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Rio Acre permanece subindo e chega a 14,84 metros em Rio Branco

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Nas últimas 9 horas o Rio Acre já subiu 16 centímetros na capital. Na medição das 15 horas, o manancial registrou a marca de 14,84 metros, segundo dados da Agência Nacional de Águas (ANA).

Em Xapuri, o rio já desceu cerca de um metro e chegou aos 10,71 metros. Nas cidades de Brasileia e Assis Brasil também foi registrada vazante e as medições desta tarde indicaram níveis de 4,40 metros em Assis Brasil e 6,07 metros em Brasileia.

O Rio Espalha teve redução de dois centímetros nas últimas três horas, já o Riozinho do Rola subiu três centímetros e está com 15,20 metros.

Previsão de estabilidade para as próximas horas

A Defesa Civil estima que o rio estabilize nas próximas horas, caso não sejam registradas chuvas nas áreas de cabeceira da bacia.

Os bairros Baixada da Habitasa, Seis de Agosto, Ayrton Senna e Triângulo, primeiros afetados pela enchente do Rio Acre seguem sob monitoramento da Defesa Civil.

Até a manhã desta sexta-feira, o registro oficial indicava que três famílias foram retiradas de seus imóveis na quinta-feira, 7, e abrigadas em casas de parentes. Havia a solicitação para vistoria para avaliação de outros imóveis.

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Cotidiano

Idaf deve contratar 15 médicos veterinários para intensificar fiscalização

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Com vistas às normas do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) deve contratar, nas próximas semanas, 15 novos médicos veterinários e outros 20 técnicos agropecuários.

A necessidade de contratação já foi apresentada ao governador Gladson Cameli, que autorizou o início dos trâmites administrativos para as contratações emergenciais. O quadro de profissionais do Idaf estaria com falta de especialistas, o que inviabiliza uma séria de ações do órgão.

O diretor-presidente do Idaf, Rogério Mendes, já solicitou ao governador estudos para a realização de concurso público. As contratações emergenciais devem valer apenas para o ano de 2019, o primeiro da gestão, e deve ajudar efetivamente os setores e a campanha que em março terá sua última realização.

“A ideia é que essas contratações supram nossas demandas durante o ano de 2019 até que possamos conseguir realizar um concurso público. O governador Gladson Cameli sinalizou essa possibilidade e estamos muito otimistas”, frisou o diretor-presidente do Idaf.

Segundo o Palácio Rio Branco, o fim da imunização é uma pressão do mercado internacional, sobretudo de países compradores da carne bovina brasileira. Atualmente, o rebanho acreano é estimado em 3,3 milhões de cabeças de gado espalhadas em mais de 24 mil propriedades rurais.

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