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Roberto quebra marasmo e vai votar nulo

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Nem tudo serão flores na votação desta manhã para a escolha da composição da mesa diretora da ALEAC para esta legislatura. O deputado Roberto Duarte (MDB), o mais votado na capital na última eleição, vai quebrar a rotina e votar contra a chapa formada dentro de um acordo partidário, que redundou nas escolhas do deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) para a presidência e do deputado Luiz Gonzaga (PSDB) de primeiro secretário, votando nulo. E dá uma justificativa ideológica para o seu ato: “não voto em composição que tenha integrantes representantes do PCdoB e PT, cuja aliança da FPA, eu combati durante toda a campanha”. Em princípio, pensou em disputar numa candidatura avulsa á primeira secretaria, mas decidiu por marcar a sua posição votando nulo. A sua decisão foi também uma represália ao fato de ter tido a sua presença na mesa diretora “proibida” pelos deputados do PT e do PCdoB, mesmo a coligação que elegeu Gladson Cameli ao governo tendo sido majoritária. Duarte foi um dos vereadores mais combativos da capital e deverá ter uma postura livre na ALEAC. Não está nos seus planos aceitar como mimo a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, onde poderia se queimar politicamente, porque só teria o seu voto.

PRIMEIRO GRANDE TESTE

O primeiro grande teste do governador Gladson Cameli será agora com o MP, que demitiu ontem todos os seus cargos de confiança, sob a alegação de falta de recursos orçamentários. A coluna tem a informação de que o governo não passará nenhum recurso extra para o MP.

UMA ESCOLHA ECONÔMICA

O governo Gladson Cameli terá de fazer uma escolha econômica: manter a sua rigidez fiscal e só passar aos demais poderes o duodécimo institucional. Ou abrir a caixa do cofre e atender aos pedidos do Legislativo, Judiciário e MP para tocar as suas máquinas funcionais sem reduções, e quebrar seu planejamento financeiro. Seja qual for sua decisão, melhor tomar no início do governo.

FOGO AMIGO

Numa conversa ontem numa roda de amigos influentes na economia do Estado, eu ouvi a seguinte observação: “o Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros, o Posto Ipiranga do governo Gladson Cameli, não tem de ficar preocupado com os ataques de fora, mas pelo fogo amigo, que vem pelas costas”. E do qual, quem se encontra no poder jamais consegue escapar.

DECISÃO ACERTADA

O deputado Roberto Duarte (MDB) tomou uma decisão certa ao não aceitar discutir vir a ser o líder do governo na ALEAC. É que em qualquer governo, não existe algo mais desgastante do que ocupar a função de liderança do governador. Nada é mais difícil que a defesa de um governo.

GHERLEN NO FOGO

Quem irá para o fogo de ser o líder do governo é o deputado Gherlen Diniz (PROGRESSISTAS)

FALTOU DIÁLOGO

Vejo alguns criticando a postura de rompimento político do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, com o governo. O que aconteceu no episódio foi uma falta de habilidade na condução da ocupação de cargos do Estado no município, por parte do governo. O Mazinho não é o vilão da história. Reagiu a uma humilhação. E não podia ser diferente.

NECESSÁRIO E URGENTE

Como é que o prefeito Mazinho Serafim ia aceitar passivo ver os cargos estaduais em Sena Madureira sendo ocupados pelos inimigos políticos? O que embute todo este episódio é que urge cada vez mais que o governo venha a ter um articulador político que seja isento.

ISSO PODE, ARNALDO?

O ex-prefeito Vagner Sales é um craque em ganhar eleições do PT. Foi uma surra atrás da outra. Mas não é o nome ideal para ser o articulador político do governo, por alguns motivos: não se relaciona com o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, não se relaciona com o prefeito de Marechal Taumaturgo, Piyãnko, e terá candidato a prefeito de CZS, em 2020.

TUDO, MENOS ARTICULADOR

O ex-prefeito Vagner Sales poderia ser tudo neste governo, menos ocupar o cargo de articulador político, porque tem uma série de adversários declarados na própria aliança que elegeu o Gladson Cameli. Mas as cabeças iluminadas do governo não atentaram para isso.

JUIZADO ESPECIAL

O ex-governador Tião Viana foi visto ontem saindo do Juizado Especial, onde foi para uma audiência com um litigante que o andou denunciando. O governo terminou, mas o Tião não calçou ainda as sandálias da humildade. Seria a hora se recolher e sair de cena. Mas, insiste na ribalta.

