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Arena da Floresta tem de trocar centenas de cadeiras e ser completamente reformado

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Inaugurado com pompa em 2006, o Estádio Arena da Floresta foi sistematicamente abandonado nos últimos anos e seus administradores agora se veem às voltas com a obrigação de trocar 700 cadeiras quebradas ou removidas pelos torcedores, para que o local tenha condições de receber parte dos jogos do Campeonato Acreano 2019. A temporada será aberta no próximo domingo (20) com a partida entre Rio Branco e Nauas.

A Arena da Floresta é um estádio de futebol pertencente ao Governo do Acre e já foi considerado um dos mais modernos do Brasil, tendo o seu gramado importado da Itália, sendo o mesmo gramado utilizado no Estádio San Siro. Nasceu como uma arena multieventos, mas já houve quem o considerasse um elefante branco.

O descaso levou ao abandono do estádio. O diretor de Esportes da Secretaria de Educação, Júnior Santiago, disse que não há dinheiro para recuperar a arena no curto prazo. A meta é garantir condições para a realização dos jogos do Acreano 2019, e uma das medidas é retirar cadeiras de um ponto para recompor outro.

Trabalhadores estão nos últimos dias dando uma “guaribada” no estádio que já esteve entre os cinco mais modernos do Brasil. Há muito o que fazer, pois são anos de omissão: o letreiro está feio, cadeiras vandalizadas, pintura desbotada e descascada, equipamentos quebrados e jogados de qualquer jeito. O mato toma conta das redondezas.

Fotos: Samuel Dias

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Destaque 6

Bairros de Brasileia e Epitaciolândia estão sem energia há mais de duas horas

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Se a grande reclamação na capital acreana é o preço que o consumidor tem que pagar todos mês pela energia elétrica que consome, no interior, além do preço alto, a falta constante de energia é motivo de muita reclamação.

No Alto Acre, nos municípios de Brasileia e Epitaciolândia a quinta-feira, 26, a situação está difícil para parte da população que não tem energia há mais de duas horas e meia. Em Brasileia, o apagão atinge quase toda cidade.

Até agora, nenhuma explicação foi dada para a falta de energia, mas acredita-se que seja algo pontual nos dois municípios, já que nos outros municípios que são abastecidos pelo mesmo sistema do linhão de transmissão não houve relato da falta de energia.

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Destaque 6

Comissão quer rever limites territoriais da região do Alto Acre

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A comissão intermunicipal de limites territoriais do Alto Acre, formada por representantes de câmaras de vereadores e prefeituras dos municípios de Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri, se reuniu durante a quarta-feira, 24.

A reunião foi para discutir a elaboração de um termo de cooperação técnica operacional entre os três municípios, para trabalharem em conjunto, dentro dos novos limites territoriais, aprovado em 2006, pelos deputados estaduais e o governo do estado da época, sem a participação das comunidades de Xapuri, Epitaciolândia e Brasileia.

Com isso, o município de Brasiléia perdeu mais de 10% de seu território. E com essa mudança de limites territoriais, trouxe também vários problemas para os municípios de Xapuri e Epitaciolândia, nas áreas de ramais, educação, saúde, transporte, e apoio à produção, a essas comunidades que continuam isoladas dentro desses novos limites territoriais.

No final do encontro, os participantes definiram duas agendas para o início do mês de maio. Uma no Tribunal de Contas do Estado (TCE), para tratar sobre a elaboração do termo de cooperação técnica operacional, entre as prefeituras de Xapuri, Epitaciolândia e Brasileia. A segunda agenda será na Assembleia Legislativa do Estado do Acre, para se reunir com deputados que compõem a comissão de limites territoriais.

Ficou definido ainda pela comissão intermunicipal, fazer um levantamento das áreas mais afetadas, e que estão isoladas há 13 anos pelo os limites territoriais. Além de apresentarem em uma outra reunião de trabalho, os dados aos prefeitos desses municípios.

Ao final será celebrado um acordo de cooperação técnica operacional entre as três prefeituras, como uma resposta emergencial, para atender todas as comunidades que se sentiram prejudicadas pela definição de limites territoriais de 2006.

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