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Petecão recebe troco por ter apoiado Márcio para o senado; Bittar apoia candidatura do Mato Grosso

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O senador Sérgio Petecão (PSD) comentou ontem, em tom irônico com a coluna de que, durante a campanha para o Senado era paparicado pelo Márcio Bittar (MDB), e seguido por onde andava no Estado, e por quem era chamado de “meu padrinho” e de responsável pela sua eleição. Pois bem, Bittar elegeu-se senador e assim que o Petecão lançou o seu nome para disputar a presidência do Senado, o “afilhado” foi dar apoio a uma candidata da região de Mato Grosso do Sul. Petecão (foto) diz que continua na disputa, mas ressalva: “coloque ai que sou o padrinho que foi abandonado pelo afilhado em plena batalha”. Sem o apoio do senador Sérgio Petecão (PSD), tenho sérias dúvidas de que o Márcio Bittar (MDB) conseguiria se eleger a senador. Mesmo porque antes do Petecão entrar de cabeça na sua campanha era o terceiro colocado em todas as pesquisas de opinião pública. O segundo melhor colocado era o Jorge Viana.

TEM MAIS É QUE TIRAR SARRO

Secretários posam com figuras de proa do PT em uma reunião de trabalho, mandam para as redes sociais e ainda não querem que, um ex-secretário do governo passado tire sarro de que falta gente competente na aliança que ganhou o governo, para ocupar cargo de confiança?

SOBRA PARA O GOVERNADOR

O internauta que vê a foto e as figuras que cercam os secretários, não tem a obrigação de saber que cumprem Portarias, e estão nos cargos enquanto não chegam as nomeações oficiais. E toma pancada no couro do Gladson, por causa dos egos inflados dos afoitos secretários.

DESMENTINDO E CONFIRMANDO

A Nota do PSL, desmentindo uma notícia do ac24horas que o PSL e o Márcio Bittar (MDB) estão unidos brigando pelos cargos federais no Acre é um primor de contradição. Na própria nota dizem que não é isso e, confirmam ser direito do PSL postular os cargos. Ora, pois!

QUAL É O PROBLEMA

Qual é o problema do PSL e o Márcio Bittar (MDB) brigarem pela ocupação de cargos federais, no Acre, aliás, pleito legítimo? No jogo político, não tem vestal em nenhum partido, nem no PSL.

MALDADE SEM TAMANHO

Foi uma maldade sem tamanho o que o governo passado fez com o pessoal do Pró-Saúde. Fizeram um concurso, venderam para os concursados como algo legal; não era, a justiça mandou demitir, os servidores acabaram ludibriados e até hoje estão sem receber os salários.

TORRE DE BABEL

Numa conversa ontem com políticos experientes o mote foi os primeiros dias do governo Gladson Cameli. E todos unânimes de que muito da confusão política que está acontecendo é pela falta de um coordenador exclusivo, isento, respeitado pelos partidos da coligação.

DESABANDO NO COLO

Sem um coordenador político no governo que não tenha interesses partidários o meio de campo continuará embolado e o vendaval de críticas dos aliados desabando no colo do Cameli.

FESTIVAL DE CONSULTORIAS

Na auditoria que está sendo feita na prefeitura de Senador Guiomard pelo novo prefeito, já se descobriu que o órgão era o paraíso das consultorias. Consultoria fajuta é uma forma de jogar dinheiro público no ralo.

NÃO CONSEGUIRAM COLAR

No Acre foi um dos poucos lugares em que os nomes do PSL não conseguiram colar as suas candidaturas na imagem populista na crista da onda do Jair Bolsonaro. O candidato a governador Ulisses Araújo teve uma votação sofrível e não conseguiram eleger um deputado.

QUEM NÃO APARECE, DESAPARECE

Claro que, nas visitas que a deputada federal Marfisa Galvão (PSD) fez aos municípios neste curto mandato, se encerra dia 31 deste mês, não resolveu nada. Mas serviu para mostrar que se fosse deputada não seria omissa e para fixar a sua imagem de olho na eleição de 2022.

