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Locais de prova para concurso da Policia Rodoviária Federal são divulgados

O Estado do Acre possui 17 vagas

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O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) – responsável pela realização do concurso da Policia Rodoviária Federal (PRF) – divulgou nesta quarta-feira (30) o edital com local e horário de realização das provas do concurso. Ao todo, o processo tem mais de 129 mil candidatos para 500 vagas de agentes.

O Acre é o estado que apresenta menor concorrência. O total de candidatos inscritos foi 1.990 mil para 17 vagas, ou seja, 153 inscritos para cada oportunidade. Em relação aos outros estados, o Pará foi o que registrou o maior número de inscritos, no total, 12.700. No entanto, a maior concorrência ficou com Minas Gerais, 1.585 candidatos para cada vaga.

Outros estados também possuem vagas: Amazonas (28 vagas), Amapá (23 vagas), Bahia (17 vagas), Goiás (27 vagas), Maranhão (18 vagas), Minas Gerais (09 vagas), Mato Grosso do Sul (35 vagas), Mato Grosso (57 vagas), Pará (81 vagas), Piauí (22 vagas), Rio de Janeiro (10 vagas), Rondônia (74 vagas), Roraima (15 vagas), São Paulo (19 vagas), Rio Grande do Sul (23)e Tocantins (25 vagas).

As provas serão aplicadas nos 17 estados onde há oferta de vagas. Para ter acesso a lista, basta ir ao site do Cebraspe, acessar a página de acompanhamento do certame da Polícia Rodoviária Federal e, na aba “acesso a links”, clicar em “Consulta de local e horário das provas objetivas e da prova discursiva”.

Para ingresso no cargo, é necessário ter diploma de nível superiore possuir Carteira Nacional de Habilitação ou permissão para conduzir veículos automotores de, no mínimo, categoria ‘B’. O salário inicial do cargo é de R$9.473,57, por jornada de 40 horas semanais. A unidade de lotação do candidato estará vinculada ao estado escolhido no momento da inscrição. Segundo o edital, é necessário permanecer no local de sua primeira lotação por um período mínimo de três anos.

Prova

A prova será no próximo domingo (3), a partir das 14h, de acordo com o horário de Brasília. Os candidatos terão 4h30 para concluir a avaliação, dividida em objetiva e discursiva. A orientação é que os candidatos compareçam ao local da prova pelo menos uma hora de antecedência portando documento oficial com foto, cartão de inscrição e caneta esferográfica de tinta preta e material transparente.

Calendário

Os gabaritos oficiais preliminares da prova objetiva serão divulgados na internet, no endereço eletrônico da banca organizadora, no dia 4 de fevereiro, a partir das 19 horas (horário oficial de Brasília/DF).

Em seguida, no dia 20 de fevereiro, o edital de resultado final na prova objetiva e de resultado provisório na prova discursiva será publicado no Diário Oficial da União e divulgado na internet, no endereço eletrônico da Cebraspe.

É importante lembrar, que concursos públicos costumam ser bastante concorridos. Se esta é uma de suas metas para 2019, uma alternativa é optar pelos preparatórios para concurso. Com apoio do Educa Mais Brasil, você pode conseguir se preparar com até 50% de desconto. Acessando o site do programa, você consegue encontrar um curso bem perto de você. E o melhor: a inscrição é gratuita.

Agência Educa Mais Brasil

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Destaque 2

Após limpeza no Depasa, ETA II deve voltar a funcionar já semana que vem e novo alvo do governo pode ser o Detran

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Após o governador Gladson Cameli fazer um verdadeiro limpa no Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento do Acre (Depasa) na última quarta-feira, 25, exonerando toda a cúpula da autarquia, os lâminas da guilhotina do governo devem ser apontada para outro órgão a partir da próxima semana: o Detran/AC.

Nos corredores do Palácio Rio Branco, assessores palacianos relatam a insatisfação do chefe do executivo com os atuais gestores, mesmo tendo recentemente feito algumas trocas na cabeça da autarquia ao exonerar indicados do vice-governador Major Rocha.

O fato é que a mexida que Cameli fez no Depasa com a nomeação Waleska Lima Bezerra Dessotti para presidência do Depasa já começou a colher frutos. O ac24horas apurou que até a próxima terça-feira, dia 1º de dezembro, a Estação de Tratamento de Água (ETA II), localizada na Estrada da Sobral, já deve voltar a funcionar com toda a sua capacidade e com isso parte do abastecimento de Rio Branco que foi comprometido nos últimos meses deve ser normalizado.

