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Petecão recebe troco por ter apoiado Márcio para o senado; Bittar apoia candidatura do Mato Grosso

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O senador Sérgio Petecão (PSD) comentou ontem, em tom irônico com a coluna de que, durante a campanha para o Senado era paparicado pelo Márcio Bittar (MDB), e seguido por onde andava no Estado, e por quem era chamado de “meu padrinho” e de responsável pela sua eleição. Pois bem, Bittar elegeu-se senador e assim que o Petecão lançou o seu nome para disputar a presidência do Senado, o “afilhado” foi dar apoio a uma candidata da região de Mato Grosso do Sul. Petecão (foto) diz que continua na disputa, mas ressalva: “coloque ai que sou o padrinho que foi abandonado pelo afilhado em plena batalha”. Sem o apoio do senador Sérgio Petecão (PSD), tenho sérias dúvidas de que o Márcio Bittar (MDB) conseguiria se eleger a senador. Mesmo porque antes do Petecão entrar de cabeça na sua campanha era o terceiro colocado em todas as pesquisas de opinião pública. O segundo melhor colocado era o Jorge Viana.

TEM MAIS É QUE TIRAR SARRO

Secretários posam com figuras de proa do PT em uma reunião de trabalho, mandam para as redes sociais e ainda não querem que, um ex-secretário do governo passado tire sarro de que falta gente competente na aliança que ganhou o governo, para ocupar cargo de confiança?

SOBRA PARA O GOVERNADOR

O internauta que vê a foto e as figuras que cercam os secretários, não tem a obrigação de saber que cumprem Portarias, e estão nos cargos enquanto não chegam as nomeações oficiais. E toma pancada no couro do Gladson, por causa dos egos inflados dos afoitos secretários.

DESMENTINDO E CONFIRMANDO

A Nota do PSL, desmentindo uma notícia do ac24horas que o PSL e o Márcio Bittar (MDB) estão unidos brigando pelos cargos federais no Acre é um primor de contradição. Na própria nota dizem que não é isso e, confirmam ser direito do PSL postular os cargos. Ora, pois!

QUAL É O PROBLEMA

Qual é o problema do PSL e o Márcio Bittar (MDB) brigarem pela ocupação de cargos federais, no Acre, aliás, pleito legítimo? No jogo político, não tem vestal em nenhum partido, nem no PSL.

MALDADE SEM TAMANHO

Foi uma maldade sem tamanho o que o governo passado fez com o pessoal do Pró-Saúde. Fizeram um concurso, venderam para os concursados como algo legal; não era, a justiça mandou demitir, os servidores acabaram ludibriados e até hoje estão sem receber os salários.

TORRE DE BABEL

Numa conversa ontem com políticos experientes o mote foi os primeiros dias do governo Gladson Cameli. E todos unânimes de que muito da confusão política que está acontecendo é pela falta de um coordenador exclusivo, isento, respeitado pelos partidos da coligação.

DESABANDO NO COLO

Sem um coordenador político no governo que não tenha interesses partidários o meio de campo continuará embolado e o vendaval de críticas dos aliados desabando no colo do Cameli.

FESTIVAL DE CONSULTORIAS

Na auditoria que está sendo feita na prefeitura de Senador Guiomard pelo novo prefeito, já se descobriu que o órgão era o paraíso das consultorias. Consultoria fajuta é uma forma de jogar dinheiro público no ralo.

NÃO CONSEGUIRAM COLAR

No Acre foi um dos poucos lugares em que os nomes do PSL não conseguiram colar as suas candidaturas na imagem populista na crista da onda do Jair Bolsonaro. O candidato a governador Ulisses Araújo teve uma votação sofrível e não conseguiram eleger um deputado.

QUEM NÃO APARECE, DESAPARECE

Claro que, nas visitas que a deputada federal Marfisa Galvão (PSD) fez aos municípios neste curto mandato, se encerra dia 31 deste mês, não resolveu nada. Mas serviu para mostrar que se fosse deputada não seria omissa e para fixar a sua imagem de olho na eleição de 2022.

MUITO CEDO PARA DISPUTAS

É natural que comecem a surgir alguns nomes para a disputa da prefeitura da capital no próximo ano, principalmente, entre os aliados do novo governo. Se um candidato à PMRB do grupo político no poder será competitivo ou não, é preciso saber como estará a popularidade do governador. Se estiver bem vai acontecer uma briga de foice para ser o candidato à PMRB.