NÃO VALE MAIS A PENA

Atacar a figura do ex-governador Tião Viana a cada dia que passa perde o sentido, porque virou mais um rosto na multidão, virou um ex-político. E ex-político é como boi sem chocalho, não puxa manada. E mesmo porque as cobranças serão agora para o novo governo. E dele que se terá que cobrar.

NÃO TEM DE TER MILINDRES

Com a abertura do ano legislativo abre-se também para o governador Gladson Cameli e o seu secretariado a realidade de que não são mais a baladeira da oposição, mas a vidraça da situação. Não adianta se melindrar com as críticas, cobranças, porque serão naturais.

FRASE IDIOTA

Uma das frases mais idiotas da política é dizer que vai apoiar o governo quando estiver certo e seus projetos, quando beneficiarem a população. Apoiar o governo no que estiver errado nunca foi a lógica da política. Que coisa mais doida! Mas, volta e meia se escuta a besteira.

TAMBÉM VOTARÁ NULO

Não só o deputado Roberto Duarte (MDB), mas também a deputada Meire Serafim (MDB) votará nulo para a composição da mesa diretora da ALEAC. Tem um pacto fechado com o colega, neste sentido. Devem atuar afinados na legislatura.

CONTINUO SURPRESO

Confesso que continuo surpreso. Como é que se joga ao escanteio justamente o Roberto Duarte (MDB), o deputado mais votado da capital, e a deputada Meire Serafim (MDB), a mais votada do Acre. É uma equação que não consigo entender por mais que procure uma razão.

DEPOIS DE LONGA TEMPORADA

Na composição da bancada do Acre no Senado, depois de muitos anos, teremos uma mulher na sua composição, Mailza Gomes (PROGRESSISTAS), que se juntará aos senadores Márcio Bittar (MDB) e Sérgio Petecão (PSD). Fechados com o Gladson e o presidente Bolsonaro.

NÃO É PARA A ETERNIDADE

Não há nenhuma perseguição política ao PT, na saída do militante Gabriel Forneck do comando do RBtrans. Não está deixando o cargo por incompetência ou algum deslize. É que cumpre a máxima de que funções comissionadas na gestão pública têm prazo de validade

NADA MAIS NATURAL

E nada é mais natural que a prefeita Socorro Neri queira dar à sua gestão o seu perfil, afinal, tem que trabalhar com a equipe de secretários que melhor avaliar. O restante é picuinha.

CONSENSO NA CÚPULA

É consenso na cúpula do governo o convite ao ex-deputado Ney Amorim, para que passe a comandar as relações políticas entre os deputados estaduais e federais com a nova administração. Amorim tem a seu favor não ter desafetos políticos entre os governistas e navegar bem entre a oposição.

CLIMA DE INSTABILIDADE

As reações do ex-governador Tião Viana, do ex-secretário Nepomuceno Carioca e do deputado Daniel Zen (PT) às declarações à coluna do ex-senador Jorge Viana (PT) serviu para mostrar o tamanho do campo belicoso em que se transformou o PT depois da fragorosa derrota.

NÃO MENTIU

O ex-senador Jorge Viana não mentiu quando declarou que todas as vezes que procurou ajudar o governo do irmão Tião Viana foi rechaçado com ataques na mídia de seus secretários. E pelo sucesso popular do governo do JV, as suas sugestões, por certo teriam corrigido o rumo para melhor na administração do irmão. Que acabou da maneira triste como todos viram.

VAMOS SER JUSTOS

Que o governo Tião Viana terminou da forma mais melancólica e desastrada é verdade. Mas também é verdade que não existe na justiça contra o ex-governador nenhuma ação por improbidade administrativa ou outro desvio de conduta. Temos que reconhecer o mérito.

EQUIPE ECONÔMICA

A equipe econômica está fazendo o que é preciso para dar uma solidez fiscal ao Estado. Sem essa solidez o governo não poderá tocar as obras que prometeu durante a campanha.