A expectativa do governo é que os principais gargalos na distribuição de água já sejam sanados ainda em dezembro.

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Notícias

Racismo “estrutural” ou pauta progressista?

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Imagem da internet 

No mundo todo tem se falado cada vez mais em racismo e anti-racismo. O tema virou pauta principal das TV’s e jornais, a mídia mainstream encontrou nessa questão mais uma forma de, fracionando a população, impulsionar o progressismo globalista que se alimenta, principalmente, do identitarismo distribuído em pacotes numa sociedade órfã das utopias do século XX.

O assassinato de um homem negro em um supermercado de Porto Alegre, vítima do despreparo e excesso de dois dos vigilantes da Loja foi, imediatamente, sem nenhum indício, transformado em crime de racismo. Na tentativa de parir um George Floyd brasileiro, a esquerda, de cima a baixo, do Supremo Tribunal Federal – STF à ONG da esquina, se locupletou intelectualmente na mídia. Soube-se depois, tratava-se de um criminoso vulgar, agressor contumaz de mulheres e, pasmem, dado a insultos racistas. Quem diria!

O crime, abominável sob todos os aspectos, repercutiu até na ONU, onde a dona Michelle Bachelet, ex-presidente e responsável direta pela derrocada chilena e hoje assentada no alto comissariado para direitos humanos, apressou-se a declarar que o Brasil é um pais racista e precisa reconhecer-se como tal. Chegou a pedir uma investigação “independente” sobre a morte que a TV mostrou do inicio ao fim. Ela quer um “VAR” internacional sobre o pênalti no Carrefour.

Os fatos são conhecidos e indubitáveis, porque foram vistos à exaustão. Em sequência, um desentendimento entre Alberto e a funcionária, o chamado da segurança, a condução pacífica do cliente até o estacionamento, o soco do Alberto em um dos seguranças e a reação aloprada, desnecessária, estúpida e abjeta, que levou à morte do homem. Ponto. Nenhum insulto racista, nenhuma palavra, nenhum gesto atinente a um eventual racismo foi registrado ou testemunhado. Apesar disso, sendo o dia seguinte, 20 de Novembro, o dia da “Consciência Negra”, era fatal que a ocorrência fosse transformada em lastro para que da academia, dos jornalistas, dos políticos oportunistas e das celebridades vezeiras na telinha, emergisse o tal racismo “estrutural” no Brasil.

Por negar essa versão midiática, o Vice-Presidente Hamilton Mourão quase foi linchado nos telejornais. Ora, sabemos todos que o racismo no Brasil não resiste a um bom contrato num time de futebol, um hit na parada musical, uma personagem na novela, um bom emprego público, uma profissão bem remunerada, uma empresa de sucesso, enfim, todo ele se dobra à alta conta bancária e ao cartão platinum – o nosso “apartheid” é socioeconômico.

Interessante notar que quando um trabalhador negro, motorista de Uber, é assaltado e humilhado por homens negros, o racismo “estrutural” sai correndo pra gaveta do professor de história. Quando um policial negro é assassinado por traficantes negros, o racismo “estrutural” some da goela demagógica do político oportunista.

É de se perguntar por que a insistência de certos setores em lacrar o racismo “estrutural”. A resposta é simples, quase óbvia. Sendo estrutural, somente transformações estruturais na sociedade o removerão. Adivinhe quem está a postos para realizar essa revolução. Ela mesma, a esquerda “humanista”, que não consegue sequer reconhecer seus milhões de cadáveres e os fracassos históricos de todas as experiências em que se meteu desde que saiu dos livros.

O que está por trás de tudo isso é que, existindo racistas – lamentavelmente eles existem, existindo homofóbicos – eles também existem, existindo machistas – eles existem aos montes, existindo quaisquer “istas” indignos, deles se aproveitará a esquerda globalista para, generalizando a perversão de cada um, dirigir as massas contra a moral, princípios e valores conservadores que nos trouxeram até o século XXI no Ocidente. 

Atentemos. Os branquelos mascarados que incendiaram o supermercado em São Paulo não se importam com o porto-alegrense Alberto. A trama que regeu a mídia nos últimos dias, colocando o Brasil como um país racista perante o mundo, é a mesma que não deu uma palavra sequer quando a mãe lésbica e a companheira, que antes o haviam castrado, mataram e esquartejaram o menino acreano Rhuan, de apenas nove anos de idade em junho do ano passado, porque o garoto não queria ser menina. 