MUITO CEDO PARA DISPUTAS

É natural que comecem a surgir alguns nomes para a disputa da prefeitura da capital no próximo ano, principalmente, entre os aliados do novo governo. Se um candidato à PMRB do grupo político no poder será competitivo ou não, é preciso saber como estará a popularidade do governador. Se estiver bem vai acontecer uma briga de foice para ser o candidato à PMRB.

NÃO PODE FICAR DE FORA

Ontem, fui deixar meu filho para atender no consultório do Posto de Saúde do São Francisco e passei por algumas ruas do bairro Vitória. As que eu percorri, todas em estado lastimável. É um trajeto que não pode ficar de fora do cronograma de verão da prefeita Socorro Neri.

NÃO É O MAGO MERLIN

Os governos dos últimos 20 anos prometeram deixar a saúde nos eixos e não deixaram. Tiveram alguns avanços pontuais, mas fracassaram no macro. Bato sempre na tecla que o problema da saúde é de gestão. Por ser a pasta mais complexa do Estado é natural que se dê o mínimo de um ano para mostrar avanços. Até lá há que se dar um crédito de confiança ao secretário Alysson. Se depois do prazo não emplacar, troca o homem.

GUARDADAS AS PROPORÇÕES

Guardadas as devidas proporções devido ao tamanho, mas na prefeitura de Rio Branco a secretaria municipal de Saúde funciona sem muitas queixas. Acaba de convocar mais 15 médicos. É que não há desperdício. E nem compras de remédios superfaturadas. E dentro de um orçamento apertado. Um exemplo a ser seguido no Estado. É pôr o dedo no sangradouro.

DERRUBA QUALQUER GESTOR

Um fato que derruba qualquer gestor na Saúde e faltar médicos e demora no atendimento.

MISSÃO DIFÍCIL

Não sei se repetirá a atuação que teve o deputado eleito Roberto Duarte (MDB), como vereador de Rio Branco, mas seu suplente João Marcos (MDB) é bem articulado. Não será uma missão fácil substituir o Roberto no quesito combatividade na oposição.

TREM RECOLHIDO

Depois da série de brigas políticas, o prefeito Mazinho Serafim parece que se aquietou. Foi o melhor que fez,
sentiu que não teria apoio nem do seu partido na querela com o governador.

AINDA ESTÁ PARA COMEÇAR

O cabo-de-guerra entre os aliados do governador Gladson Cameli ainda está para começar. Briga para valer será a partir de fevereiro quando vão começar as nomeações do segundo escalão. Nestas nomeações é que de fato se saberá se petistas ou não serão nomeados.

SEM PRIORIDADE

A maior prioridade da equipe econômica do governo é pagar os servidores até o final do mês.

PRAZO DE VALIDADE

As críticas ao governo que saiu têm prazo de validade até momento em que os novos gestores completarem 100 dias no poder. A partir daí terão que começar a mostrar que são diferentes. Não terá mais justificativa ficar culpando a administração passada e continuar a mesmice.

NÃO SÃO MAIS OPOSIÇÃO

O que os novos gestores do Estado têm que começar a colocar nas suas cabeças é de que agora não são mais oposição. Oposição é o PT, que perdeu a eleição. E, como situação os vencedores terão contas a prestar á população e serão cobrados por promessas de campanha.

AVALIE SE A CANETA ESTIVESSE CHEIA!

O vice-governador Major Rocha reclamou que a sua caneta “está sem tinta”. Lembra um leitor que, mesmo com a caneta seca, Rocha foi o responsável pela nomeação do secretário de Agricultura, pelo diretor da Cultura e dos postos existentes no sistema de segurança pública.

ATENDIDOS NOS PLEITOS SALARIAIS

Os defensores Públicos foram atendidos no governo passado nos seus pleitos salariais. Não pode então haver justificativa para que não se lotem mais Defensores em Cruzeiro do Sul, onde somente 5 fichas são liberadas no dia, o que gera um péssimo atendimento á população.

NÃO PODE FICAR NO FAZ DE CONTA

Este problema de Cruzeiro do Sul, a permanecer será um tema para críticas ácidas dos deputados da região. Alguém tem de resolver isso. Não pode ficar na base do faz de conta.