SOB A ÉGIDE DA MAIORIA

O governador Gladson Cameli inicia hoje o seu ano político sob a égide da maioria parlamentar. Treze deputados da sua coligação foram eleitos para a ALEAC, mas rapidamente poderá chegar a uma composição de dezessete votos. Dos oito deputados federais, seis estarão formando o seu grupo de apoio. Terá os três senadores. Não me lembro de nenhum governante que começou a sua gestão no Acre em uma composição política tão cômoda. Tem tudo para decolar na prática. A base parlamentar forte lhe dá as condições de fazer as reformas necessárias e dar uma nova guinada econômica para o Acre. Não se pode dizer se fará um bom governo ou um governo desastrado. É cedo para a avaliação. Mas, uma coisa é certa: terá que se esforçar dobrado para fazer uma administração pior que a do antecessor.

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Blog do Crica

Mazinho Serafim: “não dá conta, deixa comigo, Gladson!”

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O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, propôs ontem pela coluna de que, já que o governador Gladson Cameli não está dando conta de gerir o falido sistema de saúde estadual, onde faltam médicos, medicamentos e um bom atendimento, ao ponto de decretar estado de calamidade no setor, que passe o controle das unidades de saúde do Estado para o seu comando que, vai mostrar como é que se gerencia na crise. “Não dá conta, deixa comigo, Gladson! Eu proponho que ele entregue as unidades de saúde estaduais da região do Purus para um consórcio formado pelas prefeituras de Sena Madureira, Manuel Urbano e Santa Rosa. É só municipalizar os atendimentos, que vamos mostrar como é que se faz uma gestão que funciona mesmo na crise”, desafia Serafim. O certo é que começam a pipocar as mesmas reclamações de pacientes que não são bem atendidos, como acontecia no governo passado, e a gerar um desgaste para o governo Cameli. Mazinho disse ter o aval dos prefeitos de Santa Rosa e Manuel Urbano para fazer a proposta de municipalização da saúde, através de um consócio de prefeituras. A proposta está na mesa, com a palavra o governador Cameli.

PAGAR AS DÍVIDAS

Decretar apenas calamidade pública no sistema de saúde, não resolve o problema. Facilita a contratação de médicos, de compras, mas será uma medida paliativa, já que os contratos têm prazo estipulado. O que se deveria pensar como solução era fazer concursos definitivos.

PERDEU A MAJESTADE

O segundo maior hospital do Estado, o Hospital Regional do Juruá, está uma calamidade, faltam medicamentos, médicos, salários atrasados, fornecedores sem receber, isso deveria ser olhado pelo governador Gladson Cameli como prioridade. Aquela unidade, arqueja, Gladson!

MARCAR DE PERTO

O vice-governador Major Rocha disse a amigos que vai fiscalizar de perto as compras de medicamentos e outras que forem feitas pela secretaria de Saúde, no período do decreto de calamidade, já que serão facilitadas. Rocha promete ser rígido no acompanhamento.

VISITA AO HUERB

Ontem, o Rocha já fez uma visita no HUERB, querendo saber de tudo o que ocorria.

MAIS ATIVO

O que dá para entender desta saída do vice-governador Major Rocha do casulo dos últimos dias para se tornar um fiscal dos atos dos secretários é que sentiu que, se o governo não decolar não será somente o Gladson Cameli que irá para o fundo, ele também vai junto.

SE APERTAR, CABE MAIS UM

O publicitário Gilberto Braga, um dos donos da Companhia de Selva, que detinha os contratos de publicidade dos governos petistas, comunicou para a ASSECOM que vai disputar a licitação da verba publicitária do governo Gladson. Acho que depois de ver o atual governo lotado de companheiros petistas, o Gilberto, esperto, deve ter pensado: se apertar, neste ônibus cabe mais um!

FOMA DE COMBATE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, iniciou a entrega dos primeiros lotes de mosqueteiros com inseticida, uma das formas de combater a malária que grassa no município.

AFINIDADE GRANDE

Tenho informações seguras que as relações políticas entre o governador Ilderlei Cordeiro e o governador Gladson Cameli são muito próximas. Ilderlei foi o primeiro prefeito a ser recebido pelo Gladson. São da mesma cidade, mesmo partido, se entendem. Vão estar juntos em 2020.

NÃO CHAFURDA NESTA LAMA

Andam querendo colocar o deputado federal Alan Rick (DEM) numa lama que não chafurda, a da corrupção. É primário: cada candidato é responsável pela sua prestação de contas. Ele foi candidato a deputado federal, só tem de prestar conta da sua campanha. Da campanha da candidata a deputada Sonia Alves (DEM), que tem os gastos contestados, ela é que tem de prestar contas da aplicação do que recebeu do DEM. Não há como fazer simbiose. E, ponto!

