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Acisa divulga arrecadação de ICMS de 2018 e diz que empresários saíram prejudicados

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Simone Chalub/Assessoria

O presidente da Associação Comercial do Acre – Acisa, Celestino Oliveira, divulgou balanço de 2018 do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e de Serviços – ICMS, nesta quinta-feira (10). A diretoria da entidade fez uma avaliação e disse que governantes precisam ser mais flexíveis, reduzindo percentuais, tendo em vista que o aumento do ICMS no atual momento econômico acaba prejudicando a geração de emprego e desenvolvimento do estado.

No Acre, a previsão de arrecadação do ICMS 2018 era de R$ 1,07 bilhões. Em janeiro, o valor arrecadado foi 114 milhões; fevereiro 90 milhões; março 107 milhões; abril 92 milhões; maio 99 milhões; junho 92 milhões; julho 113 milhões; agosto 112 milhões; setembro 108 milhões; outubro 118 milhões; novembro 120 milhões e dezembro 246 milhões. A arrecadação gerou um total de 1,4 bilhões de reais, com Superavit de 251 milhões de reais.

Bento disse que o ano de 2018 foi cheio de desafios e que muitos precisaram fechar as portas do seu negócio. “O comércio enfrentou muitos desafios no ano passado. Quem não perdeu faturamento comemorou muito, alguns reduziram bastante as receitas, outros não sobreviveram e fecharam as portas. O ICMS foi o principal responsável por esta situação, apresentando crescimento de mais de 250 milhões (25%) na arrecadação”, disse.

A entidade entende que o imposto é repassado sobre os produtos, mas quando o consumo está em queda o empresário acaba absorvendo esse aumento e paga a conta sozinho.“O governo aumentou demais a cobrança, algumas vezes de maneira desproporcional e ilegal”, finalizou.

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Destaque 6

Mineiro cai em ‘golpe do amor’ e resolve voltar a pé para MG

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Desempregado, sem dinheiro e sem moradia fixa, homem apostou a sorte em um namoro virtual para mudar de vida e só depois de viajar 4.441 km descobriu que foi vítima de um golpe.

Júlio Cesar da Silva, de 27 anos, é natural da cidade mineira de Juiz de Fora e conheceu uma mulher em Cruzeiro do Sul no Acre por meio de uma rede social, ele conta que o namoro virtual começou no natal de 2018 e depois de algumas conversas a mulher lhe convenceu a vir embora para a cidade acreana para viverem juntos.

Desde que chegou na cidade em Janeiro de 2019, Júlio conta que nunca viu a mulher com quem falava todos os dias. Quando tentou contato com ela por telefone foi tratado com desprezo e ignorado. Sem ter para onde ir o homem conta que ficou morando na rua até tomar a decisão de voltar para Minas Gerais depois de seis meses tentando conhecer a mulher com quem pensou que ia viver junto

“Ela me prometeu muitas coisas, eu estava confiante que tinha encontrado a pessoa da minha vida, minha vida ia mudar e depois de seis meses vivo esse pesadelo. Ela só falou comigo por telefone me tratou mal e nem quis me ver”, lamenta.

Ainda segundo Silva, chegou a ir até a casa da mulher amada, mas não a encontrou. “Ela me deu toda a segurança que íamos viver juntos, me deu todos os dados juntos de telefone dela, endereço da casa, mas acabou que ela me enganou,” conta entristecido.

Apesar da desilusão, César afirmou que não tem raiva da garota e quer que ela seja feliz. “Apesar do que aconteceu eu quero dizer para todas as pessoas e para a família dela que eu não tenho raiva dela e que nem penso em fazer mal a ninguém, só vim porque ela me chamou. Quero que ela seja feliz e siga a vida dela, apesar de não tê-la conhecido”, disse.

O mineiro não esperou ajuda e resolveu seguir a pé pela BR-364, na esperança de encontrar alguém que lhe dê uma carona para chegar até sua cidade Juiz de Fora.

 

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Destaque 6

Deputados apoiam que IEPTEC volte a ter nome de Dom Moacyr

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Durante a sessão desta terça-feira, 18, vários deputados da Assembleia Legislativa manifestaram pesar pelo falecimento do arcebispo emérito de Porto Velho, Dom Moarcyr Grechi.

Um dos parlamentares que subiu a tribuna para falar do líder religioso católico, foi Jenilson Leite (PCdoB) que apresentou um requerimento e um projeto de lei para que Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (IEPTEC), antigo Instituto Dom Moacyr, volte a ter o nome do nome do líder católico.

O parlamentar argumentou que a mudança do nome ocorreu devido o governo o atual governo usar como parâmetro a lei federal 6.454/1977, que proíbe atribuir a logradouros e monumentos públicos o nome de pessoas vivas.

“Nesse caso, como o Dom Moacyr faleceu, nada mais do que justo essa homenagem a ele pelo bem que já fez ao Acre”, pontuou o deputado.

Os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB), Daniel Zen (PT) e Gerlen Diniz (Progressistas) apoiaram a matéria.

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