NÃO TEM ALTERNATIVA

Não há alternativa jurídica para o governo pagar a mídia nestes primeiros três meses que não seja pela Companhia de Selva, porque a empresa detém a conta da comunicação até o fim de março. Não haveria tempo hábil para nenhum pagamento, porque nem licitação foi aberta.

CARGOS FEDERAIS

Ao contrário do que muita gente pensa os dirigentes dos cargos federais com representação no Estado recebem salários que podem ser considerados baixos pela importância da função exercida. Por isso, não deve ser travada uma guerra que envolva senadores e deputados federais, que possuem a moeda de troca mais valiosa para qualquer presidente, votos para ajudar aprovar projetos importantes que estarão na pauta, como o da Reforma da Previdência. Os cargos estaduais são mais atrativos, quando se trata da questão de salários. E isso pesa.

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Blog do Crica

Raphael: “fui demitido por pressão da República do TCE”

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O ex-secretário de Planejamento, Raphael Bastos, disse ontem à coluna não ser surpresa a sua demissão, porque a sua política de destravar economicamente o Estado, usar os créditos disponíveis para fazer andar projetos e colocar dinheiro na praça, batia de frente com a chamada “República do TCE” – formada pelo Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros; secretária da Fazenda, Semírames Plácido; Controlador-Geral Oscar Abrantes e o chefe do Gabinete Civil, Ribamar Trindade – que defendem a política de engessamento da economia acreana. Raphael denuncia que a economia do Estado está parada por conta dos “notáveis”, como também são chamados os integrantes da “República do TCE”. “Eles comandam a economia e travaram tudo”, assinala. Cita o caso da reforma administrativa e do corte de 30% na contratação de terceirizados, que com supressão tirou um dinheiro que circulava na economia e não fez a reposição com outras atividades. “Se você conversar com qualquer empresário ou dirigente de entidades comerciais vai ouvir reclamações de que o dinheiro não está circulando”. Raphael conta que por causa da sua discordância na aplicação dos recursos do Estado já tinha avisado ao deputado federal Alan Rick (DEM), que o indicou para o cargo pelo partido, de que esta sua postura de querer colocar dinheiro no comércio e fazer a economia girar iria lhe custar o cargo. “Foi o que aconteceu”, diz um tranquilo Raphael.

NADA OFICIAL

Muito embora o dirigente do DEM, Paulo Ximenes, tenha dado ontem entrevistas de que o devido a demissão do secretário Raphael Bastos o partido passará a ser oposição ao governo Gladson Cameli, o presidente e deputado federal Alan Rick (DEM) é quem vai decidir.

OLHO DO FURACÃO

Falava-se ontem que seria dada uma secretaria ou mesmo duas diretorias para acalmar o DEM. E que para um dos espaços iria o Jairo Cassiano, assessor de confiança do PT nos últimos 20 anos. Nada contra. É um moço educado, mas seu estigma petista levaria o Alan ao olho do furacão das críticas nas redes sociais. O momento ideal para o Alan é o de evitar tempestades.

NADA TERIA ACONTECIDO

O que custava ao governador Gladson ter comunicado ao deputado federal Alan Rick (DEM), que não estava gostando da atuação do secretário Raphael e faria sua demissão? Ninguém lhe tira o direito de nomear ou demitir. Criticou-se a forma antipática como ele tomou a decisão.

VAMOS SITUAR O CONTEXTO

Debita-se à “República do TCE” a demissão do ex-secretário Raphael Bastos. Que, ele era criticado no grupo do TCE, isso é verdade. Mas quem tem a caneta é o Gladson pessoal, nenhum dos chamados “notáveis” pegou na sua mão ou colocou um revolver na sua cabeça para assinar a demissão. Se o demitiu, foi porque ele quis demitir. Vamos situar o contexto.

NENHUMA DÚVIDA

Que houve pressão da “República do TCE” para acontecer a demissão, não há duvida alguma. Que o grupo é influente na área econômica do governo, também não há dúvida alguma. Mas entre isso e terem a caneta para nomear ou demitir é outra história.