NÃO HOUVE TRANSFERÊNCIA

E do valor que foi arrecadado pela candidata a deputada estadual Sonia Alves (DEM), não houve repasse de 16% para a campanha do deputado federal Alan Rick (DEM). E a sua prestação de contas foi aprovada por unanimidade na justiça eleitoral. Alan é um nome limpo.

REPONDO A VERDADE

A matéria que saiu no site da Folha de São Paulo trouxe uma distorção completa do assunto.

É MUITA CARA DE PAU

É muita cara de pau os que governaram o Acre nos últimos oito anos virem criticar a Saúde. No espigão do HUERB, não concluído, dos três elevadores só um funciona, e assim mesmo quando acionado, a luz interna não acende. A ala inaugurada (sic) pelo ex-governador nunca funcionou. Ao que indica é que como já iam deixar mesmo o poder, foram abandonando tudo.

INDO PARA A PARTE PRÁTICA

Ou o Gladson Cameli resolve o problema da Saúde e Segurança ou esqueça uma reeleição.

CIDADE EM PRIMEIRO PLANO

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, também entrou no bloco dos prefeitos que resolveram não investir recursos públicos no carnaval. Optou em investir na cidade.

DESENVOLTA PARA UMA NOVATA

A senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS) é desenvolta para quem esta iniciando um mandato. Mostrou nestes primeiros passos que não ficará trancada em um gabinete. O tipo de visitas que vem fazendo é essencial para lhe tornar mais ciente das necessidades do Estado.

PREM BABA MALHEIROS

A equipe econômica do governo Gladson Cameli vem segurando os recursos com munheca fechada. Tudo sob a orientação do guru do governo, o nosso Prem Baba Malheiros. Nada acontece na área econômica que não passe por seu crivo. Secretários estão vivendo a pão e água.

PODEM ANOTAR

Caso ao final do mandato, o governador Gladson Cameli resolva disputar o Senado, o que não é descartável, aposto e pago dobrado como o vice-governador Rocha se lançará a candidato ao governo.

FAMÍLIA COMPLICADA

Quem tem filhos como o presidente Jair Bolsonaro não precisa de oposição. Cada um mais atrapalhado do que o outro. Aliás, para a oposição não poderia haver filhos melhores.

TOM DO CONTRADITÓRIO

A presença do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) de volta ao parlamento é boa por representar um contraditório de qualidade, nos debates com a base do governo na ALEAC.

OPOSIÇÃO DE QUALIDADE

Os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB) e o deputado Daniel Zen (PT) vão se destacando neste início de legislatura como uma oposição de qualidade ao governo Gladson Cameli. Não é aquela oposição virulenta, rancorosa, mas sim feita em cima de dados e debatendo idéias.

NÃO PRECISAVA DO DESGASTE

O líder do governo, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), não fez uma avaliação antes de colocar um irmão num cargo de confiança do governo, porque lhe abre um flanco aos ataques.

PROBLEMÃO NO COLO

O governo está com um abacaxi no colo, a promessa de campanha de que resolveria o problema dos servidores do Pró-Saúde, alguns já demitidos, e outros na pauta para a demissão. Numa Saúde em que faltam funcionários, demitir seria aprofundar o caos.

DEPASA É A META

Esta sendo feita uma varredura no DEPASA. O líder do governo, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) deixou vazar o fato na última sessão da ALEAC. Será o segundo órgão do Estado – primeiro foi o DETRAN – a ter as suas vísceras expostas para a opinião pública.

ORELHA DE FREIRA

Até agora, pelo menos, oficialmente, não se sabe quem é o articulador político do governo. Foram nomeados quatro assessores especiais e não se decidiu o que cada um fará na função.

UMA CORREÇÃO

Uma correção, dos nomeados para ser assessor especial, um deles dá para se prever em que área vai atuar: como Pastor evangélico, Jairo Carvalho deverá fazer cultos e sessões de descarrego pelas bandas do Gabinete Civil. E tentar converter o Ribamar, e cobrar dízimo.

DEBATE QUE DESGASTE

A prefeita Socorro Neri deveria continuar postando o que pensa e as atividades da PMRB, mas deveria evitar ficar respondendo a internautas, porque isso só vai lhe gerar desgastes.

