetente” foi o senador mais votado e vai administrar um orçamento no Senado de 5 bilhões de reais. Quem é o sabido e quem é o incompetente?

NEM O PORTEIRO DO GABINETE?
Caso o governador Gladson Cameli não nomeasse por pressões internas o Ney Amorim como seu articulador político, não tardaria e iam querer que, pedisse licença para nomear o porteiro.

AINDA QUEREM CANTAR DE GALO?
O Hospital Santa Juliana suspendeu o convênio com o Estado para atendimento médico de pacientes. Um golpe para os mais pobres. O governo passado deixou uma dívida de 5 milhões de reais, que acabou caindo no colo do atual governador. E ainda querem cantar de galo?

RESULTADO DA DERROTA
A coluna sempre dá os dois lados da notícia. Em Nota, a presidente do SINTEAC, Rosana Nascimento, negou que pratique nepotismo na secretaria de Educação, como denunciou o deputado Daniel Zen (PT), e atribuiu os ataques ao desespero pela derrota do PT. E, segundo ela, não ter mais como ameaçar os trabalhadores da Educação, que viviam humilhados na SEC.

ACREDITO NOS JOVENS
Acredito nos jovens. Por isso, sou otimista que o Alysson Bestena botará a Saúde nos eixos.

A MANIA DO PATERNALISMO
Pode ser cheia de boas intenções, esta luta da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) quando defende o calote e facilidades no pagamento da dívida dos que se formaram com recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Os recursos utilizados foram públicos, e como tal terão que ser pagos. É a velha história de que o Estado tem de ser paternalista.

MAIS IMPORTANTE
O Chefe do Gabinete Civil, Ribamar Trindade, tem um comportamento que é lhe é favorável. Sempre atende as ligações, fornece as informações pedidas, sem virar um pavão no cargo. E retorna as ligações quando não pode atender no momento. O cargo é popular e não pessoal.

CHÁ DE SILENCIO
O vice-governador Major Rocha tomou um chá de silêncio. Tem que ser sempre lembrado de que, se o trabalho da nova equipe do sistema de segurança der certo, vai para o paraíso. Caso contrário, irá para o inferno. Sua imagem está muito ligada ao trazer a paz para a população.

CONTRAPONTO NEGATIVO
O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) é habilidoso e ferino num debate político, domina a tribuna quando fala, mas tem um contraponto que lhe é desfavorável: representa como ex-secretário do governo Tião Viana, aquele que é considerado o pior governador da FPA.

SIMBIOSE QUE LHE ACOMPANHA
E a sua simbiose com o governo passado é algo negativo, que está colado na sua imagem política. O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) era um dos secretários mais prestigiados da administração do governador Tião Viana. E isso a oposição vai sempre lembrar nos debates.

AS PEDRAS DE 2020 NÃO ESTÃO NA MESA
É natural que ocorram especulações sobre nomes para disputar a prefeitura de Rio Branco, a acontecer em outubro do próximo ano, porque o acreano é assim mesmo, termina uma eleição e já emenda na outra. Os dois protagonistas do debate que será travado acerca de candidaturas serão a prefeita Socorro Neri e o governador Gladson Cameli. E por uma razão muito simples, ambos estão no comando das máquinas municipal e estadual. Mas não se pode colocar na mesa agora as pedras da disputa pelo comando da PMRB, sem saber antes como estarão na aceitação popular a prefeita e o governador, na época eleitoral. A Socorro deixou a prefeitura dentro da legalidade, enxuta. Mas, para disputar uma reeleição terá que ir muito mais além. Por exemplo, recuperar a cidade, tomada pelos buracos. Terá dois verões para mudar o panorama das ruas danificadas, que são hoje o seu calcanhar de Aquiles. E fazer política. Terá recursos para fazer frente às demandas da cidade? É esperar para saber. O Gladson Cameli, para ter um candidato competitivo à PMRB terá que unir a sua coligação em torno de um nome e estar bem nas pesquisas em 2020. Estará ainda em alta? Não se sabe. A sua administração mal começou. E por tudo isso é que as principais pedras da sucessão ainda estão fora da mesa. E qualquer discussão a respeito fica no campo da ilação.

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Blog do Crica

Mazinho Serafim: “não dá conta, deixa comigo, Gladson!”