MUDANDO DE ASSUNTO

Ninguém poderá cobrar nada do PROCON. Funciona no nome e sem nenhum aporte de apoio. Aliás, tem secretário dando uma de ditador de republiqueta das bananas em cima do dirigente do órgão com humilhação, é a notícia que chegou. Vamos confirmar e isso será assunto para uma próxima coluna. Governo não tem dono. E o poder não é eterno. Vide o PT!

LEVA PEIA

O militante político de oposição Lira não falou nada de errado em relação á disputa da prefeitura de Brasiléia, na eleição do próximo ano. Se a oposição sair com as velhas caras como candidatas a prefeito, vão sim levar uma peia feia da prefeita Fernanda Hassem (PT).

NÃO SERÁ TOMAR PICOLÉ DE CRIANÇA

E também não pense a oposição em Epitaciolândia de que derrotar o prefeito Tião Flores será o mesmo que tomar picolé de criança, ele ainda tem dois verões para trabalhar, e num município pequeno, pobre; queira-se ou não, a máquina municipal pesa numa campanha.

ESTOU PAGANDO PARA VER

Em política, tudo ou quase tudo é possível. Mas vejo mais como um blefe os comentários de que a deputada federal Jéssica Sales (MDB) poderá disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul. É algo que estou pagando para ver acontecer. É mais um jogo de cena do pai Vagner Sales.

BOM MANDATO

Faço a avaliação porque a deputada federal Jéssica Sales (MDB) cumpre um bom mandato.

SENTIMENTO É O MESMO

Houve queda no número de homicídios, mas o sentimento de insegurança na população continua imutável. Rio Branco é muito pequeno, não pode ficar a mercê da bandidagem.

QUAL O PROBLEMA?

Não encaro como ironia o fato da prefeita Socorro Neri ter mandado engenheiros da EMURB conhecer as técnicas de asfaltamento utilizadas em Cruzeiro do Sul e que estão dando certo na durabilidade. Na gestão pública tem sempre que se modernizar, não pode é estagnar.

UM PRIMOR

A Nota do PT sobre a mudança do senador Jorge Viana para Brasília é um primor de contradição. Admite que, ele apenas foi para trabalhar em Brasília. Não interessa qual será a sua ocupação na capital federal, interessa que a notícia de que se mudou é verdadeira.

MUITO DIFÍCIL

A situação política do PT não é de céu de brigadeiro na eleição municipal do próximo ano. Seus nomes viáveis já deram sinais que vão se guardar para 2022. Não ficaria surpreso se o PT – caso ela queira ser candidata á reeleição – acabe por apoiar a prefeita Socorro Neri. Sem blefe!

COISAS QUE NÃO SE ENTENDE

O ex-prefeito Tião Bocalom tem dito que são muitos os convites para que dispute a prefeitura de Rio Branco no próximo ano e que até lá fará um processo de avaliação. Não sei como um quadro competente, honrado, como o Bocalom, não integra o primeiro escalão do governo Gladson Cameli. O seu único pecado é o de não ser afilhado de nenhum cacique político.

TINHA QUE ESTAR NA EQUIPE

Se o quesito para a composição da equipe fosse a avaliação técnica Bocalom teria que estar dentro da equipe do governador Gladson Cameli. Com certeza, não enfrentaria rejeições.

NOMES POSTOS

Os dois únicos nomes que estão postos porque já se declararam candidatos á PMRB, são os do Coronel Ulysses Araújo e o do ex-deputado Jamil Asfury na disputa da prefeitura da capital no próximo ano. Minoru Kinpara, Socorro Neri, Mara Rocha, Roberto Duarte, Alan Rick, estão no campo da especulação. As pedras começarão a serem postas no tabuleiro no próximo ano.

ERA PEDRA CANTADA

A queda do ex-secretário de Planejamento Raphael Bastos era para ter acontecido no mês passado. O governador Gladson Cameli chegou a aventar a possibilidade, mas recuou ante o pedido de um empresário da comunicação. Desde então o ex-secretário estava na pendura.

É DAR PENA

Quem vai ao estádio Arena da Floresta e o vê no mais completo abandono, com cadeiras arrancadas, a maioria danificada, um gramado a desejar, dá uma pena de ver. No governo Binho Marques era tudo limpo, conservado, bonito, seu sucessor deixou se deteriorar.