CONFETE, SERPENTINA E CARNAVAL

Vamos voltar no tempo. A capital tinha grandes carnavais de clube. O Juventus com o seu vermelho e preto. O Rio Branco com o tradicional vermelho e branco, o Atlético Acreano com o azul e Branco, e ainda tinha Vasco da Gama e outros clubes. Tudo funcionava azeitado, enquanto o poder público estava distante. Aliás, toda vez que o Estado quer intervir na iniciativa privada vira um Rei Midas ao contrário. Midas, em tudo que tocava virava ouro, o Estado vira merda. Pois bem, o PT chega ao poder e com a sua mania estatizante criou o “Carnaval Popular” e liquidou o carnaval de clube. Faço a colocação para entrar nesta troca de farpas entre PMRB e Secretaria de Turismo. Acho que o Estado e a PMRB têm outras prioridades que organizar carnaval. A PMRB precisa juntar os seus trocados para uma grande intervenção na cidade no verão. O governo acaba de decretar estado de calamidade na saúde. E nós vamos discutir realização de carnaval? É prioridade? O que houve nesta questão do carnaval na Avenida Brasil foi que antes de se tomar qualquer medida para a sua realização não se conversou com quem administra a cidade, a prefeita Socorro Neri. Respeito muito o trabalho da Eliane Sinhasique, seja como deputada, como secretária e colega de imprensa. Mas, peca pela ânsia. Por qual razão levar um carnaval para a Avenida Brasil? Por qual razão não manter na Gameleira? É falsa a premissa que o poder público não ia gastar nada. A logística para montar uma estrutura de segurança, para o controle do trânsito, tudo isso teria gastos com a execução. A decisão tomada pela prefeita Socorro Neri não deve ser vista como autoritária, nem política, mas técnica, e saiu após ouvir os seus assessores, que consideraram o local inviável. A decisão é dela, ela é a prefeita. Ponto. Ainda é tempo de levar o carnaval para a Gameleira. Mas, se não for possível, o mundo não vai acabar. Prefiro ter uma cidade sem buracos e asfaltada, hospitais com médicos e medicamentos e segurança para a população acreana. Respeito quem pensa o contrário. Mas este é o meu ponto de vista.

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Como deve ser um presidente de um poder

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O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), aprendeu cedo como comandar uma casa política de posições divergentes e complicada. Neste pouco mais de um mês à frente do Legislativo tem se mostrado um conciliador, o que já lhe rendeu elogios de deputados do PT. Até aqui a sua conduta é unanimidade na ALEAC. De um presidente exige-se que seja um magistrado e não tome posição a favor de nenhuma ala política, mas que, ele seja neutro. É exatamente assim como o deputado Nicolau Junior (vem se comportando. Os debates estão fluindo sem interferência da mesa diretora.

A CARA DA FLORESTANIA

Pipocam nas redes sociais protestos contra a ida do ex-secretário dos governos Jorge Viana e Binho Marques, Carlos Ovídio, o “Rezende”, um dos formuladores da “florestania”, para chefiar a ANAC- Agência de Negócios do Acre. A indicação foi feita pelo PDT. O deputado Tchê justifica ser o indicado “competente” e que hoje, ele encontra-se filiado ao PDT.

ENDEREÇO ERRADO

Virou lugar comum abrir meu Zap e encontrar protestos contra as nomeações de petistas. Estão mandando ao endereço errado. Mandem para o Gladson Cameli. Não sou do governo, não tenho negócio com o governo, e não tenho a caneta que nomeia. Certo, meus amigos?

ATÉ LETRA DE TOADA

Tenho mesmo que rir. Não dá para ficar sério. Mandaram até a letra da Toada do “Boi Garantido”, que tem o refrão: “a cor do meu batuque tem o toque e tem o som da minha voz/ Vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão/o velho comunista se aliançou ao rubro do rubor do meu amor/ Vermelhou..”. Já disse, por mim podem nomear o Carioca.

TOALHA JOGADA

Com o ofício enviado pelo governador Gladson Cameli ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), pedindo a saída de pauta do ato que indicava Alércio Dias, para a presidência do ACREPREVIDÊNCIA, é um sinal claro que desistiu tê-lo no cargo.

