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Acreano que ganhou na Mega da Virada quase R$ 6 milhões já sacou prêmio na Capital

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O prêmio de quase R$ 6 milhões, conquistado por um acreano no último dia 31 de dezembro, durante a Mega da Virada, já foi resgatado pelo ganhador, segundo apurou o ac24horas nesta quinta-feira, dia 09. O prêmio foi pago pela Caixa Econômica Federal.

Como contou a reportagem na semana passada, o jogador fez a aposta na lotérica do bairro Cidade Nova, no 2º Distrito de Rio Branco, e até a última sexta-feira, ainda não havia ido até a Caixa para retirar o prêmio que conquistou. Estava esperando a hora certa para fazer isso.

Ao todo, 52 ganhadores dividiram o primeiro principal, que era de R$ 302,5 milhões. Cada um levou para casa R$ 5,8 milhões. Essa foi a segunda vez que um acreano ganhou dinheiro na loteria federal. A primeira vez foi em 2003.

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Cotidiano

Ministro da Educação, Ricardo Vélez, recredencia faculdade diocesana do Acre

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O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, resolveu homologar parecer da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e recredenciar a Faculdade Diocesana São José (Fadisi), mantida pelas Obras Sociais da Diocese de Rio Branco.

A portaria do recredenciamento foi publicada na edição desta segunda-feira, 25, do Diário Oficial do Estado. O documento tem validade de três anos.

Capitaneada pela Igreja Católica do Acre, a Fadisi realiza atividades no Acre desde 2005 e oferece o curso de bacharelado em filosofia e teologia.

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Cotidiano

Investigação de caso de bebê que morreu por broncoaspiração já ouviu 20 pessoas

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A investigação da Polícia Civil já ouviu 20 pessoas próximas aos pais do bebê Maria Cecília, de apenas dois meses, morto no dia 8 de março por insuficiência respiratória após tomar duas mamadeiras de leite artificial. A mãe da criança, enfermeira Micilene Souza acusa o pai, o policial federal Dheymerson Cavalcante de premeditar a morte da filha.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), sob o comando do delegado Martin Hessel. O policial federal nega as acusações.

“Minhas manifestações serão quando finalizar. Não posso dizer quem foi ouvido, são testemunhas e estamos buscando pessoas que sabem sobre o relacionamento dos dois. Conforme vai aparecendo mais alguém, vamos ouvindo e colocando no inquérito para chegar em uma conclusão no final”, disse Hessel ao G1.

O delegado complementou dizendo que ainda não recebeu os laudos periciais e nem o exame de DNA feito para saber se o policial é o mesmo o pai do bebê. “Ainda está no prazo, mas estão correndo para finalizar e não deram o dia para entregar”, avaliou. O resultado do exame de DNA deve sair no dia dia 7 abril.

A criança nasceu prematura e chegou a ficar na UTI. Micilene disse que a bebê não conseguia mamar e que teve alergia a todos os leites artificiais. A mãe afirmou que sempre mandava informações e vídeos para o suposto pai e avó da criança.

Na primeira audiência, no início de março, sobre a pensão de alimentos gravídicos, Micilene afirmou que o policial não foi e que a advogada dele disse que ele estava disposto a pagar pelo DNA.

Ela contou que no primeiro momento não quis ir a Rio Branco com medo do que o homem pudesse fazer com ela e a criança.

“Eu sentia que ele ia matar a mim, ou minha filha. Bloqueei ele e a mãe dele, e ele mandou mensagem para minha irmã pedindo que eu não fizesse isso. Já à noite, eu decidi ir pra fazer o DNA. Quando cheguei em Rio Branco, tudo eu filmava, porque lá no fundo eu sabia que ele ia fazer alguma coisa com a gente”, afirmou na época.

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