NÃO PODE FICAR DE FORA

Ontem, fui deixar meu filho para atender no consultório do Posto de Saúde do São Francisco e passei por algumas ruas do bairro Vitória. As que eu percorri, todas em estado lastimável. É um trajeto que não pode ficar de fora do cronograma de verão da prefeita Socorro Neri.

NÃO É O MAGO MERLIN

Os governos dos últimos 20 anos prometeram deixar a saúde nos eixos e não deixaram. Tiveram alguns avanços pontuais, mas fracassaram no macro. Bato sempre na tecla que o problema da saúde é de gestão. Por ser a pasta mais complexa do Estado é natural que se dê o mínimo de um ano para mostrar avanços. Até lá há que se dar um crédito de confiança ao secretário Alysson. Se depois do prazo não emplacar, troca o homem.

GUARDADAS AS PROPORÇÕES

Guardadas as devidas proporções devido ao tamanho, mas na prefeitura de Rio Branco a secretaria municipal de Saúde funciona sem muitas queixas. Acaba de convocar mais 15 médicos. É que não há desperdício. E nem compras de remédios superfaturadas. E dentro de um orçamento apertado. Um exemplo a ser seguido no Estado. É pôr o dedo no sangradouro.

DERRUBA QUALQUER GESTOR

Um fato que derruba qualquer gestor na Saúde e faltar médicos e demora no atendimento.

MISSÃO DIFÍCIL

Não sei se repetirá a atuação que teve o deputado eleito Roberto Duarte (MDB), como vereador de Rio Branco, mas seu suplente João Marcos (MDB) é bem articulado. Não será uma missão fácil substituir o Roberto no quesito combatividade na oposição.

TREM RECOLHIDO

Depois da série de brigas políticas, o prefeito Mazinho Serafim parece que se aquietou. Foi o melhor que fez,
sentiu que não teria apoio nem do seu partido na querela com o governador.

AINDA ESTÁ PARA COMEÇAR

O cabo-de-guerra entre os aliados do governador Gladson Cameli ainda está para começar. Briga para valer será a partir de fevereiro quando vão começar as nomeações do segundo escalão. Nestas nomeações é que de fato se saberá se petistas ou não serão nomeados.

SEM PRIORIDADE

A maior prioridade da equipe econômica do governo é pagar os servidores até o final do mês.

PRAZO DE VALIDADE

As críticas ao governo que saiu têm prazo de validade até momento em que os novos gestores completarem 100 dias no poder. A partir daí terão que começar a mostrar que são diferentes. Não terá mais justificativa ficar culpando a administração passada e continuar a mesmice.

NÃO SÃO MAIS OPOSIÇÃO

O que os novos gestores do Estado têm que começar a colocar nas suas cabeças é de que agora não são mais oposição. Oposição é o PT, que perdeu a eleição. E, como situação os vencedores terão contas a prestar á população e serão cobrados por promessas de campanha.

AVALIE SE A CANETA ESTIVESSE CHEIA!

O vice-governador Major Rocha reclamou que a sua caneta “está sem tinta”. Lembra um leitor que, mesmo com a caneta seca, Rocha foi o responsável pela nomeação do secretário de Agricultura, pelo diretor da Cultura e dos postos existentes no sistema de segurança pública.

ATENDIDOS NOS PLEITOS SALARIAIS

Os defensores Públicos foram atendidos no governo passado nos seus pleitos salariais. Não pode então haver justificativa para que não se lotem mais Defensores em Cruzeiro do Sul, onde somente 5 fichas são liberadas no dia, o que gera um péssimo atendimento á população.

NÃO PODE FICAR NO FAZ DE CONTA

Este problema de Cruzeiro do Sul, a permanecer será um tema para críticas ácidas dos deputados da região. Alguém tem de resolver isso. Não pode ficar na base do faz de conta.

NÃO TEM ALTERNATIVA

Não há alternativa jurídica para o governo pagar a mídia nestes primeiros três meses que não seja pela Companhia de Selva, porque a empresa detém a conta da comunicação até o fim de março. Não haveria tempo hábil para nenhum pagamento, porque nem licitação foi aberta.