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O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, propôs ontem pela coluna de que, já que o governador Gladson Cameli não está dando conta de gerir o falido sistema de saúde estadual, onde faltam médicos, medicamentos e um bom atendimento, ao ponto de decretar estado de calamidade no setor, que passe o controle das unidades de saúde do Estado para o seu comando que, vai mostrar como é que se gerencia na crise. “Não dá conta, deixa comigo, Gladson! Eu proponho que ele entregue as unidades de saúde estaduais da região do Purus para um consórcio formado pelas prefeituras de Sena Madureira, Manuel Urbano e Santa Rosa. É só municipalizar os atendimentos, que vamos mostrar como é que se faz uma gestão que funciona mesmo na crise”, desafia Serafim. O certo é que começam a pipocar as mesmas reclamações de pacientes que não são bem atendidos, como acontecia no governo passado, e a gerar um desgaste para o governo Cameli. Mazinho disse ter o aval dos prefeitos de Santa Rosa e Manuel Urbano para fazer a proposta de municipalização da saúde, através de um consócio de prefeituras. A proposta está na mesa, com a palavra o governador Cameli.

PAGAR AS DÍVIDAS

Decretar apenas calamidade pública no sistema de saúde, não resolve o problema. Facilita a contratação de médicos, de compras, mas será uma medida paliativa, já que os contratos têm prazo estipulado. O que se deveria pensar como solução era fazer concursos definitivos.

PERDEU A MAJESTADE

O segundo maior hospital do Estado, o Hospital Regional do Juruá, está uma calamidade, faltam medicamentos, médicos, salários atrasados, fornecedores sem receber, isso deveria ser olhado pelo governador Gladson Cameli como prioridade. Aquela unidade, arqueja, Gladson!

MARCAR DE PERTO

O vice-governador Major Rocha disse a amigos que vai fiscalizar de perto as compras de medicamentos e outras que forem feitas pela secretaria de Saúde, no período do decreto de calamidade, já que serão facilitadas. Rocha promete ser rígido no acompanhamento.

VISITA AO HUERB

Ontem, o Rocha já fez uma visita no HUERB, querendo saber de tudo o que ocorria.

MAIS ATIVO

O que dá para entender desta saída do vice-governador Major Rocha do casulo dos últimos dias para se tornar um fiscal dos atos dos secretários é que sentiu que, se o governo não decolar não será somente o Gladson Cameli que irá para o fundo, ele também vai junto.

SE APERTAR, CABE MAIS UM

O publicitário Gilberto Braga, um dos donos da Companhia de Selva, que detinha os contratos de publicidade dos governos petistas, comunicou para a ASSECOM que vai disputar a licitação da verba publicitária do governo Gladson. Acho que depois de ver o atual governo lotado de companheiros petistas, o Gilberto, esperto, deve ter pensado: se apertar, neste ônibus cabe mais um!

FOMA DE COMBATE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, iniciou a entrega dos primeiros lotes de mosqueteiros com inseticida, uma das formas de combater a malária que grassa no município.

AFINIDADE GRANDE

Tenho informações seguras que as relações políticas entre o governador Ilderlei Cordeiro e o governador Gladson Cameli são muito próximas. Ilderlei foi o primeiro prefeito a ser recebido pelo Gladson. São da mesma cidade, mesmo partido, se entendem. Vão estar juntos em 2020.

NÃO CHAFURDA NESTA LAMA

Andam querendo colocar o deputado federal Alan Rick (DEM) numa lama que não chafurda, a da corrupção. É primário: cada candidato é responsável pela sua prestação de contas. Ele foi candidato a deputado federal, só tem de prestar conta da sua campanha. Da campanha da candidata a deputada Sonia Alves (DEM), que tem os gastos contestados, ela é que tem de prestar contas da aplicação do que recebeu do DEM. Não há como fazer simbiose. E, ponto!

NÃO HOUVE TRANSFERÊNCIA

E do valor que foi arrecadado pela candidata a deputada estadual Sonia Alves (DEM), não houve repasse de 16% para a campanha do deputado federal Alan Rick (DEM). E a sua prestação de contas foi aprovada por unanimidade na justiça eleitoral. Alan é um nome limpo.

