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Após boatos de ser sustentado por Gleici, casal de ex-BBB’s se separam após um ano

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Casal formado no “BBB 18”, a campeã Gleici Damasceno e o artista visual Wagner Santiago não estão mais juntos. Eles decidiram colocar um ponto final na relação depois de quase um ano de romance. A decisão aconteceu em comum acordo após eles voltaram de uma viagem a Santa Catarina, no início desta semana. Os dois, inclusive, já deixaram de se seguir no Instagram.

O romance começou no fim de fevereiro do ano passado, ainda no reality show, e ganhou força após o programa. A acreana e o curitibano chegaram a morar juntos num apartamento alugado no Rio.

Em um vídeo postado por Gleici no stories do Instagram em dezembro, a campeã da 18ª do reality show rebateu os boatos de que estaria sustentando o então namorado.

“As pessoas querem se meter muito no relacionamento. Mas, velho, vocês não têm ideia do que a gente passou junto. Questões de grana, a gente divide tudo. Eu não pago nada para o Wagner. A gente divide tudo, o Wagner sustenta os filhos dele. Wagner me dá as coisas como namorado normal, enfim, ele sempre se manteve, ele trabalha”, disse ela.

No fim do ano passado, Gleici falou com o EXTRA e admitiu que o casal já havia pensado em se separar algumas vezes:

“Ele é um cara sensacional, me ajuda muito, a gente se ajuda muito e confiamos muito um no outro. Quando a gente saiu do programa, tivemos que aprender tudo de novo. É como se a gente tivesse que se conhecer novamente. E as coisas foram fluindo aos poucos. Hoje, a gente se repeita muito. Aquela paixão louca que a gente sente lá no programa, agora a gente consegue colocar o pé no chão e tentamos escrever uma história junto. A gente briga como todo o casal, já chegamos a falar “ah, não dá mais” (risos), mas aí gente para e fala: ‘Ah, vamos seguir junto, a gente já viveu tanta coisa legal'”.

FONTE: EXTRA

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Cotidiano

Escola é obrigada autorizar entrada de terapeuta para acompanhamento de autista

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A 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco deferiu liminarmente o pedido apresentado por uma mãe, para que uma escola bilíngue de Rio Branco (K.S. Centro Educacional Infantil Ltda) autorize a entrada de terapeuta para acompanhar seu filho autista. O aluno possui três anos de idade e está comprovadamente com o desenvolvimento cognitivo inferior ao esperado para sua idade cronológica.

No processo, a requerente apresentou os laudos médicos, psicológicos e fonoaudiológicos da criança, comprovando o Transtorno do Espectro Autismo (TEA) e a necessidade constante de acompanhamento terapêutico, com a utilização do método Denver, tratamento precoce para o desenvolvimento social, auxílio no aprendizado e nas interações sociais.

Decisão

Inicialmente, a escola não permitiu o acompanhamento terapêutico dentro da escola, por afirmar que oferece os cuidados necessários. Em sua defesa, descreveu que a sala de aula possui somente sete alunos, sendo estes assistidos por uma professora especialista em educação especial inclusiva e uma assistente. Além disso, a instituição possui uma psicóloga, que realiza o acompanhamento semanal.

O transtorno autista não tem cura e o tratamento não segue um padrão clínico específico, pois os sintomas diferem em cada paciente, sendo necessário o acompanhamento profissional especializado em cada caso.

Para o deferimento, a juíza de Direito Olívia Ribeiro manifestou a ocorrência dos requisitos necessários. “Com guarida na Lei 12.764/12, que trata da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a qual expressa em seu artigo 3º, parágrafo único, que, em casos de comprovada necessidade, a pessoa com TEA terá direito ao acompanhamento especializado na rede de ensino regular”, salientou.

A magistrada assinalou ainda que no caso em análise, o pedido é formulado com base no laudo médico, fonoaudiológicos e relatório psicológico, os quais apontam a necessidade de terapeuta especializado no Método Denver para acompanhar o estudante em seu ambiente escolar, “sob o risco de ter o desenvolvimento prejudicado”.

Assim, a decisão confirmou que o profissional mais adequado para assistência da criança é um profissional da saúde habilitado no Método Denver, conforme prescrito.

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Cotidiano

Semana da Justiça Pela Paz em Casa começa condenando homem a 15 anos por feminicídio

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A 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa começou nesta quinta-feira (22) com a condenação, por júri popular, do homem identificado pelas iniciais K.A.P. por feminicídio. A condenação chega a 15 anos e 24 dias de prisão.

De acordo com os autos, o casal havia se separado após mais de oito anos de relacionamento. O réu confessou o delito e disse que havia recebido uma ligação afirmando que ela o havia traído, enquanto ele estava em Boca do Acre. Por isso, foi à residência da mulher e tentou matá-la com golpes de faca.

Sem discussão anterior, a vítima foi atingida oito vezes por golpes efetuados com arma branca, na presença de um dos filhos do casal. Ela sobreviveu e testemunhou no processo. Narrou ter sido operada e passado um longo tempo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O Júri Popular assinalou ser desproporcional tirar a vida de uma pessoa por ciúmes decorrentes da separação. Houve excesso de dolo e as consequências do crime foram graves, já que, além das lesões na vítima, os filhos foram traumatizados de forma profunda. (TJAC)

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