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Gladson pavimenta o caminho do agronegócio

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A visita para aprendizado do governador Gladson Cameli ao vizinho Estado de Rondônia, que é um exemplo no campo da agricultura, com uma grande produção de soja, café, milho, arroz, peixes, grande parte exportada, indica que começa a pavimentar a mudança do rumo do modelo econômico do Acre, denominado como conceito Florestrania, que ao grosso modo queria desenvolver o Estado vendendo óleo de copaíba, e que fracassou, não gerando emprego e nem renda. Durante os últimos vinte anos do governo do PT continua, praticamente, na estaca zero a nossa produção agrícola. No último mandato do Tião Viana ainda tentaram dar uma guinada no setor agrícola, mas foram ações pífias e pontuais, sem um planejamento macro, como aconteceu em Rondônia. O novo governo tinha mesmo que abrir a fronteira do Acre para o agronegócio. Não se precisa fazer derrubadas, existem muitas áreas degradadas que podem ser aproveitadas, por exemplo, serem usadas para o plantio de soja. A logística favorece o escoamento. Estamos na bica do porto graneleiro do rio Madeira, por onde é embarcada a soja produzida no vizinho Estado. O Acre, neste novo momento no campo agrícola tem tudo para avançar de forma moderna, se tornando um grande produtor de grãos. Não pode mais é o governo continuar sendo um grande empregador. A iniciativa privada precisa crescer, sem intervenção, mas com o governo como parceiro na execução de políticas públicas para o campo e acabando com a burocracia para quem quer se dedicar ao agronegócio. O Gladson, neste ponto, se encontra no caminho certo. O ciclo econômico do contracheque tem de acabar. O resto é o feijão com arroz de cada dia de uma administração.

ILDERLEI: “não aceito o Vagner Sales como articulador político.” O governo saiu de uma crise Sena Madureira e pode mergulhar em outra. Na próxima segunda-feira vai acontecer em Cruzeiro do Sul uma reunião do grupo do prefeito Ilderlei Cordeiro com o governador Gladson Cameli. “Vamos dizer ao Gladson que não aceitamos a nomeação do ex-prefeito Vagner Sales para ser o secretário de articulação política do governo. Não se trata de nada pessoal, mas apenas porque não vemos na sua pessoa capacidade de dialogar com toda a classe política do Estado. Se não tem habilidade para fazer a articulação no Juruá, que é a sua base, como é que vai fazer no Estado?”- indaga Ilderlei.

NÃO SERÁ RECONHECIDO

Independente do que vier a ser decidido no encontro da segunda-feira, o prefeito Ilderlei afirma que não reconhecerá Vagner como seu articulador político. Sobre que decisão irá tomar depois da reunião de segunda, falou que espera que o governador volte atrás na nomeação e busque um nome que tenha penetração em todos os segmentos políticos. Perguntei o que faria caso a nomeação venha a ser mantida, e foi curto e incisivo na resposta: “posso lhe dizer que você será a primeira pessoa a saber do desfecho”. E nada mais disse e nem lhe foi perguntado.

FLAVIANO DIZ QUE MDB ESTÁ COM GLADSON

Falei ontem com o presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre a dissidência do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. Ressaltou que, esta é uma questão pessoal, que lamenta, tentou contornar, mas que o MDB se sente contemplado com os cargos no governo Gladson Cameli.

ZERO POSSIBILIDADE

Pelo que indicou Flaviano Melo na conversa é zero a possibilidade do MDB romper com o governo Gladson Cameli. Flaviano lembrou que o partido tem três secretários na gestão.

JV NEGA ACORDO COM MAZINHO

O senador Jorge Viana (PT) disse ontem em nota que, não participou e nem participa de nenhuma articulação política, nem mesmo as do seu partido. Disse que não tratou de política no café da manhã com o prefeito Mazinho Serafim (MDB). E completou dizendo que o problema da oposição é da oposição.