REPONDO A VERDADE

A matéria que saiu no site da Folha de São Paulo trouxe uma distorção completa do assunto.

É MUITA CARA DE PAU

É muita cara de pau os que governaram o Acre nos últimos oito anos virem criticar a Saúde. No espigão do HUERB, não concluído, dos três elevadores só um funciona, e assim mesmo quando acionado, a luz interna não acende. A ala inaugurada (sic) pelo ex-governador nunca funcionou. Ao que indica é que como já iam deixar mesmo o poder, foram abandonando tudo.

INDO PARA A PARTE PRÁTICA

Ou o Gladson Cameli resolve o problema da Saúde e Segurança ou esqueça uma reeleição.

CIDADE EM PRIMEIRO PLANO

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, também entrou no bloco dos prefeitos que resolveram não investir recursos públicos no carnaval. Optou em investir na cidade.

DESENVOLTA PARA UMA NOVATA

A senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS) é desenvolta para quem esta iniciando um mandato. Mostrou nestes primeiros passos que não ficará trancada em um gabinete. O tipo de visitas que vem fazendo é essencial para lhe tornar mais ciente das necessidades do Estado.

PREM BABA MALHEIROS

A equipe econômica do governo Gladson Cameli vem segurando os recursos com munheca fechada. Tudo sob a orientação do guru do governo, o nosso Prem Baba Malheiros. Nada acontece na área econômica que não passe por seu crivo. Secretários estão vivendo a pão e água.

PODEM ANOTAR

Caso ao final do mandato, o governador Gladson Cameli resolva disputar o Senado, o que não é descartável, aposto e pago dobrado como o vice-governador Rocha se lançará a candidato ao governo.

FAMÍLIA COMPLICADA

Quem tem filhos como o presidente Jair Bolsonaro não precisa de oposição. Cada um mais atrapalhado do que o outro. Aliás, para a oposição não poderia haver filhos melhores.

TOM DO CONTRADITÓRIO

A presença do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) de volta ao parlamento é boa por representar um contraditório de qualidade, nos debates com a base do governo na ALEAC.

OPOSIÇÃO DE QUALIDADE

Os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB) e o deputado Daniel Zen (PT) vão se destacando neste início de legislatura como uma oposição de qualidade ao governo Gladson Cameli. Não é aquela oposição virulenta, rancorosa, mas sim feita em cima de dados e debatendo idéias.

NÃO PRECISAVA DO DESGASTE

O líder do governo, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), não fez uma avaliação antes de colocar um irmão num cargo de confiança do governo, porque lhe abre um flanco aos ataques.

PROBLEMÃO NO COLO

O governo está com um abacaxi no colo, a promessa de campanha de que resolveria o problema dos servidores do Pró-Saúde, alguns já demitidos, e outros na pauta para a demissão. Numa Saúde em que faltam funcionários, demitir seria aprofundar o caos.

DEPASA É A META

Esta sendo feita uma varredura no DEPASA. O líder do governo, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) deixou vazar o fato na última sessão da ALEAC. Será o segundo órgão do Estado – primeiro foi o DETRAN – a ter as suas vísceras expostas para a opinião pública.

ORELHA DE FREIRA

Até agora, pelo menos, oficialmente, não se sabe quem é o articulador político do governo. Foram nomeados quatro assessores especiais e não se decidiu o que cada um fará na função.

UMA CORREÇÃO

Uma correção, dos nomeados para ser assessor especial, um deles dá para se prever em que área vai atuar: como Pastor evangélico, Jairo Carvalho deverá fazer cultos e sessões de descarrego pelas bandas do Gabinete Civil. E tentar converter o Ribamar, e cobrar dízimo.

DEBATE QUE DESGASTE

A prefeita Socorro Neri deveria continuar postando o que pensa e as atividades da PMRB, mas deveria evitar ficar respondendo a internautas, porque isso só vai lhe gerar desgastes.

