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Meire Serafim é oficializada na bancada de oposição ao governo Gladson

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A deputada estadual eleita Meire Serafim (MDB), a campeã de votos para o cargo na eleição de 2018, foi oficialmente apresentada na última quinta-feira, 17, como mais uma integrante da bancada de oposição ao governo Gladson Cameli (Progressistas) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

A oficialização foi feita pelo seu esposo, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), em reunião com deputados do PT e PCdoB, legendas que vão liderar a bancada oposicionista no Parlamento pelos próximos quatro anos.

O rompimento da família Serafim com o governo ocorreu após o emedebista não ter conseguido emplacar seus aliados nas estruturas de comando das secretarias no terceiro maior município acreano.

O prefeito acusou o governador de não cumprir acordos feitos entre os dois – tanto no período eleitoral, quanto no de transição – para a ocupação de espaços em Sena Madureira. Mazinho, então, anunciou rompimento com o Palácio Rio Branco, informando que ele, a esposa e parte do MDB passariam a integrar a oposição.

A direção do partido – que ocupa cargos na gestão progressista – emitiu nota negando sua saída da base de apoio, afirmando que as palavras do prefeito não representavam a posição do MDB.

Durante reunião com as bancadas do PT e PCdoB, Mazinho Serafim afirmou que Meire atuaria na linha de frente da oposição, dando ainda mais voz às críticas ao novo governo. Os deputados petistas e comunistas, oficialmente, ainda não fizeram convite para Meire se filiar a uma das siglas.

Entre 2007 e 2010 Mazinho foi deputado estadual pelo PT, rompendo e passando a fazer parte da oposição que agora chega ao poder. A atuação do emedebista no comando da terceira maior prefeitura acreana é apontada como fator de peso para os mais de 10 mil recebidos por Meire.

A reportagem tentou entrar em contato com ele, mas não houve retorno até o momento desta publicação.




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Após denúncias de fraude, Gladson deve cancelar concurso da saúde

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O governador Gladson Cameli deve anunciar, ainda nesta quinta-feira, dia 25, o cancelamento do processo seletivo simplificado para cargos de nível médio e superior da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre). A seleção teve o resultado provisório divulgado na quarta-feira, dia 24.

Segundo apurou o ac24horas, Cameli teria sido informado sobre a existência de fraudes na entrega de documentos e avaliação dos candidatos. O governador já informou a decisão ao secretário da pasta, Alysson Bestene. No processo seletivo, mais de 300 vagas foram ofertadas.

O certame, lançado pela Saúde do Acre em março, teve vagas para setores administrativos e de saúde, incluindo oportunidade para médicos, enfermeiros, biólogos, biomédicos, e técnicos de enfermagem e laboratório. Mais de 10 mil pessoas participaram da seleção.

Como antecipou o ac24horas, o processo seletivo pode ir parar na Justiça após vários candidatos se mostrarem prejudicados com as notas que receberam, e com as notas que outros candidatos tiveram rubricadas pelos avaliadores da Sesacre. Fontes palacianas afirmam que Cameli está irritado com as denúncias, e pediu providências.




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Cohab: 64,8 mil pessoas moram em conjuntos e loteamentos do governo em Rio Branco

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O relatório divulgado na segunda semana de abril pelo Governo do Estado, mostra que 64.855 pessoas moram nos 24 conjuntos e loteamentos administrados pela Companhia de Habitação do Estado do Acre (Cohab). De pouca visibilidade, a Cohab mostra em seus balanços ativos superiores em cerca de R$ 12 milhões sobre os passivos.

Ao fazer uma retrospectiva de 2018, a diretoria diz que a regularização fundiária não deve significar apenas a existência de um título registrado em cartório, mas deve ser compreendida como uma solução integrada que envolve os gestores públicos de diversos órgãos no empreendimento de esforços para exercer a cidadania e justiça social no Acre.

“Vale ressaltar, o quanto foi imprescindível, ao longo do exercício financeiro de 2018, o fortalecimento da parceria da Companhia com os demais órgãos públicos, tais como: Iteracre, Prefeitura Municipal de Rio Branco e o Ministério Público Estadual. As intervenções da Cohab sempre foram legítimas, respeitando a ética, a moral e os bons costumes, e sempre fez parte de nossa gestão pública e de uma política de regularização fundiária. Foram estabelecidas diretrizes e ações estratégicas que se desenvolveram, sempre sob uma perspectiva de fazer o bem aos mais desprovidos da sorte em nossa sociedade”. O documento é assinado pelo ex-presidente Carlinhos Santiago.




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