PRESTANDO CONTA

JV diz que está apenas peregrinando pelos municípios prestando contas do mandato, mas que não é hora para se falar de política. Tem dito que somente depois que a poeira sentar e que fará uma avaliação sobre o desastre eleitoral petista.

MUITO COMEDIDO

O senador Jorge Viana (PT) tem se mostrado muito comedido e evitado fazer avaliações sobre a fragorosa derrota do PT na última eleição. Depois da rodada nos municípios de prestação de contas, deve ficar um bom período afastado da política e assistindo o novo governo.

ESPERANDO SENTADO

O jornalista Evandro Cordeiro diz estar esperando sentado, a indicação para um cargo do governo, que foi lhe prometida pelo senador Márcio Bittar (PSDB), de quem foi fiel seguidor. “Não consigo nada, talvez, por nos últimos vinte anos não ter me arredado da oposição”, diz.

MINORU NÃO DESCARTA DISPUTAR PMRB

O professor Minoru Kinpara (REDE), que teve 75 mil votos na capital por um partido sem estrutura, sendo mais votado neste nicho que o senador Jorge Viana (PT), disse ontem que não está no seu foco imediato, mas não descarta disputar a PMRB por um novo partido.

REDE DESCARTADA

Disputar pelo partido Rede Sustentabilidade está fora de cogitação, já que não atingiu a cláusula de barreira. Se vier a disputar a prefeitura tem que ser por um partido com estrutura organizacional e de pessoas que possam ajudar na campanha, diz. Não quis citar os partidos pelos quais já foi convidado a se filiar para não polemizar. “Não será o PT”, enfatizou Minoru.

NEY AMORIM

O deputado Ney Amorim (sem partido) ainda não se pronunciou, oficialmente, em que sigla vai militar após a sua saída do PT. Ney foi derrotado na última eleição mais pelo fogo amigo, principalmente, do ex-governador Tião Viana do que pela força da oposição. Ainda assim é uma liderança jovem e que somaria muito ao partido ao qual se filiar, porque não é só, tem grupo. Descartada estaria uma filiação ao PCdoB ou ao PT, porque seria uma volta ao passado.

COMENTÁRIO LACÔNICO

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, fez um comentário lacônico sobre a “Nota” do MDB, reafirmando apoio ao governo Gladson Cameli: “foi para manter os empreguinhos”.

MUITA PRUDÊNCIA

Em momentos de crise é preciso prudência nas decisões de quem governa. O governador Gladson Cameli tem que esperar serenar os ânimos e não seguir o que dizem os falcões da sua aliança. Não conheço nada em política irreversível e que não se reverta pelo diálogo.

PROBLEMÃO NA MESA

Na segunda- feira, Cameli tem um problemão na mesa: vai ouvir do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, de que não aceita a nomeação do seu inimigo Vagner Sales para ser o articulador político do governo. Crises sempre vão existir, o governante é que deve buscar contorná-las. Esta mais grave, porque se dá na base eleitoral do governador.

DONO DA BOLA

Depois de passar a perna no prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, o deputado Géhlen Diniz (PROGRESSISTAS) desfila risonho por Sena Madureira como o dono dos cargos do governo no município

PRESÍDIO EXEMPLAR

O vice-governador Major Rocha diz que a equipe de segurança vai buscar em outros centros penitenciários avançados no sistema de vigilância de presos e monitoramento eletrônico, exemplo para servir de modelo a ser implantado em um presido piloto no Acre.

CONTROLE RÍGIDO

Rocha promete um controle rígido para impedir a entrada de celulares, que costumeiramente são apreendidos nas revistas. “Alguém está levando, não nasceram lá dentro”, assinala. Estamos trabalhando para descobrir como os celulares entram no presídio, revelo Rocha.

BOLA DENTRO

O governador Gladson Cameli deu uma bola política dentro ao determinar que todas as nomeações daqui em diante sofram um pente fino na ficha jurídica e também na filiação partidária. Com isso evita de nomear condenados ou que sofram processos de improbidade administrativa. Não podia era continuar a onda de críticas contra a “petização” do governo.

