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Saiba quais foram os deputados mais produtivos da Aleac

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A cada quatro anos as eleições permitem o que chamamos de renovação política. Em 2018, os eleitores escolheram seus candidatos, foram às urnas e agora é torcer para que os eleitos e reeleitos façam um bom trabalho, certo? Errado! Você pode fazer muito mais, por exemplo, acompanhar, de perto, o desempenho dos candidatos eleitos.

A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) disponibiliza em sua página eletrônica o link do Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL), onde você pode monitorar a produção legislativa de cada parlamentar. Acesse:

A produção legislativa é calculada com base nas Proposições apresentadas ao longo do ano, por exemplo, Projetos de Leis, de Resoluções, Indicações, Requerimentos, entre outros.

Com base nos dados fornecidos pelo SAPL, em 2018, cinco parlamentares se destacaram como os mais produtivos. Em primeiro lugar aparece o deputado comunista Janilson Leite com 42 preposições, seguindo pelo pedetista Jesus Sérgio com 33 preposições; logo atrás os petistas Leila Galvão (30) e Daniel Zen (22) e a emedebista Eliane Sinhasique (22).

Os cinco deputados listados foram destaque na 14ª Legislatura (2015/2018). Ao longo dos quatro anos, eles se mantiveram entre os mais produtivos. Em 2017, liderou em primeiro lugar, Jesus Sérgio, (64); Janilson Leite (50), Lourival Marques (49); Leila Galvão (47) e Daniel Zen (39) e Eliane Sinhasique (38).

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Acre

Quadro de vítimas de explosão é estável, mas inspira cuidados

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As vítimas da explosão ocorrida num barco no município de Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Juruá, na sexta-feira, 7 de junho, continuam recebendo atendimento do governo do Acre, da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde.

O chefe da Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) José Adorno, que apoia e coordena o atendimento dos pacientes acreanos em tratamento fora de domicílio em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte, informou nessa terça-feira, 18, que o estado clínico dos pacientes é estável, mas ainda inspira cuidados.

Estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital João XXIII, Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos; José Ortenízio Souza da Conceição, 39 anos e Valdir Torquato da Silva, 51 anos. Eles continuam em tratamento, que inclui desbridamento cirúrgico, procedimento para retirada de tecidos queimados até que possa ser realizado o enxerto e recomposição da pele.

O esforço das equipes agora, tanto no João XXIII, sob os cuidados do Doutor Marcelo Lopes Ribeiro, quanto na unidade de Goiânia, é para que os pacientes vençam esta primeira etapa, e que tenham condições para serem submetidos aos procedimentos necessários à conclusão do tratamento, que deve ainda durar entre 60 a 90 dias”, explica José Adorno.

Entre os pacientes do João XXIII, o menino P.V.F.S., 4 anos, se recupera bem e deve ter alta nos próximos dias. Francisco Luna Dos Santos, 46 anos, é o que apresenta quadro mais grave, porém estável.

Em Brasília, os quatro pacientes internados no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) continuam recebendo curativos especiais, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. O quadro clínico é estável e a expectativa é que também possam ter alta nos próximos dias.

Agência de Notícias do Acre

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Acre

Preso que for usar tornozeleira terá que pagar pelo aparelho

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Foi aprovado no início da tarde desta quarta-feira, 19, por unanimidade, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que dispõe sobre o pagamento dos aparelhos de monitoramento eletrônico pelos próprios presos apenados.

De acordo com a lei, os condenados beneficiários da fiscalização por meio por meio de tornozeleira eletrônica serão obrigados a arcar com as despesas de aquisição e manutenção do equipamento, enquanto dele fizerem uso.

De acordo com o projeto, aos condenados comprovadamente hipossuficientes poderá ser concedida, mediante decisão judicial fundamentada, a isenção do pagamento das despesas. A instalação do equipamento de monitoração eletrônica será realizada no prazo de 24 horas após a comprovação do recolhimento do valor estabelecido em regulamento.

Ainda segundo o parlamentar, o não pagamento das despesas mensais, no valor e na forma estabelecidos em regulamento, acarretará a perda do benefício da monitoração eletrônica, por decisão fundamentada do juiz da execução penal.

Segundo dados do Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN, cada condenado que utiliza o sistema de monitoração eletrônica custa R$ 230,00 por mês, sendo que atualmente há no Estado R$ 1.586 monitorados ao custo de R$ 364.780,00 por mês e, R$ 4.377.360,00 por ano.

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