É RECUPERAR

Fiz apenas o comentário para situar a discussão no contexto. O governo Gladson Cameli recebeu o “Arena da Floresta” em escombros, mas o que interessa aos desportistas é que a obra seja recuperada e volte a ser um dos locais mais aprazíveis para quem gosta de futebol.

CANDIDATURA PRÓPRIA

O vice-governador Major Rocha descarta nas conversas qualquer caminho na eleição do próximo ano para a prefeitura de Rio Branco que não seja o PSDB com candidatura própria. Deverá bater de frente com o MDB, que também lançará um nome do partido à PMRB.

SITUAÇÃO ESTRANHA

Mesmo que o DEM venha a declarar que está fora da aliança do governo Gladson Cameli, ficará uma situação estranha: o único deputado do DEM na ALEAC, Antonio Pedro, é um dos mais fiéis aliados do governo, sendo muito improvável que se bandeie para a oposição.

CHOQUE DE MEDIDAS

O presidente Jair Bolsonaro baixou uma Medida Provisória obrigando a que os sócios dos sindicatos, mesmo os que optaram de livre vontade de pagar uma mensalidade, o façam através de um boleto. Projeto do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) defende que o pagamento possa, no Acre, ser descontado diretamente na folha salarial do sindicalizado. É constitucional, havendo uma Medida Provisória em vigor? É um debate para a CCJ da ALEAC.

TOQUE DE RECOLHER

O discurso de ontem na Câmara Municipal de Rio Branco do vereador Juruna (PHS), citando que o poder paralelo do crime domina o Acre, não foi nenhum exagero para a platéia. Contou que para entrar no bairro Aroeira, na região do Calafate, teve que se submeter às normas das facções. O seu pronunciamento traça o quadro real existente hoje nos bairros da periferia.

TRIÂNGULO DA MORTE

A região formada pelo Calafate, Aroeira e Ilson Ribeiro é denominada como “Triângulo da Morte”, aonde ao escurecer e dado o toque de recolher e ninguém entra de noite sem cumprir as regras da bandidagem. Se alguém ousar entrar livremente a execução é certa. E agora?

NÃO TINHA MAIS O QUE FAZER

Não restava à PM ao não ser agir como agiu para desocupar a AC-40, tomada por manifestantes. Já tinha havido um acordo de que as máquinas para recuperar os ramais do Benfica seriam deslocadas. Mas não se podia deixar a estrada sendo fechada e sendo aberta á livre vontade dos manifestantes, mesmo num ato pacífico. Todo protesto tem o seu limite.

BASE FICA COM A MAIORIA

Na composição da CPI da ENERGISA, a base do governo ficou com maioria – Luiz Tchê (PDT), Cadmiel Bonfim (PSDB), Chico Viga (PHS) e José Bestene (PROGRESSISTAS). E a oposição ao governo com três deputados: Roberto Duarte (MDB), Jenilson Lopes (PCdoB) e Daniel Zen (PT).

PODER DE VETO

Por ter a maioria na “CPI da ENERGISA”, os deputados da base de apoio ao governo terão o poder de vetar convocações e; se entenderem, indicar o Presidente e o Relator desta CPI.

AS VÁRIAS FACES DO MDB

Como vai se comportar o MDB na composição de blocos na Assembléia Legislativa? Como partido integra o governo Gladson Cameli, com secretarias e diretorias dos seus indicados. Mas, na ALEAC, os seus dois deputados votam com os partidos de oposição ao Cameli.

NÃO PODE FICAR SÓ NA CONVERSA

Tenho conversado com vários deputados da base do governo e tenho ouvido muitas reclamações de que as parcerias que são prometidas não são cumpridas, não conseguem andar além do gabinete governamental. Na política, não se faz maioria sem parcerias.

CARGOS VAGOS

No governo existem três cargos importantes que deverão ser preenchidos por escolha exclusiva do governador Gladson Cameli, nos próximos dias: ANAC-ACREPREVIDÊNCIA e PLANEJAMENTO. As suas ocupações não devem entrar na ciranda das discussões políticas.

