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Detran arrecadou mais de R$ 70 milhões em 2018, mas gastou R$ 74 milhões, diz líder do governo

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Em resposta ao requerimento do deputado Roberto Duarte (MDB), que pediu informações financeiras a respeito da arrecadação de multas de trânsito no Estado do Acre no ano de 2018, o líder do governo, Gerlen Diniz (Progressista) informou que no ano passado órgão arrecadou mais de R$ 70 milhões com todas as receitas, mas gastou R$ 74 milhões.

O deputado enfatizou que um levantamento minucioso está sendo feito pela atual diretoria do Detran e revelou que alguns gastos chamam a atenção. “Estamos fazendo o levantamento, mas friso que o gasto com água mineral no órgão é absurdo. Vamos investigar isso direitinho. Eu mesmo divulgarei esses dados aqui”, disse Diniz.

Diniz ainda defendeu a Política de Trânsito do órgão, enfatizando que alguns ajustes precisam ser feitos, mas que também as campanhas ajudam a salvar vidas. Ele disse ainda que dos 34 radares instalados em Rio Branco, 28 pertencem a Prefeitura de Rio Branco e o restante ao Deracre. “O Detran apenas gerência. O Detran não tem radares”, disse.

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Destaque 7

Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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