ACABA A GRITARIA

A nova determinação vai acabar com um problema que estava martelando com críticas a cabeça do Gladson Cameli, tal é a enxurrada de denúncias de aliados contra contratação de petistas por secretários. Estava difícil explicar para quem participou da sua campanha.

BELO PAPEL

A meninada do Galvez está tendo uma bela participação na Copa São Paulo, com mais uma vitória e chegando em uma nova fase, na qual nenhum outro participante do Acre chegou. Seria o máximo ganhar do Palmeiras, próximo adversário, não impossível, mas muito difícil.

BUSCAR PARCERIA

O presidente da Federação de Futebol do Acre, Antonio Aquino, é hoje vice-presidente da CBF. O governo poderia lhe procurar para fazer uma parceria em projetos para recuperar o pardieiro “Arena da Floresta”, o secretário da área não pode esperar só verbas do governo.

FICA DIFÍCIL

A cidade está tomada por buracos. Mas com as chuvas intensas fica inviável a PMRB montar qualquer operação de tapa-buracos. A próxima operação-verão terá que ser para valer.

UMA SENHORA CONQUISTA

A escolha do ex-deputado e professor Moisés Diniz para ser o novo secretário municipal de Educação foi de uma felicidade extrema pela prefeita Socorro Neri. Um moço além de competente, o Moisés é um humanista, trata a todos com respeito e educação.

SEM COM FIRMAÇÃO

A notícia não tem confirmação. Fala-se na ida do ex-diretor do RBtrans, Gabriel Forneck, para a secretaria municipal de Agricultura, área que estava na cota do vereador Mamed Dankar (PT).

NÃO ESPEREM

Posso até me enganar. Não esperem do deputado eleito Roberto Duarte (MDB) ser um político passivo, que não faça cobranças ao governo, até por sua postura de independência. De fato se pode apoiar um governo sem estar na fila dos bajuladores, mas com críticas construtivas.

POSIÇÃO DO PORTA-VOZ SOBRE A CRISE MAZINHO

“O governo vai continuar com a mão estendida para a população de todos os municípios, agora se um prefeito da nossa base rompe a aliança. Quem vai sair perdendo é ele. O que esse aliado quer é o enfrentamento, a polêmica e o desgaste, o governador não vai perder tempo com isso”. A posição é do Porta-Voz do Governo, Rogério Venceslau.

QUEM E PERDE?

Se for colocar na balança esta briga entre o prefeito Mazinho Serafim e o governador Gladson Cameli, no campo da ajuda financeira perde o Mazinho e no campo da tranquilidade perde o Gladson. É uma briga desnecessária e que poderia ter sido evitada. Faltou diálogo e recuos.

PRIMEIRO INSUCESSO

O acontecido em Sena Madureira é o primeiro insucesso da assessoria política do governo.

AULA DE AGRICULTURA

O governador Gladson Cameli, nesta viagem que faz a Rondônia e seus municípios para conhecer o seu potencial agrícola, por certo está pegando uma aula de agricultura e desenvolvimento no campo. Rondônia é um exemplo em produção. Não é aquela Ópera-Bufa em que governantes acreanos e secretários pousaram com uma folha de couve e uma palma de banana, como se fosse exemplo de safra no campo. Nosso vizinho é exemplar nos plantios de soja, café, milho, arroz, cacau, tudo em grande escala. Para exportação. O Acre se encontra mais de vinte anos atrasado em relação aos rondonienses. Seja na área da pecuária, da piscicultura, da agricultura. Aqui se tentou desenvolver o Estado vendendo óleo de copaíba.

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Com que roupa os comunistas vão para a PMRB?

