Conecte-se agora

Perpétua apresenta PL que prevê refinanciamento de dívida do FIES

Publicado

em

A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) apresentou esta semana, na Câmara Federal, o Projeto de Lei n° 495/2019 (PL) visando discutir alternativas para auxiliar a solucionar a problemática do endividamento de estudantes que utilizaram o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

“A juventude brasileira está endividada. Caros colegas, 50% dos estudantes que tiveram acesso ao FIES estão endividados. São mais de R$ 20 bilhões em dívida com esse financiamento estudantil. E nós, o que vamos fazer? São famílias pobres. Foi o maior programa de financiamento estudantil, que colocou milhões de jovens nas universidades. Quantos filhos de pedreiros hoje são médicos? Quantos filhos de faxineira conseguiram fazer uma faculdade e são advogados e outras profissões importantes?”, declara a parlamentar.

A proposta do PL apresentando por Perpétua propõe uma parcela de isenção aos mais pobres e refinanciamento de outros. Incluindo, um desconto maior para os demais.

Perpétua Almeida declarou que quando foi criado o programa o país econômico e político. “O jovem que está saindo da Universidade agora encontra outra realidade. A economia do país está num momento completamente diferente. As crises políticas e financeiras atingiram a geração de empregos. São mais de 12 milhões de desempregados. Não tem perspectivas para o jovem que sai da faculdade ter emprego para poder pagar essa dívida”, pontuou a deputada acreana.

A parlamentar fez uma pelo aos demais deputados para que procurem os estudantes para que, juntos, possam debater esse assunto. O chamamento também foi feito às entidades estudantis do Brasil para que debatam o assunto do endividamento da juventude, levando a problemática ao parlamento.

Propaganda

Destaque 7

Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

Publicado

em

FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

Continuar lendo

Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

Publicado

em

FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.