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Gladson pavimenta o caminho do agronegócio

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A visita para aprendizado do governador Gladson Cameli ao vizinho Estado de Rondônia, que é um exemplo no campo da agricultura, com uma grande produção de soja, café, milho, arroz, peixes, grande parte exportada, indica que começa a pavimentar a mudança do rumo do modelo econômico do Acre, denominado como conceito Florestrania, que ao grosso modo queria desenvolver o Estado vendendo óleo de copaíba, e que fracassou, não gerando emprego e nem renda. Durante os últimos vinte anos do governo do PT continua, praticamente, na estaca zero a nossa produção agrícola. No último mandato do Tião Viana ainda tentaram dar uma guinada no setor agrícola, mas foram ações pífias e pontuais, sem um planejamento macro, como aconteceu em Rondônia. O novo governo tinha mesmo que abrir a fronteira do Acre para o agronegócio. Não se precisa fazer derrubadas, existem muitas áreas degradadas que podem ser aproveitadas, por exemplo, serem usadas para o plantio de soja. A logística favorece o escoamento. Estamos na bica do porto graneleiro do rio Madeira, por onde é embarcada a soja produzida no vizinho Estado. O Acre, neste novo momento no campo agrícola tem tudo para avançar de forma moderna, se tornando um grande produtor de grãos. Não pode mais é o governo continuar sendo um grande empregador. A iniciativa privada precisa crescer, sem intervenção, mas com o governo como parceiro na execução de políticas públicas para o campo e acabando com a burocracia para quem quer se dedicar ao agronegócio. O Gladson, neste ponto, se encontra no caminho certo. O ciclo econômico do contracheque tem de acabar. O resto é o feijão com arroz de cada dia de uma administração.

ILDERLEI: “não aceito o Vagner Sales como articulador político.” O governo saiu de uma crise Sena Madureira e pode mergulhar em outra. Na próxima segunda-feira vai acontecer em Cruzeiro do Sul uma reunião do grupo do prefeito Ilderlei Cordeiro com o governador Gladson Cameli. “Vamos dizer ao Gladson que não aceitamos a nomeação do ex-prefeito Vagner Sales para ser o secretário de articulação política do governo. Não se trata de nada pessoal, mas apenas porque não vemos na sua pessoa capacidade de dialogar com toda a classe política do Estado. Se não tem habilidade para fazer a articulação no Juruá, que é a sua base, como é que vai fazer no Estado?”- indaga Ilderlei.

NÃO SERÁ RECONHECIDO

Independente do que vier a ser decidido no encontro da segunda-feira, o prefeito Ilderlei afirma que não reconhecerá Vagner como seu articulador político. Sobre que decisão irá tomar depois da reunião de segunda, falou que espera que o governador volte atrás na nomeação e busque um nome que tenha penetração em todos os segmentos políticos. Perguntei o que faria caso a nomeação venha a ser mantida, e foi curto e incisivo na resposta: “posso lhe dizer que você será a primeira pessoa a saber do desfecho”. E nada mais disse e nem lhe foi perguntado.

FLAVIANO DIZ QUE MDB ESTÁ COM GLADSON

Falei ontem com o presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre a dissidência do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. Ressaltou que, esta é uma questão pessoal, que lamenta, tentou contornar, mas que o MDB se sente contemplado com os cargos no governo Gladson Cameli.

ZERO POSSIBILIDADE

Pelo que indicou Flaviano Melo na conversa é zero a possibilidade do MDB romper com o governo Gladson Cameli. Flaviano lembrou que o partido tem três secretários na gestão.

JV NEGA ACORDO COM MAZINHO

O senador Jorge Viana (PT) disse ontem em nota que, não participou e nem participa de nenhuma articulação política, nem mesmo as do seu partido. Disse que não tratou de política no café da manhã com o prefeito Mazinho Serafim (MDB). E completou dizendo que o problema da oposição é da oposição.

PRESTANDO CONTA

JV diz que está apenas peregrinando pelos municípios prestando contas do mandato, mas que não é hora para se falar de política. Tem dito que somente depois que a poeira sentar e que fará uma avaliação sobre o desastre eleitoral petista.

MUITO COMEDIDO

O senador Jorge Viana (PT) tem se mostrado muito comedido e evitado fazer avaliações sobre a fragorosa derrota do PT na última eleição. Depois da rodada nos municípios de prestação de contas, deve ficar um bom período afastado da política e assistindo o novo governo.

ESPERANDO SENTADO

O jornalista Evandro Cordeiro diz estar esperando sentado, a indicação para um cargo do governo, que foi lhe prometida pelo senador Márcio Bittar (PSDB), de quem foi fiel seguidor. “Não consigo nada, talvez, por nos últimos vinte anos não ter me arredado da oposição”, diz.

MINORU NÃO DESCARTA DISPUTAR PMRB

O professor Minoru Kinpara (REDE), que teve 75 mil votos na capital por um partido sem estrutura, sendo mais votado neste nicho que o senador Jorge Viana (PT), disse ontem que não está no seu foco imediato, mas não descarta disputar a PMRB por um novo partido.

REDE DESCARTADA

Disputar pelo partido Rede Sustentabilidade está fora de cogitação, já que não atingiu a cláusula de barreira. Se vier a disputar a prefeitura tem que ser por um partido com estrutura organizacional e de pessoas que possam ajudar na campanha, diz. Não quis citar os partidos pelos quais já foi convidado a se filiar para não polemizar. “Não será o PT”, enfatizou Minoru.

