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Novos agentes reforçam mutirão de combate à dengue na capital

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Arrastão nos bairros, atividades educativas com distribuição de material informativo e reforço no quadro de agentes de endemias foram algumas das ações da Prefeitura de Rio Branco com o objetivo de combater o mosquito transmissor da dengue, zyka e febre chikungunya. O trabalho começou em outubro do ano passado, quando por determinação da prefeita Socorro Neri, equipes da Secretaria de Saúde (SEMSA), Empresa Municipal de Urbanização (EMURB) e Serviços Urbanos (SEMSUR) foram mobilizadas para intensificar o combate ao mosquito da dengue.

Nos bairros, os arrastões para eliminação e tratamento de depósitos e bloqueio de casos suspeitos envolveram equipes da Saúde, e SEMSUR, Agentes Comunitários de Saúde e alcançaram mais de 18 mil imóveis, entre residências, prédios comerciais e terrenos. As equipes vão de casa em casa, orientam e pedem a colaboração dos moradores no sentido de não jogar lixo nas vias, terrenos baldios e manter os quintais limpos.

De outubro até agora, a SEMSUR, atual Zeladoria, já retirou dos bairros mais de 46 mil toneladas de entulho, que poderiam ser locais de proliferação do mosquito. A Zeladoria conta com 250 homens e 65 equipamentos.

Em parceria com a RBTRANS, as blitzes educativas para a sensibilização e orientação alcançaram locais estratégicos como senadinho, terminal urbano, mercado da Sobral e vias que concentram grande fluxo de pessoas.

Nesta sexta-feira, 11, novos agentes serão convocados para integrar as equipes de combate ao mosquito. A decisão de reforçar a equipe foi tomada pela Prefeita Socorro Neri ainda no ano passado, já visando a execução das ações de 2019 e 2020. A Prefeitura havia programado a convocação de 10 agentes e já convocou o total de 215. A posse de mais 23 agentes reforçará o trabalho da SEMSA, que a partir deste momento contará com 133 agentes nas ruas de Rio Branco.

Todas as medidas empregadas buscam reduzir e controlar a densidade do vetor no município através da eliminação e tratamento dos criadouros domiciliares, implementadas pela divulgação de informações sobre a doença e suas medidas de prevenção, no intuito de conscientizar a população para que participe efetivamente do combate ao vetor em seus ambientes domiciliares.

“O poder público faz a sua parte mas a população também pode auxiliar no combate à proliferação do mosquito”, lembra a prefeita Socorro Neri, que ainda esta semana deve anunciar novas medidas para intensificar as ações de combate à dengue.

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Destaque 7

Criança internada no Juruá é diagnosticada com meningite

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Mais um caso confirmado de meningite no Acre.

Dessa vez, o paciente, uma criança de apenas 2 anos de idade, teve a doença confirmada após a realização de exames do Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul.

O diagnóstico apontou Haemophilus Influenza do tipo B  e a criança se encontra isolada na unidade de saúde.

A criança, reside no Seringal Pernambuco, na região de Ipixuna, município amazonense que faz fronteira com o Acre.

Com mais uma confirmação, os registros de meningite chegam a 8 casos em 2019, com três mortes contabilizadas, sendo uma em Rio Branco (meningite não especificada), uma no município de Tarauacá (meningite por Haemophilus) e outra em Senador Guiomard (meningite asséptica).

Apesar de mais um caso confirmado, a Secretaria Estadual de Saúde continua afirmando que não há surto da doença no estado e que os números atuais ainda estão abaixo dos registrados no ano passado.

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Destaque 7

Trecho da AC 40 foi recuperado, sinalizado e recebeu ciclovias

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Os transtornos enfrentados com a precária sinalização e falta de manutenção nos 20 quilômetros que ligam Rio Branco a Senador Guiomard chegaram ao fim neste fim de semana. O governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), entregou esse trecho da AC 40 devidamente recuperado, sinalizado e com ciclovias.

Um investimento de mais de R$ 5 milhões, com grande impacto social, pois a obra beneficia mais de 10 bairros instalados às margens da rodovia estadual e garante o bom fluxo em um dos principais acessos à capital, inclusive a rota internacional para o Pacífico.

As comunidades da região reivindicavam as obras por mais de dois anos, alegando sofrimento com os perigos recorrentes pela falta de sinalização, transtornos com o matagal invadindo às margens da pista e canteiros.

O tráfego de bicicletas é intenso nessa região e com o mato tomando as margens, os buracos na via e a falta de sinalização a estrada se tornou um perigo para quem transita ali, conforme constantes reclamações feitas pelas comunidades ao poder público.

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