Conecte-se agora

Família de jovem que morreu em UTI afirma que vai entrar com ação contra hospital

Publicado

em

A família da estudante Ana Graziele da Silva, 17 anos, que foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, após sofrer um acidente quando a estrutura de um banheiro desabou, revelou que vai entrar com ação contra o hospital.

O noivo da estudante, Ralide Mourão, ainda consternado com a perda, informou que a família vai entrar com ação judicial contra o Hospital do Juruá.

“Queremos saber como ela entrou caminhando, falando e saiu da sala de cirurgia em coma. Eles entregaram ela praticamente morta e vamos querer saber o que foi que aconteceu com ela e porquê aconteceu”, disse Mourão.

A morte da jovem foi confirmada pela unidade de saúde na tarde de quinta-feira, 7, uma semana depois dela dar entrada na unidade. Na sexta-feira passada, o hospital decretou a morte cerebral de Ana Graziele.




Propaganda

Cidades

Fernanda Hassem: “está difícil respirar”

Publicado

em

A situação na fronteira do Acre com a Bolívia está realmente delicada sob o aspecto ambiental porque o País vizinho vive sérios problemas com as queimadas. Em entrevista ao Valor, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, se disse preocupada com a situação. “Nunca se queimou tanto. Nunca tivemos tanta dificuldade de respirar. Isso nos assusta”, disse. “É horrível de se dizer, mas, porque a fumaça chegou a São Paulo, vão prestar atenção. Nós convivemos com este quadro sempre e agora está pior”, completou.

O Valor lembra que as queimadas aumentaram 82% na Amazônia de janeiro a agosto deste ano, Na segunda-feira à tarde, o dia escureceu em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Paraná. O fenômeno foi explicado pela conjunção de fatores aliados às queimadas.




Continuar lendo

Cidades

Fórum de Xapuri realiza mutirão da Semana Justiça Pela Paz em Casa

Publicado

em

A Vara Única da Comarca de Xapuri abriu nesta quarta-feira, 21, o mutirão de audiências da 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa. São cerca de 40 audiências previstas para serem realizadas até esta quinta-feira, 22, no Fórum Raimundo Dias Figueiredo. A iniciativa, que ocorre em todo o Brasil, visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha em uma concentração de esforços no julgamento dos casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher.

No Acre, o trabalho é coordenado pela desembargadora Eva Evangelista, que atua à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que também promove ações pedagógicas com intuito de dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade. 

A abertura do evento no Acre aconteceu na última sexta-feira, 16, pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, e a desembargadora Eva Evangelista, coordenadora estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do TJAC.

As ações da Semana Justiça Pela Paz em Casa fazem parte do calendário dos tribunais estaduais desde 2017, por meio de Portaria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Em 2018, a Política se tornou uma Resolução do CNJ. 

O esforço concentrado dos tribunais serve para agilizar milhares de processos que correm na Justiça brasileira sobre casos de violência doméstica contra a mulher. Atualmente, tramitam aproximadamente 1 milhão de processos sobre o tema, sendo 10 mil relativos a feminicídio. No Acre, só em 2019, foram registrados 21 casos.

Com informações do Tribunal de Justiça do Acre.




Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.