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Receita cai 13,8% e inativos crescem 14,4% ao ano no Acre, mostram dados do Ipea

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A receita do Acre caiu 13,8% entre 2014 e 2018, a segunda maior queda no país no período. Rondônia registrou a maior redução: -23%. Santa Catarina teve a menor, com -1,40%. De outro lado, é também o Estado do Acre o segundo onde mais cresce o número de trabalhadores inativos -média de 14,4% por ano, perdendo apenas para Roraima, onde novas aposentadorias aumentam 16,7% ao ano.

O levantamento foi feito pela Folha de S. Paulo com base nos dados do Instituto de Pesquisa Econômica Ampliada (Ipea), do Anuário da Previdência Social e do economista Raul Velloso. O levantamento destaca que 20 estados e o Distrito Federal aumentaram, nos últimos dois anos, várias alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para compensar perdas na arrecadação. “A maior parte do dinheiro, no entanto, não foi destinada a custeio ou investimentos, mas ao pagamento de aposentadorias de servidores que tem deixado a ativa em escala sem precedentes, provocando rombos milionários nas contas estaduais”, diz o levantamento.

Com receita caindo e inativos aumentando o Estado do Acre, em breve irá se deparar com uma conta que não fecha.

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Secretária de gestão nega suspensão de pagamentos para empresas terceirizadas

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Após a repercussão negativa da reportagem publicada por ac24horas tratando da decisão unilateral da Secretaria de Gestão Administrativa poderia gerar fechamento de empresas e gerar milhares de desempregados, a titular da pasta, Maria Alice, afirmou por meio de nota que é inverídica a informação.

A secretária informou que o Ofício Nº 021/2019, encaminhado pela Seplag a todas as secretarias do estado, refere-se estritamente ao reajustamento financeiro de contratos de prestação de serviços, obras e ações financiadas com recursos de operações de crédito/convênios, sendo necessário, portanto, a suspensão temporária de pagamentos e procedimentos administrativos.

“Dessa forma, a medida não se estende a todas as empresas. Também não trata-se de uma ameaça ao empresariado acreano e, consequentemente, a geração de emprego e renda para a população. Reafirmamos, ainda, o compromisso do Governo do Estado do Acre com o desenvolvimento social e econômico da região através dos incentivos necessários a classe empresarial e ao setor produtivo, atuando no sentido de melhorar o fluxo de tramitação dos processos de pagamentos do setor”, disse Maria Alice.

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Após SGA suspender pagamento, mais de 2 mil pessoas podem ficar sem emprego

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O deputado Fagner Calegário (sem partido) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre para se manifestar contrário a decisão unilateral da secretária de gestão administrativa, Maria Alice, que determinou a suspensão de qualquer pagamento e o andamento de processos administrativos das empresas terceirizadas.

“Me falta palavras para vir aqui dizer que acaba de ser noticiado. Na terça falávamos de responsabilidade, que precisamos votar com responsabilidade o impacto da criação de novas CECs poderia criar o impacto financeiro. Criamos 450 vagas de trabalho para o chefe da Casa Civil e estamos aqui a beira de gerar mais de 2 mil vagas de desemprego. Hoje somos o Estado onde o desemprego mais cresceu. Como não bastasse a herança da gestão passada, a nova gestão fala em alinhar, precisa verificar, diz que tá sem dinheiro, mas cria centenas de cargos”, desabafou o deputado que é empresário da área de terceirização.

Calegário diz que mais uma vez está vendo a iniciativa privada bancar o governo do Estado. “Ai essa balança vai ter que pender para o outro lado. O estado vai inchando. Eu gero desemprego, mas preciso apadrinhar alguns. Agora tem que ser técnico, não pode fazer mais terrorismo na rede social. Mais uma vez a classe empresarial é deixada de lado pelo Estado. Mais vez fechamos empresas e o desemprego vai disparar”, pontuou.

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