BASE DO GOVERNO VAI SE AFINANDO

Depois da confusão da “CPI da ENERGISA”, da entrada do vice-governador Major Rocha no cenário da articulação política, já se nota uma maior unidade, no que era uma base de apoio ao governo em frangalhos. Os discursos começaram a se afinar com a formação dos blocos parlamentares. Neste prisma, partidos que eram da FPA e que se integraram à nova composição, como PRB-PHS-PSB têm sido muito importantes na formação de uma maioria parlamentar. A oposição agressiva ao governo Gladson Cameli tende a ficar mais restrita aos deputados Daniel Zen (PT); Edvaldo Magalhães (PCdoB); Jenilson Leite (PCdoB) e Roberto Duarte (MDB). A deputada Meire Serafim (MDB) não tem votado com o governo, mas não é agressiva. Assim como o deputado Fagner Calegário (PV). E neste quadro que acontecerão os debates na ALEAC . E que venham, afinal, não foram eleitos só para receber a grana mensal.

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Blog do Crica

Alan Rick considera deslealdade demissão de Raphael Bastos

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O clima esquentou nos corredores palacianos com a confirmada demissão do secretário de Planejamento Raphael Bastos, que foi indicado ao cargo numa composição de forças pelo DEM. O presidente do DEM, Alan Rick, me disse ontem que considera o fato como uma deslealdade palaciana, um fogo amigo do grupo que os empresários detestam e que manipula dentro do governo. “O Gladson não teve o respeito de me comunicar que o indicado do partido seria demitido. Soube por um ZAP do governador que o secretário Raphael será demitido. E assim mesmo, porque lhe mandei uma mensagem perguntando se o fato era verdadeiro. Não teve o respeito de me ligar e dizer que iria praticar o ato, isso é brincadeira, não aceito”. Alan diz que vai ter uma conversa olho no olho com o governador Gladson quando este retornar ao Acre, para que lhe diga o motivo da decisão e as razões que apresenta. “Se indicar outro nome que não seja do DEM, como se propala, vamos reunir a executiva regional do DEM e decidir que rumo político nós iremos tomar”. Terei de comunicar ao chefe do gabinete da presidência, Onyx Lorenzoni; ao presidente Jair Bolsonaro; e ao presidente nacional do DEM, a forma como um aliado do governo federal e do governo estadual é tratado no Acre. Na conversa com a coluna Alan mostrou-se extremamente magoado.

ALAN TEM RAZÃO

É este tipo de atitude que complica a imagem do governador Gladson Cameli. Poderia ter chamado o deputado federal Alan Rick (DEM), um aliado fiel, e lhe dito que demitiria o secretário Raphael Bastos. Mas nem lhe comunicou. Não é uma postura de equilíbrio.

CANETA NOMEIA E DEMITE

Claro, a caneta que nomeia e a que demite. Numa gestão, o governador é livre para escolher com quem quer trabalhar. Mas o mínimo que se esperava era que tivesse respeito com um aliado que foi importante na campanha como o Alan Rick e ter lhe comunicado antes do ato. São atitudes que confesso não conseguir entender do governador Gladson Cameli. Por mais que tente.

SACANAGEM BRUTA

A rua principal de acesso ao Jardim Tropical não tinha um buraco no asfalto. O DEPASA fez uma obra no trecho e um serviço de recapeamento de péssima qualidade. Resultado: o asfalto recolocado afundou e virou uma porcaria. E a culpa não é da PMRB. A viúva pertence agora ao secretário Thiago Caetano, que terá de criar os filhos e fazer uma intervenção no trecho.

COMO OBRIGAR

O MP está no seu papel de cobrar. Mas como exigir de uma prefeitura que vive praticamente do repasse do FPM e das emendas parlamentares, que recupere os ramais? A Socorro Neri está no cargo, mas não tem varinha mágica. O certo seria buscar uma parceria com o governo.

ATÉ QUE ENFIM

Não é brincadeira. As obras do HUERB se arrastam desde o governo Binho Marques. Não deram explicação pelo abandono. Agora em junho, por determinação do governador Gladson Cameli, ao secretário da Infraestrutura, Thiago Caetano, as obras terão que estar concluídas.

