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Metade dos prefeitos acreanos faz contratos terceirizados alegando redução de gastos

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A maioria dos municípios acreanos terceirizam mão de obra, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A entidade fez uma consulta aos 22 municípios mas somente 11 enviaram respostas. Desses, todos confirmaram que mantém contratos terceirizados. O ganho de eficiência e redução de gastos públicos aparecem como os principais motivos para adoção da medida. A imensa maioria desses contratos estão nas áreas de saúde e educação mas assistência social, apoio administrativo e pessoal técnico também são relevantes.

Essa foi a primeira vez em que a CNM realizou um pesquisa sobre o assunto e, por isso, não é possível ter dados de anos anteriores. O presidente da entidade, Glademir Aroldi, no entanto, afirma que a terceirização está aumentado “com certeza”.

Analisando os dados da CNM, metade dos prefeitos do Acre adotam essa prática -e é bem provável que todas as 22 prefeituras tenham esse tipo de contrato. Nas contratações, a pesquisa mostra que nove delas foram nas prefeituras para se ter mão-de-obra especializada, uma para ações emergenciais de defesa civil e outra, geral.

Segundo leituras especializadas, interpretações na Justiça têm aberto espaço para esse tipo de contrato, embora a Constituição indique a necessidade de concurso público para o preenchimento de vagas no serviço público. O que chama a atenção nesses casos é que a maioria dos municípios não contabiliza os gastos com terceirizados como despesa com pessoal, driblando a legislação. Nas prefeituras acreanas, em sete delas são feitos acima de quarenta contratos. Os gastos com esse artifício somam valores que variam de 6% a 30% das despesas com pessoal.

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Mineiro cai em ‘golpe do amor’ e resolve voltar a pé para MG

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Desempregado, sem dinheiro e sem moradia fixa, homem apostou a sorte em um namoro virtual para mudar de vida e só depois de viajar 4.441 km descobriu que foi vítima de um golpe.

Júlio Cesar da Silva, de 27 anos, é natural da cidade mineira de Juiz de Fora e conheceu uma mulher em Cruzeiro do Sul no Acre por meio de uma rede social, ele conta que o namoro virtual começou no natal de 2018 e depois de algumas conversas a mulher lhe convenceu a vir embora para a cidade acreana para viverem juntos.

Desde que chegou na cidade em Janeiro de 2019, Júlio conta que nunca viu a mulher com quem falava todos os dias. Quando tentou contato com ela por telefone foi tratado com desprezo e ignorado. Sem ter para onde ir o homem conta que ficou morando na rua até tomar a decisão de voltar para Minas Gerais depois de seis meses tentando conhecer a mulher com quem pensou que ia viver junto

“Ela me prometeu muitas coisas, eu estava confiante que tinha encontrado a pessoa da minha vida, minha vida ia mudar e depois de seis meses vivo esse pesadelo. Ela só falou comigo por telefone me tratou mal e nem quis me ver”, lamenta.

Ainda segundo Silva, chegou a ir até a casa da mulher amada, mas não a encontrou. “Ela me deu toda a segurança que íamos viver juntos, me deu todos os dados juntos de telefone dela, endereço da casa, mas acabou que ela me enganou,” conta entristecido.

Apesar da desilusão, César afirmou que não tem raiva da garota e quer que ela seja feliz. “Apesar do que aconteceu eu quero dizer para todas as pessoas e para a família dela que eu não tenho raiva dela e que nem penso em fazer mal a ninguém, só vim porque ela me chamou. Quero que ela seja feliz e siga a vida dela, apesar de não tê-la conhecido”, disse.

O mineiro não esperou ajuda e resolveu seguir a pé pela BR-364, na esperança de encontrar alguém que lhe dê uma carona para chegar até sua cidade Juiz de Fora.

 

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Destaque 6

Deputados apoiam que IEPTEC volte a ter nome de Dom Moacyr

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Durante a sessão desta terça-feira, 18, vários deputados da Assembleia Legislativa manifestaram pesar pelo falecimento do arcebispo emérito de Porto Velho, Dom Moarcyr Grechi.

Um dos parlamentares que subiu a tribuna para falar do líder religioso católico, foi Jenilson Leite (PCdoB) que apresentou um requerimento e um projeto de lei para que Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (IEPTEC), antigo Instituto Dom Moacyr, volte a ter o nome do nome do líder católico.

O parlamentar argumentou que a mudança do nome ocorreu devido o governo o atual governo usar como parâmetro a lei federal 6.454/1977, que proíbe atribuir a logradouros e monumentos públicos o nome de pessoas vivas.

“Nesse caso, como o Dom Moacyr faleceu, nada mais do que justo essa homenagem a ele pelo bem que já fez ao Acre”, pontuou o deputado.

Os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB), Daniel Zen (PT) e Gerlen Diniz (Progressistas) apoiaram a matéria.

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