CARGOS FEDERAIS

Ao contrário do que muita gente pensa os dirigentes dos cargos federais com representação no Estado recebem salários que podem ser considerados baixos pela importância da função exercida. Por isso, não deve ser travada uma guerra que envolva senadores e deputados federais, que possuem a moeda de troca mais valiosa para qualquer presidente, votos para ajudar aprovar projetos importantes que estarão na pauta, como o da Reforma da Previdência. Os cargos estaduais são mais atrativos, quando se trata da questão de salários. E isso pesa.

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Blog do Crica

Minoru, queima da bíblia e fogo amigo

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Tomou conta das redes sociais vídeos procurando queimar a imagem do ex-Reitor da UFAC, Minoru Kinpara. Um dos vídeos mostra uma festa de Rock na Universidade Federal do Acre em que estudantes estão queimando uma Bíblia. E no outro a Mara Rocha, então apresentadora da TV-GAZETA, anunciando o ato acontecido na UFAC. Os vídeos destacam que tudo aconteceu quando Minoru era Reitor e numa forma clara de mostrá-lo perante o eleitorado cristão de que, como autoridade maior da UFAC na época, não se posicionou sobre o ato. A intenção deste fogo amigo é claro: querendo passar para a opinião pública ser ele ateu. A divulgação é atribuída a um dos candidatos a prefeito do bloco aliado, que apareceu mal na última pesquisa sobre a eleição municipal de Rio Branco. E o Minoru, nem se filiou! Prepare o lombo que ainda vem muita lambada de cipó de fogo a caminho. O sistema é bruto.

VEM DA BASE GOVERNISTA

Os ataques de queimação contra o Minoru Kinpara não partem de nenhum segmento da esquerda, seja do PT ou PCdoB, mas foram montados e divulgados nas redes sociais por membros de partidos aliados do governo e contrários à candidatura do Minoru a PMRB.

REAÇÕES FORTES

Os vídeos são só aperitivos do que está a caminho contra a candidatura do professor Minoru Kinpara e vindo de partidos com interesses em candidaturas próprias à prefeitura da capital.

FAÇA-SE A LUZ

A prefeita Socorro Neri vai executar num convênio com a Energisa a iluminação da estrada do aeroporto, parques e de algumas ruas da capital. Isso se chama comer problema pela beirada.

ÚNICO A FAVOR

O deputado federal Alan Rick (DEM) é o único da bancada federal acreana na Câmara Federal a favor do decreto de armas do presidente Jair Bolsonaro. Os demais foram contra ou ficaram no muro sobre a matéria. O Alan tem se sido firme a favor das pautas de campanha do Bolsonaro.

MUITO FIRME

Fui ontem ao Palácio Rio Branco tomar um café a convite do governador Gladson, onde passou a despachar. O encontrei muito tranqüilo e firme na sua decisão de não mais aceitar pressão política. Chegou à conclusão de que, ou adota esta postura ou seu governo será de intrigas.

UMA PROVA DE CONFIRMAÇÃO

Uma prova de confirmação de que tudo o que publiquei no BLOG DO CRICA foi dito por ele. Ou não me chamaria para tomar café no seu gabinete no dia seguinte. Óbvio ululante, diria Stanilau Ponte Preta. E segue o jogo político. Se no seu programa na rádio quis pincelar um tom mais ameno é outra história. Não é surpresa para quem tem décadas na política.

NÃO MEXE NA AGRICULTURA

Gladson Cameli voltou a repetir ontem o que disse ao BLOG DO CRICA, no domingo: “não vou demitir o secretário de Agricultura, Paulo Wadt, para agradar a deputada federal Mara Rocha”. Se vir a aceitar a pressão e com isso ser desmoralizado no que prometeu, problema dele e não do BLOG. Em política até boi voa, por isso não duvido de nada. A coluna só registra fatos.

TIÃO BOCALOM

O governador revelou um fato interessante durante a conversa de ontem pela manhã. De que o ex-prefeito Tião Bocalom só ainda não está no seu governo porque não quer. Abriu as portas da EMATER. Mas a história tem outros capítulos: é só ler a Nota do Bocalom nesta coluna.

NÃO É PRECISO DESENHAR

Não obriguei ninguém me dar entrevista e nem coloquei a faca no pescoço de ninguém para falar. O que publiquei na primeira conversa que tive com o Gladson Cameli no domingo foi ele ter dito que, já que o PSDB diz que a Segurança não é da cota dos tucanos, ele então passaria a cota para o seu gabinete. Não é preciso desenhar. Ou é?

