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Dnit diz que obra de elevação da BR-364 já tem 16 quilômetros

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) anunciou neste sábado (12) que já elevou um trecho de 16 quilômetros na BR-364, sentido Porto Velho-Rio Branco. A elevação do leito da rodovia faz parte das ações para evitar que o Acre fique isolado por via terrestre, caso o nível do Rio Madeira suba para além da cota viária e alague a rodovia. Restam ainda quatro quilômetros para a conclusão da obra, que deve ser finalizada até 15 de abril. O serviço é executado por uma empresa contratada pela Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau.

Segundo informes, a obra teve início em maio de 2018 e tinha previsão de término para dezembro daquele mesmo ano. No entanto, por conta do período chuvoso, o ritmo de trabalho foi desacelerado e a conclusão adiada por mais quatro meses.

“Em 2014, teve a alagação e em alguns trechos a água invadiu a pista quando a cota do rio ultrapassou os 17 metros. Para evitar o ocorrido, nós iniciamos o trabalho de alteamento da BR-364 entre os KM 851 e 876 que ficou sob a responsabilidade de Jirau. Todo o serviço é para evitar que isso aconteça de novo e não atrapalhe a passagem de veículos”, disse Cláudio André Neves, o novo diretor do Dnit em Rondônia.

Os 16 quilômetros elevados também já estão pavimentados. via, restando apenas 4 do trecho total que foi elevado. Do trecho restante, estão sendo realizadas obras de drenagem com extensão de três quilômetros, serviço que deve ser realizado antes da aplicação da camada asfáltica.

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Acre

Quadro de vítimas de explosão é estável, mas inspira cuidados

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As vítimas da explosão ocorrida num barco no município de Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Juruá, na sexta-feira, 7 de junho, continuam recebendo atendimento do governo do Acre, da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde.

O chefe da Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) José Adorno, que apoia e coordena o atendimento dos pacientes acreanos em tratamento fora de domicílio em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte, informou nessa terça-feira, 18, que o estado clínico dos pacientes é estável, mas ainda inspira cuidados.

Estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital João XXIII, Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos; José Ortenízio Souza da Conceição, 39 anos e Valdir Torquato da Silva, 51 anos. Eles continuam em tratamento, que inclui desbridamento cirúrgico, procedimento para retirada de tecidos queimados até que possa ser realizado o enxerto e recomposição da pele.

O esforço das equipes agora, tanto no João XXIII, sob os cuidados do Doutor Marcelo Lopes Ribeiro, quanto na unidade de Goiânia, é para que os pacientes vençam esta primeira etapa, e que tenham condições para serem submetidos aos procedimentos necessários à conclusão do tratamento, que deve ainda durar entre 60 a 90 dias”, explica José Adorno.

Entre os pacientes do João XXIII, o menino P.V.F.S., 4 anos, se recupera bem e deve ter alta nos próximos dias. Francisco Luna Dos Santos, 46 anos, é o que apresenta quadro mais grave, porém estável.

Em Brasília, os quatro pacientes internados no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) continuam recebendo curativos especiais, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. O quadro clínico é estável e a expectativa é que também possam ter alta nos próximos dias.

Agência de Notícias do Acre

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Acre

Preso que for usar tornozeleira terá que pagar pelo aparelho

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Foi aprovado no início da tarde desta quarta-feira, 19, por unanimidade, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que dispõe sobre o pagamento dos aparelhos de monitoramento eletrônico pelos próprios presos apenados.

De acordo com a lei, os condenados beneficiários da fiscalização por meio por meio de tornozeleira eletrônica serão obrigados a arcar com as despesas de aquisição e manutenção do equipamento, enquanto dele fizerem uso.

De acordo com o projeto, aos condenados comprovadamente hipossuficientes poderá ser concedida, mediante decisão judicial fundamentada, a isenção do pagamento das despesas. A instalação do equipamento de monitoração eletrônica será realizada no prazo de 24 horas após a comprovação do recolhimento do valor estabelecido em regulamento.

Ainda segundo o parlamentar, o não pagamento das despesas mensais, no valor e na forma estabelecidos em regulamento, acarretará a perda do benefício da monitoração eletrônica, por decisão fundamentada do juiz da execução penal.

Segundo dados do Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN, cada condenado que utiliza o sistema de monitoração eletrônica custa R$ 230,00 por mês, sendo que atualmente há no Estado R$ 1.586 monitorados ao custo de R$ 364.780,00 por mês e, R$ 4.377.360,00 por ano.

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