COMEÇOU TUDO ERRADO

A questão é que este processo começou todo errado. O Alércio Dias não poderia ter sido nomeado para comandar o ACREPREVIDÊNCIA, antes de seu nome passar pelo crivo da comissão especial do Legislativo. Está na lei!. A confusão que se formou é apenas o rescaldo.

DEIXANDO EM PRATOS LIMPOS

Nesta discussão jurídica que se formou em torno da indicação do Alércio Dias para o ACREPREVIDÊNCIA, um ponto tem que ficar bem claro, para não prevalecer uma injustiça: o Alércio não foi condenado no processo em debate por “improbidade administrativa”.

MAIORIA É MAIORIA

No parlamento, quem dá as cartas é quem tem maioria. Nada mais natural de que os presidentes das comissões parlamentares da ALEAC venham a ser indicados pelo grupo majoritário. Especialmente, as principais, como a Comissão de Constituição e Justiça.

RECOMENDAÇÃO EXPRESSA

Fonte não se revela. É princípio geral do jornalismo. Tenho informação de que foi recomendado à base do governo não colocar o deputado Roberto Duarte (MDB) na presidência da Comissão de Constituição e Justiça. Motivo: críticas constantes ao governo.

COTA DOS “NÃO CONFIÁVEIS”

Não há um pronunciamento oficial, e nem vai haver, podem até negar, porque sabem que isso redundaria numa resposta dura do deputado Roberto Duarte (MDB), mas nos bastidores da corte, o emedebista está na cota dos “não confiáveis” para o projeto do governo Gladson.

MORTO POLITICAMENTE

Não vejo como o deputado Roberto Duarte (MDB) mudar o seu modo combativo de falar o que pensa. Se mudar seu estilo de fazer política, abruptamente, estará politicamente morto.

COERÊNCIA E VERDADE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) é coerente quando diz não ser justo fazer críticas ao governo Gladson, que ainda não fechou o segundo mês. E fala a verdade ao alertar que, a contemporização tem prazo de validade, e depois disso, não caberá mais culpar o antecessor.

NÃO HÁ COMO ESCAPAR

Claro que, quem integrou o governo desastrado que saiu não tem legitimidade para ficar criticando o vencedor da eleição. Até porque foram co-autores da patuscada. Mas passado o tempo de tolerância, o povo vai cobrar, e com a mais justa razão, é de quem governa.

CRÍTICA É DEMOCRACIA

Não quer dizer que neste período de tolerância dos 100 dias, um ato do governador Gladson considerado polêmico não possa ser criticado. Não pode ser cobrado por obras. E discordo do deputado Géherlen Diniz (PROGRESISTAS): crítica não é hipocrisia, mas democracia.

PODE EXPLODIR

O deputado Luiz Tchê (PDT) fez ontem um comentário que é a realidade dos fatos. Se com a Reforma da Previdência houver uma corrida para se aposentar, o ACREPREVIDÊNCIA explode.

MAIS DO QUE NECESSÁRIO

A proposta apresentada pelo deputado Daniel Zen (PT) ontem na ALEAC, de se fazer um concurso para o funcionamento da Advocacia Geral do Legislativo é mais do que necessário. A ALEAC tem que ter um corpo jurídico capacitado para consultas e defesa quando preciso.

FALTA DE RESPEITO

O que houve com os aprovados nos concursos para a Polícia Civil e Polícia Militar foi uma falta de respeito por parte do governo passado. Vamos situar a origem do problema. Passaram o tempo todo enganando que iam contratar. Mentiram até o último minuto da saída. Coube ao atual governo descascar o pepino. Tenho lido comentários, como se a origem do calote fosse gestado no atual governo.

NÃO É COM OFENSA

Está rodando um vídeo dos aprovados da PM e PC com ataques ofensivos ao governador Gladson Cameli. Este não é o caminho certo. A agressão nunca substituirá o diálogo. A gente entende a revolta dos que foram enganados pelo governo passado, mas, se o atual governo prometeu começar as contratações a partir de julho é acreditar. Se em julho não cumprir, neste caso cabe se partir para a crítica e cobranças duras. Este governo, não tem dois meses!

CRONOGRAMA

O que a equipe econômica do governo deveria definir o mais urgente possível é um cronograma especificando quantos concursados serão contratados por mês, para estes terem uma base. E não ficar uma data solta como início das contratações. Seria o ponto de partida.

