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Hospital do Amor esclarece processo de seleção na Capital

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A redação do ac24horas recebeu algumas queixas de pessoas que se candidataram às vagas de emprego no Hospital do Amor afirmando que não estaria havendo lisura no processo de seleção dos candidatos.

A reportagem entrou em contato com o administrador da unidade de saúde, João Paulo Silva, que assegura que toda a análise dos candidatos está sendo feita dentro do que estabelece a lei.

“O que ocorre é que as pessoas estão confundindo essa unidade com uma unidade de saúde pública. O Hospital do Amor é uma unidade privada, ligada à rede do Hospital de Barretos. Nós seguimos o que preconiza a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]. As empresas podem contratar de forma direta ou, dessa que foi eleita pela empresa aqui no Acre, que consiste em três etapas: análise curricular, prova e entrevista. Não é um concurso público, porque não somos unidade pública. Por isso, não haverá uma lista dos aprovados ou classificados”, ressaltou o administrador da unidade.

Segundo João Paulo Silva, a equipe do Hospital do Amor recebeu aproximadamente 12 mil currículos. “Isso foi um fato histórico entre as unidades do Hospital de Barretos. Imaginem, são 12 mil pessoas em busca de vagas”, contou.

O administrador adiantou que diante da quantidade de currículos recebidos, a estimativa é que haja alteração no prazo para as análises curriculares. “As provas para conhecimentos específicos seria realizada, a princípio, dia 10, mas como recebemos muitos currículos, estamos avaliando a possibilidade de mudar a data para que a equipe de RH [Recursos Humanos] tenham tempo para fazer as devidas avaliações dos currículos”, detalhou Silva.

João Paulo Silva reforça que todos os currículos enviados farão parte do banco de dados do RH da empresa. “Se, por exemplo, contratarmos um profissional e por algum motivo ele se desligar da empresa, teremos outros candidatos para selecionar”, observou.

Caso haja mudanças nas datas da realização das provas, o administrador garantiu que a comunidade será previamente informada pelos meios de comunicação local.

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Destaque 7

Calegário: “tem mais emprego na Casa Civil do que no Sine”

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a aprovação da reforma administrativa do governo Gladson Cameli que criou mais de 450 cargos comissionados e 54 diretorias e chefias de departamento , totalizando mais de 500 cargos, o deputado Fagner Calegário (sem partido), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para afirmar que ainda estaria de “ressaca” com os últimos acontecimentos.

“Tem mais vaga de emprego na casa civil do que no Sine. Eu quero pedir que a população mande currículo para a Casa Civil, mas tem que ser para ocupação técnica, não pode ser indicação política. Aprovaram a lei afirmando que era para ocupação de técnicos”, ironizou o parlamentar.

Calegário ainda cobrou um posicionamento do governo em relação as empresas que ainda não receberam valores devidos pela gestão passada. “Existe dinheiro para pagar comissionados, para criar mais cargos, mas não tem recurso para pagar por serviços executados”, enfatizou.

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Destaque 7

Consumo de frutas e hortaliças cresce em Rio Branco, mas ainda é o menor das capitais

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FOTO: ASCOM-PMRB

O consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco empate com o do Belém quando se compara o resultado das capitais. Apenas 24,9% das pessoas com idade superior a dezoito anos consumiram esses produtos cinco vezes ou mais em uma semana.

Um estudo com 460 mil pessoas realizado entre 2008 e 2016, identificou o aumento do consumo de frutas e hortaliças nas capitais brasileiras e no DF, apesar de que em Rio Branco os números se apresentem menores que as demais. Quando comparados os anos avaliados, os rio-branquenses aumentaram em 4% o consumo desses vegetais -pouco para uma capital que cresce 3% ao ano, em média, segundo o IBGE. “Tais aumentos foram verificados em ambos os sexos, na maioria das faixas de idades, níveis de escolaridade e regiões do país. Verificou-se ainda que grande parte do aumento registrado no período aconteceu no intervalo entre 2011 e 2015, com oscilação negativa no percentual de consumo regular e recomendado de frutas e hortaliças em todos os estratos populacionais pesquisados no ano de 2016”, diz o estudo do Ministério da Saúde.

O percentual de pessoas que comem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças ao dia também é o menor entre as capitais -15,8% em 2016.

Para vencer desafios como esse, a Prefeitura de Rio Branco mantém diferentes programas, entre estes o estímulo ao consumo de vegetais nas escolas infantis e o Banco de Alimentos, que distribuiu a dezenas de instituições frutas, verduras e legumes frescos diariamente.

Veja a variação do consumo de frutas e hortaliças em Rio Branco e nas demais capitais:

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