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Polícia Militar aumenta efetivo nas ruas para conter criminosos

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As ações da Polícia Militar do Acre continuam, desencadeadas desde o dia 03 de janeiro, já começam a apresentar resultados. Com aumento de efetivo nas ruas, e também de viaturas policiais, os bairros da Capital e interior estão sendo vasculhados pelos militares.

Sob o comando do Cel. Mário Cesar, empossado no dia 02 passado, a estratégia de atuação dos militares mudou totalmente: as rondas aumentaram, e a prevenção de crimes passou a ser o foco da instituição. Tanto em Rio Branco, como as cidades do interior do Acre.

Segundo apurou o ac24horas, pontos mais perigosos das cidades acreanas estão recebendo mais homens para o reforço da segurança, são os chamados “hotpots” [pontos quentes – em português], áreas que exigem uma ação mais enérgica por parte das forças de segurança.

O policiamento é direcionado de forma técnica e estratégica, com agentes sempre direcionados sobre como devem agir em determinados momentos. E as investidas têm ocorrido em vias principais e até nas adjacentes, como as vias sem ou ruas de maior dificuldade de acesso.

Segundo o comandante da corporação, Cel. Mário Cesar, as rondas têm como objetivo identificar infratores e evitar que, nas ruas, cometam crimes, tirando-os de circulação e causando tranquilidade às pessoas.

 

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Prefeitura contrata novos médicos e diz que poderá perder profissionais do Mais Médicos

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Trinta e três novos médicos; clínicos gerais, pediatras e ginecologistas, passam a reforçar a Saúde na rede municipal de Rio Branco a partir desta semana. A prefeita Socorro Neri e os profissionais aprovados em processo seletivo simplificado, assinaram nesta sexta-feira, 14, a carta de apresentação e o contrato de trabalho.

No total, foram 39 vagas abertas pela Prefeitura de Rio Branco. De acordo com o secretário de Saúde do município, Oteniel Almeida, as seis vagas restantes serão preenchidas já nos próximos dias quando serão chamados os profissionais que estão na lista de espera. “É o momento em que a gente enfrenta uma crise financeira e também a questão de não ter médicos para contratar na cidade de Rio Branco. Porém, a prefeita faz um esforço muito grande, garante os recursos necessários, nossa equipe vai para o convencimento dos profissionais que estavam disponíveis e hoje a gente garante esse dia tão importante para a Saúde de Rio Branco. Dessa maneira, ampliamos em mais de 21 mil o número de novas consultas. E quem ganha é a população nos bairros que passam a ter acesso à assistência da saúde com qualidade”.

Com essa contratação, a capital acreana passa a ter médicos em todas as 56 unidades de saúde que estão sob responsabilidade do município.

A prefeita Socorro Neri disse que as medidas adotadas por sua gestão começam agora a fazer sentido para pessoas que antes não entendiam o motivo da reforma administrativa e a necessidade de ajustes na máquina pública municipal. De acordo com ela, a saúde deve ter uma melhoria significativa. Neri também falou sobre o fim do programa Mais Médicos em Rio Branco. Se o governo federal não rever este posicionamento, dos 110 médicos que atualmente fazem parte do quadro municipal, a capital acreana vai perder dez médicos até dezembro deste ano e outros 43 até julho de 2020.

“Nós estamos atuando junto à Confederação Nacional dos Municípios [CNM] para evitar que isso aconteça, buscando reverter essa decisão, à medida em que os municípios com mais de 300 mil habitantes, e ainda mais em regiões distantes dos grandes centros, como é nosso caso, sofrem muita dificuldade em fazer seleção, em manter os profissionais residindo no município. Nós queremos impedir que isso aconteça, mas ao mesmo tempo estamos fazendo um planejamento para ver de que modo vamos suprir essa carência. Como é que o município vai dar conta disso num momento de crise financeira que o país inteiro atravessa e em Rio Branco não é diferente”.

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No Acre, abate de bois cai no primeiro trimestre de 2019

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O abate de bovinos caiu neste primeiro trimestre de 2019 em comparação a igual do período do ano. Foram 9,56 mil cabeças a menos este ano. Fatores ligados ao mercado influenciaram a derrocada.

Mas essa é uma situação que não se repete por todo o Brasil. O país registrou um abate de 7,89 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no primeiro trimestre de 2019, segundo as Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi 1,6% superior ao obtido no primeiro trimestre de 2018. Em relação ao quarto trimestre de 2018, porém, houve redução de 3,6%.

Em números absolutos, foram abatidas 121,06 mil cabeças de bovinos a mais no primeiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo aumentos em 14 das 27 Unidades da Federação. Os destaques foram Mato Grosso (+144,40 mil cabeças), Tocantins (+35,59 mil cabeças), Rondônia (+27,87 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (+25,59 mil cabeças), Paraná (+11,60 mil cabeças) e Santa Catarina (+3,90 mil cabeças).

O Acre é o 6º com maior retração nos três primeiros meses deste ano em relação ao 1º trimestre de 2018. Pará, Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul estão na lista.

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