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Porta-voz de Gladson diz que governo está disposto a rever nomeação de Alércio Dias após reportagem do ac24horas

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O porta-voz do Governo do Acre, jornalista Rogério Wenceslau, confirmou na tarde desta segunda-feira, 7, que o governador Gladson Cameli (Progressistas) está disposto a rever a nomeação do pecuarista Alércio Dias, nomeado na última sexta-feira, 4, no cargo de diretor-presidente do Instituto Acreprevidência, órgão responsável por gerir as aposentadorias dos servidores públicos do Acre.

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“Ele esteve conosco na campanha, colaborou, colocou o grupo dele à disposição, nisso ele tem mérito, quanto à questão dos problemas com a Justiça o governo está disposto a rever a nomeação, não só dele, mais de qualquer um. O governador já foi informado, mas ainda não decidiu qual vai ser a posição”, informou o Wenceslau ao ac24horas.

A manifestação oficial do governo vem após o ac24horas publicar uma reportagem comprovando que Dias foi condenado por improbidade administrativa no governo de Orleir Cameli, quando era secretário de Educação em um processo que já teve sentença transitada em julgada. Alércio seria um indicação do senador Sergio Petecão (PSD).

A repercussão da informação caiu como uma bomba nos bastidores do governo. Existem grupos políticos ligados a partidos pressionando para que Alércio seja destituído do cargo, principalmente depois que Gladson Cameli, durante a sua posse na semana passada, afirmou que não toleraria “corruptos e corrupção”.

Em suas redes sociais, Alércio Dias culpou o PT por processo de improbidade se arrastar durante 20 anos. Tentando justificar a ação de improbidade, Alércio tratou de culpar os governos do PT, que segundo ele, “agiram diretamente e também nas sombras para fazer este assunto se arrastar”.

Porém, Dias confirmou que existe “de fato uma ação que tramita na 1ª Vara de Rio Branco referente a compra de 2 FIAT UNO, há mais de 20 anos, que continuo contraditando, na qual a Acrevelinda vendeu para a Educação, recebeu e não entregou os veículos”.

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Cotidiano

Ministro da Educação, Ricardo Vélez, recredencia faculdade diocesana do Acre

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O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, resolveu homologar parecer da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e recredenciar a Faculdade Diocesana São José (Fadisi), mantida pelas Obras Sociais da Diocese de Rio Branco.

A portaria do recredenciamento foi publicada na edição desta segunda-feira, 25, do Diário Oficial do Estado. O documento tem validade de três anos.

Capitaneada pela Igreja Católica do Acre, a Fadisi realiza atividades no Acre desde 2005 e oferece o curso de bacharelado em filosofia e teologia.

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Cotidiano

Investigação de caso de bebê que morreu por broncoaspiração já ouviu 20 pessoas

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A investigação da Polícia Civil já ouviu 20 pessoas próximas aos pais do bebê Maria Cecília, de apenas dois meses, morto no dia 8 de março por insuficiência respiratória após tomar duas mamadeiras de leite artificial. A mãe da criança, enfermeira Micilene Souza acusa o pai, o policial federal Dheymerson Cavalcante de premeditar a morte da filha.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), sob o comando do delegado Martin Hessel. O policial federal nega as acusações.

“Minhas manifestações serão quando finalizar. Não posso dizer quem foi ouvido, são testemunhas e estamos buscando pessoas que sabem sobre o relacionamento dos dois. Conforme vai aparecendo mais alguém, vamos ouvindo e colocando no inquérito para chegar em uma conclusão no final”, disse Hessel ao G1.

O delegado complementou dizendo que ainda não recebeu os laudos periciais e nem o exame de DNA feito para saber se o policial é o mesmo o pai do bebê. “Ainda está no prazo, mas estão correndo para finalizar e não deram o dia para entregar”, avaliou. O resultado do exame de DNA deve sair no dia dia 7 abril.

A criança nasceu prematura e chegou a ficar na UTI. Micilene disse que a bebê não conseguia mamar e que teve alergia a todos os leites artificiais. A mãe afirmou que sempre mandava informações e vídeos para o suposto pai e avó da criança.

Na primeira audiência, no início de março, sobre a pensão de alimentos gravídicos, Micilene afirmou que o policial não foi e que a advogada dele disse que ele estava disposto a pagar pelo DNA.

Ela contou que no primeiro momento não quis ir a Rio Branco com medo do que o homem pudesse fazer com ela e a criança.

“Eu sentia que ele ia matar a mim, ou minha filha. Bloqueei ele e a mãe dele, e ele mandou mensagem para minha irmã pedindo que eu não fizesse isso. Já à noite, eu decidi ir pra fazer o DNA. Quando cheguei em Rio Branco, tudo eu filmava, porque lá no fundo eu sabia que ele ia fazer alguma coisa com a gente”, afirmou na época.

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