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Secretários estão concentrados para entrega do plano de metas

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O secretariado do governo Gladson Cameli (Progressistas) está desde as primeiras horas desta quinta (10) reunido com seus respectivos auxiliares para a elaboração e conclusão do plano de metas que será apresentado à sociedade na próxima semana. O prazo para que o planejamento de cada uma das 14 secretarias seja enviado para a Casa Civil acaba hoje.

Por conta disso, a grande maioria dos secretários está praticamente trancada nos gabinetes e incomunicável. A proposta do governador Gladson é que este plano de metas seja apresentado como seu cartão-de-visita à população, passando a imagem de uma gestão organizada e baseada na busca de resultados.

O principal condutor desta linha técnica do Palácio Rio Branco é o chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade. Pelos superpoderes que lhe foi dado pelo governador, Trindade passou a ser uma espécie de primeiro-ministro do governo progressista. Ele será o responsável por analisar os planejamentos, aprovando ou propondo alterações. Somente após este crivo o plano de metas será entregue a Gladson.

Uma das prioridades do governador para os próximos 100 dias é assegurar o funcionamento da máquina, com enfoque nos serviços de saúde e segurança pública. Até o dia 15, a nova gestão ainda trabalhará com o orçamento do ano passado. Somente após essa data a verba de 2019, estimada em R$ 6 bilhões, estará liberada.

A estipulação de metas e a cobrança por seus resultados caminham para ser os norteadores do governo progressista. Ao empossar seu secretariado no dia 2, Gladson deu um prazo de 120 dias para que apresentem resultados, destacando que “a caneta que nomeia é a mesma que exonera”.

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Acre

Quadro de vítimas de explosão é estável, mas inspira cuidados

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As vítimas da explosão ocorrida num barco no município de Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Juruá, na sexta-feira, 7 de junho, continuam recebendo atendimento do governo do Acre, da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde.

O chefe da Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) José Adorno, que apoia e coordena o atendimento dos pacientes acreanos em tratamento fora de domicílio em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte, informou nessa terça-feira, 18, que o estado clínico dos pacientes é estável, mas ainda inspira cuidados.

Estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital João XXIII, Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos; José Ortenízio Souza da Conceição, 39 anos e Valdir Torquato da Silva, 51 anos. Eles continuam em tratamento, que inclui desbridamento cirúrgico, procedimento para retirada de tecidos queimados até que possa ser realizado o enxerto e recomposição da pele.

O esforço das equipes agora, tanto no João XXIII, sob os cuidados do Doutor Marcelo Lopes Ribeiro, quanto na unidade de Goiânia, é para que os pacientes vençam esta primeira etapa, e que tenham condições para serem submetidos aos procedimentos necessários à conclusão do tratamento, que deve ainda durar entre 60 a 90 dias”, explica José Adorno.

Entre os pacientes do João XXIII, o menino P.V.F.S., 4 anos, se recupera bem e deve ter alta nos próximos dias. Francisco Luna Dos Santos, 46 anos, é o que apresenta quadro mais grave, porém estável.

Em Brasília, os quatro pacientes internados no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) continuam recebendo curativos especiais, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. O quadro clínico é estável e a expectativa é que também possam ter alta nos próximos dias.

Agência de Notícias do Acre

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Acre

Preso que for usar tornozeleira terá que pagar pelo aparelho

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Foi aprovado no início da tarde desta quarta-feira, 19, por unanimidade, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que dispõe sobre o pagamento dos aparelhos de monitoramento eletrônico pelos próprios presos apenados.

De acordo com a lei, os condenados beneficiários da fiscalização por meio por meio de tornozeleira eletrônica serão obrigados a arcar com as despesas de aquisição e manutenção do equipamento, enquanto dele fizerem uso.

De acordo com o projeto, aos condenados comprovadamente hipossuficientes poderá ser concedida, mediante decisão judicial fundamentada, a isenção do pagamento das despesas. A instalação do equipamento de monitoração eletrônica será realizada no prazo de 24 horas após a comprovação do recolhimento do valor estabelecido em regulamento.

Ainda segundo o parlamentar, o não pagamento das despesas mensais, no valor e na forma estabelecidos em regulamento, acarretará a perda do benefício da monitoração eletrônica, por decisão fundamentada do juiz da execução penal.

Segundo dados do Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN, cada condenado que utiliza o sistema de monitoração eletrônica custa R$ 230,00 por mês, sendo que atualmente há no Estado R$ 1.586 monitorados ao custo de R$ 364.780,00 por mês e, R$ 4.377.360,00 por ano.

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