CONFETE, SERPENTINA E CARNAVAL

Vamos voltar no tempo. A capital tinha grandes carnavais de clube. O Juventus com o seu vermelho e preto. O Rio Branco com o tradicional vermelho e branco, o Atlético Acreano com o azul e Branco, e ainda tinha Vasco da Gama e outros clubes. Tudo funcionava azeitado, enquanto o poder público estava distante. Aliás, toda vez que o Estado quer intervir na iniciativa privada vira um Rei Midas ao contrário. Midas, em tudo que tocava virava ouro, o Estado vira merda. Pois bem, o PT chega ao poder e com a sua mania estatizante criou o “Carnaval Popular” e liquidou o carnaval de clube. Faço a colocação para entrar nesta troca de farpas entre PMRB e Secretaria de Turismo. Acho que o Estado e a PMRB têm outras prioridades que organizar carnaval. A PMRB precisa juntar os seus trocados para uma grande intervenção na cidade no verão. O governo acaba de decretar estado de calamidade na saúde. E nós vamos discutir realização de carnaval? É prioridade? O que houve nesta questão do carnaval na Avenida Brasil foi que antes de se tomar qualquer medida para a sua realização não se conversou com quem administra a cidade, a prefeita Socorro Neri. Respeito muito o trabalho da Eliane Sinhasique, seja como deputada, como secretária e colega de imprensa. Mas, peca pela ânsia. Por qual razão levar um carnaval para a Avenida Brasil? Por qual razão não manter na Gameleira? É falsa a premissa que o poder público não ia gastar nada. A logística para montar uma estrutura de segurança, para o controle do trânsito, tudo isso teria gastos com a execução. A decisão tomada pela prefeita Socorro Neri não deve ser vista como autoritária, nem política, mas técnica, e saiu após ouvir os seus assessores, que consideraram o local inviável. A decisão é dela, ela é a prefeita. Ponto. Ainda é tempo de levar o carnaval para a Gameleira. Mas, se não for possível, o mundo não vai acabar. Prefiro ter uma cidade sem buracos e asfaltada, hospitais com médicos e medicamentos e segurança para a população acreana. Respeito quem pensa o contrário. Mas este é o meu ponto de vista.

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Como deve ser um presidente de um poder

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O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), aprendeu cedo como comandar uma casa política de posições divergentes e complicada. Neste pouco mais de um mês à frente do Legislativo tem se mostrado um conciliador, o que já lhe rendeu elogios de deputados do PT. Até aqui a sua conduta é unanimidade na ALEAC. De um presidente exige-se que seja um magistrado e não tome posição a favor de nenhuma ala política, mas que, ele seja neutro. É exatamente assim como o deputado Nicolau Junior (vem se comportando. Os debates estão fluindo sem interferência da mesa diretora.

A CARA DA FLORESTANIA

Pipocam nas redes sociais protestos contra a ida do ex-secretário dos governos Jorge Viana e Binho Marques, Carlos Ovídio, o “Rezende”, um dos formuladores da “florestania”, para chefiar a ANAC- Agência de Negócios do Acre. A indicação foi feita pelo PDT. O deputado Tchê justifica ser o indicado “competente” e que hoje, ele encontra-se filiado ao PDT.

ENDEREÇO ERRADO

Virou lugar comum abrir meu Zap e encontrar protestos contra as nomeações de petistas. Estão mandando ao endereço errado. Mandem para o Gladson Cameli. Não sou do governo, não tenho negócio com o governo, e não tenho a caneta que nomeia. Certo, meus amigos?

ATÉ LETRA DE TOADA

Tenho mesmo que rir. Não dá para ficar sério. Mandaram até a letra da Toada do “Boi Garantido”, que tem o refrão: “a cor do meu batuque tem o toque e tem o som da minha voz/ Vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão/o velho comunista se aliançou ao rubro do rubor do meu amor/ Vermelhou..”. Já disse, por mim podem nomear o Carioca.

TOALHA JOGADA

Com o ofício enviado pelo governador Gladson Cameli ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), pedindo a saída de pauta do ato que indicava Alércio Dias, para a presidência do ACREPREVIDÊNCIA, é um sinal claro que desistiu tê-lo no cargo.

COMEÇOU TUDO ERRADO

A questão é que este processo começou todo errado. O Alércio Dias não poderia ter sido nomeado para comandar o ACREPREVIDÊNCIA, antes de seu nome passar pelo crivo da comissão especial do Legislativo. Está na lei!. A confusão que se formou é apenas o rescaldo.

