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Prefeitura de Rio Branco vai lançar Plano de Contingência 2019

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A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, apresenta na próxima terça-feira, na sede da AMAC, à sociedade e autoridades o Plano de Contingência 2019. O detalhamento final do Plano foi feito em reunião nesta sexta-feira, entre a prefeita, o coordenador da Defesa Civil Municipal Cel. Bm. George Santos e membros do gabinete Civil e Decom.

O Plano de Contingência é um instrumento de gestão estratégica da prefeitura de Rio Branco, para o caso de enchente do Rio Acre e estabelece os procedimentos operacionais de socorro e assistência, que vai desde a retirada e abrigamento das famílias atingidas. A determinação da prefeita é de que todos os órgãos, que executam o Plano, se antecipem, de forma a garantir que toda a estrutura para ajudar e retirar as famílias funcione de forma ágil.

Nesta sexta-feira, 11, as 6 horas da manhã, o nível do Rio Acre era de 9. 94 metros. De acordo com o Plano, quando o Rio Acre, alcançar 12 metros, a prefeitura de Rio Branco, inicia a construção dos abrigos no Parque de Exposição Wilde Viana, para onde as famílias deverão ser levadas, em caso de enchente. De acordo com o Cel. George até abril, há previsão de chuva no Acre, “por isso estamos atentos e o Plano poderá ser posto em prática a qualquer momento, caso haja necessidade”, cita o militar, explicando que na última quarta-feira, uma forte chuva caiu sobre quase todo o Acre, o que deve se tornar mais comum nos próximos meses.

Antes mesmo da construção dos abrigos, a prefeitura já começa a atuar no parque com a limpeza do local. Além dos abrigos, estrutura de banheiros, lavanderia comunitária, de local para refeições, são construídas. No local passa a funcionar unidade de saúde da secretaria Municipal de Saúde, da Ação Social e de várias outras secretarias e órgão da prefeitura, que dão o suporte necessário para a ação de socorro e abrigamento das famílias.

Prefeitura se antecipa

Além do Rio Acre, a preocupação da prefeita Socorro Neri, também é com os igarapés e córregos da cidade e com a drenagem das águas pluviais (chuva). A prefeita Socorro Neri vem orientando a prevenção e em novembro do ano passado, lançou a Operação Inverno, que já retirou mais de 60 toneladas de lixo dos igarapés da cidade. As ações incluem limpeza e desobstrução da rede de drenagem de águas pluviais da cidade, limpeza dos principais igarapés que cortam a cidade, com ênfase para os igarapés Batista, Amaro, Judia e Almoço.

A operação envolve 60 pessoas da Semsur, Semeia, Seop, EMURB e RBTRANS, e conta com o apoio do Corpo de Bombeiros e do 4º BIS. O esforço da Prefeitura no sentido de minimizar os impactos das fortes chuvas.

A prefeitura executa com recursos próprios do executivo municipal, obras de drenagem na Avenida Getúlio Vargas próximo da antiga Lua Azul e no cruzamento com a João XIII. Outros dispositivos de drenagem também já foram e continuam sendo desobstruídos.

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Acre

Quadro de vítimas de explosão é estável, mas inspira cuidados

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As vítimas da explosão ocorrida num barco no município de Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Juruá, na sexta-feira, 7 de junho, continuam recebendo atendimento do governo do Acre, da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde.

O chefe da Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) José Adorno, que apoia e coordena o atendimento dos pacientes acreanos em tratamento fora de domicílio em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte, informou nessa terça-feira, 18, que o estado clínico dos pacientes é estável, mas ainda inspira cuidados.

Estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital João XXIII, Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos; José Ortenízio Souza da Conceição, 39 anos e Valdir Torquato da Silva, 51 anos. Eles continuam em tratamento, que inclui desbridamento cirúrgico, procedimento para retirada de tecidos queimados até que possa ser realizado o enxerto e recomposição da pele.

O esforço das equipes agora, tanto no João XXIII, sob os cuidados do Doutor Marcelo Lopes Ribeiro, quanto na unidade de Goiânia, é para que os pacientes vençam esta primeira etapa, e que tenham condições para serem submetidos aos procedimentos necessários à conclusão do tratamento, que deve ainda durar entre 60 a 90 dias”, explica José Adorno.

Entre os pacientes do João XXIII, o menino P.V.F.S., 4 anos, se recupera bem e deve ter alta nos próximos dias. Francisco Luna Dos Santos, 46 anos, é o que apresenta quadro mais grave, porém estável.

Em Brasília, os quatro pacientes internados no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) continuam recebendo curativos especiais, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. O quadro clínico é estável e a expectativa é que também possam ter alta nos próximos dias.

Agência de Notícias do Acre

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Acre

Preso que for usar tornozeleira terá que pagar pelo aparelho

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Foi aprovado no início da tarde desta quarta-feira, 19, por unanimidade, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que dispõe sobre o pagamento dos aparelhos de monitoramento eletrônico pelos próprios presos apenados.

De acordo com a lei, os condenados beneficiários da fiscalização por meio por meio de tornozeleira eletrônica serão obrigados a arcar com as despesas de aquisição e manutenção do equipamento, enquanto dele fizerem uso.

De acordo com o projeto, aos condenados comprovadamente hipossuficientes poderá ser concedida, mediante decisão judicial fundamentada, a isenção do pagamento das despesas. A instalação do equipamento de monitoração eletrônica será realizada no prazo de 24 horas após a comprovação do recolhimento do valor estabelecido em regulamento.

Ainda segundo o parlamentar, o não pagamento das despesas mensais, no valor e na forma estabelecidos em regulamento, acarretará a perda do benefício da monitoração eletrônica, por decisão fundamentada do juiz da execução penal.

Segundo dados do Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN, cada condenado que utiliza o sistema de monitoração eletrônica custa R$ 230,00 por mês, sendo que atualmente há no Estado R$ 1.586 monitorados ao custo de R$ 364.780,00 por mês e, R$ 4.377.360,00 por ano.

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