Defensora da pauta LGBT…Z, a mídia e a esquerda nela incrustada logo cuidou de defendê-la de uma generalização. Artistas, intelectuais, jornalistas, sociólogos, filósofos, e mais um tanto de especialistas de bancada de TV, sumiram para só aparecerem na próxima pauta favorável a seus interesses. Resultado: o crime só foi julgado, coincidentemente, nesta quarta-feira, no DF, quase 18 meses depois.

O que muitos não percebem é o alcance que isto pode ter em nosso meio. Palavras fazem sentido, tem força e movem pessoas, multidões, especialmente os jovens. Insuflados pela mídia, principalmente, movimentos e líderes perversos podem ser ativados e causarem danos extraordinários à sociedade. Duvidam? Olhem para a primeira metade do século XX na Europa.

A propósito, repercutem desde o dia 21/11, as declarações de Mamadou Ba, um luso-senegalês, conhecido militante anti-racista, que em uma videoconferência com ativistas brasileiras (não deixe de ver AQUI ao tempo 1:20:00 da conversa), diz textualmente que É PRECISO MATAR O HOMEM BRANCO – assassino, colonial e racista. 

Hein? Peraí, Sr. Mamadou. Quem diz qual é o homem branco que deve morrer? Seria, por acaso, seu tribunal progressista? Por quais critérios? Em que limites? Não há muito subjetivismo aí na sua tipificação criminal? Quem disse que o homem branco, mesmo este a que se refere, detestável, desprezível, está à frente do latrocida, do infanticida, do matricida ou do estuprador na fila da morte?

Não, Sr. Mamadou, o Sr. não tem o direito de acusar, julgar e condenar, amparado em sua  ideologia malsã, quem deve ou não sobreviver à vingança racial, seja histórica ou atual. O Sr. não tem o direito de matar nenhuma branquitude, tanto quanto não há porque matar nenhuma negritude. Creia, Wole Soyinka não calará Luís de Camões.


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no ac24horas

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Acre

Desocupação cresce no Acre e alcança mais de 17% da população

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Foto: Secom-AC

A taxa de desocupação cresceu em 10 unidades da federação. Uma delas é o Acre.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo IBGE, o estado teve o quarto maior crescimento da taxa de pessoas desocupadas em comparação ao segundo trimestre do ano. O Acre saltou de 14,2% para 17,1% nos meses de julho, agosto e setembro.

As maiores taxas de crescimento foram nos estados da Paraíba, Pernambuco e Amapá.

Outro dado apresentado pela pesquisa é o de pessoas que trabalham por conta própria. Neste quesito, a liderança é do Amapá, com um percentual de 35,8%. O Acre ficou na 11ª posição entre todos os estados, com 29,2%, bem acima da média nacional que é de 26,4%.

Entre as pessoas que trabalham com carteira assinada, o Acre possui um dos piores índices nacionais, ficando à frente de apenas 8 estados e tendo o segundo pior número na Região Norte. No terceiro trimestre de 2020, apenas 63,3% de quem está ocupado, tem a carteira de trabalho assinada. A média nacional é de 76,5% e o melhor índice é em Santa Catarina com 90,5%.

Um outro índice preocupante é a taxa de informalidade no Acre. De acordo com o IBGE, o número chega a 46% da população economicamente ativa nos meses de julho, agosto e setembro. A média nacional é de 38,4%. A informalidade representa a garantia de menos direitos trabalhistas e pode comprometer a aposentadoria se o trabalhar informal não apostar em um plano de previdência ou não continuar a contribuir com o INSS.

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Cotidiano

Dirigida a servidores, oficina compatibiliza dinheiro em meio à crise da Covid-19 no Acre

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O Governo do Acre apoia a realização da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira realizando a oficina “É possível ficar de boas com seu dinheiro em meio a essa crise?”.

O evento será em formato online no dia 1º de dezembro. As inscrições podem ser feitas pelo link rb.gy/zvqaew. A Semana é promovida pelo Governo Federal por meio dos membros do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Esta edição tem como tema “Resiliência financeira: como atravessar a crise?”.

Com a Covid-19, muitas pessoas tiveram suas vidas afetadas não só pela doença, mas também financeiramente, por isso, curso é direcionado aos servidores públicos e a plataforma possui apenas 100 vagas disponíveis. Neste momento de crise, o planejamento das finanças familiares deve ser um assunto que alcance do servidor, pois estando bem informado poderá tomar as melhores decisões financeiras.

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Bombando

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