DEIXANDO EM PRATOS LIMPOS

Nesta discussão jurídica que se formou em torno da indicação do Alércio Dias para o ACREPREVIDÊNCIA, um ponto tem que ficar bem claro, para não prevalecer uma injustiça: o Alércio não foi condenado no processo em debate por “improbidade administrativa”.

MAIORIA É MAIORIA

No parlamento, quem dá as cartas é quem tem maioria. Nada mais natural de que os presidentes das comissões parlamentares da ALEAC venham a ser indicados pelo grupo majoritário. Especialmente, as principais, como a Comissão de Constituição e Justiça.

RECOMENDAÇÃO EXPRESSA

Fonte não se revela. É princípio geral do jornalismo. Tenho informação de que foi recomendado à base do governo não colocar o deputado Roberto Duarte (MDB) na presidência da Comissão de Constituição e Justiça. Motivo: críticas constantes ao governo.

COTA DOS “NÃO CONFIÁVEIS”

Não há um pronunciamento oficial, e nem vai haver, podem até negar, porque sabem que isso redundaria numa resposta dura do deputado Roberto Duarte (MDB), mas nos bastidores da corte, o emedebista está na cota dos “não confiáveis” para o projeto do governo Gladson.

MORTO POLITICAMENTE

Não vejo como o deputado Roberto Duarte (MDB) mudar o seu modo combativo de falar o que pensa. Se mudar seu estilo de fazer política, abruptamente, estará politicamente morto.

COERÊNCIA E VERDADE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) é coerente quando diz não ser justo fazer críticas ao governo Gladson, que ainda não fechou o segundo mês. E fala a verdade ao alertar que, a contemporização tem prazo de validade, e depois disso, não caberá mais culpar o antecessor.

NÃO HÁ COMO ESCAPAR

Claro que, quem integrou o governo desastrado que saiu não tem legitimidade para ficar criticando o vencedor da eleição. Até porque foram co-autores da patuscada. Mas passado o tempo de tolerância, o povo vai cobrar, e com a mais justa razão, é de quem governa.

CRÍTICA É DEMOCRACIA

Não quer dizer que neste período de tolerância dos 100 dias, um ato do governador Gladson considerado polêmico não possa ser criticado. Não pode ser cobrado por obras. E discordo do deputado Géherlen Diniz (PROGRESISTAS): crítica não é hipocrisia, mas democracia.

PODE EXPLODIR

O deputado Luiz Tchê (PDT) fez ontem um comentário que é a realidade dos fatos. Se com a Reforma da Previdência houver uma corrida para se aposentar, o ACREPREVIDÊNCIA explode.

MAIS DO QUE NECESSÁRIO

A proposta apresentada pelo deputado Daniel Zen (PT) ontem na ALEAC, de se fazer um concurso para o funcionamento da Advocacia Geral do Legislativo é mais do que necessário. A ALEAC tem que ter um corpo jurídico capacitado para consultas e defesa quando preciso.

FALTA DE RESPEITO

O que houve com os aprovados nos concursos para a Polícia Civil e Polícia Militar foi uma falta de respeito por parte do governo passado. Vamos situar a origem do problema. Passaram o tempo todo enganando que iam contratar. Mentiram até o último minuto da saída. Coube ao atual governo descascar o pepino. Tenho lido comentários, como se a origem do calote fosse gestado no atual governo.

NÃO É COM OFENSA

Está rodando um vídeo dos aprovados da PM e PC com ataques ofensivos ao governador Gladson Cameli. Este não é o caminho certo. A agressão nunca substituirá o diálogo. A gente entende a revolta dos que foram enganados pelo governo passado, mas, se o atual governo prometeu começar as contratações a partir de julho é acreditar. Se em julho não cumprir, neste caso cabe se partir para a crítica e cobranças duras. Este governo, não tem dois meses!

CRONOGRAMA

O que a equipe econômica do governo deveria definir o mais urgente possível é um cronograma especificando quantos concursados serão contratados por mês, para estes terem uma base. E não ficar uma data solta como início das contratações. Seria o ponto de partida.

PROPOSTA NA MESA

Há uma proposta na mesa diretora da ALEAC para estudo, de que não faça licitação para contração de agência para fazer um pacote publicitário com a mídia, mas aproveite a estrutura da Fundação Aldeia e o trabalho de divulgação dos atos do Legislativo a um baixo custo.