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A pergunta acima, eu fiz ontem a uma das principais lideranças do PCdoB no Estado, deputado Edvaldo Magalhães. Defende que, antes de se falar em um nome para disputar a prefeitura de Rio Branco tem de se pensar como primeiro plano na recomposição do que chama de “forças democráticas”, que traduzindo quer dizer, juntar os cacos que restaram da extinta Frente Popular do Acre, que encerrou o seu ciclo com uma derrota esmagadora nas urnas, na eleição passada. Temos que ver com quem poderemos contar para depois se traçar outras estratégias, explicou à coluna. E as conversas, defende, devem começar já a partir de Abril. Sobre se o PCdoB apoiará a reeleição da prefeita Socorro Neri, Edvaldo fez uma pergunta: “é preciso saber: ela quer ser candidata à reeleição?”. E completou: “tanto podemos lhe apoiar como não podemos, tudo vai depender das discussões que serão travadas”. O PCdoB, que vinha de derrotas importantes em eleições anteriores, recuperou-se na última campanha, conseguindo eleger dois deputados estaduais e um deputado federal, o que o coloca no centro do debate. As relações do partido com a prefeita Socorro Neri estão frias.

NA CORDA BAMBA

O destino político da ex-deputada Leila Galvão (PT) está nas mãos dos vereadores de Brasiléia. Já foram enviadas pelo TCE para a apreciação da Câmara Municipal as prestações de contas dos anos de 2009, 2010 e2011, quando era prefeita, todas rejeitadas. Se mantida a decisão do TCE, Leila ficará inelegível. Mas, não apostem nisso, tem maioria que garante a derrubada do que foi decidido pelo TCE. A votação está prevista para entrar em pauta na terça-feira.

NÃO É IMPOSITIVA

Uma decisão do TCE não é impositiva, ou seja, o vereador não é obrigado a votar no que foi decidido pelos Conselheiros, que funciona no máximo como recomendação. A Câmara Municipal de Brasiléia é soberana para votar contra o parecer emitido pelo TCE. Ponto.

NOVA REVOLUÇÃO

O jornalista Salomão Matos (PROGRESSISTAS) diz que está fazendo a segunda revolução de Porto Acre, com a sua candidatura a prefeito, com o apoio de lideranças importantes que tem recebido a sua candidatura a prefeito. Por ironia, o único obstáculo está dentro do seu partido, onde a vereadora do PROGRESSISTAS, apóia o prefeito Bené Damasceno, seu adversário.

NÃO É POSSÍVEL

Não costumo falar do que não tenho certeza, mas fica difícil não crer nas críticas que segmentos organizados da população e os vereadores vêm fazendo sobre a gestão do prefeito Tião Flores, de sérios problemas na cidade e zona rural. A lembrar: Em 2020 terá eleição.

MOVIMENTO POLÍTICO

A reunião da vereadora Mailza Gomes (PROGRESSISITAS) com o prefeito de Senador Guiomard, Gilson da Funerária (PROGRESSISTAS), pode ser um passo de uma aliança política para a eleição de prefeito no próximo ano. Seu grupo saiu fortalecido na última campanha.

FEITO DE PESO

O fato do ex-prefeito James Gomes, ter feito da Meire Serafim, a candidata a deputada mais votada de Senador Guiomard, sem ela ter qualquer afinidade política com o município, foi um feito de peso. Por isso, seu apoio e da mulher Mailza, serão decisivos na eleição municipal.

O DEBATE PERDEU MUITO

Falo do que acompanhei. A base de apoio do novo governo perdeu muito com a derrota da ex- deputada Eliane Sinhasique (MDB). Fluente na palavra, por certo estaria na linha de frente da defesa do governo. Mas, a política tem nuances, nem sempre os melhores se reelegem.

DOIS COMANDOS

O MDB tem praticamente hoje dois comandos distintos. No Juruá, reina soberano o grupo do ex-prefeito Vagner Sales. E na capital e região do Alto Acre o deputado federal Flaviano Melo (MDB) dá as cartas. O quinhão do partido ficou reduzido no governo a três secretárias sem muita expressão política. Seus cardeais perderam a disputa pelas pastas mais importantes.

EXPLICA A CORRIDA PELA PMRB

É uma das explicações pelas quais o MDB quer ser protagonista na eleição de prefeito da capital. Ao procurar o professor Minoru Kinpara, bem votado para o Senado em Rio Branco, para ser o nome do partido na disputa da PMRB, o MDB não quer ser apenas bucha de canhão.