BATATA QUENTE NAS MÃOS

A outra batata quente o Gladson Cameli jogou nas mãos do secretário de Saúde, Alysson Bestene: quer o HUERB funcionando em toda plenitude logo após a conclusão das obras.

CONTINUA NAS REDES

Na entrevista exclusiva que fiz com Linda Cameli, mãe do governador Gladson Cameli, ela garantiu que mesmo tendo recebido pedidos do esposo e filhos para ficar ausente das redes sociais, vai continuar na ativa fazendo suas postagens. E não mexam com o filho que tem resposta.

UM PÉ FORA DA CADEIA

Com a diminuição de uma das penas cumpridas pelo presidente Lula, até o fim do ano ele terá condições de cumprir a pena no regime semi-aberto, quando poderá trabalhar fora, mas voltar para dormir na prisão. A questão é que tem novos processos na bica aguardando sentenças.

DIREITO É DIREITO

Não votei no Lula. Mas se enquadrar-se em todos os requisitos para cumprir um regime semi- aberto, não vejo como nenhum afrouxamento da lei, pois, estará se cumprindo norma jurídica.

BLOCOS MONTADOS

A base do governo terá na manhã de hoje mais uma reunião para afinar a sua ação na Assembléia Legislativa. Na ocasião, serão anunciados dois novos blocos partidários, o PROGRESSISISTAS com o PR, e o outro formado pelo PDT-PSB-PTB. Com isso a base governista se tornará mais forte ainda. O deputado Luiz Tchê (PDT) disse que prevalecerá a maioria nas votações da ALEAC. Até aqui tinha havido uma inversão: a oposição dava o tom do plenário.

GRANDE SURPRESA

Está configurada a presença do PSB, com o deputado Manoel Moraes, na base governista na Assembléia Legislativa. O PSB, inclusive, fará um bloco com o PDT e o PTB. Não se sabe como ficará neste contexto a prefeita Socorro Neri, que é do PSB. Vira para a base do governo?

CAPOU O GATO

Traduzindo para o popular o fato do ex-senador Jorge Viana deixar o Acre e fixar residência em Brasília: o JV capou o gato, sumiu na buraqueira. Voltará na eleição de 2022 de candidato.

NÃO PODERÁ MAIS CRITICAR

O Jorge Viana não poderá mais criticar o Márcio Bittar, que toda vez que perde a eleição some do Acre e só aparece a poucos meses antes da eleição. Ainda bem que o Bittar elegeu-se senador, se não o Acre só iria vê-lo em 2022.

FICA NO CARGO

O deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) voltou ontem à tribuna como líder do governo.

AFINADO COM O FUTURO

O anteprojeto de lei do deputado Daniel Zen (PT) que fixa a isenção de ICMS para quem investir em energia renovável está afinado com o futuro. Com as novas regras do setor mesmo as empresas poderão ser beneficiadas. A proposta deveria ser analisada com carinho pelo governo. São proposições como essa que quebram o marasmo da ALEAC em elaborar pizzas.

ODOR IMPREGNADO

E falando em pizzas, há um odor impregnado da massa italiana, vai da mussarela aos quatro queijos.

UMA PERGUNTA QUE CABE

A que serve mesmo se manter aquele elefante branco da ZPE às custas do Estado? Não pode se transformar em mais um cabide de emprego no governo, teria que acabar, é um mostrengo. Acaba logo com isso, Cameli! Não foi promessa de campanha? Por qual razão não cumprir?

APENAS NO NOME

Pelo que disse ontem a deputada Antonia Sales (MDB) a Maternidade e o setor destinado a cuidar das crianças não funcionam em Cruzeiro do Sul. Estão apenas nos nomes. Faltam médicos, atendentes, e as mulheres e crianças ficam jogadas à própria sorte. Voz do MDB.