NEY AMORIM

O deputado Ney Amorim (sem partido) ainda não se pronunciou, oficialmente, em que sigla vai militar após a sua saída do PT. Ney foi derrotado na última eleição mais pelo fogo amigo, principalmente, do ex-governador Tião Viana do que pela força da oposição. Ainda assim é uma liderança jovem e que somaria muito ao partido ao qual se filiar, porque não é só, tem grupo. Descartada estaria uma filiação ao PCdoB ou ao PT, porque seria uma volta ao passado.

COMENTÁRIO LACÔNICO

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, fez um comentário lacônico sobre a “Nota” do MDB, reafirmando apoio ao governo Gladson Cameli: “foi para manter os empreguinhos”.

MUITA PRUDÊNCIA

Em momentos de crise é preciso prudência nas decisões de quem governa. O governador Gladson Cameli tem que esperar serenar os ânimos e não seguir o que dizem os falcões da sua aliança. Não conheço nada em política irreversível e que não se reverta pelo diálogo.

PROBLEMÃO NA MESA

Na segunda- feira, Cameli tem um problemão na mesa: vai ouvir do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, de que não aceita a nomeação do seu inimigo Vagner Sales para ser o articulador político do governo. Crises sempre vão existir, o governante é que deve buscar contorná-las. Esta mais grave, porque se dá na base eleitoral do governador.

DONO DA BOLA

Depois de passar a perna no prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, o deputado Géhlen Diniz (PROGRESSISTAS) desfila risonho por Sena Madureira como o dono dos cargos do governo no município

PRESÍDIO EXEMPLAR

O vice-governador Major Rocha diz que a equipe de segurança vai buscar em outros centros penitenciários avançados no sistema de vigilância de presos e monitoramento eletrônico, exemplo para servir de modelo a ser implantado em um presido piloto no Acre.

CONTROLE RÍGIDO

Rocha promete um controle rígido para impedir a entrada de celulares, que costumeiramente são apreendidos nas revistas. “Alguém está levando, não nasceram lá dentro”, assinala. Estamos trabalhando para descobrir como os celulares entram no presídio, revelo Rocha.

BOLA DENTRO

O governador Gladson Cameli deu uma bola política dentro ao determinar que todas as nomeações daqui em diante sofram um pente fino na ficha jurídica e também na filiação partidária. Com isso evita de nomear condenados ou que sofram processos de improbidade administrativa. Não podia era continuar a onda de críticas contra a “petização” do governo.

ACABA A GRITARIA

A nova determinação vai acabar com um problema que estava martelando com críticas a cabeça do Gladson Cameli, tal é a enxurrada de denúncias de aliados contra contratação de petistas por secretários. Estava difícil explicar para quem participou da sua campanha.

BELO PAPEL

A meninada do Galvez está tendo uma bela participação na Copa São Paulo, com mais uma vitória e chegando em uma nova fase, na qual nenhum outro participante do Acre chegou. Seria o máximo ganhar do Palmeiras, próximo adversário, não impossível, mas muito difícil.

BUSCAR PARCERIA

O presidente da Federação de Futebol do Acre, Antonio Aquino, é hoje vice-presidente da CBF. O governo poderia lhe procurar para fazer uma parceria em projetos para recuperar o pardieiro “Arena da Floresta”, o secretário da área não pode esperar só verbas do governo.

FICA DIFÍCIL

A cidade está tomada por buracos. Mas com as chuvas intensas fica inviável a PMRB montar qualquer operação de tapa-buracos. A próxima operação-verão terá que ser para valer.

UMA SENHORA CONQUISTA

A escolha do ex-deputado e professor Moisés Diniz para ser o novo secretário municipal de Educação foi de uma felicidade extrema pela prefeita Socorro Neri. Um moço além de competente, o Moisés é um humanista, trata a todos com respeito e educação.

SEM COM FIRMAÇÃO

A notícia não tem confirmação. Fala-se na ida do ex-diretor do RBtrans, Gabriel Forneck, para a secretaria municipal de Agricultura, área que estava na cota do vereador Mamed Dankar (PT).

NÃO ESPEREM

Posso até me enganar. Não esperem do deputado eleito Roberto Duarte (MDB) ser um político passivo, que não faça cobranças ao governo, até por sua postura de independência. De fato se pode apoiar um governo sem estar na fila dos bajuladores, mas com críticas construtivas.

POSIÇÃO DO PORTA-VOZ SOBRE A CRISE MAZINHO

“O governo vai continuar com a mão estendida para a população de todos os municípios, agora se um prefeito da nossa base rompe a aliança. Quem vai sair perdendo é ele. O que esse aliado quer é o enfrentamento, a polêmica e o desgaste, o governador não vai perder tempo com isso”. A posição é do Porta-Voz do Governo, Rogério Venceslau.

QUEM E PERDE?

Se for colocar na balança esta briga entre o prefeito Mazinho Serafim e o governador Gladson Cameli, no campo da ajuda financeira perde o Mazinho e no campo da tranquilidade perde o Gladson. É uma briga desnecessária e que poderia ter sido evitada. Faltou diálogo e recuos.

PRIMEIRO INSUCESSO

O acontecido em Sena Madureira é o primeiro insucesso da assessoria política do governo.

AULA DE AGRICULTURA

O governador Gladson Cameli, nesta viagem que faz a Rondônia e seus municípios para conhecer o seu potencial agrícola, por certo está pegando uma aula de agricultura e desenvolvimento no campo. Rondônia é um exemplo em produção. Não é aquela Ópera-Bufa em que governantes acreanos e secretários pousaram com uma folha de couve e uma palma de banana, como se fosse exemplo de safra no campo. Nosso vizinho é exemplar nos plantios de soja, café, milho, arroz, cacau, tudo em grande escala. Para exportação. O Acre se encontra mais de vinte anos atrasado em relação aos rondonienses. Seja na área da pecuária, da piscicultura, da agricultura. Aqui se tentou desenvolver o Estado vendendo óleo de copaíba.

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