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Imagem de aluno almoçando em banheiro de Colégio Aplicação provoca revolta na web

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Uma imagem que está circulando nas redes sociais esta semana tem gerado discussões a respeito da administração Colégio de Aplicação (CAP), de Rio Branco. Uma fotografia, compartilhada por centenas de internautas, apresenta um adolescente que seria aluno do CAP fazendo a refeição do almoço no banheiro da escola. A justificativa, conforme postagem publicada na internet, é de que o colégio não permite que os estudantes se alimentem nas dependências da instituição no horário de almoço.

A postagem também contabiliza dezenas de reações. “Não é de hoje essa situação”, foi um dos comentários. “Vergonhoso ver aluno do CAP tendo que almoçar escondido na escola, pois tem aula à tarde e não tem tempo de ir em casa e voltar para aula, onde uma direção não tem consciência no pouco tempo de descanso que agente tem!” escreveu um estudante.

O advogado e político Gabriel Santos também se manifestou publicamente, segundo ele, como a escola funciona em período semi-integral, os alunos almoçam em bancos de praças do Centro, esperando o contra-turno, no entanto, a Universidade Federal do Acre (Ufac) precisa intervir nisso, e caso aconteça algum tipo de violência contra esses jovens na rua, a direção deve ser responsabilizada.

“Na próxima segunda-feira entrarei em contato com a direção da escola para saber qual é a posição oficial da Gestão. Depois de averiguar tudo isso e, se confirmando todos os relatos que recebi dos alunos, vou acionar o Ministério Público Federal (MPF) para analisar a possibilidade de alguma atitude abusiva, que coloque as crianças e adolescentes em risco”, disse Santos.

Por meio de nota, a Reitoria da Universidade Federal do Acre (Ufac) posicionou-se afirmando que a proibição não era de conhecimento da administração superior. A nota diz, ainda, que o CAP possui gestão independente e tal decisão foi tomada por diretoria eleita pela comunidade.

“A administração superior da Ufac se compromete em intervir junto ao CAP para que os alunos possam se alimentar no refeitório, de maneira digna e adequada”.

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Cotidiano

Homem sofre mal súbito e se afoga em açude de chácara na Estrada Transacreana

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O senhor Artur Jaldir, de 56 anos, morreu vítima de afogamento no final da tarde desta quinta-feira (12) dentro de um açude em uma chácara localizada no Km 18 da Estrada Transacreana, no km 10, do Polo Wilson Pinheiro, no Ramal dos Irmãos, na zona rural de Rio Branco.

Segundo informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, o senhor Arthur e seus familiares estavam secando o açude, para poder retirar os últimos peixes. Arthur foi pescar e quando entrou na água, sofreu algum mal súbito e afundou. Familiares ao perceberem que Jaldir havia sumido, correram até aonde ela estava e o retiraram desmaiado do açude, em seguida fizeram massagens cardíacas e ele retornou os batimentos. Após 15 minutos, Artur não resistiu e morreu.

A ambulância do Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada por familiares, mas quando o médico chegou ao local, apenas atestou o óbito de Artur.

Familiares acredita que o que causou o mal súbito em Artur pode ter sido a bebida que Artur estava consumindo há quase 5 dias.

A área foi isolada pela Polícia Militar até a chegada do perito em criminalística. Em seguida o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

Câmara mantém veto de PL que cassa alvará de que vende produtos roubados

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Em mais uma demonstração de força da prefeita Socorro Neri (PSB), a Câmara de Rio Branco nesta quinta-feira (12) manteve o veto ao Projeto de Lei Nº (40) que trata sobre a cassação de alvará de funcionamento de estabelecimentos flagrados comercializando, adquirindo, transportando, estocando ou revendendo produtos oriundos de furtos, roubos ou outros ou outros tipos ilícitos no âmbito de Rio Branco.

Os vereadores votaram pela manutenção do veto de Socorro Neri, por 9 votos a 5, na tarde desta quinta-feira (12). A prefeita Socorro Neri alegou na época que o veto se deu porque o projeto é inconstitucional.

Vereadores que votaram a favor da manutenção do veto de Neri: Railson Correia, Elzinha, Raimundo Neném, Clézio, Laércio da Farmácia, Rodrigo Forneck, Eduardo Farias, Juruna e Celio Gadelha.

Vereadores que votaram pela derrubada do veto: Emerson Jarude, N. Lima, Jakson Ramos (PT), Dankar (PT) e Marcos Luz (MDB).

O vereador N Lima (PSL) disse que a prefeitura preferiu politizar o parecer e que citaram até o Presidente da República para justificar o veto.

“O PL não tem nada a ver com aquela Lei (Lei da Liberdade Econômica) do presidente Bolsonaro, essa justifica que usaram é politiqueira. Esse parecer é inconstitucional”, disparou.

Já o vereador Rodrigo Forneck (PT) que votou a favor do PL quando foi apresentado na Câmara decidiu nesta quinta-feira (12) por mudar o seu voto. Forneck disse que o PL de Marcos Luz é lindo, mas inconstitucional.

“Quem que vai querer comprar produto roubado? Ninguém, mas o projeto de lei é inconstitucional e mal feito. Eu até deixo a sugestão para que você (luz) apresente ano que vem, esse projeto mais elaborado”, disse Forneck.

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