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Nós não temos o direito de errar, diz Rocha ao “assumir” governo

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O tucano Wherles Rocha, mais conhecido como o major Rocha, assumiu nesta sexta-feira (11) o cargo de governador do Acre. Não que a cadeira tenha ficado vaga por desistência do recém-empossado governador Gladson Cameli (Progressista), que nem bem a esquentou.

Rocha é governador interino pelo menos até manhã de domingo. O titular cumpre agenda em Rondônia. Em tempos passados, não muito distante, tão logo o chefe do Palácio Rio Branco embarcava no avião para compromissos externos, o vice já pegava a caneta para demitir quase que todo o secretariado para colocar os aliados de seu grupo. Isso aconteceu no governo de Edmundo Pinto [1991-1992], quando o vice Romildo não tinha boa relação com o titular.

Era uma verdadeira bagunça institucional no Executivo acreano. Numa noite o cidadão dormia secretário de estado, e ao amanhecer já estava desempregado. Essa situação durava pouco tempo, pois assim que retornava da viagem, o dono da faixa governamental renomeava toda a sua equipe original.

De 1999 para cá, o Acre passou a viver uma situação de normalidade institucional com os governos petistas. Jorge Viana e seus sucessores tinham a certeza de, ao cumprir agenda em Brasília, nada seria alterado na estrutura de governo. Essa mesma garantia também agora tem Gladson Cameli ao transferir, de forma momentânea, a governadoria para seu vice.

“Nós não temos o direito de errar. No que depender de mim farei de tudo para esse governo dar certo”, disse Rocha, ao ser questionado pela reportagem sobre quantos secretários já tinha demitido, lembrando os velhos tempos da balbúrdia institucional à acreana.

Ainda durante a campanha eleitoral, Gladson afirmava que Rocha não seria um vice decorativo. Major da Polícia Militar, o tucano teve sua imagem vendida como a do comandante da política de segurança pública do Acre, colocando um pouco de ordem na atual onda de violência por que passa o estado.

Agora, Rocha busca um lugar para trabalhar no gabinete da Casa Civil, o mesmo onde fica Gladson. O local, que no passado era a residência oficial dos governadores, foi transformado na sede administrativa do governo pelos petistas. A casa mais parece um labirinto com uma infinita quantidade de corredores e portas que dão acesso aos gabinetes e passagens secretas.

Nesta sexta, o governador em exercício não tem agenda externa programada. Ele passará o dia trabalhando a partir do gabinete da Casa Civil. O primeiro compromisso do dia dele foi uma caminhada, ao lado dos dois principais assessores.

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Cotidiano

Ministro da Educação, Ricardo Vélez, recredencia faculdade diocesana do Acre

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O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, resolveu homologar parecer da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e recredenciar a Faculdade Diocesana São José (Fadisi), mantida pelas Obras Sociais da Diocese de Rio Branco.

A portaria do recredenciamento foi publicada na edição desta segunda-feira, 25, do Diário Oficial do Estado. O documento tem validade de três anos.

Capitaneada pela Igreja Católica do Acre, a Fadisi realiza atividades no Acre desde 2005 e oferece o curso de bacharelado em filosofia e teologia.

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Cotidiano

Investigação de caso de bebê que morreu por broncoaspiração já ouviu 20 pessoas

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A investigação da Polícia Civil já ouviu 20 pessoas próximas aos pais do bebê Maria Cecília, de apenas dois meses, morto no dia 8 de março por insuficiência respiratória após tomar duas mamadeiras de leite artificial. A mãe da criança, enfermeira Micilene Souza acusa o pai, o policial federal Dheymerson Cavalcante de premeditar a morte da filha.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), sob o comando do delegado Martin Hessel. O policial federal nega as acusações.

“Minhas manifestações serão quando finalizar. Não posso dizer quem foi ouvido, são testemunhas e estamos buscando pessoas que sabem sobre o relacionamento dos dois. Conforme vai aparecendo mais alguém, vamos ouvindo e colocando no inquérito para chegar em uma conclusão no final”, disse Hessel ao G1.

O delegado complementou dizendo que ainda não recebeu os laudos periciais e nem o exame de DNA feito para saber se o policial é o mesmo o pai do bebê. “Ainda está no prazo, mas estão correndo para finalizar e não deram o dia para entregar”, avaliou. O resultado do exame de DNA deve sair no dia dia 7 abril.

A criança nasceu prematura e chegou a ficar na UTI. Micilene disse que a bebê não conseguia mamar e que teve alergia a todos os leites artificiais. A mãe afirmou que sempre mandava informações e vídeos para o suposto pai e avó da criança.

Na primeira audiência, no início de março, sobre a pensão de alimentos gravídicos, Micilene afirmou que o policial não foi e que a advogada dele disse que ele estava disposto a pagar pelo DNA.

Ela contou que no primeiro momento não quis ir a Rio Branco com medo do que o homem pudesse fazer com ela e a criança.

“Eu sentia que ele ia matar a mim, ou minha filha. Bloqueei ele e a mãe dele, e ele mandou mensagem para minha irmã pedindo que eu não fizesse isso. Já à noite, eu decidi ir pra fazer o DNA. Quando cheguei em Rio Branco, tudo eu filmava, porque lá no fundo eu sabia que ele ia fazer alguma coisa com a gente”, afirmou na época.

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