NÃO ACONTECIA COM O JV

Acompanhei o governo do Jorge Viana, o mais político entre os governantes petistas. Sabia exercer o poder. Os aliados da FPA tinham espaço na sua administração. Mas nenhum deles ousava lhe colocar contra a parede com pressão para tirar este ou aquele secretário. Cortava o papagaio na subida. Assim que tem de ser: parceria sim, mas quem manda é o governador.

PERDE A AUTORIDADE

Quando um governador fica refém uma vez de um político a porteira ficará aberta para que outros políticos pratiquem o mesmo tipo de pressão. E adeus governabilidade. Não sei se o Gladson vai cumprir a promessa de reagir às pressões. Se ele reagir decola, se não embica.

PROMESSA CUMPRIDA

Enquanto alguns estão se lançando candidatos ao Senado, a senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS) vai avançando em novas conquistas. É da sua lavra a iniciativa para a construção do Colégio Militar de Senador Guiomard, cujas obras estão em execução.

TUCANOS NÃO QUEREM BRIGA

O presidente do PSDB, Correinha, disse ontem ao BLOG DO CRICA que sentou com o governador Gladson e saiu com a certeza de que algumas situações de pendências serão resolvidas e o partido continuará afinado com o governo. E que buscar espaços é da política.

TUCANO DO BICO LARGO

Traduzindo para o popular, o que disse o presidente do PSDB: além de todo sistema de Segurança, Fundação Cultural, os tucanos têm bico largo, querem mais cargos no governo.

NÃO ENTENDO O ROCHA

Sempre sou muito sincero. Até com amigos de longas datas como o vice-governador Major Rocha. Todos os cargos da Segurança foram de sua indicação, e diz que não nomeou ninguém?

DECISÃO DE GOVERNO

O tucano Correinha não quis comentar a exigência da deputada federal Mara Rocha (PSDB) de que, ou o Gladson demite o secretário de Agricultura, Paulo Wadt, ou ela sairá da base do governo. “Nomear ou demitir é da alçada do governador”, esquivou-se na resposta.

CONTINUA O MISTÉRIO

Ninguém consegue decifrar o mistério sobre quem trouxe esta empresa Murano ao Acre, que continua papando tudo que é de obras no Estado, pegando caronas em outras licitações de fora. Alguém tem de ser o padrinho desta empresa, não cairia no Acre sem mão no ombro.

SEM POLITICAGEM

O Edvaldo Magalhães é um dos deputados que mais tenho respeito pela sua inteligência e ser um bom parlamentar. Mas é politicagem convocar o secretário de Agricultura, Paulo Wadt, para ser ouvido na ALEAC em cima de ilações de adversários. Há coisas mais importantes.

ABRE-ALAS

O assessor pessoal do governador, Ricardo França, é uma espécie de pajem, de abre-alas da misteriosa e muda secretária de Saúde, Mônica Feres. No mínimo foi uma indicação sua. É quem fica lhe comboiando para cima e para baixo. Mas sem responder: para que veio?

BOCALOM ABRE O JOGO

Sobre declaração do governador Gladson Cameli na coluna, o ex-prefeito Tião Bocalom se posicionou em Nota: “Meu caro, Luis! Em novembro do ano passado recebi do governador Gladson, em seu gabinete de Senador, o convite para lhe ajudar no governo na área do agronegócio. Eu lhe respondi: Governador, eu quero ajudar o nosso Estado, e fazendo um bom trabalho vou lhe ajudar muito! O tempo passou e não me chamaram para nada e, no início de Abril, tive uma nova conversa com o governador em seu gabinete. Novamente me convidou para participar, sem falar o cargo. Pediu para eu falar com o Paulo Wadt (secretário de Agricultura). Liguei para o Paulo para tentar marcar uma conversa com ele, para definirmos onde e como seria o meu trabalho. Infelizmente, o Paulo ao atender o telefonema, disse que já havia falado com o governador e já veio com a proposta de assumir a EMATER. Eu disse a ele, ok, mas assim não, Paulo! Você é meu amigo pessoal de tantos anos e precisamos sentar para conversamos sobre trabalho. Ele disse que estava sem tempo, ao que eu lhe disse: então eu não quero, porque não estou atrás de cargo, eu estou querendo ajudar o governo para dar resultados e, sem uma conversa contigo para definirmos nosso trabalho, não aceitarei. Ao mesmo tempo eu pensei: o Governador que é o Governador sentou comigo para conversar. Desligamos o telefone e tudo ficou com dantes. ..Eu jamais aceitaria um cargo para ter status e receber um salário. Para falar em dinheiro, há mais de 4 anos, quando tirei do Estado a minha Rainha (esposa) para tratar de sua saúde, os meus rendimentos mensais somados ao dela, não pagam metade das minhas atuais despesas, e além de minha família, estou me desfazendo de meu pouco capital que me resta. Veja ai, Luis, que se eu estivesse pensando apenas no dinheiro, sem me importar com resultados, já estaria lá dentro do governo. O Governo do Gladson precisa dar certo, porque eu não aguentaria mais 18 anos lutando contra o PT. Forte abraço”.