AÇODAMENTO NÃO É BOM COMPANHEIRO

Na política, o açodamento nunca foi bom companheiro. A oposição à prefeita Socorro Neri tentou jogá-la como “mentirosa” na opinião pública na questão da compra dos kits escolares. Depois que provado foi de que a aquisição aconteceu como foi anunciado, calaram-se. Deveriam ter reconhecido o erro, não seria demérito.

NEM PAIS E NEM MÃES BASTARDOS

O mérito na liberação de recursos para a construção da ponte de mão dupla que ligará Brasiléia à Epitaciolândia é exclusivamente do governador Gladson, que trava a luta desde que era senador. O registro tem de ser feito, para não aparecer os pais e mães bastardos da obra.

CALMA, VALENTES!

O desastrado governo anterior passou oito meses sem dar uma ajuda ao Hospital Sousa Araújo, que trata dos hansenianos. Os críticos de hoje, todos ligados ao governo antecessor, e que denunciam o caos e cobram providências do atual governador, só agora viraram valentes?

VAI QUE É TUA, GLADSON!

Lideranças de Brasiléia que apoiaram o governador Gladson estão cuspindo marimbondos contra a inércia da sua gestão, onde a única troca de comando acontecida foi na Educação, cota do MDB, e os demais até hoje chupam os dedos. E perguntam: “Valeu nosso apoio?”

CHOROS E RISOS

Os que mais choram pelo “abandono” depois da campanha do Cameli são as lideranças do PROGRESSISITAS, que não conseguem nomeação nem de vigias dos órgãos estaduais, em Brasiléia. Em compensação, em Rio Branco e Sena Madureira, o PROGRESSISTAS nomeou parentes e aderentes. Na política é assim mesmo, enquanto alguns choram, outros gargalham.

MAIOR VITÓRIA PROPORCIONAL

É bom lembrar que foi em Brasiléia que, proporcionalmente, Gladson Cameli obteve o seu maior percentual de votos na disputa do governo. É a história: bocado comido, bocado esquecido. Tudo bem, vocês que são do mesmo partido que se entendam e se resolvam.

FILÃO PARA INVESTIGAÇÃO

O vereador João Luz (MDB) levantou um ponto que merece reflexão e uma discussão política profunda, a questão da má qualidade das obras do “Ruas do Povo”, projeto menina dos olhos do Tião Viana, e que nas primeiras chuvas o asfalto derreteu. Com a palavra, o DEPASA.

ATESTADO DE BURRICE

Reforço o artigo do ex-deputado federal João Correia, publicado no ac24horas, criticando o acordo burro pelo qual o ex-governador Tião Viana mandaria o projeto da Reforma Administrativa do Gladson para a ALEAC (na ocasião, só ele podia fazê-lo) e em troca teria as contas do seu governo aprovadas. E aconteceu. Foi um atestado de burrice do novo governo.

DEU UM SALVO-CONDUTO

O governador Gladson Cameli poderia perfeitamente tomar posse e em seguida mandar a Reforma Administrativa do governo, mas preferiu dar um salvo-conduto ao antecessor.

INTERESSA O RESULTADO

O secretário Paulo Wadat é um craque na explanação do que pretende fazer na agricultura acreana para lhe tirar da pré-história. Quero ver os resultados. Conversa bonita é para a teoria. O inferno –dizem- está cheio de bem intencionados. Aguardemos a soja, café, arroz e etc.

SÓ PODE SER BRINCADEIRA!

Leio que, o governo passado investiu 1 bilhão de reais na agricultura, no Acre. Se de fato investiu foi uma prova de incompetência, porque investiu mal. A produção no Estado continua a ser incipiente, importamos tudo, e não temos nada que possa ser visto como um avanço.

FORA DA BASE

Pelos seus pronunciamentos de muitas cobranças e críticas ao governador Gladson Cameli, o deputado Fagner Calegário (PV), não é computado na cúpula governista como integrante da base de apoio. Mas não há razão de surpresa, Calegário foi eleito na coligação da FPA.