PROPOSTA NA MESA

Há uma proposta na mesa diretora da ALEAC para estudo, de que não faça licitação para contração de agência para fazer um pacote publicitário com a mídia, mas aproveite a estrutura da Fundação Aldeia e o trabalho de divulgação dos atos do Legislativo a um baixo custo.

MÍDIA DO GOVERNO

Este é um assunto ainda em definição dentro do governo. A Companhia de Selva, que trabalhou para os governos petistas, encerra seu contrato em abril. Como não vai ter o contrato aditivado, terá que ser feita uma nova licitação para contratar outra agência.

AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

Nada é mais criticado na área de segurança e entre os policiais que as chamadas audiências de custódia, que se queixam de serem lenientes. É comum ouvir policial dizer que prendeu um bandido, duas vezes na mesma semana, e este saírem rindo das audiências. Este é um debate que estará na pauta do pacote contra a violência, a ser discutido no Congresso.

GOVERNISTA ATÉ O TALO

O deputado Neném Almeida (SD) não é só um mero integrante da base do governo na Assembléia Legislativa, mas tem se mostrado, como se diz no popular, governista até o talo. Não deixa uma crítica da oposição ao governo Gladson Cameli sem uma pronta resposta.

CRÍTICA GERAL

Não é só o deputado Jenilson Leite (PCdoB) que critica o abandono. De amigos que passam por Tarauacá a queixa é a mesma de que a cidade virou um imenso buraco. Uma pesquisa, por certo, colocaria a prefeita Marilete Vitorino com um baixo índice de aprovação.

NOMES NA BASE

Deputados Luiz Tchê (PDT), Chico Viga (PROS), Juliana Rodrigues (PR), Wendy Lima (PSL), são nomes eleitos pela FPA, comandada pelo PT, e que devem integrar a base de apoio do Cameli.

TUDO PARA DESLANCHAR

O governador Gladson Cameli não tem como reclamar da classe política. Dos oito deputados federais , sete lhe apoiam. Terá a maioria na Assembléia Legislativa. E três senadores aliados.

ISSO SIM!

O que tem de evitar são decisões conturbadas tomadas sem reflexão do alcance político negativo. Depois que uma ratada acontece, pode até remendar, mas não conserta.

FICOU UM IMPASSE

O governo Cameli precisa simplificar as coisas. Nesta questão do Alércio, mandou tirar sua indicação de pauta, mas não diz o que vai fazer com o indicado. E fica com o desgaste no colo.

CAMINHO COMPLICADO

O caminho do PT é espinhoso. Igual aos pés de cacto que distribuíram como simbolismo no pouco frequentado aniversário dos 39 anos do partido. De fato terão que estar preparados para uma missão espinhosa: reconquistar a credibilidade popular. O partido não tem mais cargos no governo, que eram a sua moeda de troca para conseguir adesões políticas. Limitou-se a uma bancada de dois deputados estaduais. Não tem um senador e nem deputado federal. E ainda vive uma crise interna de briga pelo comando partidário, entre as lideranças tradicionais e os irrequietos integrantes da Democracia Radical, tendência que tem a presidência do diretório regional. É um caminho complicado para quem desaprendeu perder eleição. E para a eleição de 2020, as nuvens são negras: não tem um nome forte para a PMRB.

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Blog do Crica

Prefeita Socorro Neri veta carnaval na avenida Brasil, idealizado pela equipe de Gladson

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O chefe de gabinete da prefeita Socorro Neri, Márcio Oliveira, me informou agora que, a prefeita Socorro Neri não está disposta a autorizar a realização do carnaval organizado pelo governo e iniciativa privada, na Avenida Brasil, como foi anunciado pela secretária de Turismo, Eliane Sinhasique. O RBTRANS também se posicionou contra.

O argumento é que o carnaval no centro da cidade implica em se ter de mudar toda uma logística do transporte público e também para se evitar depredação de bens  públicos que ficam na região central, como a Praça Plácido de Castro. A decisão já foi comunicada ao gabinete civil do governo Gladson Cameli.

Márcio sugere que o carnaval venha a se realizar no Arena da Floresta ou Gameleira. Também foi decidido que a prefeitura não vai financiar o carnaval nos bairros. “Quem fizer será por sua própria conta”, disse Márcio. A secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, não quis falar antes de ouvir a negativa oficial feita pela prefeita Socorro Neri.

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