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Empresa envolvida em suposto esquema que prendeu André Maia quer devolver R$ 200 mil

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A empresa Marka Comércio que é investigada e teve bens bloqueados pelo desembargador-relator Laudivon Nogueira, do Tribunal de Justiça do Acre -TJAC, durante os desdobramentos da Operação Sarcófago, da Polícia Federal, quer devolver mais de R$ 200 mil aos cofres do município de Senador Guiomard.

Em um documento encaminhado a Judson Costa, que até semana passada era prefeito da cidade no lugar de André Maia, impedido de assumir o cargo por estar preso, a empresa reconhece os erros e atesta a existência de crime praticado em relação ao sobrepreço de alguns medicamentos vendidos a prefeitura.

“A exemplo dos acordos que esta empresa já realizou com os municípios de Feijó, Brasiléia e Tarauacá, no início de 2018, juntando nos respectivos processos no Tribunal de Contas do Estado e carreados agora para medida cautelar número 0100463-19.2018.8.01.0000, que corre no Tribunal Pleno Jurisdicional do Tribunal de Justiça do Ace, que tem como relator o senhor Desembargador Laudivon Nogueira, indagamos de vossa excelência do interesse de realizar também o mesmo acordo, mediante o qual a empresa Marka Comércio Eireli, compromete-se a entregar ao ente público em quantidades mensais de medicamentos nos valores considerados com sobrepreço pelo TCE/AC, em referida Ata de Registro, que levou a celebração do contrato entre o município e a empresa Marka LTDA”, diz trecho do comunicado.

A Marka Comércio teve licitações suspensas pelo Tribunal de Contas do Acre. No caso da Prefeitura do Quinari, a empresa teve bens bloqueados e dinheiro apreendido na operação Sarcófago.

Ao tomar conhecimento da proposta de acordo, o atual prefeito da cidade, Gilson da Funerária (Progressistas) determinou que a procuradoria jurídica adote as medidas inerentes à devolução dos valores aos cofres municipais. De acordo com José Everaldo, novo procurador do município, tais fatos atestam o procedimento fraudulento denunciado pela Polícia Federal.

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Acre 01

Governador assina convênio para uso do helicóptero João Donato pelo Samu

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O helicóptero Cel. João Donato já pode ser utilizado para ações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O governador Gladson Cameli assinou o convênio de viabiliza o serviço aéreo para os pacientes nesta segunda-feira, dia 25, durante cerimônia no Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Pela parceira, o Samu poderá utilizar, oficialmente, o helicóptero, para socorrer pessoas que necessitem de socorro emergência em áreas de difícil acesso. Isso já ocorria antes, mas de forma extra-oficial. Agora, o Samu poderá custear esse serviço diretamente. Ele também será utilizado em ações da pasta de Meio Ambiente e Segurança Pública.

“Esse era um projeto anunciado há algum tempo pelo governo e agora ele se concretiza. A gente fica feliz porque essa unidade, esse helicóptero, se junta para somar na frota do Samu. Estamos empenhados, determinados a melhorar serviços, a assistência, e o helicóptero chega para reforçar isso”, diz o secretário de Saúde, Alysson Bestene.

Segundo Cameli, o convênio com o Samu representará não um prejuízo para os empresários do setor no estado, mas um investimento no setor de saúde, de forma a avançar mais rapidamente e de forma mais econômica os pacientes que necessitam de auxílio da saúde pública.

“Está aqui o helicóptero. Comparando, já aumentamos o investimento aqui em mais de 50%. São 1,3 milhão em convênios. O Estado vai reduzir as despesas de custeio. Eu não acho que o governo deixa e incentivar a iniciativa privada. Nós queremos ampliar esse serviço, e nós temos que regionalizar nosso estado com condições de transportar quem mais precisa”, justifica.

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Acre

PL de Mara Rocha pede crédito para equipamentos de energia

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A Deputada Federal Mara Rocha (PSDB/AC), apresentou o Projeto de Lei nº 1.675/2019, para incluir incentivo à aquisição de equipamentos para a produção de energias renováveis não convencionais na Lei sobre Política Agrícola.

“O Projeto que apresentei visa aumentar a produtividade na agroindústria brasileira. Com o incentivo do governo federal, o agricultor poderá utilizar a energia renovável, modificando a matriz energética do setor, barateando o custo final da produção”, explicou Mara Rocha.

O Projeto apresentado pela parlamentar tucana inclui, na Lei 8.171/1991, que trata sobre Política Agrícola, a compra de equipamentos para produção de energia renovável como uma das formas de implementação da eletrificação rural.

“O Brasil conta com a maior intensidade de radiação solar do mundo, além de possibilidades eólicas imensas. Se conseguirmos diversificar a matriz energética nas áreas rurais teremos um modelo de produção rural sustentável que, em última análise, agregará valor subjetivo aos nossos produtos
agrícolas”, finalizou a Deputada.

A proposta apresentada por Mara Rocha beneficia a aquisição de equipamentos para geração de energia solar, eólica (dos ventos), biomassa e resíduos sólidos.

Segundo a parlamentar, “atualmente a política agrícola foca seu incentivo em construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e termoelétricas. Precisamos ousar mais e acreditar na inclusão do agricultor em novas tecnologias, mais limpas e eficazes”.

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