NEM UM MELHORAL

O deputado Roberto Duarte (MDB) diz ter dados de que o governo Gladson não fez uma compra de medicamentos e insumos para a Saúde. Pelo menos, não conheço uma Nota de Empenho referente a uma aquisição, diz. Deduz-se que, trabalham com o estoque deixado.

MAIOR BESTEIRA

A maior besteira que se possa dizer para criticar o governador Gladson é de que viaja muito à Brasília. Se ficar sentado no seu gabinete só recebendo pedidos de emprego, o Acre não sairá do atoleiro que o antecessor deixou. Tem de estar nos ministérios buscando recursos extras.

AVISO AOS LEITORES

Durante uma semana a coluna não será renovada. Vou tirar umas curtas férias. Volto logo.

NÃO É A ÚLTIMA BOLACHA DO PACOTE

Os números de prisões, apreensões de armas, drogas, carros roubados, visivelmente, mostram que os crimes estão tendo uma solução rápida por parte da polícia. A nova equipe da Segurança não é a última bolacha do pacote, mas tem mostrado resultados satisfatórios na elucidação de crimes. Já se vê mais a presença policial nas ruas. Isso é bom, por inibir a bandidagem. As execuções na guerra entre facções vão continuar a acontecer, mas já se nota uma queda e a prisão dos envolvidos ocorre de forma rápida. Por tudo isso, o secretário de Segurança, Coronel Paulo César, até aqui mereceu o voto de confiança que lhe foi depositado.

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Marcando uma posição política

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É uma opinião, como observador dos debates nas sessões da ALEAC neste início de legislatura. Nunca nem cheguei a trocar uma palavra com ele. Mas entre os deputados que se elegeram pela aliança que apoiou o Gladson Cameli ao governo, nenhum dos novatos tem feito uma defesa mais incessante da nova administração do que o deputado Neném Almeida (SD) que não deixa um ataque ao governador sem defesa. Não deveria nem ser um fato a se destacar, mas é; pelo caso de não ser óbvio, já que, a maioria dos deputados que foram eleitos na aliança que chegou ao poder, simplesmente, dão o calado como resposta às críticas dos parlamentares oposicionistas. Caminha-se para se assistir na ALEAC o mesmo filme com a base de apoio no Legislativo do governo antecessor, com uma maioria silenciosa, em que dois ou três defendia a mais desastrada das gestões petistas, e a oposição minoritária deitava e rolava.

ACABARIA COM O JOGO DE EMPURRA

Não sei da legalidade do projeto de lei a ser proposto pelo deputado Neném Almeida (SD), de que o governo pague direto aos terceirizados e não aos donos das empresas. Tem o lado de que poria fim ao jogo de empurra do governo dizer que paga e os empresários de que não recebem. Evitaria os protestos de servidores como o de ontem da COPESERGE, na ALEAC.

OUTRO LADO

Mas há o outro lado. Aumentaria mais uma responsabilidade do Estado e poderia levar ao desestímulo do empresariado. Seria uma espécie de intervenção branca na iniciativa privada, o governo seria tutor do que não lhe pertence. Por isso a pergunta, se há legalidade no projeto?

HONESTIDADE POLÍTICA

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) foi honesto ao reconhecer que, o governo do PT, ao qual serviu, não cumpriu com as obrigações salariais, em relação aos servidores terceirizados.

INFLUÊNCIA ZERO

Ontem, critiquei os governos do PT por não fazer nada para a construção de uma nova ponte ligando Brasiléia-Epitaciolândia. Agora, veio a boa notícia de que o governo federal garantiu a liberação dos recursos. Volto dizer: se até a eleição de 2020 a obra for concluída, o Gladson Cameli passa a ser o grande eleitor do Alto Acre nas eleições municipais para prefeito de Brasiléia e Epitaciolândia.