SONHO DE CONSUMO

O grande sonho de consumo do PSB continua a ser o professor Minoru Kinpara como candidato a prefeito de Rio Branco na eleição do próximo ano. Os tucanos dão como boas as possibilidade de uma filiação. Teria um partido forte, com deputado federal, estadual, e estrutura de campanha. Não é descartável que isso venha a acontecer. Co m a palavra, o noivo. Um dos mais entusiasmados com a hipótese é o vice-governador Major Rocha.

MANTENDO O COMANDO

O senador Sérgio Petecão (PSD) vai continuar como coordenador da bancada federal do Acre em Brasília. A sua recondução ao cargo se deu por unanimidade dos votos dos senadores e deputados federais.

ZONA DE GUERRA

Não seria demais se fosse colocada uma placa na entrada do bairro Calafate com os dizeres: “Você está entrando numa zona de guerra”. Mais um bairro outrora pacto dominado pelos bandidos, que tocam o terror na região. Execuções na região do Calafate são algo normal.

NA MIRA DA FERNANDA

Encontrei ontem com o Lira, uma figura política da oposição ao PT de muitos anos. Perguntei como é que avaliava a situação da eleição á prefeitura de Brasiléia, no próximo ano. “Todos olhando para o umbigo, a Fernanda Hassem (PT), vai acabar sendo reeleita”, previu desolado.

VELHOS LUTADORES

Desde o governo passado que a EMATER deixou de ter o seu reconhecimento, como importante na transmissão de informações técnicas ao homem do campo. Ontem, estavam todos na ALEAC brigando pelo fortalecimento da empresa. Uma reivindicação justa. No governo passado ficavam meses sem ver a cor do salário.

DANDO A VOLTA POR CIMA

É o que sempre falo: um prefeito, um governador só será julgado pelo povo nos dois últimos anos de mandato, quando já terá tido tempo de executar os seus projetos. Por exemplo, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, começou em baixa e deu a volta por cima. Acaba de adquirir mais 30 toneladas de asfalto para a pavimentação de ruas. E com tecnologia duradoura.

CAUTELA ACIMA DE TUDO

As chamadas “comitivas”, que estavam suspensas, por serem pólos de pancadaria e muita violência na abertura da EXPOACRE, voltarão este ano. Não sei se é uma boa idéia! A secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, tem que trabalhar um forte projeto de segurança para a barbárie não se repetir.

SECRETARIA VIRADA

A Eliane Sinhasique, tem de se reconhecer, é uma integrante da equipe de primeiro escalão do governo Gladson Cameli que mais cava pautas positivas para administração. É virada!

BRASÍLIA, O PARAÍSO DOS POLÍTICOS DERROTADOS

O primeiro a grafar uma frase entusiasta dizendo que o Acre é o melhor lugar para se morar no Brasil foi ex-governador Binho Marques (PT). Mas demonstrou sofrer de amnésia. Foi terminar o seu governo que pegou as trouxas e foi morar numa mansão na capital federal, onde curte as suas delícias até hoje. Fez uma propaganda enganosa e escapou incólume do PROCON. O outro trocar o Acre pelas delícias da capital federal e sua agitada vida noturna foi o ex-senador derrotado Anibal Diniz (PT). Nunca cuspa para cima, porque uma dessas cusparadas pode lhe cair à cabeça. O ex-senador Jorge Viana foi um crítico contumaz dos adversários que moravam fora do Estado. Casa de ferreiro, espeto d e pau. Foi flagrado pelo jornalista Astério Moreira esta semana, levando todas as suas tralhas, nem as suas panelas goumert escaparam da mudança, e foi fixar residência na política e glamorosa Brasília. E temos ainda o ex-senador Nabor Junior (MDB), que depois que foi derrotado só veio ao Acre nos últimos vinte anos em ocasiões raras, numa demora máxima de dois dias. Nabor vive curtindo o seu exílio político voluntário numa das mais belas mansões do Lago Sul de Brasília. Moral da história: o melhor lugar para político derrotado morar e na chamada Belacap. Detalhe: Nabor Junior, Jorge Viana, Binho Marques, ganhando uma pensão de ex-governadores de quase 30 mil reais. E o Anibal, dormitando num cargo federal nababesco que não lhe rende menos de 20 mil reais. E viva a mordomia brasiliense. E viva o besta do eleitor acreano!

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