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Procuradora-geral entrega premiação aos vencedores do 9º Prêmio de Jornalismo

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A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, realizou, na manhã desta quinta-feira (10), a premiação dos vencedores da 9ª edição do Prêmio de Jornalismo do MPAC. Os profissionais foram aclamados em cerimônia realizada no dia 13 de dezembro.

No gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, os jornalistas Alexandre Noronha (Foto), Eduardo Gomes (Radio), Alcinete Gadelha (Impresso) e Jefson Dourado (Televisão), receberam, das mãos da chefe do MPAC, os cheques correspondentes aos valores em dinheiro. O jornalista Resley Saab, vencedor na categoria Webjornalismo, não pôde
comparecer em razão de compromissos profissionais.

A premiação é um reflexo do resultado das conquistas e batalhas que os profissionais da imprensa encaram, diariamente, para fazer jornalismo com ética, qualidade e responsabilidade social. Os valores chegam ao montante de R$ 12 mil, e foram alcançados mediante patrocínio de 17 parceiros.

“Ao longo do tempo, nosso Prêmio de Jornalismo tem sido bastante prestigiado. Quero parabenizá-los pelas produções muito bem fundamentadas. Não tenho propriedade para falar como uma profissional do jornalismo, mas falo como uma boa leitora”, disse Kátia Rejane.

Há nove edições estimulando e reconhecendo o trabalho de profissionais da imprensa, envolvendo a mídia como difusora de informação com a intenção de esclarecer o cidadão sobre a função social do Ministério Público, o Prêmio de Jornalismo tornou-se referência estadual e nacional no relacionamento com a imprensa, sendo considerado,
por isso, uma importante iniciativa na difusão da cidadania e transparência pública.

“Acho que o trabalho do jornalista em mostrar as coisas, contar as histórias da nossa sociedade, é importante não só para a democracia, mas para conhecer o trabalho de instituições como o Ministério Público. Embora seja uma instituição que, há muitos anos, desde a Constituição de 88, existe, poucas pessoas sabem a importância dela e o
trabalho que ela desenvolve”, diz um dos premiados, jornalista Jefson Dourado.

Ele ainda acredita que, quando o MP se alia à imprensa, envolvendo a mídia como parceira para se chegar à opinião pública, jornalistas são incentivados a aprimorar os conteúdos de suas publicações.

“Isso só contribui para termos uma sociedade com mais conhecimento, que possa exigir mais de seus direitos e ser mais responsável com seus deveres. O Prêmio de Jornalismo é esse incentivo e só quem ganha é a sociedade”, ressalta.

Segurança Pública e Direitos Humanos

A 9ª edição do Prêmio de Jornalismo tinha como tema ‘Segurança Pública e Direitos Humanos – A vida em pauta’. A intenção era suscitar o debate a respeito da violência e da criminalidade, o direito à proteção da vida e a atuação do Ministério Público acreano no sentido de preservar as garantias fundamentais e o Estado Democrático de Direito,
fazendo com que a sociedade conheça melhor o trabalho e a função da instituição.

O convidado de honra foi o jornalista Thiago Reis, do portal de notícias G1, que falou aos presentes sobre sua experiência na coordenação do projeto ‘Monitor da Violência’, iniciativa que levanta e analisa periodicamente os números relacionados a crime e violência em todo o Brasil.

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André Ricardo – Agência de Notícias do MPAC
Fotos: Tiago Teles

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Cidades

Correios já contrataram transporte para envio de encomendas à Marechal Thaumaturgo

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O ac24horas mostrou que a população de Marechal Thaumaturgo que fez nos últimos meses encomendas em outros lugares vive a triste realidade de não receber seus pedidos desde novembro do ano passado.

Pessoas que fizeram encomenda de produtos para o Natal ficaram sem seus produtos e o que é pior, sem saber onde as encomendas estavam e sem um posicionamento dos Correios sobre o assunto.

Após a publicação da denúncia, finalmente a empresa pública federal resolveu tomar providências em relação ao caso.

Segundo nota enviada pelos Correios a agência já foi reaberta e a empresa já contratou transporte fluvial para que finalmente a entrega de correspondências seja normalizado no município. O único problema é que os Correios não especificam uma data para que isso aconteça, afirmando apenas que será o mais rápido possível.

“A agência de Marechal Thaumaturgo foi fechada em meados de dezembro, mas foi reaberta no início de janeiro deste ano. Com relação aos objetos encaminhados para a região, a empresa já contratou recurso para o transporte via fluvial. Os Correios seguem trabalhando para normalizar as atividades o mais rápido possível”, diz a resposta.

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Cidades

Jordão tem apenas dois policiais por dia para garantir segurança no município

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O acreano tem sentido na pele os efeitos da grave crise na segurança pública que o estado vive já algum tempo e que se agravou no início de 2020.

As estratégias postas em prática até agora não se mostram eficientes para diminuir os casos de violência, principalmente as execuções provocadas pela guerra entre facções criminosas, e estão longe de devolver a prometida sensação de segurança.
Não precisa ser especialista em segurança pública para saber que entre os fatos que fazem com que a violência cresça no Acre é que o estado está estrategicamente localizado em uma extensa área de fronteira com a Bolívia e o Peru, além dos estados de Rondônia e Amazonas.

A imensa fronteira com seus rios e florestas, completamente desprotegida, é um convite para o tráfico de drogas.

E quando se conhece a realidade das condições das forças de segurança pública nos municípios do interior, se tem uma ideia de que a realidade deve demorar a mudar.

Uma denúncia enviada ao ac24horas mostra como funciona a Polícia Militar no município do Jordão, que faz fronteira com Feijó, Tarauacá, Marechal Thaumaturgo e o Peru.

O efetivo da Polícia Militar no município é de apenas sete policiais e o comandante. Segundo o denunciante, que com medo de represálias, pede para não ser identificado, os policiais trabalham há mais de 10 anos em uma escala de 24/48 horas. Essa escala é de policiamento ostensivo, ou seja, nas ruas da cidade. “Os militares se veem na obrigação de tirar horas extras pra ajudar os companheiros de farda em datas festivas e finais de semana, trabalhando totalmente fora da lei do banco de hora, pois trabalha 24 horas e no outro dia já tem que está apto a tirar hora extra. Trabalho esse estressante que muitas vezes prejudica o desenrolar de uma ocorrência, as vezes uma ocorrência simples se transforme em algo gigantesco”, afirma.

Fotos enviadas à nossa redação mostram que o espaço físico do quartel da PM no município precisa ser recuperado.
“É preciso que olhem com mais mais para nossos militares que estão em zona de fronteira, isolados, sem apoios algum. Agora, aconteceu o novenário na cidade e é sempre muito complicado garantir a segurança com um efetivo tão pequeno”, afirma.

O ac24horas ouviu o Secretário de Segurança Pública do Acre sobre o assunto. Paulo Cézar afirmou que vão ser deslocados mais policiais ao município e em relação a infraestrutura falou sobre a construção, sem precisar data, sobre a construção do Centro Integrado de Segurança Pública. “Todos os municípios isolados vão receber reforço de novos policiais. Jordão e outros 11 municípios serão contemplados com a implantação do Centro Integrado de Segurança Pública, que instalações integradas da Polícia Militar e Polícia Civil que serão construídas nesses municípios”, diz.

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