MÍDIA DO GOVERNO

Este é um assunto ainda em definição dentro do governo. A Companhia de Selva, que trabalhou para os governos petistas, encerra seu contrato em abril. Como não vai ter o contrato aditivado, terá que ser feita uma nova licitação para contratar outra agência.

AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

Nada é mais criticado na área de segurança e entre os policiais que as chamadas audiências de custódia, que se queixam de serem lenientes. É comum ouvir policial dizer que prendeu um bandido, duas vezes na mesma semana, e este saírem rindo das audiências. Este é um debate que estará na pauta do pacote contra a violência, a ser discutido no Congresso.

GOVERNISTA ATÉ O TALO

O deputado Neném Almeida (SD) não é só um mero integrante da base do governo na Assembléia Legislativa, mas tem se mostrado, como se diz no popular, governista até o talo. Não deixa uma crítica da oposição ao governo Gladson Cameli sem uma pronta resposta.

CRÍTICA GERAL

Não é só o deputado Jenilson Leite (PCdoB) que critica o abandono. De amigos que passam por Tarauacá a queixa é a mesma de que a cidade virou um imenso buraco. Uma pesquisa, por certo, colocaria a prefeita Marilete Vitorino com um baixo índice de aprovação.

NOMES NA BASE

Deputados Luiz Tchê (PDT), Chico Viga (PROS), Juliana Rodrigues (PR), Wendy Lima (PSL), são nomes eleitos pela FPA, comandada pelo PT, e que devem integrar a base de apoio do Cameli.

TUDO PARA DESLANCHAR

O governador Gladson Cameli não tem como reclamar da classe política. Dos oito deputados federais , sete lhe apoiam. Terá a maioria na Assembléia Legislativa. E três senadores aliados.

ISSO SIM!

O que tem de evitar são decisões conturbadas tomadas sem reflexão do alcance político negativo. Depois que uma ratada acontece, pode até remendar, mas não conserta.

FICOU UM IMPASSE

O governo Cameli precisa simplificar as coisas. Nesta questão do Alércio, mandou tirar sua indicação de pauta, mas não diz o que vai fazer com o indicado. E fica com o desgaste no colo.

CAMINHO COMPLICADO

O caminho do PT é espinhoso. Igual aos pés de cacto que distribuíram como simbolismo no pouco frequentado aniversário dos 39 anos do partido. De fato terão que estar preparados para uma missão espinhosa: reconquistar a credibilidade popular. O partido não tem mais cargos no governo, que eram a sua moeda de troca para conseguir adesões políticas. Limitou-se a uma bancada de dois deputados estaduais. Não tem um senador e nem deputado federal. E ainda vive uma crise interna de briga pelo comando partidário, entre as lideranças tradicionais e os irrequietos integrantes da Democracia Radical, tendência que tem a presidência do diretório regional. É um caminho complicado para quem desaprendeu perder eleição. E para a eleição de 2020, as nuvens são negras: não tem um nome forte para a PMRB.

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Blog do Crica

Prefeita Socorro Neri veta carnaval na avenida Brasil, idealizado pela equipe de Gladson

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BLOG DO CRICA EXTRA 

O chefe de gabinete da prefeita Socorro Neri, Márcio Oliveira, me informou agora que, a prefeita Socorro Neri não está disposta a autorizar a realização do carnaval organizado pelo governo e iniciativa privada, na Avenida Brasil, como foi anunciado pela secretária de Turismo, Eliane Sinhasique. O RBTRANS também se posicionou contra.

O argumento é que o carnaval no centro da cidade implica em se ter de mudar toda uma logística do transporte público e também para se evitar depredação de bens  públicos que ficam na região central, como a Praça Plácido de Castro. A decisão já foi comunicada ao gabinete civil do governo Gladson Cameli.

Márcio sugere que o carnaval venha a se realizar no Arena da Floresta ou Gameleira. Também foi decidido que a prefeitura não vai financiar o carnaval nos bairros. “Quem fizer será por sua própria conta”, disse Márcio. A secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, não quis falar antes de ouvir a negativa oficial feita pela prefeita Socorro Neri.

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