PARA FICAR REGISTRADO

É bom na política se situar o mérito em quem merece o mérito. Por isso é que faço o registro

ENTREGUE AS BARATAS

É preciso cautela antes de acusar o prefeito de Porto Acre, Bené Damasceno, de desonesto, com base apenas na abertura de CPI na Câmara Municipal. O que se pode dizer é que a sua administração anda bamba de realizações, é só ir aos ramais, onde até trator de esteira atola.

UMA FORTE CONCORRENTE

Havendo um convite dentro de uma densidade partidária não tenho muita dúvida de que a ex-deputada Leila Galvão (PT) aceitaria disputar a prefeitura de Epitaciolândia, na eleição do próximo ano. Foi bem votada no município. E se entrar no jogo torna-se forte concorrente.

VOLTA EM 2020

Os nomes do PT que escaparam da enxurrada medíocre que foi o governo passado e que, por conseguinte, foi responsável pela maior derrota do partido no Acre, mesmo perdendo a eleição, foram o Angelim, Jorge Viana e Marcus Alexandre. Nenhum candidato em 2020.

JV CONTINUA PERIGOSO

Dentro do PT, Jorge Viana continua sendo o nome mais perigoso para a oposição em 2022, sendo como candidato a senador ou a governador. JV perdeu a eleição dentro de um contexto de burrice do seu partido de lançar dois candidatos e ser herdeiro do péssimo governo do irmão.

NÃO TRANSMITE SIMPATIA

O Coronel Ulisses Araújo (PSL), de posições firmes e um bom currículo profissional, e que já manifestou o desejo de disputar a prefeitura da capital no próximo ano precisa melhorar a sua postura na televisão, onde na última eleição, nos debates e entrevistas, não transmitiu simpatia e profundidade no que defendia. Mas a sua candidatura enriquecerá o pleito.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Na Reforma da Previdência fico com a opinião dos profissionais mais qualificados da área econômica brasileira, de que a aprovação é essencial para não afundar o Brasil e o país voltar a crescer, do que com os que pensam de forma politiqueira e ideológica, para assegurar os privilégios de uma elite existente nos poderes.

NOVAS REGRAS FORÇAM

As novas regras eleitorais com o fim das coligações proporcionais é que estão levando os partidos nanicos a terem candidatos a prefeito, como forma de assegurar palanque aos candidatos a vereadores. O PSC atentou para o novo momento e vai de Jamil Asfury à PMRB.

CASA DO SILÊNCIO

Não se fala nada nos gabinetes governamentais sobre a recomendação do MP de demitir os secretários com problemas jurídicos. E como passaram os 10 dias de prazo dados pelo MP para que a medida fosse efetivada e não se cumpriu, a dedução é de que ninguém será exonerado.

NOMES NA MIRA

Os secretários que estavam na mira do MP, eram Vagner Sales, James Gomes e Alércio Dias. Nenhum com qualquer obstáculo a que possam continuar no secretariado do governo.

NÃO FICARÁ FORA

A tendência natural do SOLIDARIEDADE e ter uma candidatura própria a prefeito de Epitaciolândia, até pelo fato da sua maior liderança, a deputada Vanda Denir (SD), ter sido bem votada no município. As eleições municipais são pólos formadores de base para 2022.

DILEMA POLÍTICO

Deputados como Antonia Sales (MDB) e Gerlen Diniz (PROGRESSISITAS), por virem de legislaturas em que sempre estiveram na linha de frente de cobrança aos governos petistas, agora na situação, ficam no dilema de evitar cobrar do novo governo o que sempre cobraram da tribuna do PT.

POSIÇÃO DE TRANQUILIDADE

O senador Petecão (PSD) participa da próxima campanha municipal numa posição privilegiada, pelo fato de ter ainda vários anos de mandato pela frente, a sua vaga não estará em disputa na eleição de 2022. Deverá trabalhar apenas para reforçar a bancada de vereadores do PSD.

OLHO ESBUGALHADO

Quem está de olho esbugalhado para 2022 é o vice-governador Major Rocha, que tem dito aos amigos que, numa eventual saída do Gladson para disputar o Senado, ele disputará o governo.

