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Sete foram mortos no Acre nos primeiros 10 dias de 2019

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Do dia 1 de janeiro ao dia 10 foram registradas sete homicídios no Acre. A informação é confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Acre. Em relação ao mesmo período do ano passado, são 14 mortes a menos, cerca de 66% de redução de mortes violentas.

A Sesp informa ainda que a redução também acontece com os crimes de patrimônio e deve-se, sobretudo às ações emergenciais de combate à violência. Os registros de ocorrências caíram de 262, entre o dia 1º e o dia 10 de janeiro de 2018, para 105 no mesmo período deste ano. São ocorrências de roubos diversos, cuja redução foi de 59,92%.

Ainda sobre os homicídios, em Rio Branco a redução ainda é mais significativa: chega a 77%, já que até quinta-feira, quatro homicídios tinham sido registrados. No primeiro dez dias de 2018, a capital do estado registrava pelo menos 18 mortes violentas.

“Os números são bem animadores com relação ao que já vivenciamos no passado”, diz o novo secretário de Segurança Pública, Paulo Cézar dos Santos.

Entre os anos de 2015 a 2018, mais de 1.400 pessoas foram assassinadas violentamente em todo o Estado do Acre. De acordo com levantamento feito por ac24horas e confirmado pela Secretaria de Segurança Pública, a maioria dessas mortes são de execuções ligadas a guerra entre as facções, especificamente entre o Primeiro Comando da Capital (PCC), em parceria com o Bonde dos 13, contra o Comando Vermelho, que nos últimos meses vem ganhando espaço no Estado como a principal organização criminosa.

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Cotidiano

Acreana que afirmou que “não receberia ordens de um nego” é condenada

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Membros da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais da Comarca de Rio Branco mantiveram condenação de uma mulher, que proferiu ofensa racista contra enfermeiro, a pagar R$800 de indenização por danos morais para o profissional, que havia pedido a justiça indenização de R$ 10 mil

A apelante entrou com o Recurso Inominado pedindo reforma da sentença emitida pelo 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco, que a condenou por ter dito ao enfermeiro que “não receberia ordens de um nego”. Conforme os autos, a mulher acompanhava a mãe que estava internada em uma unidade hospitalar, quando proferiu a ofensa racista contra o profissional.

Na decisão, o juiz-relator do caso, José Augusto, observou ter comprovação do fato e reprovou a situação. “Situação vexatória, ocorrida no ambiente de trabalho do recorrido, com testemunha dos fatos. Ofensa moral notória. Valor arbitrado que não merece modificação e até modesto, para atender à função pedagógico-sancionatória do instituto”.

Por isso, o magistrado votou por negar o pedido da apelante e esta decisão foi seguida, à unanimidade, por todos os juízes de Direito que participaram do julgamento do recurso, José Wagner e Maha Mansfi.

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Cotidiano

Ministro da Educação, Ricardo Vélez, recredencia faculdade diocesana do Acre

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O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, resolveu homologar parecer da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e recredenciar a Faculdade Diocesana São José (Fadisi), mantida pelas Obras Sociais da Diocese de Rio Branco.

A portaria do recredenciamento foi publicada na edição desta segunda-feira, 25, do Diário Oficial do Estado. O documento tem validade de três anos.

Capitaneada pela Igreja Católica do Acre, a Fadisi realiza atividades no Acre desde 2005 e oferece o curso de bacharelado em filosofia e teologia.

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