NUNCA FAÇO ISSO

Não costumo nunca quebrar o perfil da coluna de notas curtas. Mas como se trata de um dos políticos mais sérios do Acre, e como era uma explicação necessária, publico na íntegra.

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Blog do Crica

Mazinho Serafim: “o MDB nunca entrou no governo”

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O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, ligou ontem para colocar mais gasolina na fogueira política e dizer ao BLOG DO CRICA de que, o governador Gladson Cameli se engana quando fala que o MDB tem cargos no governo. “As secretárias Eliane Sinhasique e Maria Alice não representam o MDB. São escolhas pessoais do governador. O MDB nunca se reuniu para discutir a indicação de qualquer secretário. E os que estão em outros cargos de confiança e são do MDB, também não foram escolhidos por decisão partidária. O MDB não pode sair de um governo no qual nunca entrou”, pontuou Serafim. Aproveitou para rebater o vice-governador Major Rocha que costuma citar a irmã Mara Rocha como a mais votada deputada federal para justificar a ocupação de espaços na administração. “Isso só vale para ela? Não vale para minha mulher Meire Serafim, que foi a deputada estadual mais votada do Acre na última eleição e não indicou um vigia”? Indagou o prefeito com uma dose de ironia. Para Mazinho, caso o Gladson queira o apoio integral do MDB tem que sentar com os seus dirigentes para discutir uma aliança com a participação na gestão. “Sem isso, o MDSB não tem compromisso de lhe dar apoio na Assembléia Legislativa”, avisou. E assim continuará sem compromisso na ALEAC.

O BURACO É MAIS EMBAIXO

O Jorge Viana é a maior liderança do PT e uma das maiores do Acre. Não se discute este perfil. Mas o seu prestígio político não está mais no ápice. Tivesse, ele teria atropelado todos os percalços da última eleição e seria eleito senador. Não acredito, pois, que vá entrar numa eleição arriscada para prefeito, a rejeição ao seu partido ainda é muito grande na capital.

PROBLEMA PARA O FUTURO

Jorge Viana é um dos políticos acreanos mais sagazes que conheço. Sabe que se perder uma eleição para prefeito de Rio Branco queimará seu filme para uma disputa do Senado em 2022.

A POLÍTICA É DINÂMICA

Nos dois primeiros anos do seu mandato o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, aparecia nas pesquisas como o “pior prefeito do Acre”. Virou o jogo e é hoje uma das administrações municipais em maior ascensão popular. A política é algo dinâmico.

UMA NOVA CARA

Ilderlei virou o jogo. Reconhecido até pelos adversários. Neste verão já vai com mais de 15 kms entre pavimentação e recapeamento, alcançando 25 ruas. Seu projeto é continuar trabalhando mesmo no inverno e chegar ao fim do ano com pelo menos 100 kms de vias pavimentadas.

AVANÇOS IMPORTANTES

A gestão do prefeito Ilderlei tem avanços importantes. Na Saúde, pulou de 100 mil exames para 220 mil exames por ano. Os pacientes da hemodiálise são buscados e deixados em casa por Van da prefeitura. Registre-se: muito se deve à secretária Ildecleide Cordeiro, que arrumou a casa administrativamente, deixando o prefeito liberado para comandar as ações.

HORA DE ESMURRAR

Chegou a hora do governador Gladson esmurrar a mesa e, dizer que, quem governa é ele. Caso fique a aceitar pressões para colocar ou tirar este ou aquele secretário passará à opinião pública uma imagem de um gestor fraco e ficará na sua administração refém de políticos. A hora é essa. O poder é para ser exercido na plenitude. O governador precisa entender isso.

CONCILIADOR, ATÉ CERTO PONTO!