CASA MAL ASSOMBRADA

A sensação de quem chega ao DERACRE é de se deparar com casa mal assombrada. Prédio encardido, pintura descascando, um retrato fiel de como era a coisa na gestão passada. À noite, por certo, deve aparecer fantasma. Salva a SEOP, onde fica o secretário Thiago Caetano.

TUDO MUITO RÁPIDO

Na política você pode ir do patamar de humanista ao de um ser rancoroso, depende do que você se expressar. E depois que desaba na opinião pública e cola imagem de rancoroso, mesmo que jure aos pés do altar, jamais será considerado um humanista. É o preço amargo da palavra. As opiniões que escutei de figuras respeitáveis da sociedade, reforçam esta tese.

BOCA DE JACARÉ-AÇU

Aliados do governo reclamam de que o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISITAS) domina a quase totalidade dos cargos nas repartições estaduais de Sena Madureira, com a indicação de afilhados para as CECS. O comparam a um “jacaré-açu”, bocarra aberta, comendo e chorando.

FIEL AO DISCURSO

O secretário da Infraestrutura, Thiago Caetano, é fiel ao discurso da campanha de expurgo do PT, e que levou Gladson Cameli ao governo, se cercando de auxiliares que efetivamente estiveram na eleição pedindo votos para tirar o PT do poder. Coisa rara, neste governo!

NÃO APOSTEM NO SILÊNCIO

Quem tem visto o deputado Daniel Zen (PT) caladão na ALEAC, não aposte que será a sua tônica, este silêncio tem prazo de validade, quando o Gladson completar 100 dias à frente do governo. Zen é um dos quadros mais preparados do PT, ferino, ele domina a tribuna como poucos. Pode anotar: o Zen vai dar uma trabalheira quando abrir a comporta de cobranças.

BOM QUE ACONTEÇA

O debate entre oposição e base do governo é bom que aconteça, para não ficar um marasmo.

COMO É QUE É?

Quer dizer, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISITAS), que o governo tem dinheiro? Por qual razão não pagar, então, os débitos do Hospital do Juruá, da empresa que prestou atendimento cardiológico, e tirar o Gladson Cameli do alvo do tiroteio por serviços de saúde mal prestados?

NOME FORTE

O ex-prefeito Marcus Alexandre não tem falado em política e de forma sábia. O momento é de recuo e ver como vai se comportar o governo Gladson. É um nome que ficará na geladeira do PT para ser tirado em 2022, para eventual disputa de um cargo majoritário ou Câmara Federal.

BOI DE PIRANHA

Acompanhei os bastidores da eleição. No meado da campanha, Marcus Alexandre já estava abandonado pelos seus padrinhos políticos. O Jorge Viana foi um dos poucos a ser leal até o fim.

BRANCA MENEZES

É um nome sempre lembrado pelas lideranças de Senador Guiomard, quando se trata da eleição do próximo ano para vir a ser candidata à prefeita do município. Um dos maiores defensores da sua candidatura é o vice-governador Major Rocha, tucano como a Branca.

LINHA DE FRENTE

As suas ações na defesa do governador Gladson Cameli mostram um afastamento político do grupo do Coronel Ulisses Araújo. Falo do advogado Valdir Perazzo, um liberal de convicção e uma figura respeitável.

CARTA MAIS POLÊMICA

O governador Gladson Cameli vai jogar na mesa a carta mais polêmica do início da sua administração, que é a decisão da terceirização das atividades do HUERB, unidade que só está lhe dando dor de cabeça e desgaste político até aqui. Se de fato a terceirização acontecer e vier uma empresa especializada em gestão hospitalar, a tendência é dos serviços de atendimento ao público melhorarem. Porque vai prevalecer o mérito, eficiência, em que o profissional da medicina receberá pelo que produzir. E haverá condições de dotar o HUERB de especialistas em todas as áreas. Em princípio, sou a favor de se buscar sempre a eficiência, o que pode acontecer deixando o comando à iniciativa privada e diminuindo o tamanho do Estado.

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