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Inflação recua no Acre em 2018: – 6,71%, mostra IPCA calculado pelo governo

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A inflação perdeu força no Acre nos últimos meses caindo 6,71% em 2018 na comparação com o ano anterior, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) calculado pelo Governo Federal.

O bloqueio ao reajuste de mais de 21% na conta de energia elétrica manteve o Acre afastado dos Estados onde a inflação mais vinha avançando. Os 8,7% de variação acumulada da energia elétrica em 2018 apresentados no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ficou pouco abaixo do valor registrado no ano anterior, de 10,35%. O IPCA encerrou 2018 com 3,75% de variação, 0,80 ponto percentual acima dos 2,95% registrados em 2017. As regiões apresentaram desde o recuo de 3,62%, em Fortaleza (CE) até a alta de 17,67% em São Luís (MA).

Em dezembro, o IPCA ficou em 0,15%, ficando acima dos 0,21% negativos de novembro. Foi a menor variação em dezembro desde o começo do Plano Real, em 1994. O índice de dezembro de 2017 ficou em 0,44%.

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Cidades

Governo e prefeitura atrasam repasses e Educandário Santa Margarida está no limite

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IMAGEM DA INTERNET

Mais uma entidade que desenvolve um papel social de extrema relevância sofre com o atraso nos repasses do Governo do Acre e da prefeitura de Rio Branco.

Agora é o Educandário Santa Margarida, fundado em 30 de agosto de 1942, que funciona como Instituição de Acolhimento para Crianças e Adolescentes de 0 a 12 anos sob medida de proteção e é, sem sombra de dúvidas, uma das instituições mais reconhecidas e respeitadas pela sociedade acreana.

Mesmo assim, a situação atual é extremamente preocupante. Como fonte de renda para custear o pagamento de salários dos servidores e para cobrir as despesas, inclusive a alimentação para as crianças, o Educandário recebe repasses do governo e da prefeitura.

O problema é que tanto estado e município não vêm honrando com o pagamento, colocando a instituição em situação pra lá de delicada.

O repasse do Governo do Acre, por volta de 32 mil reais, ainda não foi pago este ano. São cerca de 64 mil dos meses de janeiro e fevereiro, sem contar março que já está chegando ao final.

Com a prefeitura não é muito diferente. O repasse de fevereiro, 12 mil e 500 reais, está atrasado e já está vencendo março. Só que no caso da gestão municipal há um agravante. Um prédio, que fica ao lado do Educandário e é patrimônio da instituição, é alugado para a prefeitura de Rio Branco, onde funciona uma escola municipal. O aluguel, valor de 13 mil reais, está atrasado, acredite, desde dezembro.

Não precisa ser nenhum especialista em matemática para chegar a conclusão de que o atraso dos repasses e do aluguel, que supera os 100 mil reais, deixa a gestão do Educandário sem condições de pagar o salário dos 28 servidores e compromete o básico das alimentações e as condições mínimas para as 44 crianças que estão, atualmente, acolhidas no Educandário Santa Margarida.

“É com esses recursos que pagamos salários e cobrimos as despesas da instituição. Com esse atraso o que nos resta é fazer uma campanha, apelando para a solidariedade das pessoas. Chegamos ao nosso limite. Tínhamos uma reserva, mas acabou”, esclarece Eduardo Vieira, coordenador de gestão e planejamento do Educandário Santa Margarida.

Quem tiver interesse em ajudar, pode entrar em contato pelo telefone 3224–2828 ou fazer uma visita à instituição que fica localizada na Rua Rio Grande do Sul, Bairro Preventório.

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Cidades

Professora denuncia erro na convocação de professores aprovados em processo seletivo

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O amigo leitor lembra de uma simples convocação de um concurso simplificado ter gerado tanta reclamação como a atual?

Pois, o ano letivo começou na última segunda-feira, 18. Só que a falta de professores faz com que dezenas de escolas não tenham iniciado as aulas. Algumas, a previsão é para a próxima segunda-feira, 25.

Nessa última semana, praticamente, todos os dias o Diário Oficial do Estado trouxe, com o objetivo de equacionar a falta de professores, a convocação de professores aprovados no processo simplificado realizado já pela atual gestão. Mesmo assim, as reclamações são constantes.

A última vem do município de Porto Acre, onde a professora Neide Cardoso Siqueira, aprovada para o cargo de pedagoga, denuncia os critérios de convocação.

Aprovada em terceiro lugar, Neide afirma que optou na hora da inscrição pela zona urbana. O absurdo, segunda ela, é que, além, de não ter sido chamada, estão lotando professores que foram aprovados para a zona rural nas escolas urbanas.

“Chamaram mais de 20 professores que passaram pra zona rural e estão colocando alguns deles nas escolas onde a gente deveria tá dando aula, mas ainda não fomos chamados”, diz.

“Essas escolas são todas consideradas zona urbana desde 2013. Tanto que em concurso realizado pela prefeitura de Porto Acre essas escolas são consideradas zona urbana. Então, não consigo entender porque ainda não fui chamada e estão lotando professores que passaram para zona rural”, explica Neide.

Procurada, a Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esporte ainda não se pronunciou.

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