É natural que os políticos que estiveram ao seu lado na campanha tenham espaço no seu governo. A questão é que alguns têm muitos cargos, outros poucos ou nenhum. Definido este espaço tem de usar a autoridade. O CPF em jogo é o seu, o futuro político em jogo é o seu. Nada justifica um partido tem espaços no governo e não dar a contrapartida. A caneta é sua.

ACOMPANHANDO TUDO

Com o advento das redes sociais a população acompanha todos os passos do seu governo.

COLOCAÇÃO INFELIZ

O deputado Luiz Tchê (PDT) foi infeliz ao afirmar que na liderança do governo tem que se comportar como uma “mãe” que dá comida (cargos) para os filhos (no caso os deputados da base do governo), e depois se sobrar cargos dá para o PDT. Esta é a nossa política, ora, pois!

NÃO TEM O PERFIL

Com todo respeito ao secretário Alysson Bestene, mas ele não tem perfil para ser o articulador político do governo. Quem tem este perfil, mas não quer a função, é o deputado José Bestene.

SEMPRE NA DELE

Um político que não dá problema para o governador Gladson Cameli é o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), quando assume a sua vaga, e na condução dos trabalhos na ALEAC.

QUAL A RAZÃO?

Por qual razão a Hospital Regional do Juruá está funcionando a contento e o HUERB, não?

FORA DA ARTICULAÇÃO

O vice-governador Major Rocha não quer participar da articulação política do governo e acha que o escolhido tem que antes de tudo ter poder de resolver problemas ou fracassará.

NÃO PODE ACONTECER

Cirurgias ortopédicas foram marcadas, anunciadas à imprensa pela direção da Fundação Hospitalar, os pacientes foram preparados e o anestesista escalado não compareceu. Por isso que as coisas não funcionam na Saúde. Só falta não aplicar uma punição séria ao profissional.

EM PLENA CAMPANHA

O professor Minoru Kinpara fez no fim de semana um verdadeiro comício numa FM da cidade, como se estivesse no horário eleitoral. Não demora e espalhará cartazes seus pela cidade pedindo votos para prefeito. E estará na esquina fazendo bandeiraço.

MANTER A PALAVRA

O governador Gladson Cameli ficou sem saída depois que anunciou que não demitirá o secretário de Agricultura, Paulo Wadt, porque se voltar atrás ninguém acreditará mais no que prometer daqui em diante. Na política, a palavra empenhada tem que ser mantida a todo custo.

TRABALHAR PARA O PT

Até aqui já foram anunciados como candidatos a senadores Jéssica Sales (MDB), Mara Rocha (PSDB), Ilderley Cordeiro (Progressistas) e ainda tem como candidata nata a senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS). Ou se entendem em uma candidatura única ou o JV papa a vaga.

É PARA ACHAR GRAÇA

Depois de anunciado que a licitação da nova ponte sobre o Rio Acre, ligando Epitaciolândia à Brasiléia, seria aberta, apareceram alguns políticos com a cara mais dura da vida, reivindicando a obra. Mente quem disser o contrário, a ponte é conquista exclusiva do governo do Gladson.

TIRANDO A BURCA

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) apresentou requerimento convidando a secretária de Saúde, Mônica Feres, que desde que assumiu vestiu uma burca e não deu um pio sobre seus planos para o setor, para ser inquirida na Comissão de Saúde da ALEAC. Que seja aprovado.

PRESTÍGIO EM ALTA

Pelo que se tem lido na mídia nacional, aonde chega o Ministro da Justiça Sérgio Moro, é ovacionado. Quem esperava que, ele sendo levado ao Senado para ser questionado acabaria com a sua imagem, quebrou a cara. Sua ação na Lava Jato tem um amplo apoio da população.

FLAVIANO MELO NA BERLINDA

O presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo, está na berlinda com as cobranças do governador Gladson Cameli de que não aceita mais o MDB ter secretarias, cargos de confiança, e não dar cem por cento de reciprocidade na Assembléia Legislativa. O MDB só quer o bônus.

SEMPRE NA DELE

O senador Sérgio Petecão (PSD) é que está certo em ficar longe do tiroteio político, não exercendo nenhuma pressão sobre o governador brigando por cargos. E teria moral para isso, afinal, ele foi o mais votado da última eleição. Simplesmente não perturba por mais espaço.

VOTOU AO NORMAL

O Atlético Acreano voltou ao normal. Foi goleado por 4 a 0 pelo lanterna Luverdense.

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